sexta-feira, 29 de maio de 2015

SER RUSSO BY: Andre Vltchek ‏@AndreVltchek - Chorei ao ler seu artigo no PRAVDA, real e verdadeiro, nasci árabe, hoje sou brasileiro...mas, pegaria em armas pela Rússia!



Ninguém jamais pôde ou pode derrotar a Rússia, porque a ira dos russos, como o amor deles, é grande e puro. A Rússia nunca foi derrotada. Seu coração ferido está cheio de amor e poesia, mesmo quando o peso de seu punho cai sobre os déspotas, usurpadores e assassinos de massa. A Rússia jamais foi derrotada, também porque quase todas as guerras que a Rússia jamais lutou foram guerras justas - guerras para salvar a vida do povo russo, mas guerras, também, pela sobrevivência de toda a humanidade.
Chorei ao ler seu artigo no PRAVDA, real e verdadeiro, nasci árabe, hoje sou brasileiro...mas, pegaria em armas pela Rússia!

Ser russo...Hoje

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O ocidente mentiu a Lênin, a Stálin, a Khrushchev e por fim, a Gorbachev. O ocidente agora mente a Putin e sobre Putin.

O nazismo só se compara ao imperialismo europeu judaico sionista e norte-americano judaico sionista, ao colonialismo judaico sionista. Nazismo e colonialismo são feitos do mesmo estofo. E a União Soviética esmagou ambos, derrotou ambos! A Rússia empunha hoje a histórica bandeira soviética.(...)

Os chauvinistas e xenófobos judeus sionistas lutam hoje pelo controle sobre todo o planeta, até pela própria sobrevivência deles. A menos que divida Rússia, China e América Latina, os judeus sionistas do ocidente estão acabados.

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Está quebrada a confiança entre o judaico sionismo do ocidente e a Rússia. Já estava abalada há bastante tempo, mas agora está irreversivelmente quebrada. Boa coisa, porque que confiança poderia haver entre o Império do Caos Judaico Sionista de Israel e as forças que hoje lutam para libertar a humanidade?

Não é difícil enganar o povo russo. É preciso pouco para ganhar-lhe a confiança; às vezes um sorriso, meia dúzia de palavras carinhosas, algumas promessas e juras feitas com sinceridade. Os russos podem ser facilmente 'comprados' com gentileza. São povo confiante, vulnerável.

Se abordados com ternura e simpatia, eles logo abrem o coração, partilham até o último pedaço de pão com quem tenha fome, oferecem a camisa do corpo a quem tenha frio.

Chegue-se a um russo com promessa de amor eterno, devoção, simples amizade, que seja, e as chances são de que todas as portas se abram para você e as defesas caiam.

Talvez, algum dia, ele ou ela lhe peça: "Por favor, nunca, nunca me atraiçoe". Mas ninguém lhe pedirá garantias, nenhum compromisso por escrito, nenhuma assinatura em contrato.

Por causa dessa confiança e abertura, morreram milhões, dezenas de milhões de russos!
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Os russos deram ao mundo tudo que tinham. Os russos lutaram pela humanidade inteira. Abriram o coração e as portas. Alimentaram os que estavam em miséria extrema, muitas vezes a morrer de fome.

E no fim os russos foram traídos, não uma, nem duas, mas várias, várias vezes!

Num mundo sem espinha dorsal, baseado no individualismo, no lucro, no servilismo, é fácil, muito fácil trair alguém generoso, alguém que doa. Tiranos só muito raramente são traídos, porque a lealdade que recebem é baseada no medo, na autopreservação, nos autointeresses mercantis.

No mundo covarde, corrupto, que os judeus sionistas do ocidente e suas religiões subversivas e perversas construíram, só se obtém lealdade mediante o terror.

Apesar de horríveis traições e da selvageria contra o povo russo ao longo da história, os russos realmente jamais 'aprenderam a lição', nunca aprenderam o cinismo do judaico sionismo ocidental e jamais dominaram a arte de sacrificar outros em nome dos próprios interesses.

