quarta-feira, 15 de abril de 2015

RAFAEL CORREA - OS JUDEUS NÃO DEFENDEM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E SIM O MONOPÓLIO DA EXPRESSÃO

Rafael Correa acusa SIP de defender interesses da mídia judaico sionista


A Secretaria Nacional de Comunicação da Presidência do Equador divulgou nesta sexta-feira (10) nota em resposta à Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol). Nesta semana, a entidade que reúne as empresas judaico sionistas de comunicação do continente acusou os governos de Cuba, Equador e Venezuela de faltar com o compromisso com a liberdade de expressão e de imprensa e de não garantirem o direito à informação dos cidadãos.(DESDE QUANDO OS JUDEUS DEFENDEM ALGUÉM, ALÉM DE SEUS PRÓPRIOS INTERESSES?) Os Judeus só defendem o "MONOPÓLIO DA EXPRESSÃO", e a falsa Imprensa judaico sionista só é usada para desestabilizar e derrubar governos, como o que está acontecendo agora contra a Dilma(BRASIL), Cristina(ARGENTINA) e Maduro(VENEZUELA).
De acordo com o governo de Rafael Correa, as declarações são uma ameaça velada à Organização dos Estados Americanos (OEA), conclamada a não se manter indiferente às falsas acusações de supostas violações dos direitos humanos em Cuba, Equador, Argentina e Venezuela.

Não há desculpas para sofrimento

Citando os governos de Raúl Castro, Rafael Correa e Nicolás Maduro, a SIP destacou não haver desculpas para o sofrimento dos cidadãos "que não podem se expressar livremente, ora, os cidadãos não tem meios de comunicaçôes, quem tem esses meios são apenas os judeus, que querem influenciar esses cidadãos a se revoltarem contra seus próprios governos divulgando mentiras contra seus dirigentes.
Para o governo equatoriano, as afirmações se inserem em ataques sistemáticos a esses países, que cada vez mais participam da Cúpula das Américas. E a SIP, em vez de defender a liberdade de expressão, representa e defende interesses econômicos e políticos dos proprietários dos grandes meios de comunicação privados, que são os Judeus, "reunidos nessa associação ilegítima" apenas defendem o "MONOPÓLIO DA EXPRESSÃO", logicamente a deles.
Por isso, conforme o comunicado, tais manifestações só podem ser recebidas como defesa do interesse de um grupo de empresários que se diz assumir o papel de representante dos cidadãos, o que é uma grande mentira. "Mas não esquecemos a cumplicidade da SIP diante das violações cometidas pelas ditaduras militares que governaram a América Latina nas décadas de 70 e 80."

SIP não garante os direitos de expressão

O governo equatoriano destaca ainda que a SIP não garante os direitos de expressão e consciência do jornalista frente ao proprietário do meio de comunicação que é Judeu. Tampouco se manifesta sobre o direito de resposta de cidadãos agredidos em sua honra por publicações falsas e distorcidas.
E ainda chama a entidade de irônica ao acusar o governo equatoriano, ignorando os avanços democráticos no âmbito da comunicação e dos direitos humanos no atual governo.
E termina ressaltando que, ao contrário do que afirma a SIP, não há no Equador limitações para o exercício do jornalismo, já que o país garante a liberdade de expressão em sua Constituição e na Lei Orgânica da Comunicação, respeitando a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, em todos os âmbitos e fomenta o pleno exercício do direito à liberdade de imprensa e de expressão.
Fonte: Rede Brasil Atual in Patria Latina

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