quinta-feira, 26 de junho de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NA UCRÂNIA - FÔRÇAS DE KIEV SITIADAS EM DONETSK


Exército improvisado de Donetsk encurrala fôrças de Kiev

Ucrânia, crise, confrontos, A encruzilhada da Ucrânia, Política, exército, oposição

Em confronto armado em Donetsk, são ouvidas rajadas de armas automáticas e disparos de lança-granadas, informa correspondente da RIA Novosti.

Os milicianos locais estão atacando uma base das tropas do Interior, localizada perto do centro da cidade. A milícia tentou negociar com os militares para convencê-los a se render, mas na falta de resultado decidiu atacar.

A milícia afirma que há alguns dias cerca de 150 combatentes do Setor de Direita chegaram à base em questão, a fim de escoltar efetivos das forças especiais envolvidos na operação militar. Além disso, os milicianos dizem que na base está concentrada grande quantidade de armas e munições.

Na semana passada, o presidente da Ucrânia, Piotr Poroshenko, ordenou uma semana de cessar-fogo a todas as unidades militares envolvidas na operação especial no Leste da Ucrânia.

Alexander Borodai, premiê da autoproclamada República Popular da Donetsk, disse na segunda-feira que os milicianos de Donetsk e Lugansk também se comprometem a respeitar o cessar-fogo até 27 de junho.
 

sábado, 21 de junho de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NO IRAQUE - MERCENÁRIOS SIONISTAS ATACAM TAMBÉM NA UCRÂNIA, NIGÉRIA, SÍRIA E LlÍBIA


MAS, A BEM DA VERDADE E DA REALIDADE, QUEM PLANEJOU A INVASÃO DO IRAQUE FOI O JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, E TAMBÉM HOJE, QUEM ESTÁ COMANDANDO OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS SIONISTAS É O "MOSSAD" ISRAELENSE

O RESTO É CONVERSA PRA BOI DORMIR E DESVIAR A ATENÇÃO DO ÚNICO CULPADO NESTA ESTÓRIA : O SIONISMO DE ISRAEL, POIS O SIONISMO CONTROLA TANTO OS EUA QUANTO A INGLATERRA, BLAIR, BUSH E OBAMA, NADA MAIS SÃO DO QUE "CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS", SÃO APENAS PAUS MANDADOS E LACAIOS DO SIONISMO DE ISRAEL.
Hoje, 09:45

"Mercenários do Judaico Sionismo de Israel é que atacam o povo  iraquiano, e o mesmo fazem na Ucrânia, Síria, Líbia, Egito, Venezuela, Nigéria, Honduras e República Centro Africana - usam falsos nomes (AL QAEDA - LEVANTE - BOCO HARAM - NAZISTAS - FASCISTAS E OUTROS ) para o exército de terroristas treinados nos Estadodos Unidos e Israel"

Iraque, terrorismo, políitca, confrontos, islamismo, Síria

“Nós não merecemos viver numa pátria que não protegemos”. Panfletos e cartazes com esta frase são agora distribuídos entre a população das regiões controladas pelo governo sírio na província de Deir al Zor, no leste do país.

A Síria precisa de voluntários. O Iraque também. A formação Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) iniciou sua ofensiva rápida e simultânea nos dois países. O objetivo declarado é a criação de um califado islâmico com esse nome nos territórios conquistados. Será possível defender dessa praga as terras do Iraque e do Levante?
Alguns pensam que não. Se na Síria a ofensiva do EIIL fracassou, já no Iraque, depois da tomada de Mossul, essa formação conquistou material de guerra pesado, incluindo helicópteros e blindados, e enormes fundos em dinheiro. No “triângulo sunita” do Iraque ela ainda tem o apoio de uma parte considerável da população e dos chefes tribais. O perito em assuntos de terrorismo Charles Lister declarou que, nos planos militar, territorial e financeiro, a ideia da criação de um califado islâmico está muito próxima da sua realização.
Contudo, não devemos esquecer que não se trata da conquista de países inteiros. Tanto na Síria, como no Iraque, as autoridades falaram desde o início apenas na ameaça da criação de um enclave terrorista em parte dos seus territórios. O fato de a ofensiva dos combatentes no Iraque já ter sido, provavelmente, detida não é surpreendente, porque segundo os números mais otimistas, o exército do “califado” não conta com mais de 10 mil homens. Essas forças não serão suficientes, não só para conquistar novos territórios, mas sequer para manter os já conquistados, já para não falar na defesa de grandes cidades.
Mais do que isso. Tendo recuperado do choque das primeiras derrotas, a direção e o exército do Iraque recrutaram com sucesso tanto voluntários motivados, como uma reserva humana praticamente inesgotável (mais de dois milhões de iraquianos, nas palavras do ministro da Energia do Iraque, Hussein al-Shahristani). Quanto ao material militar pesado, se os EUA se decidirem a ajudar o Iraque com ataques aéreos, os tanques e os helicópteros do califado serão destruídos em poucos dias. Sem ajuda externa, o exército iraquiano irá necessitar de um pouco mais de tempo.
Talvez os islamitas do EIIL apenas queiram morrer como heróis num rápido combate por uma certa ideia e se transformarem em exemplo para as gerações vindouras? Provavelmente não. Apesar da quantidade considerável de suicidas nas suas fileiras, a análise das operações dessa formação na Síria demonstra que ela nunca ansiou pelos campos de batalha. Em vez de conquistar território ao exército sírio, o EIIL preferia geralmente organizar a retaguarda e conquistar terras aos aliados. Não é por acaso que na Síria ele é apelidado de “estrutura parasita”. Nesse país ele combatido tanto pelo exército, como pela oposição e mesmo por uma filial da Al-Qaeda – a Frente Al-Nusra.
Relativamente ao EIIL não se pode falar de pureza idealista. No Iraque os seus militantes cortam publicamente a cabeça a todos os que discordam da sua ideologia. Mas simultaneamente aqui eles têm como aliados os apoiantes do partido secular Baas de Saddam Hussein e os destacamentos da irmandade sufi Naqshbandi. Na sua essência, os êxitos militares do EIIL têm sido agora assegurados pelas tribos e empresas sunitas descontentes com o poder e pela preparação militar dos correligionários vingativos do antigo ditador.
Essa aliança não é eterna – os aliados, tal como na Síria, vão perceber que o EIIL nunca irá cumprir as suas aspirações. Então para que iniciou ele uma guerra em duas frentes simultâneas? Isso ainda é difícil de explicar.
Alguns peritos afirmam que o EIIL atua defendendo os interesses da Arábia Saudita, que se opõe à aliança “xiita” entre o Irã, o Iraque e a Síria. Mas as ações do EIIL já provocaram um efeito contrário, o reforço das posições do presidente Assad entre a população. No Iraque tudo se repete crescentemente: o avanço do EIIL pode obrigar os EUA a reforçar de forma involuntária as posições do Irã na região. O presidente Barack Obama já anunciou a possibilidade de realizar, em caso de necessidade, ataques aéreos contra as posições dos combatentes do EIIL. Jonathan Eyal, do centro de análise britânico Royal United Services Institute, já avaliou as consequências desse passo em uma entrevista ao Telegraph: “O pior cenário para a Arábia Saudita no Iraque será se o Ocidente realizar ataques aéreos contra o EIIL e acabar estabelecendo uma causa comum com o Irã no Iraque”.
Que o país em que o moderno Frankenstein criou o monstro chamado EIIL permaneça em segredo, só que ele está longe de ser o primeiro. Será que os criadores desse tipo de monstros ainda não veem que, começando pela Al-Qaeda, todas as vezes suas criaturas com o tempo se tornam inevitavelmente incontroláveis e letais, inclusive para os seus criadores?
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_21/Estado-Isl-mico-do-Iraque-e-do-Levante-um-monstro-iraquiano-9737/

