quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

TERROR JUDAICO SIONISTA NA ECONOMIA MUNDIAL - DOLLAR "O MAIOR GOLPE DO MUNDO"


Reset Monetário Global dos "Judeus Sionistas",  já está rolando

30.12.2014
Reset Monetário Global já está rolando. 21347.jpeg
Reset Monetário Global está em andamento, mas parece que ninguém notou. A chave é o movimento para as taxas zero de juro.
A dívida pública, praticamente no mundo inteiro, é alta demais para ser paga; e pagá-la por taxa tradicional de juros, disso, nem se fala! Quando as dívidas vencem, e também quando amadurecem as ações, a única opção dos governos é rolar a dívida e os juros acumulados. E o único modo pelo qual conseguem dinheiro para fazer tal coisa é se o dinheiro continua a ser impresso como prática ininterrupta; e se os juros estão em zero ou perto de zero.

"Quantitative Easing" (ing. QE, "alívio monetário quantitativo") é o mais recente nome para imprimir-dinheiro, aumentando o montante de moeda disponível. Logicamente, o "alívio monetário quantitativo" dilui o valor da moeda, porque inflaciona o número de unidades monetárias em circulação, e, teoricamente, deveria levar à inflação dos preços. Contudo, se todas as nações engajam-se na expansão monetária, os efeitos dessa 'fabricação' de dinheiro impresso sobre as taxas de câmbio podem, sim, ser efetivamente ocultados num equilíbrio de expansão.

Ora, como no caso do dólar norte-americano, uma moeda que tenha status de moeda mundial de reserva pode ser expandida com relativa impunidade pela nação que cria essa moeda; e que está efetivamente exportando sua inflação para o resto do mundo que continua a vender para a tal nação, ou comercia num sistema monetário baseado naquela moeda. Injeções de "alívio monetário quantitativo" numa economia com fundamentos frágeis devem, com toda a probabilidade, resultar em bolhas especulativas, quando os fundos do "alívio" aparecem em mãos de investidores, não dos consumidores em geral.

"A inflação tornou-se elemento necessário da vida econômica", como reza o meme dominante entre os economistas. A inflação é uma estratégia chave para lidar com dívidas gigantescas e crescentes. 

Dívidas tão imensas que não possam ser pagas têm de ser inflacionadas e enviadas à estratosfera, ou os governos condenam-se ao calote. A deflação torna dívidas atuais cada dia mais difíceis de pagar (principal ou serviço) se não de deflacionam o PIB e as entradas de dinheiro.

Nações exportadoras já concorrem nas reduções competitivas de taxas de câmbio, para ganhar ou manter a competitividade de suas exportações. Moeda forte fere a competitividade na exportação, mas baixa o custo dos importados. Moeda fraca eleva o custo de vida da população que tenha de comprar importados - traço frequente em nações que importam petróleo, por exemplo. Há um equilíbrio necessário a construir entre competitividade nas exportações e inflação de preços ao consumidor; esse equilíbrio é regulado, quase sempre, por manipulação na taxa de câmbio. 

Algumas das nações da zona do euro estão conhecendo os dolorosos efeitos de se terem trancado numa moeda única, perdendo a capacidade para usar as taxas de câmbio para preservar a respectiva competitividade para suas exportações.

As expansões monetárias do passado (feitas para reinflacionar a economia mundial sempre que se metesse em becos sem saída - Obrigado, Greenspan & sucessores!) inundaram de moeda, o mundo.Essa moeda engordou portfólios de especulação, a tal ponto que o volume de moeda que gira por aí à caça de retornos ou de segurança pode a qualquer momento desabar sobre o sistema financeiro de um país e suas relações comerciais (competitividade comprometida, bolhas de falsos investimentos, crises repentinas da dívida, quando o dinheiro vai embora, etc.).

Os sistemas comercial e financeiro internacionais tornaram a maioria dos países relativamente indefesos contra o comércio e, muito mais criticamente grave, os fluxos de capital. 

