sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A "3a.GUERRA MUNDIAL" E O DÓLAR JUDAICO SIONISTA - 3a. GUERRA MUNDIAL EM FERMENTAÇÃO PARA MANTER UMA MOEDA SEM LASTRO, SEM BEIRA E NEM EIRA


A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg

A "3a.Guerra Mundial" e o Dólar Judaico Sionista.

A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg

A 3a. guerra mundial em fermentação para manter um dólar sem lastro, sem  beira e sem eira, pois o "Dólar é simplesmente impresso sem a contrapartida do "Lastro", que deveria ser em "Ouro ou Serviços", e o pior, é impresso pelos "Judeus Sionistas" donos do "FED", que é uma entidade particular, falsamente chamada de "Banco Central Americano", o governo americano não manda nem fede no "FED", que é administrado por um consórcio de "Bancos Judeus Sionistas", portanto o "Dólar" também é falsamente chamado de americano, o "Dólar é uma moeda do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" - O DÓLAR É JUDEU!

A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg

A defesa da soberania do dólar é virulenta, os assassinatos de "Sadam e Kadhafi" e as invasões da Líbia e do Iraque devem-se ao fato, tão somente, de iniciarem as vendas de seu petróleo em outras moedas!

 A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg  A desestabilização de governos como do Irã, Venezuela e Nigéria é tão somente por causa do petróleo, e tem governos adversos ao "Judaico Sionismo de Israel", portanto tem que ser derrubados, e em seu lugar serem colocados governos "Títeres", a exemplo do Paraguai, Egito, Afeganistão, França, Inglaterra, Ucrânia e Paquistão e etc...

A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg

desestabilização do governo Dilma está em andamento, e antes das eleições a "CIA" e o "MOSSAD" assassinaram Eduardo Campos, numa clara tentativa de impedir a reeleição dela, e que os "Cavalos de Troia Judaico Sionistas" - MARINA SILVA E OU AÉCIO NEVES fossem eleitos em seu lugar, e aí sim, sabotariam a aliança que Dilma inteligentemente implementou  o "BRICS", onde Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul criaram o Banco de Desenvolvimento - "BANKBRICS" - para sairem da área do "Dólar", e para o Brasil em especial, significará após 500 anos de dominação econômica de judeus europeus e americanos, a verdadeira "Independência" financeira, atuando como protagonista e não coadjuvante no cenário internacional, e para completar os judeus plantaram uma arapuca dentro da Petrobrás, bombardeando o governo através dos tentáculos criminosos da Mídia Judaico Sionista - GLOBO - SBT - VEJA - ÉPOCA - ISTO É - FOLHA E ESTADO DE SÃO PAULO!

A Guerra e o Dólar. 21516.jpeg

VEJA A ANÁLISE E REPORTAGEM ABAIXO

Apesar de muitos funerais terem sido feitos para o dólar americano(JUDEU), ele ainda continua vivo. Nas proximidades do colápso do sistema monetário de Bretton Woods o dólar (JUDEU) constituia quase que 80% das reservas cambiais mundiais (em 1970 ele totalizava 77,2%, e em 1972 - 78,6% das reservas mundiais). Depois da transição ao sistema negociado na Conferência de Jamaica, em 1976, essa percentagem foi diminuindo gradativamente, alcançando o seu mínimo - 59,0% - em 1995. Nas águas da globalização financeira, a posição do dólar(JUDEU) se fortificou de novo (alcançando 70-71 % entre 1999 e 2001), mas um novo declínio, quanto a posição do dolar na composição das reservas cambiais internacionais, foi visto de novo - a sua posição caiu abaixo de 61%, em 2014. De qualquer maneira, isso ainda estava acima do nível de 1995.