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CHINA - CRIAÇÃO DE ILHA ARTIFICIAL PARA ABRIGAR MEGA BASE MILITAR NO MAR DO SUL


Hoje, 16:08

Ilha artificial poderá ser nova fortaleza chinesa no mar do Sul da China

Spartly, China, Fiery Cross

A China está considerando a possibilidade de construção de uma ilha artificial enorme ao redor do recife Fiery Cross que faz parte do arquipélago Spratly, relata o jornal South China Morning Post.

O tamanho da ilha permitirá instalar nesta área remota do mar da China do Sul, uma base militar completa com um aeródromo e outras instalações de infraestrutura, incluindo um cais para navios de até 5 mil toneladas de deslocamento. O custo é estimado como muito grande. Por exemplo, a criação em Fiery Cross de uma base militar completa com uma área de cerca de 5 quilômetros quadrados, com um aeródromo e outras instalações, pode ser comparável em custo com a construção de um porta-aviões nuclear (5 bilhões de dólares) e exigirá um esforço de 10 anos.
No entanto, os resultados prometem ser espetaculares. A China terá uma base fiável para sua aviação e navios de guerra ligeiros numa área longe da costa. A base provavelmente terá não apenas uma pista de aterragem para caças, mas incluirá também uma completa infraestrutura para armazenamento e manutenção de aviões de combate e de apoio, bem como de armamentos de aviação.

Suas dimensões também permitirão implantar forças significativas para a defesa das tropas localizadas lá, como baterias de sistemas de mísseis antiaéreos de longo alcance (HQ-9 ou até mesmo C-400), bem como mísseis pesados antinavios YJ-62 e sistemas de mísseis mais poderosos. Na ilha também poderá ser implantado um esquadrão de helicópteros de transporte, barcos de desembarque anfíbios de grande velocidade e navios hovercraft, o que dará à China uma enorme vantagem na luta pelas ilhas disputadas na vizinhança.

O recife de Fiery Cross é reivindicado pelas Filipinas e provavelmente construção militar aqui vai ter uma reação internacional negativa. No entanto, devido à sua extrema fraqueza militar, as Filipinas não poderão tomar medidas de retaliação na esfera militar. Os EUA, sem dúvida, estarão preocupados com o crescente potencial das forças chinesas na área. Mas eles já estão tomando possíveis medidas para aumentar a sua presença militar na Ásia Oriental, independentemente dos planos chineses para fortalecer seus grupos militares em ilhas, e irão continuar em qualquer caso. É duvidoso que o plano chinês possa influenciar fundamentalmente de alguma forma a expansão dos esforços militares dos EUA na Ásia – esses esforços dependem principalmente das capacidades dos Estados Unidos.

As ações chinesas provavelmente causarão tentativas de outros reivindicantes de ilhas disputadas no mar da China do Sul, em particular do Vietnã, a também se ocupar de seu estabelecimento e expansão, mas aqui também a China tem uma grande vantagem.

A China tem uma indústria de construção de primeira classe capaz de implementar projetos complexos, e os recursos de que o país dispõe são várias vezes maiores do que os recursos de todos os concorrentes juntos. Em geral, a criação de uma ilha artificial numa área disputada pode acarretar sérias complicações diplomáticas a curto prazo, mas estrategicamente parece lucrativo para a China.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_16/Ilha-artificial-poder-ser-nova-fortaleza-chinesa-no-mar-do-Sul-da-China-2192/

UCRÂNIA - CRISE É PANO DE FUNDO PARA O XADREZ QUE REBAIXA O DOLLAR E EUA NO CENÁRIO MUNDIAL



Ucrânia: Por que não há intervenção militar russa

03.06.2014
YEREVAN SE UNE A MOSCOU...
PEQUIM SE UNE A MOSCOU...
TEERÃ SE UNE A MOSCOU...

QATAR SE UNE A MOSCOU...
MOSCOU SE UNE A "PEQUIM - DOHA - TEERÃ - YEREVAN", OU SEJA - RÚSSIA, CHINA, IRÃ, QATAR E ARMÊNIA SE JUNTAM E CRIAM A "UNIÃO EURASIANA", QUE SE CONTRAPORÁ AO DOLLAR E AOS EUA 

"O mês crítico, a esperar, é dezembro-2014"
O nível da discussão analítica pela Internet russa está perfeitamente avaliado pelo cientista político Simon Uralov: "Dizer que a crise ucraniana enlouqueceu a cabeça dos colegas em Kiev e os converteu em histéricos sedentos de sangue é fundamentalmente errado. Entre os colegas em Moscou também surgiu número incrível desse mesmo tipo de histéricos".

O objetivo desse artigo é dar um passo para fora da histeria e analisar friamente a situação na Ucrânia.

Começo pelos necessários esclarecimentos em vários tópicos emocionalmente importantes:

Por que não há intervenção militar russa?

Se esse artigo tivesse sido redigido há alguns poucos dias, parte significativa dele teria de ter sido dedicada a explicar por que enviar tropas à Ucrânia era não adequado; e que seria simples e puramente estúpido, mesmo depois do referendo. Por felicidade, o comando da Resistência em Slaviansk, Igor Strelkov, deu conta dessa missão melhor que eu: em sua mensagem por vídeo, ele claramente falou da inércia da população local de Lugansk e Donetsk em termos de ação real para defender os próprios interesses contra a Junta. 

