sábado, 28 de fevereiro de 2015

ISRAEL ORGANIZOU O GOLPE FRACASSADO NA VENEZUELA - AGENTE DO MOSSAD ISRAELENSE ESTÁ PRESO JUNTO A UMA "CONFRARIA" DE JUDEUS SIONISTAS


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Maduro foi rápido e eficiente na desarticulação do golpe


Falha o golpe de Estado na Venezuela organizado por Israel, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Colômbia, Alemanha e OTAN (NATO)

Obama falha o seu golpe de Estado na Venezuela. 21703.jpeg
A ex-deputada cassada por traição - Maria Corina Machado seria aclamada presidente - Desde os tempos de Bush ela era trabalhada para este fracassado golpe.
Mais uma vez falha, o "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" tendo à frente o "CAVALO DE TROIA SIONISTA" - Obama dos EUA JUDAICO SIONISTA, tentando mudar pela força um regime político, democraticamente eleito pelo povo venezuelano que lhe resiste e execra. 
Em 12 de fevereiro, um avião americano da "Academi" (ex-Blackwater), disfarçado como aeronave do exército venezuelano, deveria bombardear o palácio presidencial, a exemplo do que fizeram com SALVADOR ALLENDE no Chile e matar o presidente Nicolas Maduro. 
Os conspiradores sob comando dos judeus sionistas tinham previsto colocar no poder a ex-deputada cassada por traição - Maria Corina Machado, aclamando-a de imediato na presidência, que seria reconhecida pelos governos latino-americanos e Espanhol, dominados pelos Judeus Sionistas - Honduras, México, Chile, Paraguai e Colômbia.
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Thierry Meyssan
REDE VOLTAIRE | DAMASCO (SÍRIA) | 23 DE FEVEREIRO DE 2015 
O "CAVALO DE TROIA SIONISTA" - presidente Obama tinha prevenido -- Na sua nova doutrina de Defesa (National Security Strategy), ele escreveu : «Nós ficaremos do lado dos cidadãos cujo exercício pleno dos direitos democráticos está em perigo, tal como é o caso dos Venezuelanos». Ora, sendo a Venezuela, desde a adopção da constituição de 1999, um dos mais democráticos Estados do mundo, esta frase deixava pressagiar o pior, no sentido de a impedir de prosseguir na sua via de independência e de redistribuição de riqueza, pois 96% do lucro do petróleo é distribuido para a população.
Foi a 6 de fevereiro de 2015. 
Os Judeus Sionistas de Washington tinham acabado de terminar os preparativos para o derrubar as instituições democráticas da Venezuela. 
O golpe de Estado tinha sido planejado para 12 de fevereiro.
A «Operação Jericó» (INCLUSIVE O NOME DA OPERAÇÃO É JUDEU) foi supervisionada pelo Conselho Nacional de Segurança (NSC), sob a autoridade de Ricardo Zuñiga(JUDEU SIONISTA). Este falso «diplomata» é neto do presidente homónimo do Partido Nacional de Honduras, que organizou os "putschs" de 1963 e de 1972 a favor do general López Arellano. Ele dirigiu a antena da "CIA JUDAICO SIONISTA" em Havana, (2009-11) onde recrutou agentes, e os financiou, para formar a oposição a Fidel Castro, ao mesmo tempo que negociava a retomada das relações diplomáticas com Cuba (finalmente concluída em 2014).
Como sempre, neste tipo de operação, os Judeus Sionistas de Washington velam para não parecerem implicados nos acontecimentos que orquestraram. A "CIA JUDAICO SIONISTA" agiu através de "ONGs" - organizações pretensamente não-governamentais (NO BRASIL EXISTEM 300 MIL) para dirigir os golpistas : a National Endowment for Democracy (Contribuição Nacional para a Democracia- ndT) e as suas duas extensões, de direita (International Republican Institute) e de esquerda (National Democratic Institute),Freedom House (Casa da Liberdade), e o International Center for Non-Profit Law (Centro Internacional para Assistência Jurídica Gratuita- ndT). 
Por outro lado, os Judeus Sionistas dos Estados Unidos solicitam sempre os seus aliados para sub-contratar certas partes dos golpes, neste caso, pelo menos, a Alemanha (encarregada da protecção dos elementos da Otan durante o golpe), o Canadá (encarregado de controlar o aeroporto internacional civil de Caracas), Israel (encarregado dos assassínios de personalidades chavistas) e o Reino Unido (encarregado da propaganda dos "putschistas"). Por fim, mobilizam as suas redes políticas a estarem prontas ao reconhecimento dos golpistas : em Washington o senador Marco Rubio, no Chile o antigo presidente Sebastián Piñera, na Colômbia os antigos presidentes Álvaro Uribe Vélez e Andrés Pastrana, no México os antigos presidentes Felipe Calderón e Vicente Fox, em Espanha o antigo presidente do governo José María Aznar.
Para justificar o "putsch", a Casa Branca Judaico Sionista tinha encorajado grandes companhias venezuelanas a açambarcar, mais do que a distribuir, as mercadorias de primeira necessidade. A ideia era a de provocar filas de espera diante das lojas, depois infiltrar agentes nas multidões para provocar tumultos. Na realidade se existiram, de facto, problemas de aprovisionamento, em janeiro-fevereiro, e filas de espera diante das lojas, jamais os Venezuelanos atacaram os comércios.
Para reforçar a sua actuação económica o "CAVALO DE TROIA SIONISTA" presidente Obama havia assinado, a 18 de dezembro de 2014, uma lei impondo novas sanções contra a Venezuela e vários dos seus dirigentes. Oficialmente, tratava-se de sancionar as personalidades que teriam reprimido os protestos estudantis. Na realidade, desde o princípio do ano, Washington pagava uma importância -quatro vezes superior ao ordenado médio- a gangues para que eles atacassem as forças da ordem. Os pseudo-estudantes mataram, assim, 43 pessoas em alguns meses, e semearam o terror nas ruas da capital.