Todos os acordos com a Rússia foram quebrados, sempre que assim interessou aos invasores. Os escandinavos ceifaram incontáveis vidas russas, e o mesmo fizeram os alemães, franceses, poloneses, britânicos, norte-americanos e tchecos, mas todos comandados pelos judeus sionistas, para ficar só nesses. Os russos jamais de fato 'puniram' alguém, como fazem os judeus, protestantes e anglo-saxões. Castigo é lixo puritano, basicamente. O modo russo de pensar é quixotesco demais para castigar alguém.

O judaico sionismo do ocidente mentiu a Lênin, a Stálin, a Khrushchev e por fim, a Gorbachev. O judaico sionismo do ocidente agora mente a Putin e sobre Putin.

Traída, a Rússia mergulharia em inimaginável agonia, passaria por fogo e devastação, pelo desespero. A Rússia enterraria milhões de filhos e filhas. É provável que nenhuma outra nação no planeta tenha algum dia passado por devastação daquela magnitude.

Então, de repente, o país começaria a erguer-se nos joelhos, lentamente e assustadoramente, para mostrar todo o seu poder, seu tamanho, a determinação, a força. Ferida e enganada, mas orgulhosa e magnificamente bela em sua ira santa, a Rússia ergueria sua espada pesada, poria sobre as costas, secaria as lágrimas e começaria a andar diretamente contra o inimigo.

As batalhas da Rússia sempre são às claras. A Rússia combate honestamente as suas batalhas. Foram derramados oceanos de sangue, a maior parte desse sangue é sangue do povo russo.

Diferente do judaico sionismo do ocidente, a Rússia não bombardeia à distância, não usa drones nem bombas atômicas para matar milhões de civis e assegurar para si a Vitória. As batalhas russas foram homem a homem. São dezenas de milhares de tanques, como na batalha de Kursk, milhões de soldados, como em Stalingrado.

Ninguém jamais pôde ou pode derrotar a Rússia, porque a ira dos russos, como o amor deles, é grande e puro. A Rússia nunca foi derrotada. Seu coração ferido está cheio de amor e poesia, mesmo quando o peso de seu punho cai sobre os déspotas, usurpadores e assassinos de massa. A Rússia jamais foi derrotada, também porque quase todas as guerras que a Rússia jamais lutou foram guerras justas - guerras para salvar a vida do povo russo, mas guerras, também, pela sobrevivência de toda a humanidade.

***
70 anos da grande Vitória! 70 anos desde que o povo soviético salvou o mundo, quando esmagou o nazismo. 70 anos desde que o povo soviético, quase imediatamente, uniu-se a outra luta, dessa vez contra o Imperialismo e o Colonialismo dos Judeus Sionistas de Israel, falsamente chamado de "Ocidente".

20 ou talvez 27 milhões de soviéticos, principalmente russos, perderam a vida defendendo o planeta com as hordas de Hitler. Depois, centenas de milhões de outros continuaram a dedicar a vida a construir mundo melhor, mais igualitário.

Sem a União Soviética, sem o povo russo, não haveria liberdade, não haveria independência para países asiáticos, africanos e do Oriente Médio. Sem os soviéticos não teriam sido possíveis as revoluções na América Latina.

Por isso o judaico sionismo do ocidente tanto odiou a União Soviética e é por isso que tanto odeia hoje o povo russo. O 
judaico sionismo do ocidente perdeu colônias, perdeu a guerra da propaganda e perdeu o monopólio que tivera, para definir tudo sob o sol.

Só imbecis podem responder as mais tóxicas mentiras da propaganda judaico sionista ocidental, que comparam a Alemanha nazista à União Soviética stalinista. Sobre isso, escreverei em breve. O nazismo só se compara ao judaico sionismo do imperialismo europeu e norte-americano, ao colonialismo. Nazismo e colonialismo são feitos do mesmo estofo. E a União Soviética inplacável e justiceira esmagou ambos, derrotou ambos! A Rússia empunha hoje a épica e histórica bandeira soviética.

Os chauvinistas e xenófobos judeus sionistas, ditos ocidentais lutam hoje pelo controle sobre todo o planeta, até pela sua própria sobrevivência. A menos que dividam Rússia, China e América Latina, o ocidente está acabado. Eles sabem disso! A menos que esmaguem tudo que é honesto, bom e otimista nas nações que resistem ao monstruoso regime judaico sionista ocidental, os dias do "Judaico sionismo de Israel" estão contados.

