sábado, 14 de março de 2015

JUDEUS ATACAM DILMA, CRISTINA E MADURO - ESPERAM DERRUBAR UM DELES AINDA EM 2015


Esquerda na defensiva na América Latina

OS JUDEUS E SEUS CAVALOS DE TROIA
Por Igor Fuser, no jornal Brasil de Fato:
O Império do "Caos Judaico sionista de Israel" com o país vassalo Estados Unidos estão em plena ofensiva na América do Sul. A meta para 2015 é eliminar ao menos um dos governos progressistas da região – o da Argentina – e submeter outros dois, o do Brasil e o da Venezuela(MADURO ABORTOU UM GOLPE DE ESTADO E PRENDEU ATÉ UM AGENTE DO "MOSSAD", E EXPULSOU 83 DITOS DIPLOMATAS E REAIS AGENTES DA "CIA E DO "MOSSAD" DO PAÍS), a ataques demolidores que preparem o retorno dos políticos neoliberais (GOLPISTAS) "CAVALOS DE TROIA SIONISTAS" ao poder, na Venezuela querem colocar "Henrique Caprilles - Judeu Sionista, no Brasil os preferidos são o "CAVALO DE TROIA SIONISTA" - Marina Silva e o "CAVALO DE TROIA SIONISTA" - Aécio Neves, sem descartar os "CAVALO DE TROIA SIONISTA" - José Serra e o "CAVALO DE TROIA SIONISTA" e Judeu Sionista - Rodrigo Rollemberg, atual governador de Brasília. 
Essa orientação faz parte de um projeto mais amplo de reconquista da hegemonia. Diante de rivais poderosos (China e Rússia), onde criaram o "BRICS" - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e de aliados vacilantes (Alemanha e França), a elite dominante os Judeus Sionistas dos EUA JUDAICO SIONISTA trata de recuperar o controle do seu antigo quintal latino-americano, onde já derrubaram Zelaya de HONDURAS e Lugo do PARAGUAI, e mantém em rédeas curtas o CHILE, COLÔMBIA e PERÚ.
No Brasil, após enviarem 5oo agentes do "MOSSAD" e "CIA" - disfarçados de DIPLOMATAS acantonados na embaixada americana de Brasília, está em curso um processo de lavagem cerebral em massa. Dia após dia, a mídia judaico sionista - GLOBO - CORREIO BRASILIENSE - VEJA - ÉPOCA - ISTO É - FÔLHA e ESTADO DE SÃO PAULO e ETC... a serviço dos EUA JUDAICO SIONISTA e do capital financeiro judaico sionista e executa uma campanha sistemática de desmoralização do governo "Dilma" e do "PT", para favorecer os partidos financiados pelos Judeus Sionistas o "PSDB" de Aécio Neves, "PSB" e "REDE" de Marina Silva e Rodrigo Rollemberg (ESTES DOIS ÚLTIMOS SÃO FINANCIADOS DIRETAMENTE PELA "NECA - Judia Sionista", DONA DO BANCO ITAÚ).
Enquanto isso, nas redes sociais, circulam os boatos mais inverossímeis, as calúnias mais sórdidas e mentiras inacreditáveis, pois se fossem reais nós todos já teríamos morrido de fome. Os ricos e os instruídos fingem que acreditam, e os pobres e desinformados acreditam, simplesmente, só que ambos, Ricos e Pobres estão "FLUORETADOS" pela água das torneiras e também pelas águas ditas "minerais" e reais "águas químicas" que lhes tira o poder de discernimento e os torna "APATETADOS" e "obedientes", além de estarem alimentados com produtos "TRANSGÊNICOS"(QUE PROVOCAM CÂNCER - OBESIDADE - HOMOSSEXUALISMO E ETC...) produzidos e distribuídos pela famigerada "MONSANTO JUDAICO SIONISTA", que foi expulsa da Europa e está tentando voltar através da Ucrânia, mas no Brasil age impunemente a todo vapor, pois já temos 50 milhões de Diabéticos, milhões de cancerosos e os HOMOSSEXUAIS estão aumentando em progressão geométrica, por causa do consumo dos derivados de soja e milho Transgênicos.

