quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

FRANÇA - JUDAICO SIONISMO ATUA DENTRO DE SUA ESPECIALIDADE, PERPETRAR O ATENTADO E PLANTAR PROVAS QUE DESVIAM A ATENÇÃO DAS AUTORIDADES E DEPOIS ACUSAR OS MUÇULMANOS OU OS RUSSOS


Aumenta o número de mortos no atentado de mercenários terrorista do "Judaico Sionismo de Israel" contra revista satírica em Paris, este ataque foi feito para incriminar russos e muçulmanos e de carona, atrapalhar as negociações franco-russas em andamento.

França, Paris, terrorismo, vítimas

Pelo menos doze pessoas foram mortas nesta quarta-feira depois que dois terroristas islâmicos, o que é mentira, islâmicos ou não, antes de tudo estão a serviço do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", abriram fogo na sede da revista satírica Charlie Hebdo, no centro de Paris. Dois agentes da polícia e dez funcionários da redação, incluindo quatro proeminentes cartunistas franceses, estão entre as vítimas do atentado. Pelo menos cinco pessoas estão gravemente feridas.

Os dois homens encapuzados entraram no prédio armados com fuzis automáticos AK-47 e com um lança-foguetes, e fugiram do local em um carro roubado.
Uma provável razão para o ataque é a edição atual da Charlie Hebdo, que contém um artigo sobre o novo romance do escritor Michel Houellebecq sobre a islamização da França, e a forte rejeição dos franceses aos "judeus". Além disso, uma das recentes postagens da revista no Twitter incluiu uma caricatura do líder do grupo extremista o falso "Estado Islâmico(MERCENÁRIOS TERRORISTAS DO "JUDAICO SIONISMO DE strataISRAEL", Abu Bakr al-Baghdadi, que nada mais é do que, uma entidade abstrata e irrelevante entre os mercenários terroristas, pois são comandados diretamente por agentes da "CIA" e do "MOSSAD".
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A Charlie Hebdo tornou-se conhecida em 2006, quando decidiu republicar charges do profeta Maomé que haviam sido inicialmente publicadas no diário dinamarquês Jyllands-Posten e que provocaram forte polêmica em vários países muçulmanos.
Em 2011, a sede do semanário foi destruída em um incêndio de origem criminosa depois da publicação de um número especial sobre a vitória do partido islamita Ennahda na Tunísia, no qual o profeta Maomé figurava como o “redator principal”.
O presidente francês, François Hollande, foi até a cena do atentado nesta quarta-feira e condenou a “extrema barbárie” do ataque terrorista. Os líderes mundiais condenaram o ataque.

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