Antigo número 2 da ISAF no Afeganistão, o general Thomas W. Geary é hoje em dia o encarregado de Inteligência no SouthCom.
A ação militar era supervisionada pelo general Thomas W. Geary (JUDEU SIONISTA), a partir do SouthCom em Miami, e Rebecca Chavez (JUDIA SIONISTA), a partir do Pentágono, e sub-contratada ao exército privado da Academi (antiga Blackwater) ; uma sociedade atualmente administrada pelo almirante Bobby R. Inman (JUDEU SIONISTA e antigo patrão da NSA) e por John Ashcroft (JUDEU SIONISTA e antigo Attorney General-Procurador Geral- da administração Bush). Um avião Super Tucano, de matricula N314TG, comprado pela firma da Virgínia, em 2008, para o assassínio de Raul Reyes, o n°2 das Farc da Colômbia, devia ser caracterizado como um avião do exército venezuelano. Ele deveria bombardear o palácio presidencial de Miraflores e outros alvos, entre uma dezena deles pré- determinados, compreendendo o ministério da Defesa, a direcção da Inteligência e a cadeia de televisão da ALBA, a TeleSur. Dado o avião estar estacionado na Colômbia, o Q.G. operacional da «Jericó» tinha sido instalado na embaixada dos Estados Unidos em Bogotá, com a participação direta do embaixador Kevin Whitaker (JUDEU SIONISTA) e do seu adjunto Benjamin Ziff (JUDEU SIONISTA).
Alguns oficiais superiores, ativos ou reformados, haviam registrado, com antecedência, uma mensagem à Nação, na qual anunciavam ter tomado o poder a fim de restabelecer a ordem. Estava previsto que eles subscreveriam um plano de transição, publicado, a 12 de fevereiro, de manhã, pelo El Nacional (JORNAL DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL") e redigido pelo Departamento de Estado dos EUA JUDAICO SIONISTA. Um novo governo teria sido formado, dirigido pela EX-deputada cassada por traição - Maria Corina Machado.
O golpe de Estado deveria colocar no poder a ex-deputada cassada por traição - Maria Corina Machado. A 26 de janeiro, ela recebia, em Caracas, os seus principais cúmplices judeus sionistas do estrangeiro.
 A Ex-deputada cassada por traição -- Maria Corina Machado foi a presidente da "Súmate", a associação que organizou e perdeu o referendo revogatório contra Hugo Chávez Frias, em 2004, já com o financiamento da National Endowment for Democracy (NED JUDAICO SIONISTA) e os serviços do publicitário francês Jacques Séguéla (JUDEU SIONISTA). Apesar da sua derrota, foi recebida com toda a pompa pelo presidente George W. Bush, no Salão oval, a 31 de maio de 2005. Eleita como representante pelo Estado de Miranda, em 2011, ela tinha aparecido de súbito, a 21 de março de 2014, como chefe da delegação do Panamá na reunião da Organização dos Estados Americanos (O.E.A). Ela fora, de imediato, cassada do seu lugar de deputada por violação dos artigos 149 e 191 da Constituição (da Venezuela- ndT).
Para facilitar a coordenação do golpe, a Ex-deputada cassada por traição -- Maria Corina Machado organizou, em Caracas, a 26 de janeiro, um colóquio, « O Poder da cidadania e a Democracia atual», no qual participaram a maior parte das personalidades venezuelanas e estrangeiras implicadas.