Antecipando discussões sobre o referendo, apresso-me a dizer que fazer uma marca na cédula de voto é certamente ótimo, mas não é muito diferente de outros tipos de comportamento de manada - como o "curtir" [ing. "like"] de Facebook.  Porque a marquinha "curtir" que se faz na célula do referendo não muda coisa alguma. O referendo foi ação necessária, mas não suficiente.

O quanto o Kremlin estava preparado para os eventos na Ucrânia e o quanto está tendo de improvisar, mesmo agora?

Aconselho que leiam o telegrama distribuído por WikiLeaks que está em https://wikileaks.org/plusd/cables/08MOSCOW265_a.html[1] - no qual se lê que o Kremlin já apontara claramente aos EUA em 2008 os cenários que se veem hoje em campo:

"Especialistas nos dizem que a Rússia está particularmente preocupada com as fortes divisões que se veem na Ucrânia sobre o país integrar-se ou não à OTAN, com grande parte da comunidade russo-étnica posicionada contra a integração, o que pode levar a divisão do país, o que implicará violência e, no pior dos casos, guerra civil. Naquele caso, a Rússia terá de decidir se intervirá ou não; e é decisão que a Rússia não deseja ter de encarar."


É lógico assumir, portanto, que esse desenvolvimento absolutamente não foi surpresa para o Kremlin, e que agora estamos num script ainda mais desagradável, mas com menos nuanças: alguma coisa equivalente a um "Plano E".

Para compreender o que o Kremlin fará a seguir, fixemos alguns objetivos:

- Não permitir que a Ucrânia seja incorporada à OTAN.

- Não permitir o estabelecimento e a estabilização, na Ucrânia, de um regime russófobo (o que pressupõe a des-nazificação).

- Não permitir o genocídio da população russa do sudeste.

Idealmente, é indispensável implementar simultaneamente os três objetivos, ao mesmo tempo em que, enquanto são implementados, a economia russa não quebre, no momento em que vai sendo reorientada para a Ásia; e é preciso, também ao mesmo tempo, impedir que os EUA façam avançar seus objetivos econômicos à custa da União Europeia.

Como se podem alcançar todas essas metas?

Consideremos o cenário mais simples, e vejamos quais são as vulnerabilidades e as consequências negativas:

- Suponhamos que o exército russo entre na Ucrânia e, alguns dias depois, chegue a Kiev; e que, na sequência, logo assuma o controle de toda a Ucrânia. "Patriotas" festejarão muito, haverá desfiles na Khreschatyk e coisa-e-tal.

Parecerá que os três objetivos acima teriam sido alcançados, mas teriam simultaneamente emergido os seguintes problemas:

1) Na União Europeia, a elite empresarial europeia já pisou delicadamente no pé de seus políticos e meteu o pé nos freios em relação às sanções; e o "Partido da Guerra" (também chamado "Partido dos EUA" ou, melhor dito, "Partido da Pax Americana") vence bem evidentemente. Contra a Federação Russa, o efeito máximo de sanções reais aconteceu contra as próprias economias europeias, que entram em recessão. Mas não é evento que gere júbilo.

Nesse contexto, os norte-americanos podem forçar a assinatura da versão norte-americana da "Parceria Trans-Atlântica para Comércio e Investimento" [orig. TTIP,Transatlantic Trade and Investment Partnership], pacto comercial, que converte a União Europeia em apêndice da economia dos EUA. 

Nesse momento, as negociações daquele tratado estão em andamento e, para os EUA, a entrada de tropas russas na Ucrânia seria presente caído dos céus. 

Sanções contra a Rússia destruiriam negócios europeus, e barreiras comerciais e de negócios contra os EUA completariam o serviço. No final, teríamos o quê? A União Europeia em estado semelhante a um pós-guerra; os EUA em festa e uniforme de gala, absorvendo mercados europeus nos quais não teriam concorrentes, nem agora nem em curto prazo; a Federação Russa em situação que deixaria a desejar, longe da sua melhor forma. Alguém ainda não percebeu que, nesse contexto hipotético, o bobo da roda absolutamente não são os EUA? 

Aliás, nem é preciso levar em consideração os argumentos de que os políticos europeus 'não cometeriam' suicídio econômico. Os euroburocratas são capazes, sim, de cometer qualquer coisa, isso e coisa pior que isso, como a prática mostra.

2. À parte o fato de que o Kremlin estaria prestando um serviço a Washington, é preciso considerar o que aconteceria à própria Rússia.

• Se as sanções tivessem incapacitado a Rússia antes de ser assinado o megacontrato de 30 anos com a China, nesse caso a China estaria em condições de negociar a partir de uma posição de força. De fato, estaria em posição ideal para fazer chantagem (o que se observa mesmo assim no comportamento da China, embora não claramente).

• Se as sanções tivessem incapacitado a Rússia antes de ser assinado o megacontrato de petróleo com o Irã, mediante o qual a russa Rosneft controlará 500 mil barris adicionais de petróleo por dia, o Irã estaria em condições de negociar a partir de uma posição de força.

• Todas as tentativas subsequentes de construir qualquer coisa, até receber as importações de que os russos precisamos agora, nos custariam muito, muito caro.

• Se as sanções tivessem incapacitado a Rússia antes da assinatura do acordo que cria a Comunidade Econômica Eurasiana, avaliem o trunfo com que contariam Lukashenko e Nazarbayev, para torcer o braço de Putin nas negociações. Um pouco mais disso, e Moscou, para criar a Comunidade Econômica Eurasiana, teria de pagar pelo próprio petróleo!

3. A Federação Russa teria de assumir total responsabilidade pela restauração da economia ucraniana e pela des-nazificação: e onde encontrar número suficiente de "des-nazificadores" (...[2]) para lutar contra grupos compactos de nazistas ucranianos, que terão apoio e suprimentos vindos do exterior?! Tudo isso somado, é claro que esse cenário muito beneficia os EUA e a China. 

Caberiam à Rússia: uma sensação profunda de satisfação moral, problemas econômicos a resolver e anos de amaldiçoamentos futuros, que virão dos "generosos" (щирых) ucranianos, infelizes com "a vida sob ocupação".

Quais os pontos vulneráveis da Rússia, no tempo?
1. Contrato de gás com a China (maio-junho) (assinado dia 21/5/2014!) 

2. Contrato de petróleo com o Irã no verão (por isso os EUA levantaram o embargo, com a Rosneft muito intimamente conectada à British Petroleum, e nem tanto à Exxon Mobil. E para onde flui o petróleo? Para a China).

