sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

CHICO LEITE - A CAESB DEVE PARAR DE ENVENENAR A POPULAÇÃO BRASILIENSE ADICIONANDO O FALSO REMÉDIO E REAL "VENENO" - "FLUOR" NA ÁGUA TRATADA - PROJETO-LEI ESTÁ EM PREPARAÇÃO



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Chico Leite - Preparando um Projeto-Lei para impedir que a "Caesb" continue adicionando nas Estações de tratamento de águas,  um "VENENO" maléfico e danoso à Saúde Pública denominado "FLUOR". 


Flúor
                              
No século XVII, o pesquisador e geólogo alemão Georgius Agricola mencionou, em seus estudos sobre metais, a existência de um mineral que denominou fluor lapis (pedra fluida) graças à propriedade de fundir-se a temperaturas relativamente baixas. Esse mineral, antes chamado de espatoflúor e hoje conhecido como fluorita, constitui a fonte principal do flúor.
Flúor é um elemento químico, de símbolo F, pertencente ao grupo dos halogênios, ou VIIa da tabela periódica, juntamente como o cloro, bromo iodo e astato. Descoberto por Carl Wihelm Scheele em 1771, o gás flúor (F2) foi isolado pela primeira vez em 1886 por Henri Moissan, por meio da eletrólise do ácido fluorídrico anidro, rico em fluoreto ácido de potássio, processo ainda hoje empregado industrialmente na obtenção desse gás. Encontrado em pequenas quantidades na água do mar, nos ossos, nas unhas e dentes de animais, o flúor ocorre na natureza como fluoreto de cálcio (CaF2) na fluorita e, como fluoreto de sódio e alumínio (Na3AlF6) na criolita.
Apresenta-se como um gás amarelo-esverdeado, de odor irritante e propriedades tóxicas. É o mais eletronegativo e o mais reativo de todos os elementos químicos. Sua extrema reatividade, que se traduz em forte tendência à formação de compostos, atribui-se à facilidade com que se atrai elétrons e ao ser reduzido tamanho de seus átomos. Combina-se com todos os demais elementos químicos, exceto o hélio, o argônio e o criptônio. A manipulação do flúor é problemática, já que substâncias como madeira, o vidro e amianto são prontamente corroídos por ele.
Seus derivados inorgânicos mais comuns são o fluoreto de sódio (NaF) utilizado como preventivo das cáries dentárias, e os fluoretos de sódio e hidrogênio (NaHF2), de potássio (KF), de prata (AgF), de boro (BF3), de antimônio (SbF3) e de enxofre (SF6), entre outros seus compostos orgânicos, destacam-se os freons, entre os quais o freon-12 ou dicloro-diflúor-metano (CF2Cl2), gás refrigerante não tóxico, utilizado na maioria dos refrigeradores domésticos. A administração tópica de fluoreto de sódio e a fluoretação da água são eficazes na prevenção da cárie dentária.

Propriedades físicas e químicas do flúor:
Número atômico:9
Peso atômico:18,9984
Ponto de fusão:-219º C
Ponto de ebulição:-288º C
Densidade:1,69g/l
Estados de oxidação:+1
Configuração eletrônica:2-7 ou 1s22s22p5

Fluorita, principal fonte de flúor.
Fluorita, principal fonte de flúor.




Aplicações

     Flúor e seus compostos são usados na produção de urânio e dezenas de outros produtos como, por exemplo, plásticos resistentes ao calor.

     Ácido fluorídrico é usado para gravações e outros efeitos em vidros.

     Compostos hidrocarbonados com cloro e flúor formam gases usados em equipamentos de refrigeração (CFC, em desuso devido ao efeito nocivo para a camada de ozônio da atmosfera).

     
É criminosamente usado como elemento de proteção contra cáries em cremes dentais, na forma de fluoreto de sódio (NaF) ou de estanho (SnF2), portanto é um elemento, que além de afetar a camada de ozônio, é usado para fabricar bombas atômicas e que corrói a madeira - vidro e o amianto. O que acontece dentro de um organismo singelo e sensível como o humano, quando consome este elemento inserido na água, refrigerantes e alimentos???!!!...