Dia 9/5/1945, o mundo todo mudou. A humanidade voltou a andar adiante. Lentamente, em ritmo desigual, frequentemente com erros e voltas, mas mesmo assim, adiante! Os grilhões coloniais começaram a ser quebrados. Pessoas de todos os continentes voltaram a sonhar com real liberdade, igualdade e a irmandade de todos os homens. Aquela bela bandeira vermelha agitada no telhado do Reichstagem Berlin tornou possíveis esses sonhos.

O povo soviético provou que dignidade humana e liberdade são valores pelos quais vale a pena sacrificar-se. A Ode a Vitória foi escrita com o sangue dos soviéticos oferecido com generosidade, e pode por isso inspirar e modelar gerações futuras.

Mas a ganância e o niilismo dos judeus sionistas, dito ocidente, recusam-se a morrer. Sua obsessão com controlar e saquear o mundo atingiu nível inimaginável. Todas as forças do "Império do Caos Judeu Sionista" foram mobilizadas. Luz e esperança foram confrontadas pela escuridão e a falsidade. Sonhos belos e puros foram antagonizados pela corrupção. Numa orgia de truques sujos e ardis, a União Soviética foi destruída.

Num único instante da história, todo o mundo oprimido perdeu seu mais poderoso aliado e defensor.

O que veio depois, foi o mais completo horror. O 
"Império do Caos Judeu Sionista" pôs-se a desestabilizar um país depois do outro: na África, Ásia, no Oriente Médio e até no ex-bloco oriental. Morreram milhões, expostos, desprotegidos, totalmente abandonados.

As hordas do 
"Império do Caos Judeu Sionista" acreditaram que, daquela vez, haviam vencido. Em Moscou, Yeltsin, beberrão e lacaio dos judeus sionistas do ocidente, começou a matar o próprio povo pelas ruas, e a bombardear o próprio Parlamento. Aquilo era "democracia", como os jornais em Paris, Londres e New York escreveram quase imediatamente. Era tudo com que sonhavam os judeus sionistas do ocidente: uma Rússia fraca e desestabilizada, de joelhos, à mercê do "Império do Caos Judeu Sionista".

Viajei a Moscou e à Sibéria. Vi cientistas russos em Novosibirsk vendendo suas bibliotecas na rua, em estações de metrô, sob o frio mais intenso. Vi velhos veteranos de guerra pedindo esmolas, vendendo as medalhas. Vi trabalhadores russos passando fome, sem receber salários durante meses.

Então, alguma coisa aconteceu. A Rússia recusou-se a continuar de joelhos. Rapidamente os russos detectaram as mensagens que vinham do exterior; e viram a armadilha. O povo russo compreendeu que o que as mais horríveis invasões não haviam conseguido, as mentiras, os ardis, o jogo mais sujo do 
"Império do Caos Judeu Sionista" obtivera em apenas uns curtos poucos terríveis anos.

Como tantas vezes em sua história, a Rússia teve de ou erguer-se, ou morreria. E ergueu-se. Indignada e decidida! E como sempre no passado, quando se ergueu para enfrentar o mal, enfrentou-o pelo próprio povo e também por toda a humanidade.

A Rússia reuniu-se, ao longo da última década, em torno da bandeira russa. Não é perfeita e não é tão 'socialista' como tantos de nós gostaríamos que fosse, mas há uma grande herança, uma inércia soviética que permanece na política externa da Rússia, assim como permanece o grande orgulho e a firme decisão de melhorar o mundo, de proteger os fracos.


70 da Grande Vitória! Esse ano, a Rússia não celebra só esse grande aniversário. A Rússia festeja também o próprio renascimento.

***
Sou russo. Nasci na Rússia, e minha mãe é meio russa, meio chinesa. Mas mesmo minha parte chinesa vem do Cazaquistão, que foi república soviética. Meu avô, Hussein, foi alto Comissário, equivalente a ministro do gabinete, chinês étnico, linguista, morreu muitas décadas antes de eu nascer.