Por Valentin Katasonov    Tradução Anna Malm* - Correspondente de Pátria Latina na Europa
          De acordo com o Banco de Compensações Internacionais - em abril 2010 - 84,9% das transações no mercado das reservas cambiais internacionais tinham sido feitas em dólares judeus, e essa cifra tinha crescido a 87% , em abril de 2013. Como comparação tem-se que a percentagem das transações conduzidas em euros, nesse mesmo período, tinham caido de 39,1 a 33,4 %. A discrepância entre a posição do U.S. dólar(JUDEU) nas finanças internacionais vs a posição dos Estados Unidos Judaico Sionista na economia internacional não pode ser negligenciada. A parte dos Estados Unidos Judaico Sionista do BIP mundial é atualmente de cerca de 20%. A China já ultrapassou a América em termos de BIP (baseado na paridade do poder de compra das moedas), mas no mercado de câmbio internacional, só 2,2% das transações foram feitas com o yuan, em abril de 2013. Não há dados específicos quanto a parte das reservas cambiais internacionais mantidas em yuan, mas peritos estimam que essa não seria muito maior do que 1%.
          Essas disparidades são muito semelhantes as do panorama econômico internacional do final do século 19, e começo do século 20. Nessa época a constelação da liderança econômica internacional estava sendo remodelada. Os Estados Unidos Judaico Sionista estavam em primeiro lugar quanto ao volume da sua produção industrial e agrícola. A Alemanha estava se dirigindo ao segundo lugar em algumas categorias. O Reino Unido, o qual na maior parte do século 19 tinha sido considerado como "a manufactura do mundo" tinha começado a sua descida para o terceiro lugar. Entretanto, a libra esterlina britânica continuava a ser a moeda internacional, que servia então como um fundo de reserva, assim como para pagamentos internacionais.
          Aqui segue uma especificação das reservas monetárias, em percentagem do total da reserva mundial, para as relevantes moedas em 1913 nas proximidades da WWI: a libra esterlina tinha 47% do total; o franco francês 30%; o marco alemão 16%; enquanto o U.S. dólar judeu tinha 2%, e outras moedas 5% do total. (Officer, Lawrence H. Between the Dollar-Sterling Gold Points: Exchange Rates, Parity, and Market Behavior. Cambridge: Cambridge University Press, 1996).
          Como se vê, a parte mantida pelo U.S. dólar judeu era extremamente baixo. A discrepância entre o nível de desenvolvimento econômico dos Estados Unidos e a posição do dólar judeu no sistema financeiro internacional nessa época era similar a discrepância dos nossos dias entre o desenvolvimento econômico da China e a posição do yuan.
          A cem anos atrás os banqueiros judaico sionistas que tinham apostado no dólar estavam precisando de uma guerra mundial para que o dólar judeu pudesse encontrar seu lugar ao sol. No final de 1913, o U.S. Congresso, abaixo de grande pressão feita pelas "malas carregadas de dinheiro"(CORRUPÇÃO JUDAICO SIONISTA) votou a favor da criação do "Sistema Federal de Reserva"(ADMINISTRADO PELOS JUDEUS SIONISTAS), que começou em 1914 a imprimir notas como moeda nacional unificada dos Estados Unidos Judaico Sionista. Seis meses mais tarde a primeira guerra mundial começou. A guerra veio a mudar a balança de poder entre as mais poderosas nações e suas moedas. Em 1928, as reservas cambiais do mundo estavam distribuidas, em termos de percentagem, da seguinte maneira: a libra sterlina tinha 77% do total; o U.S. dólar 21%; e o franco francês 2%. (Officer, Lawrence H.).
           Técnicamente falando a posição do dólar no mundo hoje em dia é medianamente boa, mas os grandes acionistas judeus sionistas do "Sistema da Reserva Federal" devem ficar confundidos pela crescente discrepância entre o PIB americano e a posição do dólar judeu, o qual está se tornando mais instável. Se poucos poderosos países assim o desejassem, eles poderiam coordenar seus esforços, juntar seus recursos, começar a descarregar suas reservas de dólares, e causar o colápso do mesmo. Entretanto, o poder dos judeus sionistas da "Reserva Federal" dos Estados Unidos reside no fato de que eles sempre souberam como agir em sistema de precaução. Tem-se então que agora vê-se sinais de que eles estão tomando práticas medidas para a proteção do dólar judeu, em primeira mão, preparando-se para uma grande guerra. Os "judeus sionistas donos do dinheiro" (os donos da por assim dizer impressoras de dinheiro da "Reserva Federal judaico sionista") tem várias razões para deslanchar uma grande guerra.
