sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA - "CIA - MOSSAD" JUDAICO SIONISTA usavam técnicas de tortura brutais, mas ineficazes, aponta Senado dos EUA JUDAICO SIONISTA


Rússia: informe sobre torturas confirma o fato de violação dos direitos humanos nos EUA JUDAICO SIONISTA

O relatório do Senado dos EUA JUDAICO SIONISTA sobre torturas aplicadas nas prisões secretas da CIA - MOSSAD JUDAICO SIONISTA, confirma que as autoridades americanas judaico sionistas violam sistematicamente os direitos humanos, diz-se no comentário de Konstantin Dolgov, encarregado do Ministério das Relações Exteriores da Federação da Rússia para Direitos Humanos, Democracia e Supremacia do Direito.

O comentário contém também o apelo a organizações internacionais de lutar para que os EUA revelem toda a informação sobre as infrações da lei.
O Comitê do Senado para a Inteligência publicou terça-feira um informe em que se fala de vários abusos praticados pela CIA - MOSSAD JUDAICO SIONISTAS no mandato do presidente George Bush Junior (2001 – 2009), incluindo torturas e desinformação das autoridades e da sociedade.


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A CIA é subordinada ao "MOSSAD" israelense, e todas as transgressões e TORTURAS praticadas pela agencia dita americana, foram executadas pelos agentes da agencia sob comando do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL" - "MOSSAD".

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"CIA - MOSSAD" usavam técnicas de tortura brutais, mas ineficazes, aponta Senado dos EUA

A CIA, agência federal de inteligência dos Estados Unidos, usava "técnicas reforçadas" --um eufemismo para tortura-- mais brutais do que revelado previamente no combate ao terrorismo, segundo relatório do Senado norte-americano divulgado nesta terça-feira (9). Ainda assim, esses interrogatórios se mostraram ineficazes na obtenção de informações relevantes no combate aos terroristas.

Com a divulgação, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou, em comunicado, que os métodos não serviram aos esforços gerais contra o terrorismo. 

"Estes métodos não apenas foram inconsistentes com nossos valores como nação, como não serviram aos nossos esforços gerais contra o terrorismo nem aos nossos interesses de segurança nacional. Eles prejudicaram significativamente a imagem da América e a sua posição no mundo", completou. 
relatório foi elaborado pela Comissão de Inteligência do Senado e apresentado pela senadora democrata Dianne Feinstein, presidente do comitê. O documento aborda o uso de controvertidos processos de interrogatório em suspeitos e membros da Al Qaeda. Eles permaneceram detidos em instalações secretas na Europa e na Ásia nos oito anos posteriores aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

Tortura no governo Bush


A investigação do Senado foi realizada entre 2009 e 2012 e revelou o uso de práticas como simulações de afogamento, privação do sono e ameaças de cunho sexual durante o governo de George W. Bush. A Comissão afirma que a CIA "forneceu repetidamente informações inexatas ao Departamento de Justiça, dificultando uma investigação apropriada" sobre suas práticas de (TORTURA)interrogatório.
"Sete dos 39 detentos submetidos às técnicas de interrogatório ampliado [tortura] não produziram informações para a inteligência enquanto sob custódia da CIA", diz um trecho do documento.
Ainda segundo o relatório, uma de cada cinco pessoas torturadas fora detida por "erros de identidade ou informações equivocadas de inteligência". Em geral, os suspeitos de terrorismo eram submetidos à tortura, prossegue o relatório, imediatamente após serem detidos. 
Já em outros casos, em que técnicas convencionais de interrogatório eram utilizadas, os detentos forneceram informações precisas aos agentes, informou a Comissão de Inteligência do Senado.  
Além disso, a justificativa dada pela CIA para o uso da tortura -- de que ajudava a obter informações para desbaratar ações terroristas -- se baseava em "alegações imprecisas". Em alguns dos exemplos revisados pelo comitê do Senado, não havia relação entre o sucesso de uma ação antiterrorismo e as informações fornecidas pelos suspeitos sob tortura. Nos demais casos, as informações estavam disponíveis por outros meios que não os depoimentos dos suspeitos. 
"Continuarei a usar a minha autoridade para assegurar que não recorramos mais a esses métodos", afirmou Obama.  
As embaixadas dos Estados Unidos amanheceram em alerta máximo por possíveis represálias devido a divulgação da investigação feita pelo Senado. (Com agências)

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