Pouca sorte! A Inteligência Militar venezuelana vigiava as personalidades suspeitas de ter fomentado um complô, anterior, visando assassinar o presidente Maduro. Em maio último, o Procurador de Caracas acusava a Ex-deputada cassada por traição -- Maria Corina Machado, o governador Henrique Salas Römer (JUDEU SIONISTA), o ex-diplomata Diego Arria (JUDEU SIONISTA), o advogado Gustavo Tarre Birceño )JUDEU SIONISTA), o banqueiro Eligio Cedeño (JUDEU SIONISTA) e o empresário Pedro M. Burelli (JUDEU SIONISTA), mas, eles negaram a autoria dos "e-mails" alegando que tinham sido falsificados pela Inteligência Militar. Ora é claro, eles estavam todos conluiados.
Ao rastrear estes conspiradores a Inteligência Militar descobriu a «Operação Jericó». 
Na noite de 11 de fevereiro, os principais líderes do complô, e um agente do Mossad (SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA DE ISRAEL), foram presos e a segurança aérea reforçada. Outros, foram apanhados a 12. No dia 20, as confissões obtidas permitiram deter um cúmplice, o prefeito de caracas de Caracas -- Antonio Ledezma (JUDEU SIONISTA).
O presidente Nicolas Maduro interveio imediatamente, na televisão, para denunciar os conspiradores. Enquanto, em Washington, a porta-voz do departamento de Estado fazia rir os jornalistas, que se recordavam do golpe organizado por Obama nas Honduras, em 2009 - quanto à América Latina -, ou mais recentemente da tentativa de golpe na Macedónia, em janeiro de 2015 - quanto ao resto do mundo-, declarando a propósito: «Estas acusações, como todas as precedentes, são ridículas. É uma prática política estabelecida de longa data, os Estados Unidos não apoiam mudanças políticas por meios não constitucionais. As mudanças políticas devem ser realizadas por meios democráticos, constitucionais, pacíficos e legais. Nós temos verificado, em várias ocasiões, que o governo venezuelano tenta desviar a atenção das suas próprias ações, acusando para isso os Estados Unidos, ou outros membros da comunidade internacional, por causa de acontecimentos no interior da Venezuela. Estes esforços, reflectem uma falta de seriedade por parte do governo da Venezuela, em fazer face à grave situação com a qual está confrontado».
Para os venezuelanos este golpe, falhado, coloca uma questão séria: como manter viva a sua democracia se os principais líderes da oposição estão na prisão, pelos crimes que se aprestavam a cometer contra a própria democracia? Para aqueles que pensam, erradamente, que os Estados Unidos mudaram, que não são mais uma potência imperialista, e, que agora defendem a democracia no mundo inteiro a «Operação Jericó» é um tema de reflexão inesgotável.
Os Estados Unidos contra a Venezuela

 Em 2002, os Estados Unidos organizaram um golpe de Estado contra o presidente eleito, Hugo Chávez Frias [1], depois, eles assassinaram o juiz encarregado da investigação, Danilo Anderson [2].
 Em 2007, eles tentaram mudar o regime organizando, para tal, uma «revolução colorida» com grupos trotzkistas [3].
 Em 2014, deram a impressão de renunciar ao seu objectivo, mas apoiaram grupos anarquistas afim de vandalizar, e desestabilizar, o país. Foi a Guarimba [4].
A BARBÁRIE PRATICADA PELOS JUDEUS NA COLÔMBIA
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JUDEU SIONISTA POR TRAS DO GOLPE
http://www.voltairenet.org/article186839.html

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