3. Importante! Eleições para o Parlamento Europeu, que dará muitos votos a eurocéticos aliados da Rússia. Depois da eleição, reunir-se-á uma Comissão Europeia de composição muito diferente, com a qual será mais fácil trabalhar (eleições marcadas para 25 de maio). E ainda mais importante: depois do contrato de gás assinado com a China, será mais fácil empurrar a favor do [oleogasoduto] South Stream (Ramo Sul), os deputados recém eleitos.

4. Coleta de todos os documentos/autorizações/licenças/etc. para a construção do [oleogasoduto] South Stream (Ramo Sul) - em maio.

Isso é o que se pode ver a olho nu, mas há outros aspectos muito importantes, os quais, contudo, são difíceis de distribuir claramente em cronograma:

1. Transição para pagamentos em rublos, por energia. Petróleo e gás não são sacos de batatas: o fornecimento depende de contratos de longo prazo e que não podem ser alterados unilateralmente, e exigem muito trabalho cada vez que têm de ser substituídos, ou, mesmo, apenas alterados.

2. Transição para cotar preços em rublos, por energia (para negócios em rublos) nos mercados russos - é trabalho absolutamente enlouquecedor, além de ser muito, muito trabalho, por várias razões, uma das quais é que é trabalho que jamais foi feito antes, nem esse nem algum trabalho semelhante a esse.

3. Um sistema próprio de pagamentos. 

4. Preparação para substituição de importações ou melhora do trabalho que fazemos com fornecedores asiáticos (mas não é ação em contexto de emergência).

Essa lista prossegue. Até aí só o que consigo ver, e o Kremlin tem horizontes muito mais amplos.

Acrescentem-se aí interessantes iniciativas do Ministério de Relações Exteriores, que não está sentado ocioso, de braços cruzados. 

Por exemplo, o vice-ministro [de Relações Exteriores] Karasin esteve em Doha dia 6 de maio, em reunião com a elite qatari. Os resultados desse encontro, em minha opinião, são grande, enorme, surpresa. Segundo o Ministério de Relações Exteriores, o emir do Qatar declarou que muito aprecia a "política regional convincente e coerente da Federação Russa" - o que é altamente surpreendente, em país que não apenas é aliado dos EUA e braço político da Exxon Mobil no Oriente Médio como, também, é 100% adversário da Federação Russa na Síria. 

Mas fato é que  a caixa afinal foi aberta: os sonhos dos EUA de inundar o mundo com gás barato são sentença de morte para os sonhos de riqueza infinita do Qatar e sua elite. Sem preços ultra-altos para o gás, o Qatar não apenas perde qualquer esperança de grandeza regional, mas vira, ele próprio, cadáver. Doha reorienta-se rapidamente e já está oferecendo proposta que interessa: "Ao mesmo tempo [o emir do Qatar] enfatizou a importância de acelerar a coordenação do Fórum de Países Exportadores de Gás [orig.Forum of Gas Exporting Countries (GECF)" - cuja próxima reunião de cúpula acontecerá (que coincidência!) no Qatar. 

Fórum de Países Exportadores de Gás é organização que inclui Rússia, Irã, Qatar, Venezuela, Bolívia e outros exportadores, e que o Kremlin, por muito tempo, mas sem sucesso, tentou converter em entidade 'do gás', análoga à OPEC. Talvez tenha chegado afinal a hora certa para um potencial cartel de gás. Para começar, os três maiores exportadores: Rússia, Qatar e Irã têm agora interesses muito assemelhados e devem conseguir trabalhar juntos para assumir partilhar e o  mercado e os dutos do gás natural liquefeito. Esse cartel de gás, ainda que em formato reduzido (só com Federação Russa, Qatar, Irã) controlará no mínimo 55% das maiores reservas mundiais de gás e terá oportunidades significativas para influenciar fortemente os mercados de energia da União Europeia e Ásia. 

É claro que tal projeto envolverá muitos problemas e enfrentará oposição, não há qualquer garantia de que venha a funcionar. Mas é importante ver que Moscou trabalha ativamente à procura de oportunidades das quais obtenha mais vantagens estratégicas na luta contra os EUA.

Espera-se que agora já esteja bem claro os itens aos quais o Kremlin está dedicando mais empenho - o que está tentando obter da situação ucraniana, e por que são itens que interessam.

Voltemos aos problemas diretamente relacionados à Ucrânia, para constatar que nem a implementação de todos os projetos importantes de política exterior ajudará na des-nazificação de Kiev ou fará com que tropas russas ou o exército rebelde de Novorossia sejam bem recebidos sequer na região central. Se o exército de Novorossia já tem problemas com mobilizar combatentes em Lugansk e Donetsk, trabalhar nas regiões zumbificadas será muito, muito difícil. 

Mesmo assim, parece que, para combater ao lado da Federação Russa, logo aparecerão o 'Coronel Fome' e as 'Forças Especiais da Hiperinflação' - que mudarão dramaticamente o equilíbrio do poder.

A economia ucraniana está acabada. Dada a semeadura desastrosa da primavera, as colheitas de legumes destruídas (congeladas), a falta de crédito, problemas com o gás, o salto no preço dos combustíveis, pode-se dizer com segurança que a economia virá como a besta do norte, com toda a força e toda a fúria. Ninguém dará dinheiro à Junta, nem o FMI, que prometeu algo em torno de $17 bilhões (exatamente 50% do que a Ucrânia necessita para esse ano), mas incluiu  no contrato uma "cláusula de escape": se Kiev não controlar as regiões, Kiev não receberá um centavo. Fome, frio e hiperinflação (causada pelo colapso da hryvnia [moeda ucraniana], operarão ativamente para debilitar a Junta e corrigir a mente dos 'generosos' [shchirykh] ucranianos: não passarão a amar a Rússia, mas verão que é fatalmente necessária. E também fatalmente começarão a recordar os tempos de Yanukovych como uma doce era de sonho já hoje inalcançável [por ação da Junta]. 

O caos inevitável e o total colapso das estruturas sociais, combinados à guerra de baixa intensidade, asseguram que a OTAN não aceitará a Ucrânia, uma vez que a Europa, então, já estará 'nos trilhos' e nem os políticos medianamente moderados dos EUA  farão movimento algum, o que obviamente não levaria a nenhuma vitória norte-americana e só faria arrastar o país para uma guerra atômica.

Além do mais, no contexto de total colapso econômico, para os mineiros, os trabalhadores metalúrgicos e outros camaradas que estão hoje firmemente agarrados aos empregos, por medo de perdê-los e na esperança de "conseguir sobreviver e manter-se sempre (à beira do precipício, mas, pelo menos, não no fundo do precipício)", já não haverá sequer essa possibilidade. Terão de participar de uma forma ou outra, nos problemas políticos e econômicos da Nova Rússia. E provavelmente terão de participar também em armas. 