Medicação compulsória – É uma violação das liberdades civis.

Muito antes dos debates acirrados sobre cigarro, DDT, amianto, ou o buraco na camada de ozônio, a única controvérsia relacionada à saúde de que a maioria dos americanos tinha ouvido falar era a da fluoretação da água (tratamento da água potável pela adição de flúor). Nos anos 50, centenas de comunidades espalhadas pelos Estados Unidos se envolveram em calorosas discussões sobre se os fluoretos – compostos iônicos que contêm o elemento flúor – deveriam ou não ser adicionados aos sistemas de abastecimento de água. De um lado estava uma grande coalizão formada por cientistas do governo e das indústrias(JUDAICO SIONISTAS), que argumentavam que a adição de fluoreto à água potável protegeria os dentes contra as cáries. Do outro, ativistas para quem os riscos da fluoretação haviam sido estudados inadequadamente e a prática equivaleria à medicação compulsória – e, portanto, a uma violação das liberdades civis.


Impacto maléfico e negativo na saúde é detectado no organismo humano

No entanto, a postura científica atual em relação à fluoretação pode estar mudando justamente no país onde a prática começou. Em 2006, após passar mais de dois anos revisando e debatendo centenas de estudos, um comitê do Conselho Nacional de Pesquisa (NRC, na sigla em inglês) publicou um relatório que deu um toque de legitimação a algumas das antigas colocações feitas pelos opositores da fluoretação. O relatório concluiu que o atual limite de fluoreto na água potável, indicado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) – 4 miligramas por litro (mg/L) – deveria ser diminuído por causa dos altos riscos, tanto para crianças como para adultos. Nas crianças, a exposição constante ao fluoreto a 4 mg/L pode descolorir e desfigurar os dentes permanentes – a fluorose dental. Nos adultos, pode aumentar o risco de fraturas ósseas e, possivelmente, de fluorose esqueletal moderada, doença que provoca enrijecimento das articulações. A maior parte da água potável fluoretada contém muito menos fluoreto que o limite indicado pela EPA, mas a situação é inquietante, pois ainda há muita incerteza sobre a quantidade adicional de flúor que ingerimos por meio da alimentação, bebidas e produtos de higiene bucal. Além disso, o conselho criado pelo NRC observou que o fluoreto pode também desencadear problemas de saúde mais sérios, como câncer ósseo e danos ao cérebro e à tireóide. 

Fluoreto e o Câncer dos Ossos

O osso é o local mais óbvio para procurar fluoretos, pois é lá que eles estão mais concentrados. Além disso, estudos de pacientes com osteoporose – doença óssea que aumenta o risco de fraturas – têm mostrado que altas doses de fluoretos podem estimular a proliferação dos osteoblastos, células responsáveis pela formação do osso, mesmo nos pacientes mais idosos. O mecanismo exato ainda é desconhecido, mas os fluoretos parecem fazer isso ao aumentar a concentração de proteínas tirosinas fosforiladas, envolvidas na sinalização bioquímica dos osteoblastos. Como no caso do esmalte dos dentes, entretanto, os fluoretos não apenas estimulam a mineralização dos ossos, como também parecem alterar sua estrutura cristalina – e nesse caso os efeitos não são apenas estéticos. Embora os fluoretos possam aumentar o volume do osso, a dureza desses órgãos fica comprometida. Estudos epidemiológicos e testes em animais de laboratório sugerem que a alta exposição ao fluoreto aumenta o risco de fratura óssea, especialmente nas populações mais vulneráveis, como idosos e diabéticos. Embora os estudos ainda sejam um tanto controversos, nove dos 12 membros do conselho criado pelo NRC concluíram que a exposição à água potável fluoretada a 4 mg/L ou mais, durante toda a vida, certamente aumenta o risco de fratura óssea. O comitê notou, também, que níveis mais baixos de fluoretação podem aumentar esse risco.