          1 -. Os donos das impressoras de dinheiro precisam manter a demanda e os preços de seus produtos. A voluntária fuga para os dólares por parte da Europa terminou a cerca de 50 anos atrás. Globalmente vê-se poucos incentivos econômicos racionais para comprá-lo. Afinal de contas a Reserva Federal judaico sionista está correntemente imprimindo muito mais dólares do que os criados pela economia(SEM O DEVIDO LASTRO). As reservas de ouro dos Estados Unidos, mesmo que sendo a maior do mundo (acima de 8.000 tons), só chega para apoiar uma fração da oferta dos dólares judeus. Isso só deixa um caminho de ação: o de impor forçosamente ao mundo os "bens" sendo produzido pela Reserva Federal judaico sionista. Hoje em dia só as forças armadas dos Estados Unidos são capazes de dar apoio ao dólar judeu, e a sua principal função está sendo o de assegurar a procura dessas suas notas verdes. O clássico complexo militar-industrial americano já de a um bom tempo foi transformado em um complexo militar-bancário.
           Depois do colápso do sistema monetário de Breton Woods esse foi substituido por um novo sistema o qual foi projetado na Conferência de Jamaica,1976. Esse é um sistema de petréleo + dólar, petrodólar, uma vez que o dólar ficou ligado ao ouro negro, ou seja ao petróleo, nos meados dos anos 70 então, de quando o comércio do petróleo começou a ser feito exclusivamente em dólares judeus. O petróleo ainda continua sendo a base fundamental do sistema do dólar judeu. Mesmo que os Estados Unidos Judaico Sionista hoje em dia esteja quase independente da importação do petróleo ele continua a controlar os países exportadores de petróleo(MILITARMENTE). Esse controle é para impedir qualquer movimento na direção de comerciar o "ouro negro" em qualquer outra moeda que não seja o dólar. Para fazer isso Washington teve que recorrer a operações militares nos países produtores de petróleo, de quando necessário para seu objetivo. Isso foi então principalmente feito no Oriente Médio. Mohamar Kaddafi foi deposto e brutalmente assassinado exatamente porque ele mudou dos dólares judeus para o euro em suas transações, planejando a mais tarde começar a usar um "dinheiro ouro".
           2 -.  Quando a sua moeda começa a enfraquecer os Estados Unidos empregam todos os meios possíveis para fortalecer o dólar judeu caso esse esteja enfraquecendo (meios como por ex. o destabilizar da situação política de outros países, e mesmo a instigação guerras civís e regionais). Nesse contexto os Estados Unidos Judaico Sionista, apesar da sua crescente deteriorização, está tornando-se numa artificial "ilha de estabilidade". O capital internacional precipita-se aos Estados Unidos levantando inflação nas taxas de câmbio do dólar judeu. Porque é que os Estados Unidos Judaico Sionista precisam de um dólar judeu forte? Isso é fácil de responder.
         Em primeiro lugar, isso dá aos Estados Unidos Judaico Sionista acesso a importação barata, o que aumenta a consunção doméstica. Tem-se aqui que uma máquina de imprimir dinheiro, ligada a uma moeda supervalorizada, cria condições perfeitas para uma entidade ou estado parasita.
           Em segundo lugar, com a ajuda do alto preço do dólar judeu, os Estados Unidos Judaico Sionista(ou melhor dizendo os judeus sionistas da Reserva Federal Sionista) tem a oportunidade de comprar recursos naturais por todo o mundo, na barateira, assim como também negócios, imóveis e outros bens(NO BRASIL COMPRARAM O SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES, A EMBRAER, A VALE DO RIO DOCE E MUITO MAIS...). Os judeus sionistas da Reserva Federal precisam do corrente sistema do dólar judeu até que o mundo inteiro esteja abaixo de seu controle e domínio.
         3) - "Os judeus sionistas do dinheiro" (os maiores acionistas da Reserva Federal, consequentemente seus donos) poderão exigir não só destabilização regional, mas global, ou em outras palavras, uma guerra mundial. Essa destabilização irá levar não só a destruição mútua, ou pelo menos ao enfraquecimento de todos os competidores dos Estados Unidos Judaico Sionista. Washington, ou melhor dizendo, a Reserva Federal Judaico Sionista, exige um modelo do mundo exclusivamente monocentrico. Entretanto, um tal modelo não pode ser construido sem uma grande guerra. Uma guerra global iria resolver muitos problemas econômicos para os Estados Unidos Judaico Sionista, problemas econômicos esses que estão ameaçando a tornar-se em problemas críticos dentro de um período de tempo não muito distante.