FMI AJUDOU A GRÉCIA - AGRÉCIA QUEBROU
FMI AJUDOU A IRLANDA - A IRLANDA QUEBROUFMI AJUDOU A ESPANHA - A ESPANHA QUEBROUFMI AJUDOU A ITÁLIA - A ITÁLIA QUEBROUFMI AJUDOU A ROMÊNIA - A ROMÊNIA QUEBROUHUNGRIA EXPULSOU O FMI - HUNGRIA SE SALVOUISLANDIA EXPULSOU O FMI - ISLANDIA SE SALVOU
Resultado de imagem para fotos de hugo chaves
DILMA É ESTADISTA, MAS, PECA PELA FALTA DE DE UMA ESTRUTURA DE DIVULGAÇÃO ADEQUADA, ONDE OS JUDEUS SE APROVEITAM E A PINTAM PELO CONTRÁRIO DO QUE ELA REALMENTE É! E O MAIS IMPORTANTE - MOSTRAR QUEM SÃO OS GOLPISTAS QUE A ATACAM E DEMONIZAM, ESCANCARAR QUE TODOS ELES SÃO MERCENÁRIOS DO "Império do Caos Judaico Sionista de Israel"
A mesma tática do linchamento em câmera lenta é aplicada na Argentina, onde se tentou culpar a presidenta Cristina Kirchner pela morte do promotor Alberto Nisman, ocorrido na véspera da data em que pretendia acusar o governo de conspirar com o Irã para bloquear as investigações do atentado terrorista contra a entidade judaica Amia, vinte anos atrás.
Na verdade, todas as evidências comprovam a hipótese de suicídio e inexistem sinais de envolvimento das autoridades no episódio. Depois de muita confusão, o juiz encarregado do caso rejeitou totalmente a tese de Nisman sobre a Amia.
Mas o estrago já está feito e deve prejudicar o oficialismo nas eleições presidenciais do segundo semestre. Na Venezuela, segue a todo vapor a guerra econômica contra o governo de Nicolás Maduro. Empresários poderosos escondem ou desviam para o contrabando produtos essenciais a fim de provocar um cenário de escassez.
Essa estratégia, igual à usada na deposição de Salvador Allende no Chile, é mais eficaz do que o golpismo puro e simples. Está em jogo o resultado das eleições parlamentares de novembro. Uma derrota do chavismo será a senha para o assalto da direita ao poder em 2016.


O Terror, o "Ocidente", e a Semeadura do Caos

20.01.2015


O terror, o
Estados Unidos - OBAMA - "Cavalo de troia Sionista"
França - FRANÇOIS HOLLANDE - Judeu Sionista 
Reino Unido - DAVID CAMEROON - Judeu Sionista
Espanha - MARIANO RAJOY - Judeu Sionista
Portugal - JOSÉ SÓCRATES - "Cavalo de Troia Sionista" 

Há alguns dias, terroristas franceses, ligados, à Al Qaeda, atacaram a redação do jornal satírico parisiense Charlie Hebdo, em represália pela publicação de caricaturas sobre o profeta Maomé. Milhões de pessoas se reuniram nas ruas da capital francesa, para protestar contra o atentado, e se manifestar contra o terrorismo.



Doze pessoas foram assassinadas, entre elas alguns dos mais famosos cartunistas e intelectuais do país, e dois cidadãos de origem árabe, um deles, estrangeiro, que trabalhava há pouco tempo na publicação, e um membro das forças de segurança que estava nas imediações.
De Mauro Santayana, via Jornal do Brasil :
Logo em seguida, houve, também, outro ataque, a um supermercado kosher na periferia de Paris, em que 4 judeus franceses e estrangeiros morreram.

Dias depois, milhões de pessoas, e personalidades de vários países do mundo, se reuniram nas ruas da capital francesa, para protestar contra o atentado, e se manifestar contra o terrorismo e pela liberdade de expressão.

