domingo, 8 de março de 2015

TERROR JUDAICO SIONISTA NAS CADEIAS AMERICANAS - EXPLORAÇÃO DE TRABALHO ESCRAVO LEGALIZADO





Fato chocante e maquiavélico sobre os Estados Unidos da América Judaico Sionista


Dez fatos chocantes sobre os Estados Unidos da América. 16863.jpeg

Apesar de se apresentarem ao mundo como defensores dos direitos humanos no seu país e em nível internacional, os Estados Unidos cometem uma série de violações que  representam o desrespeito a milhares de estadunidenses, especialmente aos mais pobres e aos negros. Neste artigo, Antônio Santos, comenta um destes fatos.

 Antônio Santos,
do Diário da Liberdade, Portugal.

Os Estados Unidos têm a maior população carcerária do mundo - com cerca de 2,3 milhões de presos. Apesar de compor menos de 5% da humanidade , tem mais de 25% da comunidade prisional mundial está presa neste pais. Em cada 100 americanos, um está preso, transformando o país na ANTE SALA DO INFERNO .
No começo do mês, o congressista democrata, Henry Cuellar, divulgou imagens de crianças mexicanas e centro-americanas presas em “gaiolas”, chamadas de refúgios temporários pelas autoridades norte-americanas, em um centro de detenção no Texas.

Desde os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos EUA JUDAICO SIONISTA é um negócio e um instrumento de controle social: à medida que o negócio das prisões privadas se alastra como gangrena, nas mãos do Judeus Sionistas, uma nova categoria de milionários consolida o seu poder político, e tem na folha de pagamento juizes e policiais. Os Judeus donos destes cárceres são também na prática donos de escravos, que trabalham nas fábricas no interior da prisão por salários inferiores a 50 centavos de dólar por hora. Este trabalho escravo é tão competitivo, que muitos municípios sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões, aprovando simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar uma pastilha de chicletes, ou de garota de 11 anos encarcerada por 15 anos por ter puxado o cabelo da colega de escola. O alvo destas leis draconianas são os mais pobres, mas sobretudo os negros, que representando apenas 13% da população americana e compõem 40% da população prisional do país.



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