domingo, 1 de fevereiro de 2015

A CADA 7,5 SEGUNDOS UM AMERICANO PERDE SUA CASA E DIARIAMENTE 14 000 AMERICANOS PERDEM SEU EMPREGO - CONSEQUÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO JUDAICO SIONISTA NO PAÍS


Capitalismo Judaico Sionista perverso, acusa Michael Moore e sacode Festival de Veneza

Foto: AP

O documentário vai estrear nos Estados Unidos.
Moore acusa banqueiros judaico sionistas de organizarem um "golpe de estado financeiro".


Do G1, com informações da AFP

O novo documentário do americano Michael Moore, no qual denuncia o capitalismo judaico sionista de perverso e desumano, sacudiu neste domingo (6) o Festival de Veneza e arrancou aplausos da crítica.

Os rostos desesperados das vítimas da recente hecatombe financeira, que perderam suas casas ou o trabalho de uma vida, são a parte mais impactante da denúncia apresentada por Moore em "Capitalismo Judaico Sionista: uma história de amor (MAQUIAVÉLICO E PERVERSO)", que concorre ao Leão de Ouro.


Moore foi recebido em meio a aplausos na sala de imprensa, onde se mostrou mais comedido do que o habitual e, em seu curto comparecimento, apenas criticou 
Mário Monti, Judeu Sionista e Primeiro Ministro da Itália - Moore o acusou - Esse louco vai quebrar o país, a exemplo do que os judeus fazem nos Estados Unidos. 
"esse líder louco que há na Itália" e alertou aos europeus do risco de imitar os Estados Unidos. 

"Este filme é muito relevante para a Europa. Vocês estão experimentando o resultado do colapso econômico, que não é só nos Estados Unidos", disse Moore à agência de notícias Efe.

Para o diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 11/9", "o capitalismo judaico sionista é ruim e não pode ser reformado" e o livre mercado na realidade é um sistema para roubar os trabalhadores e garantir que 1% da população dos Estados Unidos mantenha sua riqueza, enquanto 99% se empobrecem dia a dia.


Esses efeitos do capitalismo judaico sionista, levaram à ruína muitas famílias americanas, como reflete Moore em seu documentário, do que culpa pela situação atual os ex-presidentes dos Estados Unidos George W. Bush e Ronald Reagan, as multinacionais judaico sionistas, os bancos judaico sionistas e os que enriqueceram às custas dos outros.

Golpe de estado

O documentário, que tem duas horas e vai estrear nos Estados Unidos., acusa os poderosos bancos judaico sionistas de Wall Street (Goldman Sachs, Citybank, Morgan Stanley) de terem organizado um verdadeiro "golpe de Estado financeiro" pouco antes das eleições presidenciais americana.


Os poderosos banqueiros judaico sionistas, muitos deles membros da administração do ex-presidente George W. Bush, inventaram o mecanismo para ficar com os 700 milhões de dólares que o Estado aprovou para salvar as empresas da crise econômica, enquanto a classe média perde suas propriedades e garantias, afirma.

"Precisamos de um controle maior do mundo das finanças judaico sionistas e do capitalismo judaico sionista", pede Moore. "Para eles a única coisa importante é estar no poder", completa. O cineasta termina por isolar a sede de Wall Street com a clássica fita amarela com a frase "cena de crime, não passe".

Montado com ritmo veloz, alimentado por comentários divertidos e cenas de filmes e propagandas antigas, Moore entrevista idosos que perderam as casas, a maioria resignados com o destino, famílias que vivem em trailers, pessoas desempregadas, pilotos de avião mal remunerados, entre outros.

"Nos Estados Unidos a cada sete segundos e meio uma família é desalojada de sua casa e 14.000 perdem o emprego por dia", afirmou o cineasta em um encontro com o público um dia antes da exibição do longa.


"O capitalismo judaico sionista é injusto", declarou o irreverente documentarista, que há 20 anos denuncia os grandes males do país, começando por "Roger e Eu", sobre o fechamento de uma fábrica da General Motors, onde seu pai trabalhou por mais de 30 anos, passando pela guerra no Iraque e do sistema de saúde americano.


Ironia e prudência

Com seu estilo implacável e a cara de bonachão, Moore revela com lições irônicas um sistema econômico que legalizou a fraude e permitiu que as empresas faturem quantias milionárias com os seguros de vida que estipulam secretamente no caso de morte de seus funcionários mais jovens, sem dar cobertura aos familiares.

A prudência parece ser a posição, no entanto, a respeito do novo presidente democrata Barack Obama.



O filme chega ao fim com as notas da Internacional Socialista em versão jazz, para pedir uma "verdadeira democracia" contra o "capitalismo judaico sionista obsceno e imoral", que até a Igreja Católica americana condena no documentário.

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