A maior questão relacionada ao debate sobre os fluoretos é se esses conhecidos efeitos celulares nos ossos e nos dentes são indícios de que o fluoreto está afetando outros órgãos e desencadeando outras doenças além da fluorose. O maior debate corrente é sobre o osteossarcoma – a forma mais comum de câncer ósseo e o sexto tipo de câncer mais comum em crianças. Pelo fato de os fluoretos estimularem a produção de osteoblastos, vários pesquisadores têm sugerido que isso pode induzir tumores malignos. Um estudo de 1990, conduzido pelo Programa de Toxicologia Nacional do Governo dos Estados Unidos, descobriu uma relação dose-resposta positiva para a incidência de osteossarcoma em ratos machos expostos a diferentes quantidades de fluoretos na água potável (todas essas quantidades, típicas para os estudos animais, estavam bem acima das atuais exposições descobertas nas comunidades onde a água foi fluoretada). 

Interpretações Científicas

A última contenda sobre fluoreto e osteossarcoma foi instigada por uma jovem pesquisadora chamada Elise B. Bassin, da Faculdade de Odontologia Médica da Harvard University. Elise coletou informações sobre exposição ao fluoreto entre 103 pacientes com osteossarcoma e 215 pacientes de um grupo-controle. Concluiu que o fluoreto é um fator de risco para o aparecimento de câncer entre os meninos, mas não entre as meninas. O trabalho de Elise apareceu em 2006 no periódico Câncer Causes and Controls; na mesma edição, Chester Douglas(JUDEU SIONISTA), orientador da sua dissertação, escreveu um comentário em que adverte os leitores para serem “especialmente cautelosos” na interpretação das descobertas de Elise, porque, segundo ele, os melhores dados ainda não haviam sido publicados, contrariando as conclusões a que ambos haviam chegado. Grupos antifluoretação e alguns grupos ambientais rapidamente se apressaram em defender Elise, exigindo que a Harvard investigasse Douglas(JUDEU SIONISTA), pesquisador sênior e chefe da cadeira de epidemiologia da Faculdade de Odontologia, por, supostamente, distorcer o trabalho de Elise e por ter um conflito de interesses, pelo fato de ser o editor-chefe de uma revista para dentistas, fundada pela Colgate(EMPRESA JUDAICO SIONISTA)

Discordâncias sobre os possíveis efeitos neurológicos do fluoreto também têm sido intensas. Phyllis Mullenix, então do Instituto Forsyth em Boston, acirrou a controvérsia no início dos anos 90, quando relatou que experimentos com ratos de laboratório mostraram que o fluoreto de sódio pode se acumular no cérebro e afetar o comportamento animal. Ela notou também que exposições pré-natais se correlacionam com a hiperatividade em ratos jovens, especialmente machos, enquanto exposições após o nascimento têm efeito contrário, tornando as ratas “preguiçosas”, nas palavras de Phyllis. Embora sua pesquisa tenha sido publicada no Neurotoxicology and Teratology, ela foi criticada por outros cientistas(JUDEUS SIONISTAS DEFENSORES DO BOLSO DOS LABORATÓRIOS) que afirmaram que a sua metodologia era falha e que ela tinha usado altas dosagens(A DIFERENÇA DE DOSAGENS NÃ ALTERAM NADA NA ECLOSÃO DAS DOENÇAS, APENAS RETARDA OU ANTECIPA O APARECIMENTO DELAS). Desde então, uma série de estudos epidemiológicos na China tem associado altas exposições aos fluoretos com baixo QI no ser humano. Algumas pesquisas têm também sugerido um possível mecanismo para explicar essa associação: a formação dos complexos de fluoreto de alumínio – pequenas moléculas inorgânicas que imitam a estrutura dos fosfatos e, desse modo, influenciam a atividade enzimática no cérebro. Há, também, alguma evidência de que os silicofluoretos usados na fluoretação da água possam aumentar a absorção do chumbo no cérebro.

O sistema endócrino é outra área em que existe evidência do impacto do fluoreto. O comitê do NRC concluiu que o fluoreto pode alterar sutilmente as funções endócrinas, especialmente na tireóide – glândula que produz os hormônios que regulam o crescimento e o metabolismo. Embora os pesquisadores não saibam como o consumo de fluoreto pode provocar alterações na tireóide, os efeitos parecem estar influenciados pela dieta e pela genética. De acordo com John Doull, professor emérito de farmacologia e toxicologia do Centro Médico da University of Kansas, que preside o comitê do NRC, “as alterações na tireóide são preocupantes”.

