domingo, 9 de novembro de 2014

ROLLEMBERG APLICA "171" NOS POBRES - DIZ QUE PARA AJUDA-LOS TERÁ QUE ISENTAR OS RICOS DE IMPOSTOS


ROLLEMBERG APLICA "171" NOS POBRES - DIZ QUE PARA AJUDA-LOS, TERÁ QUE ISENTAR OS RICOS DE IMPOSTOS, SÓ QUE ESTE DINHEIRO É DO POVO, SAIRÁ DO ERÁRIO QUE O GOVERNO SUSTENTA OS BENEFÍCIOS SOCIAIS, E NESTE CASO, O GOVERNO DEIXARÁ DE RECEBER OS IMPOSTOS, E DEIXARÁ DE CUMPRIR SUAS AÇÕES SOCIAIS.

 ROLLEMBERG E BETO - Liberam veneno que engorda(TRANSGÊNICO) e, com isso, justifica a liberação de veneno(ANFETAMINA) que emagrece.



Depois dos transgênicos, Rollemberg e Beto Albuquerque vão cuidar da saúde (dos Laboratórios)


beto albuquerq"BETO ALBUQUERQUE" NA CÂMARA E "ROLLEMBERG" NO SENADO

A lógica é simples: 

Liberam veneno (TRANSGÊNICOS DA MONSANTO JUDAICO SIONISTA) que engordam e, com isso, justificam a liberação do veneno (ANFETAMINAS DOS LABORATÓRIOS JUDAICO SIONISTAS) que emagrecem. Matam todo mundo e ainda ficam com os bolsos cheios…

A melhor coisa da escolha de Beto Albuquerque para vice da Marina  e Rollemberg ao GDF, foi oportunizar aos gaúchos e brasilienses de melhor conhece-los. 

Se antes pareciam "51" (uma boa idéia), agora ficam parecendo "171"  (estelionatários) da nossa boa-fé.  Eles tem receita pra melhorar a saúde da "Monsanto Judaico Sionista" (TRANSGÊNICOS) e "Laboratórios Judaico Sionistas"(emagrecedores), só não tem para a saúde do povo, mas mesmo assim contarão com a imprescindível ajuda de "ROLLEMBERG" já eleito governador de Brasília, como primeiro ato de governo - ISENÇÃO DE IMPOSTOS AOS LABORATÓRIOS JUDAICO SIONISTAS, que são as empresas mais ricas do mundo, recebem este polpudo benefício do novo governo do GDF, e, com este ato diz a que veio, aplicando um verdadeiro "171" nos pobres, e que esta ajuda aos ricos é para ajuda-los, mas a realidade que escapa aos neófitos - ESTÁ PAGANDO O FINANCIAMENTO DE CAMPANHA QUE RECEBEU DESTAS EMPRESAS.

Beto declara que não vivemos a ditadura das agências reguladoras’, afirma. (DEVEMOS SEGUIR A DITADURA DOS "LABORATÓRIOS" 

Autor de projeto que liberou volta de emagrecedores, Beto Albuquerque faz críticas à Anvisa
Deputado nega que sua intenção seja a de atacar a competência do órgão para regular o mercado farmacêutico, mas ele está fazendo o que então?

JOHANNA NUBLAT DE BRASÍLIA


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não é dona "da verdade absoluta" e precisa parar de tomar decisões de forma isolada, diz o deputado Beto Albuquerque, vice na chapa de Marina Silva (PSB) à Presidência e autor do projeto que liberou a volta dos emagrecedores ao mercado, aprovado na terça-feira (2) pelo plenário do Senado, lógicamente apoiado por RODRIGO ROLLEMBERG.


O texto ainda será promulgado pelo Congresso para passar a valer, o que deve ocorrer após as eleições. Com isso, ficará suspensa a decisão da Anvisa que vale desde 2011 e proíbe a venda das substâncias femproporex, mazindol e anfepramona (do grupo das anfetaminas e seus derivados), e exigia regras mais rígidas para o comércio da sibutramina.


A direção da Anvisa –que considera o uso dos anfetamínicos um risco à saúde– já fala em aprovar novas restrições à venda dos produtos, como proibir a venda dos anfetamínicos em farmácias de manipulação, onde eram mais comercializados.


À Folha, Beto Albuquerque afirmou que o Congresso tentou dialogar com a Anvisa antes da proibição mas não obteve sucesso, o que deixou pacientes graves sem alternativa de tratamento. Ele diz que foi procurado por pacientes e médicos "desesperados", mas afirma que não teve contato com a indústria de remédios no período.


"Além de não ter valorizado o debate, a Anvisa não apontou alternativas. O médico e o paciente fazem o quê? –Começou a haver todo um mercado paralelo, contrabando, e surgiram outros medicamentos [de uso off-label, ou seja, usados para emagrecer, mas originalmente registrados para outros fins]. E a Anvisa não se preocupou com essas coisas", argumenta.

Questionado sobre os riscos à saúde apontados pela Anvisa para o banimento das drogas, o deputado afirma que todos os medicamentos têm contraindicações e que cabe aos médicos avaliar os riscos e a possibilidade de uso em cada caso.

"Por isso que a Anvisa existe, para fiscalizar o uso dos medicamentos. Lógico que se usar indevidamente pode fazer mal", afirma ( AS ANFETAMINAS NÃO EMAGRECEM NADA, MAS VICIAM).


COMPETÊNCIA LEGAL E LOBY NO CONGRESSO


O vice na chapa de Marina diz que o projeto de decreto legislativo foi proposto diante do que vê como uma "intransigência monocrática da Anvisa" e que teve o objetivo de recolocar o assunto em discussão com "sobriedade".


Albuquerque explica que não teve a intenção de questionar a competência legal da agência para regular o mercado de remédios –apesar de o projeto de decreto legislativo ser usado para sustar atos do Executivo que exorbitam o que se consideram ser suas competências.


"O recado é: tem que se criar uma solução, não pode ser só uma decisão monocrática em que os médicos não podem prescrever mais."


O deputado afirma que a Anvisa deveria chamar o setor envolvido para uma discussão antes de qualquer nova decisão. "Não vivemos a ditadura das agências,"(Beto sugere que VAMOS SEGUIRA A DITADURA DOS "LABORATÓRIOS" , que ele e Rollemberg representam)


Num eventual governo federal do PSB, aponta Albuquerque, as indicações para as agências federais seguirão só critérios técnicos: "Agência não vai ter mais indicação política", afirma. Ainda bem que a Marina foi defenestrada 

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