Na mesma primeira quinzena de janeiro, explodiram carros-bomba, também ligados a grupos terroristas do judaico sionismo de Israel, 
no Líbano (Beirute),   na Síria (Aleppo), na Líbia    (Benghazi), e no Iraque (Al-Anbar),   com dezenas de mortos, em sua maioria civis.

Mas, como sempre, não seria normal esperar que algum destes fatos tivesse a mesma repercussão do atentado em Paris, capital de um país europeu, ou que a alguém ocorresse produzir cartazes e neles escrever Je suis Ahmed, ou Je suis Ali, ou Je suis Malak, Malak Zahwe, a garota brasileira,  
     paranaense, de 17 anos, que morreu na explosão  de um carro-bomba, junto com mais 4 pessoas (20 ficaram feridas), no dia 2 de janeiro, em Beirute.

No entanto, os homens, mulheres e crianças, mortos, todos os dias, no Oriente Médio e no Norte da África, são tão frágeis e preciosos, em sua fugaz condição humana,  quanto os que morreram na França,  e vítimas dos mesmos criminosos, criados pela onda de radicalização e rápida expansão do terrorismo do judaico sionismo de Israel, nos últimos anos.

Raivosas, autoritárias, intempestivas, numerosas vozes se alçaram, em vários países, incluído o Brasil, para gritar - em raciocínio tão ignorante quanto irascível - que o terrorismo não tem que ser "compreendido" e, sim, "combatido".

Os filósofos e estrategistas chineses ensinam, há séculos, que sem conhecê-los, não é possível vencer os eventuais adversários, nem mudar o mundo, pois os judeus se disfarsam de islâmicos, confundindo e ludibriando a opinião pública mundial.

Além disso, não podemos, por aqui, por mais que muitos queiram emular os países "ocidentais", em seu ardoroso "norte-americanismo" e "eurocentrismo", esquecer que existem diferenças históricas, e de política externa, entre o Brasil, os EUA, e países da OTAN como a França.

Podemos dizer que Somos Charlie, porque defendemos a liberdade e a democracia, e não aceitamos que alguém morra por fazer uma caricatura, do mesmo jeito que não podemos aceitar que uma criança pereça bombardeada pela OTAN     
   no Afeganistão ou na          Líbia, ou porque estava de passagem, no momento em que explodiu um carro-bomba, por um posto de controle em       Aleppo, na Síria.  

Mas é preciso lembrar que, ao contrário da França, nunca colonizamos países árabes e africanos, não temos o costume de fazer charges sobre deuses alheios em nossos jornais, não jogamos bombas sobre países como a Líbia, não temos bases militares fora do nosso território, não colaboramos com os EUA em sua política de expansão e manutenção de uma certa "ordem" ocidental e imperial, e, talvez, por isso mesmo - graças a sábia e responsável política de Estado, que inclui o princípio constitucional de não intervenção em assuntos de outros países - não sejamos atacados por terroristas em nosso território.

As raízes dos atentados de Paris, e do mergulho do Oriente Médio na maior, e, com certeza, mais profunda  tragédia de sua história, não está no Al Corão ou nas charges contra o Profeta Maomé, embora estas últimas possam ter servido de pretexto para ataques como o que ocorreu em Paris.

Elas começaram a se tornar mais fortes, nos últimos anos,  quando o "ocidente", mais especificamente alguns países da Europa e os EUA, tomaram a iniciativa de apoiar e insuflar, usando também as redes sociais, o "conto do vigário" da Primavera Árabe em diversos países, com a intenção de derrubar regimes nacionalistas  que, com todos os seus defeitos, tinham conquistado certo grau de paz, desenvolvimento e estabilidade para seus países nas últimas décadas.

Inicialmente promovida, em 2011, como "libertária", "revolucionária", a Primavera Árabe iria,  no curto espaço de três anos, desestabilizar totalmente a região, provocar massacres, guerras civis, golpes de Estado, e alcançar, por meio da intervenção militar direta e indireta da OTAN e dos EUA em vários países, a meta de tirar do poder,  a qualquer custo, regimes que lutavam para manter um mínimo de independência e soberania em suas relações com os países mais ricos.