[ZONA DE PERIGO] O FLUORETO ENFRAQUECE OS OSSOS E PROVOCA TUMORES MALÍGNOS

Cientistas têm voltado sua atenção para os efeitos do fluoreto nos ossos, já que grande parte dessa substância fica estocada neste tecido. Estudos têm mostrado que altas doses de fluoreto podem estimular a proliferação dos osteoblastos, células responsáveis pela formação do osso, com medo de que isso possa induzir a formação de tumores malignos. Os fluoretos também parecem alterar a estrutura cristalina do osso, possivelmente aumentando o risco de fraturas.

SINAIS DE FLUOROSE NAS CRIANÇAS

Quando as crianças muito novas consomem grandes quantidades de fluoretos, essa substância pode atrapalhar o desenvolvimento de seus dentes permanentes. Quando os dentes emergem, o esmalte pode ficar descolorido (acima) ou, nos casos mais graves, desfigurado (abaixo). Pesquisadores descobriram que essa condição, chamada de fluorose dental, é mais comum nas comunidades onde a água potável é fluoretada.

DIETA FLUORETADA

O limite ótimo para a ingestão diária de fluoreto – o nível que maximiza a proteção contra a cárie dentária, mas minimiza outros riscos – geralmente é considerado entre 0,05 e 0,07 mg por cada kg do peso do corpo. O consumo de alimentos e bebidas com grandes quantidades de fluoreto pode determinar uma dieta muito acima desse limite. A lista abaixo mostra alguns níveis típicos de fluoretos, medidos em parte por milhão (ppm), descobertos nos alimentos e bebidas testadas na Faculdade de Odontologia da University of Iowa.

3,73 ppm Chá preto

2,34 ppm Uva-passa 

2,02 ppm Vinho branco

1,09 ppm Suco de maçã aromatizado

0,91 ppm Café coado

0,71 ppm Água de torneira (média nos Estados Unidos)

0,61 ppm Caldo de galinha

0,60 ppm Coca-cola diet (média nos Estados Unidos)

0,48 ppm Cachorro-quente

0,46 ppm Suco de grapefruit (toranja)

0,45 ppm Cerveja 

0,45 ppm Batata-roxa assada

0,35 ppm Queijo tipo cheddar

0,33 ppm Farinha para tortillas

0,32 ppm Creme de milho (alimento para crianças)

0,23 ppm Sorvete de chocolate 

0,13 ppm Chá de camomila

0,03 ppm Leite (2% de gordura)