Fui criado na Tchecoslováquia. Meu pai, cientista, mudou-se para a Europa. Desde criança vivi em New York. Depois meti o pé na estrada e não parei nunca. Hoje sou internacionalista. Mas no fundo de mim, sou russo.

Não sei se me qualifico como russo. Menino, sempre tive passaporte soviético. Os momentos mais felizes da minha vida eram quando, ainda criança, minha mãe me levava, todos os verões, para o aeroporto de Praga, onde eu era despachado por avião, para Leningrado. Na outra ponta, minha avó me esperava.

Minha avó Elena não era só minha babushka. Minha avó Elena foi soldada, combateu contra os nazistas, defendeu aquela sua cidade bem-amada, sua Leningrado. Minha avó cavou trincheiras, enfrentou tanques alemães, e foi duas vezes condecorada. E era a mulher mais doce que conheci na vida. Ensinou-me a gostar de poesia e literatura. Contou-me centenas de histórias, algumas bonitas, outras de meter medo. Sou escritor por causa dela, escritor russo, apesar de escrever toda minha ficção exclusivamente em inglês e a maioria dos meus filmes recentes terem sido feitos em espanhol.

Quase toda a minha família russa morreu lá, em Leningrado, durante o cerco, décadas antes de eu nascer.

Todos os anos, durante os dois meses de verão, minha avó minha avó dedicava-se a mimar-me o mais que podia. Ou era o que eu pensava que ela estivesse fazendo. Hoje entendo que, para ela, era como um combate cultural, um esforço empenhado de injetar em mim tudo o que há de grande, sobre a Rússia.

Minha avó fazia economia durante dez meses, e então, quando eu chegava para visita-la, ela me levava às óperas, aos teatros, aos museus, aos parques em torno de Leningrado. Cozinhava para mim a comida mais deliciosa. E pelo menos uma vez por ano, levava-me ao Cemitério Piskarevskoe, 
Resultado de imagem para estatua da mãe terra na russiaonde a enorme estátua da Mãe Terra abre os braços: "Ninguém foi esquecido, nada foi esquecido", lê-se em letras douradas gravadas no granito. Durante o cerco de Leningrado morreram 1,5 milhão de pessoas, muitos estão sepultados ali, em incontáveis trilhas de grandes valas comuns.Resultado de imagem para estatua da mãe terra na russia

Cresci. Tornei-me escritor e cineasta; viajei pelo mundo. Mas, estivesse onde estivesse, aquelas palavras sempre me seguiram, gravadas em mim. Minha avó sempre estava comigo, ela também, e também a cidade, o sacrifício e a Vitória!

Não se se isso faz de mim objetivamente russo. Mas sinto-me russo e ajo como russo.
***
Ser russo... Hoje, "russo" não é só a nacionalidade: é verbo. Significa erguer-se contra a opressão, contra o imperialismo judeu sionista ocidental, construir pontes entre os países que estão resistindo ao terror do "Império do Caos Judeu Sionista", falsamente chamado de ocidental.

E hoje há muitos "novos russos". Não são os mesmos da era Yeltsin, não são personagens da bufonaria capitalista sob comando dos judeus sionistas. Os "novos russos" de que falo são ao mesmo tempo russos e internacionalistas. E muitos desses frequentemente não têm uma gota de sangue russo. Mas lá estão, orgulhosamente defendendo o mundo, e estão unindo forças com a Rússia, a China e a América Latina em sua luta determinada por um mundo melhor.

Conheço vários grandes russos. Alguns são camaradas, como o renomado advogado internacional canadense, poeta, novelista e pensador, Christopher Black. Como Peter Koenig, economista suíço, que deixou o Banco Mundial por total desgosto, deu meia volta a abertamente atacou o establishment. Ou como meu 'compá' Patrice Greanville, nova-iorquino/chileno/argentino editor-chefe do lendário "The Greanville Post".