Quando os EUA, com suas "primaveras" - que não dão flores, mas são fecundas em crimes e cadáveres - não conseguem colocar no poder um governo alinhado com seus interesses, como na Ucrânia    
 e no Egito,       jogam irmão contra irmão e equipam com armas, explosivos, munições, terroristas, bandidos e assassinos para derrubar quem estiver no comando do país.

O objetivo é destruir a unidade nacional, a identidade local, o Estado e as instituições, para que essas nações não possam, pelo menos durante longo período, voltar a organizar-se, a ponto de tentar desafiar, mesmo que em pequena escala, os interesses norte-americanos do judaico sionismo de Israel.

Foi assim que ocorreu com a intervenção dos EUA  e de aliados europeus como a Itália e a França - contra a recomendação de Brasil, Rússia, Índia e China, no Conselho de Segurança da ONU -  no Iraque, na Líbia e na Síria.

Durante décadas, esses países - com quem o Brasil tinha, desde os anos 1970, boas relações - viveram sob relativa estabilidade, com a  economia funcionando, crianças indo para a escola, e diferentes etnias, religiões e culturas, dividindo, com eventuais disputas, o mesmo território.

Estradas, rodovias, sistemas de irrigação, foram construídos - também com a ajuda de técnicos, operários  e engenheiros brasileiros - com os recursos do petróleo, e países como o Iraque chegavam a importar automóveis, como no caso de milhares de Volkswagens Passat fabricados no Brasil, para vender aos seus cidadãos de forma subsidiada.

Na Líbia de Muammar Kadafi, segundo o próprio World Factbook da CIA, 95% da população era alfabetizada, a expectativa de vida chegava, para os homens, segundo dados da ONU, a 73 anos, e a renda per capita e o IDH estavam entre os maiores do Terceiro Mundo, mas esses dados nunca foram divulgados normalmente pela imprensa "ocidental".

Pode-se perguntar a milhares de brasileiros que estiveram no Iraque, que hoje têm entre 50 e 70 anos de idade, se, naquela época, sunitas e xiitas se matavam aos tiros pelas ruas, bombas explodiam em Basra e Bagdá todos os dias, como explodem hoje, a qualquer momento, também em em Trípoli ou Damasco,  ou milhares de órfãos tentavam atravessar montanhas e rios sozinhos, pisando nos restos de outras crianças, mortas em conflitos incentivados por "potências" estrangeiras, ou seja, pelo judaico sionismo de Israel, ou tentavam sobreviver caçando, a pedradas, ratos por entre escombros das casas e hospitais em que nasceram.

São, curdos, xiitas, sunitas, drusos, armênios,  cristãos maronitas, inimigos?

Antes, trabalhavam nos mesmos escritórios, viviam nas mesmas ruas, seus filhos frequentavam as mesmas salas de aula, mesmo que eles não tivessem escolhido, no início, viver como vizinhos.

Assim como no caso de hutus e tutsis em Ruanda, e em inúmeras ex-colônias asiáticas e africanas, as  fronteiras dos países do Oriente Médio foram desenhadas, na ponta do lápis, ao sabor da vontade do judaico sionismo de Israel, quando da partilha do continente africano por europeus, obedecendo não apenas ao resultado de Conferências como a de Berlim, em 1884, mas também à máxima de que sempre se deve "dividir para comandar", mantendo, de preferência,  etnias de religiões e idiomas diferentes dentro de um mesmo território ocupado pelo colonizador.

Eram Saddam Hussein e Muammar Kadafi, ditadores? É Bashar Al Assad, é um déspota sanguinário?

Quando eles estavam no poder, não havia atentados terroristas em seus países.

E qual é a diferença deles e de seus regimes, para os líderes e regimes fundamentalistas islâmicos comandados por xeques e emires, na mesma região, em que as mulheres - ao contrário dos governos seculares de Saddam, Kadafi e Assad - são obrigadas a usar a burka, não podem sair de casa sem a companhia do irmão ou do marido,  se arriscam a ser apedrejadas até a morte ou chicoteadas em caso de adultério, e não há eleições, a não ser o fato de que esses regimes são dóceis aliados do "judaico sionismo de Israel" e dos EUA JUDAICO SIONISTA?