Ao mesmo tempo, Poroshenko-nomeado-pela-Junta, imposto (ao país) pela União Europeia, terá forte incentivo para fazer concessões, para conseguir negociar com Moscou. A nova Comissão Europeia, que precisa de paz no leste e de trânsito estável para o gás, estará empurrando Poroshenko nessa direção.

Poroshenko também será empurrado nessa mesma direção por levantes da sociedades causados pelo Coronel Fome e por Hiperinflação, o Sabotador.

Todos esses fatores, em resumo, abrem grandes oportunidades para o Kremlin reformatar a ex-Ucrânia em algo apropriado aos interesses da Federação Russa. Esse é precisamente o cenário que os EUA tentam evitar; e é por isso que os EUA têm sérias razões para acelerar a translação do conflito para fase 'mais quente', com uso de tropas e derramamento massivo de sangue.

Se se somam o tempo necessário para que a Fome aja, e o tempo necessário para resolver problemas de política externa em termos de estabelecer o trabalho com China, Irã, sair do dólar, substituição de importações, etc. (em termos calculados muito em geral), pode chegar à conclusão de que se precisa de algo bem próximo de 5-9 meses (o que nos leva àquele mesmo dezembro pelo qual Yanukovych tentou negociar) para oferecer soluções à questão ucraniana e outras, de modo a obter vantagem máxima para a Rússia. 

Durante esse período, é preciso que se preserve a Ucrânia, no mínimo, num estado de guerra civil (i.e., apoio aos partidos da Nova Rússia, mas não é necessário tomar Kiev depressa demais de modo a não criar problemas adicionais desnecessários) e idealmente, combinado com a guerra civil, negociações prolongadas, enroladas, dentro da Ucrânia, com a participação de observadores internacionais, algo semelhante ao formato 2 +4, quer dizer: Poroshenko + Tsarev + Rússia, União Europeia, OSCE, EUA.

E o toque final. Em meses recentes, os EUA seguraram a rédea de sua prensa de imprimir dinheiro, reduzindo a impressão de papel-dinheiro, de 85 para 55 bilhões de dólares por mês. Muitos e muitos esperam (e.g.http://www.reuters.com/article/2014/04/27/us-usa-fed-idUSBREA3Q08920140427), que a máquina seja completamente desligada até o final desse ano. - Outra vez, o mesmo próximo mês de dezembro. - Isso é impossível, porque o dólar, dado que é a principal moeda internacional, não pode ser impresso indefinidamente. 

Segundo várias estimativas, os EUA já usaram quase completamente o "recurso força" do dólar, o que lhes permitiu fazer o diabo com a máquina (financeira). Além do mais, corolário e efeito inevitável desses truques é a redução de juros sobre os papéis dos EUA, o que, por um lado, ajuda Washington a pagar menos por suas dívidas, mas, por outro lado, está destruindo todo o sistema de aposentadorias dos EUA e o sistema de seguros, construído sobre a expectativa de retornos muito diferentes dos seus portfólios.

Em termos muito gerais, é o mesmo que dizer que, à altura do final do ano, os EUA poderão escolher entre explodir o sistema de assistência social para manter a máquina de imprimir dinheiro, ou reduzir enormemente o apetite dos que vivem de imprimir dinheiro, para preservar alguma chance de estabilidade em casa.

A julgar pela redução da quantidade de dólares que está sendo jogada dentro do sistema, Washington decidiu que impedir uma explosão é mais importante que suas ambições de política externa.

Agora, para completar o quebra-cabeças, aqui vão nossas previsões:

- Os EUA tentarão por todos os meios agravar a crise na Ucrânia, para enfraquecer a Rússia e pôr todo o mercado europeu sob seu 'controle', antes de ter de parar as máquinas que imprimem dinheiro.

- O Kremlin tentará traduzir a crise na Ucrânia, da forma aguda para a fase crônica (guerra civil, mais negociações arrastadas, em pleno colapso econômico da Ucrânia). Ao mesmo tempo, o Kremlin usará o tempo para criar condições favoráveis para a transição para a confrontação aguda com os EUA - o trabalho de separar-se do dólar com China, Irã, Qatar, criação da Comunidade Econômica Eurasiana, etc.

- Fim total da crise em dezembro de 2014, possivelmente antes, se os EUA desistirem de tentar exacerbar as hostilidades.

- E se os EUA não desistirem? - Nesse caso... uma grande, grande guerra... guerra por recursos, porque, como já se sabe, o tal 'boom' do gás de xisto/fracking não passava de bolha, das mais ordinárias. *****


* Orig. em russo, recomendado e traduzido ao inglês em The Vineyard of the Saker, 1/6/2014, em http://vineyardsaker.blogspot.com.br/2014/06/translation-of-must-read-article-of.html . Aqui se traduz a versão em inglês. Todas as correções e comentários são bem-vindos [NTs]
[1] Telegrama assinado pelo Emb. William J. Burns dos EUA e intitulado " 'Não' é 'não': os russos não admitirão nenhum movimento de ampliação das linhas vermelhas da OTAN" - datado de 1/2/2008 (ing.) [NTs].
[2] Trecho cujo significado metafórico não conseguimos decifrar: "[where to get the needed number of "denazifiers"] in "dusty helmets" (if anyone has forgotten, according to Okudzhava, it was the commissars in dusty helmets that bent over the dead hero of the Civil War)". 30/5/2014, worldcrisis.ru http://worldcrisis.ru/crisis/1516927*

CONVULSÃO NO BRASIL - NO RIO GÁS CONTRA ARGENTINOS - Presos 18 opositores da Copa


No Brasil são detidos 18 opositores da Copa do Mundo

Brasil, Copa,Mundial, protestos, detenções, Belo Horizonte

A polícia brasileira deteve ao menos 18 participantes de manifestações de oposição à Copa do Mundo e dispersou um grupo de torcedores argentinos no Rio de Janeiro.