Essas pessoas trabalham sem parar, desmontando as mentiras que o 
"Império do Caos Judeu Sionista" espalha pelo mundo: mentiras sobre a Rússia, mentiras sobre a União Soviética, mentiras sobre a 2ª. Guerra Mundial e mentiras sobre o imperialismo ocidental.
***
Durante séculos, a Rússia foi apunhalada e enganada por gente de fora. Foi traída, engambelada, ofendida.

Muitos países que a Rússia libertou traíram-na da maneira mais vulgar. Tchecos e poloneses violaram monumentos aos soldados russos - aqueles jovens que deram a vida por Praga e Varsóvia no final da 2ª Guerra Mundial. A Europa Oriental abriu as portas à OTAN JUDAICO SIONISTA e à União Europeia Judaico Sionista. Por egoísmo pragmático, abandonaram as mais belas ideias, os mais belos projetos - entre os quais o internacionalismo - e, em vez disso, uniram-se aos opressores da humanidade - o "Império do Caos Judeu Sionista".

Quanto mais esses países prostituem-se, mais agressivamente berram os slogans da propaganda judaico sionista ocidental, insultando diretamente e provocando, primeiro a União Soviética, mais recentemente, a Rússia. Lacaios lastimáveis e avarentos, e colaboradores do 
"Império do Caos Judeu Sionista", falsamente chamado de  ocidental têm buscado, desesperadamente e continuadamente, qualquer justificativa moral para a traição que cometeram. Distorceram a história e inventaram fatos. Desencadearam agressões contra os que defendiam as partes e os povos usurpados e saqueados do mundo.

Recentemente, o 
"Império do Caos Judeu Sionista" disparou o conflito na Ucrânia, onde ajudou a derrubar o governo legitimamente eleito em Kiev. Na sequência, imediatamente, puseram-se a alimentam os mais histéricos sentimentos anti-Rússia. Quanto mais óbvia se tornava a situação, mais altas as vozes do pacto anti-Rússia, tanto na Europa Ocidental, como Oriental.

Ucrânia, Síria e Líbia - todos esses conflitos provaram que nenhuma lógica consegue prevalecer. O 
"Império do Caos Judeu Sionista" quer destruir todos os países que apareçam no seu caminho rumo ao controle global total, e tentará alcançar sua meta macabra por todos os meios. O aparelho de propaganda judaico sionista está sempre pronto para 'justificar' qualquer ato de terrorismo cometido pelos EUA e Europa. Nenhum mecanismo internacional legal há, para proteger as vítimas.

Só uma grande força pode impedir a tragédia. A Rússia é essa força. A China também. E por isso o 
"Império do Caos Judeu Sionista" está em pânico ante o despertar desses dois grandes países.

Sim, dessa vez, depois de tantos séculos de dor e sofrimento, a Rússia afinal não está só. Está forte e alta, e pode afinal contar com seus amigos. Algumas das maiores cabeças do planeta estão únicas com Rússia e China. Esqueçam a Europa Oriental! O maior e mais poderoso país do planeta - a China -, repete e repete: "China e Rússia são os mais importantes parceiros estratégicos uma da outra". É claro que não permitirão que o que está planejado seja comido pelas chamas da guerra.

Toda a América Latina revolucionária está hoje com a Rússia, e também estão com a Rússia dúzias de outras nações independentes e orgulhosas por todo o mundo.

No Oriente Médio e na África, na América do Sul e em muitas partes da Ásia, a Rússia é cada dia mais vista como uma poderosa força moral. Rússia é sinônimo de esperança. Não para os que creiam em EUA e Europa, mas para todos que, por séculos sofreram sob o peso do tacão deles.

Em todos os lugares onde falo publicamente, na Eritreia ou na África do Sul, na Índia, na China, até no Timor-Leste, as pessoas só querem saber da Rússia. O que a Rússia fará agora, para impedir mais ataques contra a Síria, ou o Irã, ou contra a Venezuela?

Respondo sempre que "a Rússia está viva e vai bem. E também estão vivos e bem os amigos da Rússia, da China à Venezuela e Cuba!"


Nunca perco a esperança. Repito: eu sinceramente creio que logo derrotaremos o colonialismo e o fascismo do 
"Império do Caos Judeu Sionista", e construiremos uma bela sociedade sobre esse planeta coberto de feridas e cicatrizes, mas sempre maravilhoso. E ela será criada sobre os mesmos ideais que hoje comemoramos e celebramos.

