sábado, 30 de maio de 2015

FIFA - JUDEUS ATACAM BLATER PARA EVITAR EXPULSÃO DE ISRAEL DO FUTEBOL - PALESTINA NO CENTRO DA QUESTÃO



Dias antes da votação para expulsar Israel, EUA ordena ataque contra a FIFA, com mesmo truque usado contra Assange do Wikyleaks e na mesma desavergonhada Suiça 

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A Associação de Futebol da Palestina solicitou votação nesse Congresso da "FIFA" para suspender Israel como membro da FIFA.

Essa 6ª-feira, a Federação Internacional de Futebol Association, FIFA, reúne-se em Zurique para celebrar seu 65º Congresso Mundial regular. Um dos pontos da ordem do dia é discussão e votação de "suspensão ou expulsão de um membro". Na mesma ordem do dia lê-se "Atualização sobre Israel e Palestina". 
 27/5/2015, Moon of Alabama
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"A situação na Cisjordânia é muito pior que o apartheid que se viu na África do Sul, porque os JUDEUS SIONISTAS israelenses querem "extinguir a Palestina" - disse Rajoub.

Na década de 1960, a FIFA manteve a África do Sul suspensa durante décadas, porque não respeitava as políticas de não discriminação da associação. Um mês depois do levante da juventude de Soweto, em 1976, a FIFA expulsou a África do Sul.

Hoje os EUA forçaram a polícia suíça a assaltar, encarcerar e extraditar seis funcionários da FIFA, por corrupção presumida. As prisões - com a presença com certeza preparada de jornalistas do New York Times no local - aconteceram pouco antes de uma votação na FIFA, para decidir sobre a expulsão de Israel, da organização.
Essa 6ª-feira, a Federação Internacional de Futebol AssociationFIFA, reúne-se em Zurique para celebrar seu 65º Congresso Mundial regular.

Um dos pontos da ordem do dia é discussão e votação de "suspensão ou expulsão de um membro". Na mesma ordem do dia lê-se "Atualização sobre Israel e Palestina". 


A Associação de Futebol da Palestina solicitou votação nesse Congresso da FIFA para suspender Israel como membro da FIFA.

O grupo palestino opõe-se a que as equipes israelenses joguem na Cisjordânia. Além disso, afirma que os JUDEUS SIONISTAS de Israel restringem os movimentos dos jogadores palestinos entre Cisjordânia e Gaza - e impedem que participem em encontros internacionais.

"Os JUDEUS SIONISTAS de Israel mantém a intimidação e entendo que não tenha direito de continuarem a agir como donos da bola" - disse, falando de Israel, o presidente da Associação de Futebol da Palestina Jibril Rajoub. "Se os judeus sionistas israelenses usam a questão da segurança, posso garantir que o problema de segurança deles é também meu problema de segurança. Estou disposto a fixar parâmetros para os problemas de segurança. Mas a segurança não deve ser usada (...) como se fosse ferramenta destinada a manter essas políticas judaico sionistas israelenses racistas, de apartheid."

Rajoub declarou que a situação na Cisjordânia é muito pior que o apartheid que se viu na África do Sul, porque os judeus sionistas israelenses querem "extinguir a Palestina". Na década de 1960, a FIFA manteve a África do Sul suspensa durante décadas, porque não respeitava as políticas de não discriminação da associação. Um mês depois do levante da juventude de Soweto, em 1976, a FIFA expulsou a África do Sul.

"Não estou pedindo que a FIFA suspenda a associação israelense. Estou pedindo que ponha fim ao sofrimento dos jogadores palestinos" - disse Rajoub. - "Estou pedindo que se ponha fim aos agravos e humilhações que sofremos".

Para que Israel seja expulsa da FIFA são necessários votos de 75% dos 209 estados-membros da FIFA, e havia boa possibilidade de a expulsão ser aprovada.

Havia, porque agora, como por acaso, como se nunca antes ninguém tivesse corrompido ou sido corrompido no mundo do futebol, o governo dos EUA ordenaram que a Polícia suíça assaltasse o hotel no qual se hospedam os mais altos funcionários da FIFA e prender alguns que estivessem por lá, sob acusações de corrupção. E mais: os EUA exigem que sejam extraditados para serem julgados em tribunal norte-americano.

Também por puro acaso(ADREDEMENTE PREPARADO), repórteres e fotógrafos do New York Times estavam ali, no salão daquele preciso hotel, às 6h da manhã, para que a cobertura do 'evento' pudesse ser 'notícia' dos primeiros jornais matinais, como escreve o mesmo NYT em artigo de hoje (aqui):

"Coincidindo com a reunião de diretores da FIFA, órgão superior do futebol mundial, reuniram-se mais de uma dezena de agentes suíços da lei, que chegaram ao hotel Baur au Lac sem aviso. O hotel é estabelecimento de luxo, cinco estrelas, com vistas para os Alpes e o lago de Zurique. Dirigiram-se à recepção, recolheram as chaves e subiram as escadas até os apartamentos 'selecionados'. (...)

As acusações falam de corrupção generalizada na FIFA nas duas últimas décadas, dentre outras nas licitações para a realização das Copas do Mundo, e nos acordos para comercialização de produtos e exibição por televisão, segundo disseram três policiais que conhecem diretamente o caso. As acusações incluem fraude, extorsão e lavagem de dinheiro, e os policiais disseram que o alvo da ação eram os membros do poderoso Comitê Executivo da FIFA, que tem grande poder e promove o próprio negócio praticamente em segredo."
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