          Por exemplo, no final de 2013, a sua dívida pública em relação ao PIB era de 104,5%. Essa relação é entretanto mais baixa na Europa onde se vive numa crise da dívida já a alguns anos.  Entretanto, a dívida da eurozona em relação ao seu PIB só totalizava 92,6%  no final de 2013.
          O problema da dívida externa é um problema de igual gravidade para Washington. Em agôsto de 2014, a dívida externa equivalia a 107% do PIB. Um aumento da percentagem dos dividendos seria necessário para servir essas dívidas. Correntemente só uma pequena percentagem do orçamento dos Estados Unidos Judaico Sionista (cerca de 7%) é gasto em pagamento de juros para a dívida pública, mas como se sabe os juros nos Estados Unidos Judaico Sionista tem sido simplesmente simbólicos, como um resultado do programa denominado como flexibilização quantitativa [impressão de dinheiro sem lastro].
          Quando essa impressão de dinheiro diminuir, o custo de pagamento da dívida pública, assim como também de outros tipos de dívidas, vai ter uma grande subida. Quando isso acontecer o pequeno click de poderosos nos Estados Unidos irão provavelmente lembrar-se da história de cem anos atrás. Nas proximidades da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos Judaico Sionista lideravam o mundo quanto a produção industrial, mas também tinham enormes dívidas externas, principalmente para com a Grã Bretanha). A Primeira Guerra Mundial veio dramaticamente a mudar isso. Os seus maiores aliados nessa guerra - Britânia e França - ficaram devendo enormemente aos Estados Unidos. No final da Segunda Guerra Mundial os Estados Unidos Judaico Sionista tinham 70% das reservas mundiais de ouro (excluindo-se a União Soviética). Esse fortalecimento dos Estados Unidos possibilitou a legitimização da posição do dólar como moeda internacional, depois das decisões tomadas na conferência de Bretton Woods, em 1944).
          Se U.S. se tornasse o único beneficiário por uma terceira guerra mundial, o seu problema com as velhas dívidas iria desaparecer. Washington ficaria na condição de unilateralmente apagar as suas dívidas aos outros países da sua folha de balancete, através de arbitrariamente determinar quais os países que eram os "culpados" pela guerra. Quaisquer exigências feitas por países "culpados" contra os Estados Unidos Judaico Sionista seriam canceladas por definição, o que foi exatamente o que os Países Ententes fizeram contra a Alemanha na Conferência da Paz, em Paris 1919. Além do mais, o vitorioso, ou seja no caso do cenário aqui estudado, os Estados Unidos Judaico Sionista, poderiam ser capazes de exigir compensações e restituições das partes "culpadas". Exatamente também como os Países Ententes fizeram na mesma conferência em Paris em 1919. [Países Ententes refere-se aos países no "Triplo Entente" - o grupo das nações que lutaram no mesmo lado na WWI - (europeanhistory.about).
         A Terceira Guerra Mundial será fundamentalmente diferente de tudo o que o mundo já viu. Ela irá começar sem nenhuma declaração oficial. Apesar de que possamos não ficar conscientes até ao fim, essa guerra provavelmente já começou. Ela incluirá o uso de mercenários (empreiteiros militares particulares, ou seja, MERCENÁRIOS TERRORISTAS a exemplo o "Estado Islâmico financiado pelos judeus), um confiança num apoio por parte das 5:as colunas de certos países, o uso ativo da tecnologia "Maidan" [estratégia usada na Ucrânia], o envolvimento da mídia controlada por Washington, a proclamação de sanções econômicas, etc. Essa guerra não declarada está sendo escalada abaixo dos subterfúgios como de uma guerra contra terrorismo, contra o "Islã Radical", contra a "Agressão Russa" "Violações dos Direitos Humanos", etc. etc.
          Durante essa guerra não declarada, os judeus sionistas do dinheiro (os acionistas e donos da Reserva Federal dos Estados Unidos, FED) irão resolver todos os problemas que o dólar judeu vem acumulando ... Por ex., abaixo do subterfúgio de lutar contra o terrorismo e "dinheiro sujo" os Estados Unidos poderão fazer uma "reforma monetária". Em essência essa poderia ser muito simples. A Reserva Federal  Judaico Sionista poderia produzir dólares novos e providenciar para que os velhos dólares tivessem que ser trocados por esses novos. Nessa ocasião os que tivessem em suas mãos os velhos dólares precisariam de apresentar provas dígnas de fé quanto a legalidade da origem de seus dólares. Filtros rigorosos poderiam ser postos para garantir que a maioria das notas velhas não iriam passar nesse "exame" e ficariam assim sem valor nenhum. Dessa maneira o problema do Tio Sam, o de estar sucumbindo abaixo do peso da "bagagem-dólar judaico sionista" seria eliminado. Entretanto essa não seria a melhor opção U.S. - um tal inesperado roubo do mundo inteiro poderia fazer com que outros países passassem a usar suas próprias moedas nas suas transações internacionais, criar moedas regionais, ou completa e simplesmente rejeitar o dólar judeu(QUE É O OBJETIVO DO "BRICS".