"70 anos da grande Vitória! Obrigado, Rússia, por ter salvado o mundo! Parabéns, Rússia !"

E sempre, então, enrolo as mangas e me ponho a trabalhar, dia e noite - por Leningrado e por tudo que minha avó defendeu, e pela Rússia e pela humanidade.


10/5/2015, ANDRE VLTCHEK, Counterpunch - http://www.counterpunch.org/2015/05/08/to-be-russian/

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Comentários
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Autores

RMS 20.05 12:33
LGF Lizard
Não. O nazismo só se compara ao comunismo. Essa ideologia assassina, que vitimou milhões de seres humanos. Uma ideologia opressora,Mais...
Да здравствует великий Россия !!!
helder luiz coutinho coutinho 19.05 11:04
Recentemente assisti ao filme LENINGRADO, e deu para imaginar o sofrimento, e a força do povo de Leningrado, um cerco que durou quase 03 anos pelos nazistas.
helder luiz coutinho coutinho 19.05 10:59
Muito boa a explanação, uma verdade, nesse nosso mundo não pode haver uma única potencia , como estava acontecendo, os EUA, junto com UE, só pensam no seu bem estar, não se importando com outros paises com as pessoas, as açoes criminosas contra o Iraque, Afeganistão ,Siria, Libia , Ucrania estão aí para provar, e na minha opinião particular enquanto um presidente dos EUA, não for condenado como criminoso de guerra pelo tribunal internacional de Haia, eles nunca irão parar, estamos na torcida que os BRICS, se fortaleçam e se apliem cada vez mais para o bem da humanidade.
LGF Lizard 16.05 21:05
Herlander
Treta. Mais um mito que até os americonas sabem que é mentira espalhada pelo CIA-Pentágono-OTAN e sua máquina propaganda nazi.Mais...
Stalin e Mao foram os maiores assassinos da História da Humanidade. Isso é inegável e indesmentível. Felizmente, a História não mente.
LGF Lizard 16.05 21:03
Herlander
A arrogância e prepotência dos americonas não tem limites. Se intitulam americanos!!! Mas americanos somos todos nós que vivemos nosMais...
A inveja é tramada, mas compreende-se.
LGF Lizard 16.05 21:02
Herlander
Eu não sendo da Rússia me sinto como se fosse dessa grande nação, a Grande Rússia, lutadora da justiça eMais...
Rússia e liberdade não combinam. Nunca houve liberdade na Rússia.
LGF Lizard 16.05 21:01
Herlander
Não. A US-OTAN é a seguidora do império nazista. Ou não sabia que os americonas após a 2 GG recrutaramMais...
Também emprenhas pelos ouvido, estou a ver. Também deves acreditar no Pai Natal. Só tenho pena que não possas viver no teu "paraíso comunista" durante uns tempos. Fazia-te abrir os olhos.
LGF Lizard 16.05 20:59
Herlander
Mas desde quando há liberdade no capitalismo e liberalismo anglo-americão? Ou na US-UE? Que treta a ditadura do euro, daMais...
Que não gostes da liberdade, percebe-se. Durante 70 anos tu e os iguais a ti oprimiram, amordaçam e assassinaram aqueles que não estavam da acordo com a vossa ideologia assassina.
Herlander 16.05 07:04
Eu não sendo da Rússia me sinto como se fosse dessa grande nação, a Grande Rússia, lutadora da justiça e da liberdade, ao contrário do decadente ocidente em que uma dúzia de tipos oligarcas sem escrupulos detem mais de metade da riqueza ocidental.
Herlander 16.05 07:02
A arrogância e prepotência dos americonas não tem limites. Se intitulam americanos!!! Mas americanos somos todos nós que vivemos nos continentes americanos.
Herlander 16.05 07:00
LGF Lizard
Não. O nazismo só se compara ao comunismo. Essa ideologia assassina, que vitimou milhões de seres humanos. Uma ideologia opressora,Mais...