Segundo a agência France Presse, durante a dispersão de uma greve em Belo Horizonte de que participavam cerca de 200 pessoas foram detidas 15 indivíduos a quem foram apreendidas facas, coquetéis molotov, máscaras e garrafas com vinagre que os manifestantes tentavam utilizar como gás lacrimogêneo. Lembre-se que no dia 14 de junho Belo Horizonte recebeu o jogo da Copa entre a Colômbia e a Grécia (que teve o resultado 3 a 0).
Na cidade de Fortaleza em que se enfrentaram a Costa Rica e o Uruguai (3 a 1), a polícia deteve três de uma centena de manifestantes que protestaram junto ao estádio.
No Rio de Janeiro uma multidão de cerca de 1.500 torcedores argentinos ocupou a célebre praia de Copacabana na expectativa da estreia de seu time nacional que irá acontecer hoje, dia 15 de junho. Num lugar, eles entraram na via pública e bloquearam o trânsito, obrigando a polícia a usar gás lacrimogêneo em sua dispersão.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_06_15/No-Brasil-s-o-detidos-18-opositores-da-Copa-do-Mundo-8176/

sábado, 14 de junho de 2014

UCRÂNIA - REI DO CHOCOLATE QUER VINGANÇA CONTRA LUGANSK PELO AVIÃO ABATIDO COM 60 MILITARES A BORDO


14/06/2014 11h09 - Atualizado em 14/06/2014 11h10

Poroshenko promete resposta a separatistas por morte de 60 soldados

Da EFE

Avião com 49 soldados foi abatido por separatistas pró-Rússia (Foto: Reuters)
Avião com 60 soldados foi abatido por separatistas pró-Rússia (Foto: Reuters)

Avião com 60 soldados foi abatido pelo exército improvisado da Nova República de Lugansk.
Presidente da Ucrânia convocou reunião urgente do conselho de segurança de Kiev, composto de agentes do MOSSAD de Israel, CIA e FBI, que comandam um exército de mercenários terroristas trazidos dos ESTADOS UNIDOS e de ISRAEL.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, o popular Sionista Rei do Chocolate, decretou neste sábado (14) luto nacional para amanhã e prometeu "uma resposta adequada ao exército improvisado", por matarem nesta madrugada 60 soldados ucranianos ao derrubar o avião no qual iam aterrissar no aeroporto da "Nova República de Lugansk.

"Todos os envolvidos no ato heroico e destemido, pois o avião trazia militares para atacarem civis da Nova República, serão castigados com toda a segurança.

A Ucrânia necessita de paz, mas os separatistas  terão uma resposta adequada", disse o presidente ucraniano, citado pelo gabinete com assessores sionistas de imprensa de sua administração.

Poroshenko convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança Nacional e Defesa no contexto do duro golpe que receberam os militares ucranianos por perder 51 soldados de elite e nove tripulantes de um avião de transporte Il-76, derrubado pelo exército da Nova República com dois mísseis de bazuca.

A região de Dnepropetrovsk, onde tem sua base permanente a 25ª Brigada Aerotransportada cujos soldados morreram hoje na Nova República de Lugansk, declarou luto para amanhã e na próxima segunda-feira.

A maioria dos militares mortos no ataque dos rebeldes, 32 de 60, vinha dessa região industrial do leste russófono da Ucrânia, escreveu o vice-governador de Dnepropetrovsk, Boris Filátov, em sua página de Facebook.

A aeronave Il-76, de fabricação russa, foi derrubada ao redor da 1h (22.00 GMT) por dois mísseis de bazuca lançados pelos defensores da Nova República declarada independente da Ucrânia.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

UCRÂNIA ÚLTIMA HORA - EXÉRCITO DE LUGANSK ABATE AVIÃO DE KIEV MORREM 60 OFICIAIS E SOLDADOS


Pic

EXÉRCITO DE LUGANSK ABATE AVIÃO MILITAR COM 60 SOLDADOS E OFICIAIS DE KIEV


Separatistas da 


nova república 


derrubam avião 


militar no leste 


da Ucrânia

Ataque foi confirmado pelo ministério ucraniano da Defesa neste sábado.
Cerca de 60 militares estariam a bordo da aeronave abatida.


Lugansk é a capital de uma das duas regiões do leste da Ucrânia que já proclamou sua independência.

"Os defensores da cidade dispararam com uma metralhadora de grosso calibre e atingiram um avião IL-76 do Exército ucraniano que transportava tropas e estava prestes a pousar no aeroporto de Lugansk", informou o ministério. O avião carregava tropas e equipamentos militares, para atacar os civís da nova república acrescentou um funcionário.

O ministério da Defesa manifestou suas condolências às famílias "dos 60 soldados mortos".

RÚSSIA - IRAQUE É VÍTIMA TANTO QUANTO A SÍRIA, EM AMBOS OS PAÍSES, OS TERRORISTAS SÃO OS MESMOS, COMANDADOS PELOS JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL


Rússia criticou a dupla e duvidosa moral do Ocidente, condenando os ataques do Estado Islâmico do Iraque grupo terrorista e do Levante (EIIL) e criticou os ataques de grupos armados no norte do Iraque.
TERRORISTAS USAM VEÍCULOS E ARMAS ISRAELENSES

"Padrões duplos e duvidosos em relação a um mesmo grupo" Estado Islâmico do Iraque e do Levante "no Iraque e na Síria esses mesmos grupos são aliados e comandados pelo Ocidente, é lamentável", disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou um comunicado na quarta-feira.

Além disso, Moscou condenou os "atos desumanos e criminosos" característica do Sionismo, realizados no país árabe "nos termos mais fortes possíveis."

Para expressar o seu total apoio após o governo e as forças políticas do Iraque ", em seu confronto com os militantes."

A Rússia também tem colocado sua esperança de que os membros responsáveis ​​da comunidade internacional agir "consistente" sobre o assunto.

Em conclusão, alerta que as atividades terroristas estão cada vez mais em expansão na região, fato que terá grandes consequências negativas para as pessoas e para a economia dos estados do Oriente Médio, enquanto que ameaçam a integridade territorial.

Desde terça-feira, membros do grupo terrorista EIIL lançaram uma ofensiva contra as cidades do norte do Iraque, que causaram o deslocamento de cerca de 500.000 civis.

MAS, A BEM DA VERDADE E DA REALIDADE, QUEM PLANEJOU A INVASÃO DO IRAQUE FOI O JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, E TAMBÉM HOJE, QUEM ESTÁ COMANDANDO OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS SIONISTAS É O "MOSSAD" ISRAELENSEO RESTO É CONVERSA PRA BOI DORMIR E DESVIAR A ATENÇÃO DO ÚNICO CULPADO NESTA ESTÓRIA : O SIONISMO DE ISRAEL, POIS O SIONISMO CONTROLA TANTO OS EUA QUANTO A INGLATERRA, BLAIR, BUSH E OBAMA, NADA MAIS SÃO DO QUE "CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS", SÃO APENAS PAUS MANDADOS E LACAIOS DO SIONISMO DE ISRAEL.


mrk / CTL / nal

IRAQUE - QUEM PLANEJOU A INVASÃO DO IRAQUE FOI O JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, BLAIR, BUSH E OBAMA SÃO APENAS SEUS LACAIOS


Primeiro-ministro britânico culpa Blair  na crise do Iraque


O Ministro britânico, Norman Baker, culpou o ex-primeiro-ministro Tony Blair pela insegurança que assola atualmente o Iraque por causa de seu apoio à invasão do país árabe  , em 2003, pelos Estados Unidos.