          Dessa mesma maneira outros métodos econômicos poderiam ser usados nessa terceira guerra mundial não declarada. Por exemplo, apesar de que a terra está inundada com as "verdinhas" o poder de compra do dólar no mercado de comodidades é bastante elevado. Não se vê no horizonte nenhuma ameaça de superinflação. É tudo muito simples. A maioria do que se imprime em notas vai para o mercado financeiro. De qualquer modo, existem centenas de maneiras de se diminuir o tamanho, ou mesmo eliminar esses mesmos mercados financeiros, o que faria com que as "verdinhas" fossem inundar o mercado de commodities.
          Nesse cenário, poderemos ver uma superinflação, comparável a da experimentada na República Weimar, no começo de 1920. Na melhor das hipóteses nesse caso o dólar judeu poderia vir a manter só 1%  do seu atual poder de compra. Um desastre? Depende de como se olhe para isso. É verdade que os que tivessem em suas mãos trilhões de dólarers encontrariam-se com nada mais do que fragmentos de papéis [verdinhos]. Só a China tem reservas em ouro que já ultrapassaram $4 trilhões e "verdinhas" num valor de pelo menos 1/3 dessa soma. [pivot to Asia, anyone?]
         Depois a América poderia fazer uma reforma monetária e introduzir os novos dólares também judeus. A mais ou menos cinco anos atrás falava-se muito a respeito da possibilidade de introduzir uma tal "reforma monetária" e um legal proposta denominada "amero" estava programada a se tornar no novo dólar. Essa era uma proposta de unificação das moedas de três países - U.S. , Canadá e México. A opção de repor o dólar com o "amero" poderia ser ressuscitada, mas Washington teria que usar força bruta para a impor.
         Em todo caso, não há razão para se esperar que a instabilidade global diminua. Essa instabilidade é resultado da fraqueza do dólar e da luta de vida ou morte dos donos das máquinas de impressão da Reserva Federal Judaico Sionista. Entretanto, assim como um animal ferido eles irão lutar até o fim. Apesar das recentes assertações de que Washington estaria disseminando "caos controlado" através do mundo, podemos agora constatar que esse caos está praticamente fora de controle. De qualquer maneira, nem mesmo as duas primeiras guerras mundiais acabaram da maneira que os banqueiros judaico sionistas que a iniciaram esperavam.
 RESUMO... 
          A Terceira Guerra Mundial será fundamentalmente diferente de tudo o que o mundo já viu. Ela irá começar sem nenhuma declaração oficial. Apesar de que possamos não ficar conscientes até ao fim, essa guerra provavelmente já começou. Ela virá a incluir o uso de mercenários (empreiteiros militares particulares), uma confiança num apoio por parte das 5:as colunas de certos países, o uso ativo da tecnologia "Maidan" [estratégia usada na Ucrânia], o envolvimento da mídia controlada por Washington, a proclamação de sanções econômicas, etc. Essa guerra não declarada já está sendo perpetrada abaixo de subterfúgios como guerra contra o terrorismo, contra o "Islã Radical", contra a "Agressão Russa" "Violações dos Direitos Humanos", etc. etc. Durante essa guerra não declarada, os mestres do dinheiro (os acionistas da Reserva Federal dos Estados Unidos, FED) iriam resolver todos os problemas que o dólar vem acumulando ... Em todo caso, não há nenhuma razão para que se espere que a instabilidade global diminua. Essa instabilidade é um sinal da fraqueza do dólar, e do campo de vida ou morte dos donos da máquina de impressão de dinheiro da Reserva Federal. Entretanto, assim como um animal ferido eles irão lutar até o fim...
Valentin KATASONOV | 21.01.2015
  
  
REFERÊNCIAS E NOTAS:
Valentin Katasonov, "War and the Dollar" - Strategic Culture Foundation - 21.01.2015
Copyright Strategic CultureFoundation - - http://www.strategic-culture.org

Nenhum comentário:

Postar um comentário