Vastas somas de dinheiro podem entrar e sair de um país e suas respectivas moedas, num clic de computador. Obtêm-se lucros e perdas gigantescas apostando nas flutuações do câmbio e manipulando-se as taxas do câmbio. 

ZIRP[1] e NIRP[2] são agora regularmente empregadas, ostensivamente para dissuadir residentes de tentarem qualquer corrida ao dinheiro, em vez de aumentar a velocidade monetária gastando cada vez mais. Mas ZIRP e NIRPtambém são usadas para dissuadir especuladores de comprar moeda de algum país (a compra faria subir a taxa de câmbio).

Tradicionais estoques de valor e meios de troca entre bancos centrais - metais preciosos - foram desmoralizados, graças à manipulação dos preços nos mercados de ações.

Estratégias que parecem esquisitas e raras, contrárias à tradição - crescente volume de moeda impressa; monetização da dívida, quando bancos  centrais compram papeis do governo; ZIRPNIRP e o arrocho do preço dos metais preciosos - são as estratégias de um novo sistema monetário que tem de enfrentar os problemas que advêm dos excessos monetários do passado. Chegaram para ficar. São a nova normalidade.

Ao desiludir o público da ideia de que a moeda devesse ser estoque estável de valor, que poupar seria virtude e que tomadores de empréstimos devessem pagar 'aluguel' razoável pelo dinheiro que tomam emprestado, as autoridade monetárias estão adestrando o público para a nova normalidade.

No paradigma da Moderna Teoria Monetária, criar moeda é ação que pode prosseguir ao infinito sem inflação destrutiva, desde que as taxas de juros e a expectativa de retorno do dinheiro emprestado possam ser mantidas em zero ou próximo de zero. Qualquer taxa de juro significativamente acima de zero derrubará o sistema. Assim sendo, não esperem aumentos na taxa de juros, exceto como estratégia de emergência, no curto prazo, para conter uma queda na taxa de câmbio de uma moeda.

Necessidade é a mãe da invenção, e a necessidade de enfrentar a dívida-monstro e riscos financeiros sem cobertura nos levou à inventar a Teoria Monetária Moderna. 

Acrescentem a isso a nova regra do 'resgate de bancos', a regra segundo a qual os depósitos bancárias passaram a ser definidos como parte do capital do banco, e que a bolsa dos depositantes deve suprir o que os bancos percam. Esse é o lado dívida pública da estratégia. Para quem tenha grandes somas de moeda e queira continuar a especular, há os mercados de ações ecommodities; e o cassino está aberto para apostas nos 'derivativos'. 

Para acomodar os especuladores, já houve vários 'arranjos': Wall Street foi blindada e não pode ser processada criminalmente por fraude; a lei Glass Steagall foi rejeitada; acordaram a lei Dodd Frank; a lei Volker; pode-se agora usar dinheiro público para 'resgatar' as perdas que Wall Street sofreu em 2008; e há instruções claras para que se use dinheiro público para cobrir perdas que Wall Street venha a sofrer em futuras apostas em derivativos:tudo isso está na "Lei CRomnibus" [orig. CRomnibus bill - combinação de Continuing Resolution (resolução continuada) com "lei-guarda-chuva" de gastos que inclui dúzias de agências federais, aprovada nos EUA, dia 13/12]. *****


[1] ZIRP [Zero Interest Rate Policy, "Política de Juros Zero"] é a política oficial do Fed-EUA, e assim é desde a Grande Crise Financeira de 2008.
[2] NIRP [Negative Interest Rate Policy, "Política de Taxas Negativas de Juros"] é tão nova que ainda nem tem página na Wikipedia. Talvez seja o caso de inaugurarmos uma? Se não fizermos, outros fazem. Essa Política de Taxas Negativas de Juros chegou para ficar. É quando você paga juros ao banco ou a algum outro "emprestador", como o governo, pelo privilégio de deixar que eles guardem o seu[meu, teu, de-você, não deles] dinheiro.



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