sexta-feira, 6 de março de 2015

FIDEL REAPARECE, RECEBE E HOMENAGEIA OS 5 "ANTI-TERRORISTAS" CUBANOS, EGRESSOS DOS PORÕES PRISIONAIS DO "IMPÉRIO DO CAOS JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL", NO ESTADO VASSALO DENOMINADO - ESTADOS UNIDOS


Encontro de Fidel com os Cinco Heróis Cubanos, que em atos "Anti-Terroristas", defendiam sua Pátria com unhas e dentes.

Encontro de Fidel com os Cinco. 21749.jpeg
Em 28 de fevereiro, o líder cubano recebeu os Cinco antiterroristas e falaram sobre a injustiça de tantos anos
2 de março de 2015
Foto: Estudio Revolución

Recebi-os no sábado, 28 de fevereiro, 73 días depois que pisaram terra cubana. Três deles haviam consumido 15 longos anos de sua mais plena juventude ao respirar o ar úmido, fedorento e repugnante dos porões de uma prisão yanke, depois de serem condenados por juízes venais Judeus Sionistas. Outros dois, que igualmente tratavam de impedir os planos criminosos do "IMPÉRIO DO CAOS - "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" contra nossa Pátria, foram também condenados a vários anos de prisão brutal.

Os próprios organismos de investigação, alheios por completo ao mais elementar sentido de justiça, participaram da desumana caçada. 

A Inteligência cubana não necessitava em absoluto seguir os movimentos de uma só equipe militar dos Judeus Sionistas dos Estados Unidos, porque podiam ser observados do espaço tudo o que se movia em nosso planeta através da Base de Exploração Radio-eletrônica "Lourdes", ao sul da capital de Cuba. Este centro era capaz de detectar qualquer objeto que se movesse a milhares de quilômetros de nosso país.

Os Cinco Herois antiterroristas, que nunca fizeram dano algum aos Estados Unidos, tratavam de prevenir e impedir os atos terroristas contra nosso povo, organizados pelos órgãos de Inteligência do Judaico Sionismo norte-americanos que a opinião mundial sobejamente conhece.

Nenhum dos Cinco Herois realizou suas tarefas em busca de aplausos,  prêmio ou glória. Receberam seus honrosos títulos porque não buscaram. Eles, suas esposas, seus pais, seus filhos, seus irmãos e seus concidadãos temos o legítimo direito de nos sentirmos orgulhosos.

Em julho de 1953, quando atacamos o Quartel de Moncada, eu tinha 26 anos e muito menos experiência que a que eles demonstraram. Se estavam nos Estados Unidos não era para provocar dano a esse país ou vingar-se dos crimes que ali se organizavam e abasteciam de explosivos contra nosso país. Tratar de impedi-los era absolutamente legítimo.

O principal na chegada deles era saudar os familiares, amigos e o povo, sem descuidar um minuto da saúde e do rigoroso exame médico.

Estive feliz durante horas ontem. Escutei relatos maravilhosos de heroísmo do grupo chefiado por Gerardo e secundado por todos, inclusive o pintor e poeta a quem conheci enquanto montava uma de suas obras no aeródromo de Santiago de Cuba. E as esposas? Os filhos e filhas? As irmãs e mães? Não os irá receber também a eles?, me perguntam. Há que se celebrar primeiramente o regresso e a alegria com a família!

Ontem, de imediato, queria trocar ideias com os Cinco Herois. Durante 5 horas esse foi o assunto. Dispus ontem, afortunadamente, de tempo suficiente para solicitar-lhes que invistam uma parte de seu imenso prestígio em algo que será sumamente útil a nosso povo.




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