Em declarações à 'Daily Mai ", publicado na quinta-feira, Baker denunciou a intervenção militar dos governos de Blair, e o presidente dos EUA, George W. Bush no Iraque deixou vulneráveis ​​ao país árabe para o extremismo e o levou à desestabilização.

Enquanto isso, Baker voltou a exigir a publicação de uma carta importante de Blair a W. Bush em 2003, perante a Câmara dos Comuns do Reino Unido voto sobre se ou não de Londres devem apoiar a invasão do Iraque.

De acordo com fontes diplomáticas, em linha primear essa carta, Blair escreveu: "Você sabe George, eu estou com você em tudo o que você decidir fazer."

Baker disse que "o povo britânico tem o direito de saber o que estava sendo feito em seu nome sem ser censurado por aqueles que gostariam de ter alguns assuntos secretos."

De acordo com o político, o Partido Democrático Liberal, "O Iraque é, talvez, o caso mais grave de enfraquecimento da democracia durante décadas."

As forças britânicas participaram da invasão de 2003 liderada pelos EUA Iraque para eliminar a falsa alegação de armas de destruição em massa armazenadas pelo regime do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, no entanto, não encontraram tais armas.

Desde o ataque dos EUA ao Iraque, o país da Mesopotâmia sofre uma onda de violência que se intensificou na última semana depois do ataque do Estado Islâmico do Iraque grupo terrorista e do Levante (EIIL) ambos sob o comando do MOSSAD ISRAELENSE, onde invadiram várias cidades.

MAS, A BEM DA VERDADE E DA REALIDADE, QUEM PLANEJOU A INVASÃO DO IRAQUE FOI O JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, E TAMBÉM HOJE, QUEM ESTÁ COMANDANDO OS TERRORISTAS MERCENÁRIOS SIONISTAS É O "MOSSAD" ISRAELENSEO RESTO É CONVERSA PRA BOI DORMIR E DESVIAR A ATENÇÃO DO ÚNICO CULPADO NESTA ESTÓRIA : O SIONISMO DE ISRAEL, POIS O SIONISMO CONTROLA TANTO OS EUA QUANTO A INGLATERRA, BLAIR, BUSH E OBAMA, NADA MAIS SÃO DO QUE "CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS", SÃO APENAS PAUS MANDADOS E LACAIOS DO SIONISMO DE ISRAEL.

kaa / KTG / RBA

segunda-feira, 9 de junho de 2014

UCRÂNIA - NOVO PRESIDENTE NOVO SALÁRIO AOS ASSASSINOS


Ucrânia: novo presidente, aumenta salários, para estimular  a motivação para matar - o maior salário da ucrânia é para os mercenários terroristas. 

Financiamento: BANCOS  JUDEUS SIONISTAS - FMI - OTAN - ISRAEL E EUA

09.06.2014 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 


Novo "presidente" paga a combatentes 16 vezes mais que o salário médio ucraniano

por Anna News
"A fim de melhorar a motivação" (sim, estas são as palavras exatas) e de acordo com a promessa eleitoral do oligarca sinista Poroshenko, mais o sionista Mikhail Koval, ministro da Defesa da junta, anunciou que o regime de Kiev está a aumentar o pagamento aos seus combatentes que vêem a população anti-sionista e pró russa como "terroristas" para 20 mil hrivnyi por mês, o que corresponde a cerca de US$1.700. Na Ucrânia esta remuneração é como uma chuva de ouro (embora sangrento). Os salários médios ali são cerca de US$100 por mês e aos soldados conscritos é pago a metade disto.
Este "impulso" à motivação para matar e morrer por oligarcas, por bandidos banderistas e pela OTAN está de acordo com o carácter e a mentalidade de oligarcas.
Suponho que os custos deste aumento (incrível numa Ucrânia devastada pelos mesmos oligarcas) seja pago pelos mesmos empréstimos do FMI e outros créditos ocidentais. Por outras palavras, o FMI e banqueiros sionistas estão agora a financiar abertamente uma guerra contra a Rússia e contra milhões de pessoas na Ucrânia. Não é preciso dizer que os milhares de milhões de gás russo não pago têm sido utilizados não só para aumentar a riqueza dos oligarcas anti-russos e pró fascistas na Ucrânia (como no passado), mas agora também, como declarado reiteradamente pelos representantes da junta, para "exterminar todos os terroristas" - quer armados, quer desarmados, guarnecendo uma barricada ou sentados numa escola ou numa ambulância.
A diferença entre a junta atual, com o seu novo "presidente" Poroshenko como sua figura de proa formal, e os anteriores governos oligárquicos ucranianos é a decisão estratégica da NATO e dos oligarcas de dar o comando e o controle sobre todas as forças de segurança a militantes sionistas liderados pelo JJUDAICO  SIONISMO DE ISRAEL (anteriormente e ainda apoiado por apenas 1% da população), enquanto lança uma guerra sobre qualquer um que não compre esta nova ditadura SIONISTA e sua campanha de assassínio.
30/Maio/2014 O original encontra-se em anna-news.info/node/16587 e a versão em inglês emwww.globalresearch.ca/...
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

PUTIN - ALÉM DO BEM E DO MAL - NÃO PERMITIMOS PROPAGANDA HOMOSSEXUAL


"Tropas russas na Ucrânia? Onde? Quem disse?!"

09.06.2014 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 


Vladimir Putin enfrentou uma barragem de questões enviesadas feitas por jornalistas franceses, antes da reunião com líderes mundiais, nas comemorações dos 70 anos dos na Normandia. Aqui, uma seleção das melhores respostas às questões importantes: Ucrânia, Crimeia, relações com os EUA.


Sobre a Ucrânia, soberania da Ucrânia e tropas russas:

A crise em curso na Ucrânia tem ocupado o centro da atenção internacional desde o final do ano passado. Enquanto o governo golpista em Kiev está promovendo massacre contra populações no sudesde do país, os EUA só fazem dizer que haveria tropas russas envolvidas na crise e que teriam provas desse envolvimento.