Uma jovem francesa está processando a fabricante da vacina Gardasil, contra o HPV, por efeitos colaterais no sistema nervoso central. Seis meses após ter recebido a segunda injeção da vacina, em 2010, Marie-Oceane, então com 15 anos, foi hospitalizada com diversos sintomas, como perda temporária da visão, paralisia facial e dificuldades para andar.
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Enquanto a vacina contra o câncer cervical continua a mutilar e matar ainda mais jovens por toda a Inglaterra, Stacey Jones, de 18 anos, foi a última vítima a sofrer severos danos após receber a vacina. Aparentando perfeita saúde, Stacey começou a sofrer convulsões graves e teve inflamação do cérebro poucos dias após ter recebido a injeção da vacina Cervarix. O inchaço do cérebro dela era tão grave que causou danos cerebrais permanente.
Sua mãe não se deixa enganar pela indústria farmacêutica: “Eu realmente sinto que ela foi usada como cobaia”, disse ela em uma reportagem do Daily Mail. “Eu não acho que há provas suficientes de que o programa de vacinação é segura – isso tudo aconteceu dias depois de Stacey ter recebido a vacina, e não temos outra explicação para o que lhe provocou estas lesões cerebrais.”
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O Wall Street Journal relata que Natalie Morton, que morreu na Inglaterra, logo após uma injeção de Cervarix, vacina contra o câncer cervical, não morreu por causa da vacinação. O jornal, na verdade, chega aos limites da arrogância em suas palavras. “Então você vê”, diz o WSJ, ” não há necessidade de medo ou parar o programa de vacinação H1N1. Os laudos patológicos eximem a vacinação e seu criador. A vacinação de HPV é perfeitamente segura, assim como como é a vacina para a gripe suína.”. Ufa, graças a Deus, agora já me sinto melhor. O laudo médico diz que ela foi diagnosticada com uma condição médica que era “tão grave que a morte poderia ter acontecido a qualquer momento.” O que foi essa condição? Um tumor “no peito envolvendo o coração e os pulmões.” Um tumor que, assim de repente, a atacou e a matou, sem jamais ter produzido nenhum sintoma de um tumor cancerígeno? Existe alguém idiota o suficiente para engolir essa versão furada de sua morte?
Em 2011 a organização SANE Vax decidiu comprar frascos de Gardasil e testá-los em laboratório. Eles descobriram que mais de uma dúzia de frascos da vacina Gardasil estavam contaminados com DNA recombinante do vírus do papiloma humano (HPV). Os frascos foram adquiridos nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Espanha, Polónia e França, indicando que a contaminação da vacina Gardasil é um fenômeno global. Isto significa que as adolescentes que são injetadas com essas vacinas estão sendo expostas à um perigo biológico – o rDNA de HPV. Na realização dos ensaios, o Dr. Sing Lee encontrou rDNA das cepas HPV-11 e HPV-18, que foram descritas como estando “firmemente ligadas ao adjuvante de alumínio”. O fato do alumínio também ser encontrado em vacinas deve ser alarmante por si só, já que o alumínio não deve ser injetado no corpo humano, porque é tóxico quando ingerido e, especificamente, danifica o sistema nervoso. Com a descoberta de que o adjuvante de alumínio também tinha fragmentos de DNA recombinante de duas cepas diferentes do vírus do papiloma humano, isto agora alcança o nível de risco biológico – mais para uma arma biológica do que algo que lembre medicamentos. Como a SANE Vax explica em sua declaração, estes testes foram realizados depois que uma adolescente experimentou “artrite reumatoide grave após 24 horas” depois de ser 
reino_unido_vacina_hpv_efeitos_adversos
Abaixo você acompanha o relato de um pai que viu sua filha, Lucy Hinks, passar de uma saudável jovem de 13 anos a uma menina doente, com diversos problemas de saúde e dormindo 23 horas por dia,  logo após a terceira dose de sua vacina contra HPV. Com tratamentos alternativos a jovem teve uma certa melhora, mas mesmo 3 anos após os primeiros sintomas ela ainda sofre as duras consequências de uma decisão baseada em poucas informações. Logo abaixo você pode ver a matéria publicada em 2011 do G1, intitulada “Britânica dorme 23 horas por dia depois de tomar vacina contra HPV“. O relato abaixo é datado de fevereiro de 2013:
Por Steve Hinks
Nossa filha, Lucy, contraiu sarampo na semana depois de sua vacinação tríplice viral. No fim de semana seguinte, ela foi internada em um ala de isolamento do hospital com suspeita de meningite, Algumas semanas depois, ela desenvolveu um gânglio linfático, aumentado no pescoço que persistiu até que foi removido cirurgicamente. Então, quando ela trouxe um termo de consentimento da escola para a vacinação contra o HPV, sua mãe e eu estávamos relutantes em conceder permissão para que ela tomasse a série de três doses da vacina Cervarix.
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DOSSIÊ VACINA CONTRA HPV - TERROR JUDAICO SIONISTA NA MEDICINA - RESULTAM EM mortes, convulsões, parestesia, paralisia, síndrome de Guillain-Barré (GBS), mielite transversa, paralisia cerebral, síndrome de fadiga crônica , anafilaxia , desordens auto-imunes, trombose venosa profunda, embolia pulmonar ACIAL e cânceres cervicais.