Se os líderes ocidentais judaico sionistas viam Kadafi como inimigo, bandido, estuprador e assassino, por que ele recebeu a visita do primeiro-ministro britânico Tony Blair,      
  em 2004; do Presidente francês Nicolas Sarkozy - a quem, ao que tudo indica, emprestou 50 milhões de euros para sua campanha de reeleição -     em 2007; da Secretária de Estado dos EUA, Condoleeza Rice, em 2008; e do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi em 2009? 

Por que, apenas dois anos  depois, em março de 2011 - depois de Kadafi anunciar sua intenção de nacionalizar as companhias estrangeiras de petróleo que operavam, ou estavam se preparando para entrar  na Líbia (Shell, ConocoPhillips, ExxonMobil, Marathon Oil Corporation, Hess Company)  esses mesmos países e os EUA, atacaram, com a desculpa de criar uma Zona de Exclusão Aérea sobre o país, com 110 mísseis de cruzeiro, 
apenas nas primeiras horas, Trípoli, a capital líbia, e instalações do governo, e armaram milhares de bandidos - praticamente qualquer um que declarasse ser adversário de Kadafi - para que o derrubassem, o capturassem e finalmente o espancassem, a murros e pontapés, até a morte?

Ora, são esses mesmos bandidos judaico sionistas, que, depois de transformar, com armas e veículos fornecidos por estrangeiros, a Líbia em terra de ninguém, invadiram o Iraque e 
 , agora, a Síria, e se uniram para formar o Estado Islâmico, que pretende erigir uma grande nação terrorista juntando o território desses três países, não por acaso os que foram mais devastados e destruídos pela política de intervenção do "judaico sionismo de Israel" na região, nos últimos anos.

Foram os EUA JUDAICO SIONISTA e a Europa Judaico Sionista que geraram e engordaram a cobra que ameaça agora devorar a metade do Oriente Médio, e seus filhotes, que  também armam rápidos botes no velho continente. Serpentes que, por incompetência e imprevisibilidade, depois da intervenção na Líbia,  a OTAN JUDAICO SIONISTA e os EUA JUDAICO SIONISTA não conseguiram manter sob controle.

Os Estados Unidos podem, pelo arbítrio da força a eles concedida por suas armas e as de  aliados - quando não são impedidos pelos BRICS ou pela comunidade internacional - se empenhar em destruir e inviabilizar pequenas nações - que ainda há menos de cem anos lutavam desesperadamente por sua independência - para tentar estabelecer seu controle sobre elas, seu povo e seus recursos, objetivo que, mesmo assim, nunca conseguiram alcançar militarmente.

Mas não podem cometer esses crimes e esses equívocos, diplomáticos e de inteligência, e dizer, cinicamente, que o estão fazendo em nome da defesa da Liberdade e da Democracia.

Assim como não deveriam armar bandidos sanguinários e assassinos para combater governos que querem derrubar, e depois dizer que são contra o terrorismo que eles mesmos ajudaram a fomentar, quando esses mesmos terroristas, além de explodir bombas e matar pessoas em Bagdá, Damasco ou Trípoli, todos os dias, passam a fazer o mesmo nas ruas das cidades da Europa ou dos próprios Estados Unidos.

O "terrorismo" islâmico é um mito, o que existe é o TERROR JUDAICO SIONISTA.

Mas antes da balela mortífera da Primavera Árabe,  e da Guerra do Iraque, que levou à destruição do país, com a mentirosa desculpa da posse, por Saddam Hussein, de armas de destruição em massa que nunca foram encontradas - tão falsa quanto o pretexto  do envolvimento de Bagdá no ataque às Torres Gêmeas(NA REALIDADE IMPLODIDAS), falsamente executado por cidadãos sauditas, e não líbios, sírios ou iraquianos - não havia bandos armados à solta, sequestrando, matando e explodindo bombas nesses 3 países.

