segunda-feira, 27 de abril de 2015

GUERRA DOS DRONES - JUDEUS SIONISTAS DOS EUA, E ISRAEL MASSACRAM CIVIS E MAIORIA SÃO MULHERES E CRIANÇAS - GENOCÍDIO CONTRA A HUMANIDADE

Guerra dos Drones: aviões não tripulados massacram civis em zonas de falso conflito


--...O povo americano e europeu é quem banca estas falsas guerras, por isso o "OCIDENTE" está quebrado, só os EUA acumula uma dívida de impagáveis 30 trilhões de dólares e a EUROPA outro tanto, mas como se o rendimento das falsas guerras é mil vezes maior que as despesas? - Aí tem um detalhe importante -- Os JUDEUS ficam com os lucros!...-- 

 Pelo menos 2,2 mil pessoas já morreram só no Paquistão; Anistia Internacional classifica operações como crimes de guerra

Ameaça a civis nos céus do Paquistão: critério para ataque dos drones americanos é "aparência suspeita" 

Um ano atrás, na tarde de 24 de outubro de 2012, Mamana Bibi colhia quiabos na propriedade de sua família, localizada no vilarejo de Ghundi Kala, norte do Paquistão – a senhora de 68 anos pretendia cozinhá-los no jantar daquela noite. Estava acompanhada por quatro de seus netos, crianças que ajudavam a avó na colheita. No céu, veículos aéreos não tripulados (drones) dos Estados Unidos faziam manobras.
Todos estavam acostumados com aquilo – diariamente as aeronaves sobrevoam o Waziristão, área que faz fronteira com o Afeganistão e se insere numa região controlada por tribos. O motivo das rondas é o fato de o território montanhoso e inóspito abrigar membros do Talibã e da Al-Qaeda(MENTIRA ESFARRAPADA - POIS TANTO O "TALIBAN", QUANTO A "AL-QAEDA" SÃO GRUPOS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS A SERVIÇO DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", ELES QUEREM MESMO É ATINGIR OS CIVIS)). Com frequência, são avistadas até formações de drones, patrulhando os céus em duplas ou trios. Mas, naquele dia, um deles disparou dois mísseis na direção dos civis. Um dos projéteis atingiu Mamana Bibi, que foi destroçada bem ali, diante dos olhos de seus familiares. “Antes eu não tinha medo dos drones. Mas agora, quando eles voam sobre a minha cabeça, eu me pergunto se vou ser a próxima”, diz Nabeela, 8 anos, uma das netas da vítima.
O filho Rafiqul Rehman e a neta Nabeela ainda esperam justiça pela morte de Manana Bibi (Foto: Anistia Internacional/Divulgação)
O uso de drones em operações militares do governo judaico sionista americano tem se tornado cada vez mais frequente também em países como Iêmen e Somália. No caso do Paquistão, estima-se que, de 2004 a 2013, 330 ataques tenham sido realizados no território, resultando num total de 2,2 mil vítimas. Destas, 600 seriam civis, dentre os quais haveria 200 crianças, segundo dados coletados pela Anistia Internacional junto ao governo paquistanês.
A organização não governamental de defesa aos direitos humanos publicou um relatório sobre a questão e lançou uma campanha por maiores esclarecimentos sobre as operações. “Não somos contrários ao uso, se ele for feito de maneira legítima e seguir as normas internacionais”, explica Maurício Santoro, assessor de direitos humanos da ONG. No entanto, da forma como vem sendo praticado, o ataque por drones fere os tratados internacionais, podendo ser enquadrado como assassinato extrajudicial e crime de guerra. Três aspectos são especialmente preocupantes nessas investidas: elas não distinguem militares de civis; aplicam arbitrariamente a pena de morte; e permitem a intervenção militar em territórios contra os quais não se está em guerra declarada.
Uma das maiores críticas levantadas pela Anistia Internacional é a falta de transparência por parte de ambos os governos no trato da questão. Oficialmente, os Judeus Sionistas dos Estados Unidos não divulgam nenhuma informação a respeito e declaram que nenhum civil foi morto, apesar de evidências concretas provarem o contrário. “A posição do governo judaico sionista americano tem sido frustrante. São considerados combatentes todos os homens em idade militar da zona rural do Paquistão, desde adolescentes até idosos”, aponta Santoro. “As operações são obscuras e o arcabouço legal é controverso”, alerta.