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"A VACINA É MAIS LETAL
 

QUE O PRÓPRIO CÂNCER


E PROVOCA A


INFERTILIDADE

E A PARALISIA"

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Fluoretação no Brasil
No Brasil, a Lei no 60507 de 24 de maio de 1974 regulamentou a prática da fluoretação da água. Esta lei afirma no seu artigo 1:
“Os projetos destinados à construção ou à ampliação de sistemas públicos de abastecimento de água, onde haja estação de tratamento, devem incluir previsões e planos relativos a fluoretação da água, de acordo com os requisitos e para os fins estabelecidos no regulamento desta Lei;”
Segundo a Portaria no. 635 de 26 de dezembro de 1975, a concentração de fluor na água deverá variar entre 0,6 até 1,7, dependendo da temperatura média diária.
Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2003 indicam que 75% do volume de água produzido pelos prestadores é fluoretado e se estima que 100 milhões de brasileiros ingerem água fluoretada.
Exposição ao Flúor pode Reduzir a Inteligência das Crianças

Estudo: Exposição ao "Flúor" Reduz a Inteligência das Crianças e do povo brasileiro e americano, e quem impõem e aplicam este veneno, são os  laboratórios do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, que enganam e corrompem as autoridades locais, convencendo-as através de exames falsos sobre um falso benefício, que seria a eliminação de caries. 

Ao mesmo tempo, traçando um paralelo em outras áreas, como a EDUCAÇÃO, onde JARBAS PASSARINHO a serviço do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", então Ministro da Educação, iniciou o desmonte do MELHOR ENSINO PÚBLICO DO MUNDO QUE ERA O BRASILEIRO, e hoje já é um dos PIORES DO MUNDO, ultrapassado até pela VENEZUELA DE CHAVEZ, que está em QUINTO LUGAR NO MUNDO em número de UNIVERSIDADES PÚBLICAS DE QUALIDADE, além de não terem JUDEUS SIONISTAS no comando das atividades públicas, a seus cidadãos não lhes é imposto água envenenada, ou seja, "FLUORETADA".

E na SAÚDE PÚBLICA, o Brasil com a imposição que os JUDEUS SIONISTAS imprimem na AGRICULTURA TRANSGÊNICA E O VENENO CHAMADO "FUOR" na água, está se tornando um GIGANTESCO HOSPITAL. Temos um exemplo que é CUBA, que exporta MÉDICOS para 66 países, inclusive para a ARÁBIA SAUDITA, área em que os EUA, só alcançarão CUBA dentro de 50 anos, além de não terem JUDEUS SIONISTAS no comando das atividades públicas, a seus cidadãos não lhes é imposto água envenenada, ou seja, "FLUORETADA".

Na BOLÍVIA não é diferente, além de ter expulsado do pais, os RESTAURANTES "MAC DONALDS" pertencentes ao "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" que infindáveis males causam à SAÚDE PÚBLICA, após ter NACIONALIZADO toda produção de PETRÓLEO E GÁS, aliou-se à CHINA e já fabrica seus próprios SATÉLITES DE COMUNICAÇÃO, ultrapassando o Brasil neste quesito, além de não terem JUDEUS SIONISTAS no comando das atividades públicas, a seus cidadãos não lhes é imposto água envenenada, ou seja, "FLUORETADA".

Voltaire: TERROR JUDAICO SIONISTA USA O "FLUOR" COMO INSTRUMENTO DE DOMINAÇÃO...
Ministério da Saúde da Nova Zelândia descobre que o uso do flúor na água não reduz as cárie
Voltaire: "FLUOR" - DEP. "CHICO LEITE" VAI PROPOR NA CÂMARA A ERRADICAÇÃO DESTE VENENO ...
[Imagem: vacina_hpv_bertioga.jpg]

VACINA HPV - TERROR JUDAICO SIONISTA NA MEDICINA - G1: Jovens Ficam Sem o Movimento das Pernas após Vacina - LETAL MAIS QUE O PRÓPRIO CÂNCER, PROVOCA A INFERTILIDADE

Voltaire: FLUOR É ARMA BIOLÓGICA DE DOMINAÇÃO DOS POVOS - US...

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