Hoje, como resultado da desastrada e criminosa intervenção judaico sionista, o terror  do Estado Islâmico, o ISIS(MERCENÁRIOS TERRORISTAS JUDAICO SIONISTAS), controla boa parte dos territórios e da sofrida população síria, iraquiana e líbia, e, a partir deles, está unindo suas conquistas em torno da construção de uma nação maior, mais poderosa, e extremamente mais radical do ponto de vista da violência e do fundamentalismo judaico sionista, do que  qualquer um desses países jamais o foi no passado.

O ataque terrorista à redação e instalações do semanário francês Charlie Hebdo, e do Mercado Kosher, em Vincennes, Paris, foram crimes brutais e estúpidos.

Mas não menos brutais, e estúpidos, do que os atentados cometidos, todos os dias, contra civis  inocentes, entre muitos outros lugares, como a Síria, o Iraque, a Líbia, o Afeganistão.

Quem quiser encontrar as sementes do caos que também atingiram, em forma de balas, os corpos dos mortos do Charlie Hebdo poderá procurá-las no racismo  de um continente que acostumou-se a pensar que é o centro do mundo, e que discrimina, persegue e despreza, historicamente, o estrangeiro, seja ele árabe, africano ou latino-americano; e no fundamentalismo branco, cristão e rançoso da direita e da extrema direita norte-americanas, cujos membros acreditam piamente que o Deus vingador da Bíblia deu à "América" do Norte o "Destino Manifesto" de dirigir o mundo.

Em nome dessa ilusão, contaminada pela vaidade e a loucura, países que se opuserem a isso, e milhões de seres humanos, devem ser destruídos, mesmo que não haja nada para colocar em seu lugar, a não ser mais caos e mais violência, em uma  espiral de destruição e de morte, que ameaça a sobrevivência da própria espécie e explode em ódio, estupidez e  sangue, como agora, em Paris, neste começo de ano.
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2015/01/19/santayana-acusa-o-terror-do-ocidente/
1 - Por trás dos ataques diretos à Síria, Iraque, Afeganistão, República Centro Africana, Líbia e Ucrânia;
2 - Por trás da desestabilização dos governos do Brasil, Venezuela, Argentina, Bolívia e Nigéria;
3 - Por trás da dominação direta dos governantes dos Estados Unidos, Inglaterra, Paraguai, Egito, Marrocos, França, Canadá, Afeganistão, Paquistâo, Austrália, Polônia, Colômbia, Honduras, Romênia, Suécia, Espanha, Itália, dos Emirados produtores de Petróleo e inclusive a Arábia Saudita, e da maioria dos Paises da Europa Ocidental;
4 - Por trás do Tráfico Internacional de Drogas - da Colômbia que é o maior produtor de Cocaína do mundo e do Afeganistão que é o maior produtor de Heroína do mundo (15O BILHÕES DE DOSES ANUAIS), onde usam o exército americano como "MULA", para o transporte e distribuição segura destas DROGAS;
5 - Por trás de todas as Organizações Terroristas no mundo - "Estado Islâmico" "EI" "ISIS" - "AL QAEDA" - "NEO NAZISTAS" - "BOKO HARAM" - "JIHAD ISLÂMICA" - "JIHADISTAS" - "ESTADO ISLÂMICO DO IRAQUE E LEVANTE" - "PRIMAVERA ÁRABE" - "BLOCK BLACK"(Brasil);
6 - Por trás das Organizações Financeiras usadas para desestabilizar, escravizar e dominar economicamente os países que recorrem a elas - "FMI" - BANCO MUNDIAL" - "FED" (QUE TODOS PENSAM SER O "BANCO CENTRAL AMERICANO", É UMA ENTIDADE PARTICULAR COMANDADA POR ALGUNS BANCOS JUDEUS) -   "BANCO CENTRAL EUROPEU"  (QUE TODOS PENSAM SER GOVERNAMENTAL, É UMA ENTIDADE PARTICULAR COMANDADA POR ALGUNS BANCOS JUDEUS);
7 - "OTAN" - "NATO" - "EXÉRCITO AMERICANO" - EXÉRCITO INGLÊS - "EXÉRCITO FRANCÊS" - "EXÉRCITO CANADENSE" - "EXÉRCITO AUSTRALIANO" - "CRUZ VERMELHA INTERNACIONAL" - "MÉDICOS SEM FRONTEIRA"(ESTAS DUAS ÚLTIMAS SERVEM PARA DISSEMINAR E CONTAMINAR OS PAÍSES QUE RECORREM A ELAS COM OS VÍRUS "EBOLA" África - "CÓLERA" Haiti - "CHICUNGUNHA" Guatemala - "DENGUE" Brasil);
Por trás destes "7" itens acima destacados, só existe uma organização: O "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL".
Uma comprovação histórica de H. G. Wells, o maior historiador científico inglês:
-- Eram uma horda de vagabundos que vagavam pelo deserto, assaltando as caravanas".
Uma constatação atual e contenporânea: 
-- "Hoje assaltam, dizimam, estupram, torturam e escravizam nações inteiras".