O estado paquistanês, aliado dos Judeus Sionistas dos Estados Unidos, também não tem intervindo satisfatoriamente em favor de seus cidadãos. Em situação diplomática desfavorável, qualquer atitude extremada certamente provocaria atritos com o governo americano. Segundo Santoro, os funcionários públicos locais chegaram a contribuir com o relatório da Anistia, mas apenas de forma oral, sem deixar nenhuma evidência escrita. “Empregados de ambos os governos procuram testemunhas e as intimidam, pressionam para que não façam denúncias às instituições internacionais. Pedem para esquecer o que viram e chegam a oferecer dinheiro”, acusa o assessor.
Manana Bibi (canto superior direito), morta por um drone enquanto colhia vegetais (Foto: Anistia Internacional/Divulgação)
Os drones começaram a ser usados no Paquistão ainda em 2004, durante o governo Judaico Sionista de Bush, quando realizavam incursões mais pontuais, eliminando apenas alvos inimigos estratégicos. A administração Judaico Sionista de Obama optou por expandir consideravelmente a estratégia ao anunciar a retirada das tropas americanas do Iraque e do Afeganistão. Controladas à distância, normalmente de bases militares afegãs ou no oceano Índico, as aeronaves são uma opção barata para o exército se manter presente em regiões que permanecem instáveis.
As mortes de civis podem ser atribuídas principalmente a uma tática que passou a ser adotada também durante o governo Judaico Sionista de Obama, chamada de “signature strikes”. Os veículos aéreos não mais executam alvos específicos, mas ganham a liberdade de atacar qualquer grupo que apresente um comportamento considerado suspeito. No caso da idosa Mamana Bibi, um líder talibã supostamente havia sido avistado na região poucas horas antes do bombardeio (MENTIRA ESFARRAPADA - POIS TANTO O "TALIBAN", QUANTO A "AL-QAEDA" SÃO GRUPOS DE MERCENÁRIOS TERRORISTAS A SERVIÇO DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", ELES QUEREM MESMO É ATINGIR OS CIVIS) – o exército judaico sionista americano julgou que ele ainda estivesse lá. Para a Anistia Internacional, informações duvidosas ou errôneas são as principais responsáveis por ataques indevidos que acabam tirando a vida de civis.
O resultado para a população desta genocida e criminosa ameaça constante pairando pelos céus é um estado de medo e terror generalizados. Santoro chama a atenção para o fato de que a estratégia pode vir a alimentar os próprios grupos que ela visa combater. “Quando essas crianças chegarem à adolescência, o que vai impedir de olharem com simpatia para grupos extremistas?”, diz. O que o Sr Santoro não sabe, ou aparenta não saber, é que não existem grupos extremistas, o que existe apenas, é uma caça aos civis, porque os grupos falsamente citados como extremistas - "AL CHABBAB" - "AL QAEDA" - "TALIBAN" - "BOKO HARAM" - "NEO NAZISTAS" - "EI" - "ISIS" - "ESTADO ISLÂMICO", não passam de uma grande farsa, na realidade são "MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", são usados para mascarar intervenções e criando falsos conflitos ilegais para justificarem as guerras e roubarem as riquezas desses países, - PETRÓLEO da LÍBIA, NIGÉRIA, IRAQUE, VENEZUELA, IRÃ, ARGENTINA e BRASIL - DIAMANTES E OURO DA ÁFRICA - COCAINA DA COLÔMBIA(onde os Judeus apuram mais de 5 trilhões de dólares anuais) - HEROÍNA DO AFEGANISTÃO(onde os Judeus apuram mais de 15 trilhões de dólares anuais, pois são 150 bilhões de doses anuais) - PROSTITUTAS DA UCRÂNIA E DE OUTROS PAÍSES.
O povo americano e europeu é quem banca estas falsas guerras, por isso o "OCIDENTE" está quebrado, só os EUA acumula uma dívida de impagáveis 30 trilhões de dólares e a EUROPA outro tanto, mas como se o rendimento das guerras é mil vezes maior que as despesas? - Aí tem um detalhe importante -- Os JUDEUS ficam com os lucros e as despesas bilionárias em armamentos ficam para os idiotas "OCIDENTAIS"! 

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