"Ora essa! Se têm provas, por que não as exibem?" - disse Putin aos jornalistas franceses. - "O mundo inteiro jamais esquecerá da secretária de Estado exibindo provas da existência de armas de destruição em massa no Iraque, sacudindo tubos de ensaio com sabão em pó no Conselho de Segurança da ONU. Logo na sequência, tropas norte-americanas invadiram o Iraque, Saddam Hussein foi enforcado e, pouco depois, se descobriu que jamais houve qualquer arma de destruição em massa no Iraque. Vocês sabem como é isso. Uma coisa é dizer. Outra, poder exibir provas autênticas."

"Depois do golpe anti-Constituição em Kiev em fevereiro, a primeira coisa que as novas autoridades tentaram fazer foi privar as minorias étnicas do direito de usar sua língua nativa. Essa proibição gerou muita preocupação entre o povo que vive no leste da Ucrânia."

"Eu não diria que eles são nem pró-russos nem pró-ucranianos. São pessoas que têm determinados direitos políticos, humanitários, e que têm de poder exercer esses direitos."

"Quando o golpe aconteceu, algumas pessoas aceitaram o regime e sentiram-se satisfeitas, e outras pessoas, por exemplo, no leste e no sul da Ucrânia, não o aceitaram."

Sobre a Crimeia, aquele referendo e os laços históricos com a Rússia: 

Depois que a Crimeia, em março, aprovou, em referendo a reintegração à Federação Russa, o ocidente pôs-se a dizer que o povo votara coagido, sob mira armada.

"Havia tropas russas na Crimeia desde antes, nos termos do tratado internacional para a presença de soldados da base militar russa ali existente. É verdade que soldados russos ajudaram os crimeanos a fazer um referendo (1) para decidir sobre a independência da Crimeia; e (2) sobre se queriam ou não unir-se à Federação Russa. Ninguém pode impedir aquelas pessoas de exercerem um direito que está estipulado no Artigo 1º da Carta da ONU, a saber, o direito das nações à autodeterminação."

"Conduzimos diálogo exclusivamente pacífico e diplomático - quero chamar atenção para isso - com nossos parceiros na Europa e nos EUA. Em resposta às nossas tentativas para organizar esse diálogo e negociar solução aceitável, nossos parceiros na Europa e nos EUA apoiaram o golpe ilegal e contra a Constituição, na Ucrânia. Depois disso, já não tínhamos certeza de que a Ucrânia não seria convertida em membro do bloco militar da OTAN.

Nessa situação, jamais permitiríamos que parte histórica do território russo, com população étnica predominantemente russa, fosse incorporada a uma aliança militar internacional [anti-Rússia]. Sobretudo porque os crimeanos desejavam sua reintegração à Rússia - como o referendo comprovou."

Um jornalista perguntou ao presidente se ele quer recriar as velhas fronteiras da União Soviética.

"Queremos usar políticas modernas para ampliar nossa vantagem competitiva, incluindo a integração econômica. Isso é o que estamos fazendo no espaço pós-soviético dentro da União Aduaneira e, agora, também dentro da União Eurasiana."

Sobre as relações com os EUA e as políticas externas agressivas dos norte-americanos:

"Falando da política norte-americana, é bem claro que os EUA estão seguindo política das mais duras e agressivas, para defender seus interesses. Ou pelo menos, é o que os líderes norte-americanos supõem que estejam fazendo. E fazem sempre a mesma coisa, persistentemente."

"Basicamente não há soldados russos em lugar algum pelo mundo; mas há soldados norte-americanos em todas os cantos do mundo. Há bases militares norte-americanas por toda a parte e elas estão sempre envolvidas no destino de outros países, ainda que estejam a milhares de quilômetros de distância das fronteiras norte-americanas."

"Por isso é irônico que nossos parceiros norte-americanos nos acusem de quebrar essas regras..." - disse Putin, aparentemente em referência ao que disse Hillary Clinton sobre a política exterior russa no leste europeu, comparando-a à de Hitler nos anos 1930s.

"Quando alguém força as próprias fronteiras contra outras fronteiras, raramente é porque esteja forte e bem plantado, mas, ao contrário, porque está fraco."

Sore a Rússia, defesa, soberania e partidos de oposição:

Entre as tensões geradas pelo recente negócio de $1,6 bilhão, pelo qual a França fornecerá dois helicópteros Mistral à Rússia, Putin disse esperar que os dois países continuem a desenvolver laços comerciais.

"Sobretudo, nossas relações nessa área estão desenvolvendo-se bem, e queremos continuar a fortalece-las - na aviação, estaleiros e outros setores."

"Nenhuma política de expansionismo e conquista tem qualquer futuro no mundo moderno. Confiamos que a Rússia pode ser e será parceira de seus aliados tradicionais, em sentido amplo, atualmente e para o futuro."

"Países que se incorporem em alianças militares cedem parte da própria soberania a um corpo supranacional. Para a Rússia, isso seria inaceitável. Quanto a outros países, não é coisa que nos diga respeito. Eles que decidam, eles mesmos, essas questões."

"E há outro exemplo: François Mitterrand, que falou da confederação europeia, com a Rússia como membro. Creio que essa oportunidade ainda existe e pensaremos nisso, para o futuro."

Sobre políticas internas, Putin disse que a Rússia é estado democrático e "o atual governo não depende de nenhuma pessoa particular".

"A grande maioria dos cidadãos russos tende a confiar em nossas tradições, nossa história e, se se pode dizer assim, nos nossos valores tradicionais. Vejo isso como alicerce e fator de estabilidade no estado russo, mas nada disso está associado à pessoa do presidente como indivíduo. Além do mais, deve-se lembrar que só recentemente começamos a introduzir instituições democráticas padrão. Elas ainda estão em processo de evolução."

"Alguns de nossos oponentes dizem que se trataria de restrições inaceitáveis. Mas... que tipo de restrições haveria na Rússia? Por exemplo: proibimos qualquer tipo de propaganda e promoção do suicídio, do consumo e produção de dorgas e da pedofilia. São proibidas a propaganda e a promoção dessas coisas. O que haveria de errado nisso?"

Sobre a homossexualidade
"Nos EUA, já que se falou disso, a homossexualidade é considerada crime em vários estados. Na Rússia, isso não existe. Apenas proibimos a promoção e a propaganda da homossexualidade dirigidas a menores. É nosso direito proibir que se faça propaganda da homossexualidade entre nossas crianças, e continuaremos a proibir a propaganda e a promoção da homossexualidade entre menores."  
Vladimir Putin à imprensa francesa, 4/6/2014, RT http://on.rt.com/h3ismi