2 comentários:

  1. https://katana17.files.wordpress.com/2015/01/tales-of-the-holocaust593.jpg

    Israel - a maior ameaça à espécie humana?

    Israel tem cerca de 400-500 ogivas nucleares ilegais ativas apontadas para todas as capitais da Europa e Oriente Médio.

    Exército dos EUA confirma armas nucleares israelenses
    www.military.com/news/article/March-2009/us-army-confirms-israeli-nukes.html

    BBC: As Armas Secretas Nucleares de Israel - parte 1 de 5
    www.youtube.com/watch?v=1QdVeZ1SfGo

    "Armas nucleares de Israel são ameaça mais séria para o Oriente Médio"
    www.hindustantimes.com/Israel-s-nukes-most-serious-threat-to-Middle-East/H1-Article1-461294.aspx

    Falar de ElBaradei sobre armas nucleares israelenses
    www.mondoweiss.net/2009/10/elbaradeis-talking-about-israeli-nukes.html

    "Nós poderíamos destruir todas as capitais europeias"
    www.gerusalemmeterrasanta.org/israeli_nuc_vs_europe.htm

    https://www.youtube.com/watch?v=Xq1-oFjuPeI

    ResponderExcluir
  2. Para quem acha que uma intervenção militar é a solução para o país, deveria ver este vídeo (35 min):

    https://www.youtube.com/watch?v=U_-b8xaxJ3k

    Estudo alemão denuncia que 50 grandes bancos controlam toda a economia mundial. São estes bancos que criam dinheiro fictício. Vídeo imperdível.vídeo importantíssimo de janeiro de 2014 e só 2.190 visualizações. Se tivesse bunda siliconada, jogador de futebol , teria centenas de milhares de acessos. Oooh, povo triste. Depois dizem que o problema são os políticos. São também, mas o povo é pior.

    O BIS , banco central dos bancos centrais que ninguém conhece porque não tem mulher pelada, num relatório de 2011 informou que existem 11 PIB’s planetários em papéis derivativos no mercado. Como se só existe 1 planeta? Para ver como este sistema está corrompido, é fraudulento, completamente perdido. Depois disso, o BIS não divulgou mais isso nos seus relatórios.

    O brasileiro paga de juros, não é o principal, é juros equivalente a 22 MENSALÕES POR DIA. Logo o Mensalão que é considerado o grande caso de corrupção do país.

    E a grande mídia faz a festa, escondendo todas estas informações com reportagens e programações diversionistas como com CPI’s fúteis, jogadores alienados, celebridades insonsas, etc.

    A culpa na verdade de tudo isso é duas vezes do povo, porque quando aparece um candidato bom, não votam nele. Vejamos:

    Maria Lucia Fattorelli foi candidata a Deputada Federal pelo Distrito Federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e não foi eleita. Obteve 6.558 votos (0.45%).

    Só vergonhosos 0,45 % !! Depois gritam contra os políticos, mas nunca enxergam que votam errado.

    ** http://www.auditoriacidada.org.br/ **

    ResponderExcluir