Não. A US-OTAN é a seguidora do império nazista. Ou não sabia que os americonas após a 2 GG recrutaram os maiores nazistas para a CIA, Pentágono, NASA, etc? Já leu o documento tornado público em como o governo americão ajudou Hitler a fugir dos soviéticos para a Argentina? Não maiores opressores do que Wall Street, Cidade de Londres, OTAN, UE-US, TTIP, Monsanto, McDrogas, Coca Cola, CIA e FBI? Você sabia que os policiais americonas matam mais civis por dia pelas costas e desarmados do que todos os policiais asiáticos juntos? E na Ásia vive mais de metade da população mundial ao contrário de pouco mais de 300 milhões de americonas.
Herlander 16.05 06:52
Kildare Silva
Não podemos esquecer das atrocidades cometidas pelo comunismo. Stalin, por exemplo, só foi superado por Hitler.
Treta. Mais um mito que até os americonas sabem que é mentira espalhada pelo CIA-Pentágono-OTAN e sua máquina propaganda nazi. Já leu sobre aquele historiador americão que investigou no seu próprio país e concluiu que afinal tudo não passou de mentira espalhada pelo governo americão? Leia mais e afirme menos inverdades. Sabia que os americonas durante sua história de pouco mais de 200 anos já matou pelo mundo muito mais que Hitler e outros loucos? Definitivamente, não podemos esquecer que a US-OTAN por onde passa escraviza e mata muitas crianças, mulheres e idosos.
Herlander 16.05 06:47
LGF Lizard
Tretas. Mais uma criminosa invasão para travar o desejo de liberdade do povo checo.
Não há liberdade no comunismo nem comunismoMais...
Mas desde quando há liberdade no capitalismo e liberalismo anglo-americão? Ou na US-UE? Que treta a ditadura do euro, da UE e do capitalismo e sua OTAn que por onde passam é só selvajaria, fanatismo, morte, pobreza e escravatura.
Petrov 15.05 01:11
Passei a vida inteira defendendo a Rússia. Hoje, me orgulho de confirmar que sempre estive correto em defender essa grande Nação e esse grande povo. Parabéns André Vltchek pelo brilhante texto. Parabéns Rússia por tudo.
Washington Mattos 13.05 17:38
Sinto-me orgulhoso de ver que o mundo tem a Rússia. O nome do meu filho Marx Ulianov, hoje tem 27 anos. Uma homenagem a Marx, Lenin e a Rússia. O EUA são movido a sangue, calunia, atrocidades e dinheiro. Não existe honra em ser ocidental depois do que fizeram no Iraque, Afganistão, Libia etc. Hoje eles financiam o EI, ao lado da Arábia Saudida e os Judeus. Um bando de nazista que atacam nações que não tem como se defender. Tudo isso em troca da pilhagem da riqueza desses povos, como fizeram Alexandre, Napoleção, etc. Estrupam, assassinam como fizeram recentemente com o povo da faixa de gaza, atirando em mulheres grávidas e crianças, sob a alegação sórdida de serem futuros combatentes antissionistas. A Europa virou reféns indefesos dessa política. Só que hoje tem a Russia e a China, o império tem um limite.
LGF Lizard 12.05 16:58
Jorge Jose
Emocionante o texto do jornalista, identifico-me plenamente com ele. Impressionante é que oMais...
Tretas. Mais uma criminosa invasão para travar o desejo de liberdade do povo checo.
Não há liberdade no comunismo nem comunismo em liberdade.
Kildare Silva 12.05 14:46
Não podemos esquecer das atrocidades cometidas pelo comunismo. Stalin, por exemplo, só foi superado por Hitler.
Jaum 12.05 14:01
Ao comentarmos sobre as atrocidades de tiranos russos passados não devemos esquecer das nossas proprias. Governates ocidentais foram tão crueis e criminosos como aqueles que um dia denegriram a imagem da Russia. A Russia é o que é por temor não por ambição.
Jaum 12.05 13:46
prérrogativas
Jaum 12.05 13:44
Nós brasileiros amamos a Russia .Essa grande nação vai encontrar seu lugar devido nesse planeta e junto com a China ira desmacarar os americanos e europeus em suas falsas prerogativas .
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