domingo, 2 de novembro de 2014

EQUADOR, VENEZUELA E INGLATERRA, BARRAM "JUDEUS SIONISTAS" E SUA FAMIGERADA MÍDIA - DILMA NÃO REGULANDO A MÍDIA, QUE RENUNCIE


A MÍDIA JUDAICO SIONISTA DEMONIZOU O IRAQUE NA "MAIOR MENTIRA DO MUNDO" PARA LUDIBRIAR A OPINIÃO PÚBLICA NORTE AMERICANA
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O BRASILEIRO PRECISA SE INSTRUIR E APRENDER MAIS SOBRE POLÍTICA, POIS, CORREU UM RISCO DE ELEGER O "BANCO ITAÚ JUDAICO SIONISTA" COMO PRESIDENTE DO BRASIL, ATRAVÉS DA "TRANSGÊNICA" E "VIÚVA NEGRA" - "MARINA SILVA";
OU ELEGER "OBAMA - CAVALO DE TROIA DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", COMO PRESIDENTE DO BRASIL, ATRAVÉS DE "AÉCIO NEVES", AINDA BEM QUE O "LULA" EXISTE, DO CONTRÁRIO...
SE ARGENTINA E BRASIL NÃO SEGUIREM O EQUADOR, VENEZUELA E INGLATERRA, ESTARÃO FADADOS A CONVIVER COM O SUBTERRÂNEO PODER QUE A MAQUIAVÉLICA MÍDIA DÁ AOS "JUDEUS SIONISTAS" - QUE DESINFORMAM, TRANSFORMAM MENTIRAS EM VERDADES, INFLUENCIANDO TODOS OS ACONTECIMENTOS IMPORTANTES DE QUALQUER PAIS, COM A NEFASTA DESINFORMAÇÃO E CONTRAINFORMAÇÃO, QUE GERALMENTE LEVAM À DESESTABILIZAÇÃO E CONVULSÃO DOS GOVERNOS.

 E CORROMPENDO AUTORIDADES:
UM EXEMPLO AINDA VIVO, É O MINISTRO "JOAQUIM BARBOSA", QUE PASSOU A FAZER JULGAMENTOS E CONDENAÇÕES, SEM UM MÍNIMO DE RESQUÍCIO DE PROVAS, APOIADO NO QUE ERA "MENTIDO" E DITO PELA MÍDIA "JUDAICO SIONISTA" DA , "ISTOÉ", "VEJA", "SBT" E "GLOBO", QUE SÃO REPRESENTANTES LEGÍTIMOS DO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL".
A MÍDIA DEVERIA APENAS NOTICIAR FATOS, MAS FAZEM O CONTRÁRIO, CRIAM FATOS!
E QUANDO DEFENDEM A "LIBERDADE DE EXPRESSÃO", É OUTRA MENTIRA, POIS, O QUE DEFENDEM NA REALIDADE É - "O MONOPÓLIO DA EXPRESSÃO".

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"O FHC teve idéias furadas, nocivas ao país e, para nossa infelicidade, colocou algumas em prática. O Serra não tem idéia nenhuma, o Serra é pobre de imaginação, é omisso, foge dos problemas porque não sabe como resolvê-los. O Serra é mais que medíocre, é perigoso" e sustentado pela mídia "JUDAICO SIONISTA DE ISRAEL"

 Por fim, resta a conclusão deste comentário: a revolução brasileira passa pela regulação ou democratização dos meios de comunicação judaico sionista. 
Não será possível descolonizar o país sem descolonizar as mentes.
(*) Texto dedicado a uma mulher que vi entrar num ônibus, na cidade do Rio de Janeiro. Ela tinha uns 50 anos, cabeça baixa, olhar miúdo e uma expressão entre apenada e envergonhada de sua própria condição, o que ficou bastante evidente ao passar o cartão magnético para destravar a roleta. 
Era como se implorasse para que ele funcionasse e, assim, pudesse seguir viagem após pagar uma das tarifas mais caras do mundo: R$ 2,10. 
Que um dia essa feição submissa não seja regra entre os brasileiros. Que quando nos depararmos diante do abuso cometido por um empresário de ônibus judaico sionista, sejamos fortes e unidos para vencê-lo. 
Que quando estivermos diante de uma tarifa bancária judaico sionista, abusiva, que sejamos fortes e unidos para derrubá-la. 
Que quando estivermos diante de uma violência subjetiva(MENTIRA), que sejamos fortes e unidos para destruí-la. 
Porque todo ato de rebeldia consciente deve ser defendido.

Reino Unido aprova regulação da

 mídia

Do "O Globo":

LONDRES – Depois de países como Equador e Venezuela lançarem este ano medidas de controle da imprensa, foi a vez de o Reino Unido unir-se à polêmica. Dois dias após o premier David Cameron ameaçar censurar o “Guardian” pela publicação de documentos sigilosos sobre a espionagem no país, a rainha Elizabeth II sancionou na quarta-feira um sistema de regulação da mídia que foi amplamente criticado por jornalistas locais. A iniciativa, apoiada pelos três principais partidos políticos britânicos, vem na esteira do escândalo de escutas telefônicas por jornalistas, e depois de os meios de comunicação verem seus esforços contra o controle rejeitados na Justiça.

A novidade deve sujeitar revistas e jornais britânicos a um órgão de fiscalização do governo com a função de coibir os abusos descobertos com o escândalo dos grampos – que revelou que repórteres do jornal “News of the World”, do magnata Rupert Murdoch, e de outros meios de comunicação, tiveram acesso ilegal a ligações telefônicas de celebridades, políticos e vítimas de crimes.Também torna mais fácil para as pessoas que se sintam atacadas pela imprensa terem suas queixas ouvidas, além de permitir ao órgão federal cobrar multas aos meios de comunicação.

(A medida) vai proteger a liberdade de imprensa ao oferecer reparação quando erros forem cometidos”, defendeu o Ministério da Cultura, em comunicado.

Jornalistas locais argumentam que o órgão federal poderia ser usado por políticos para punir publicações das quais não gostam. Eles também reclamam que propostas sugeridas por eles foram ignoradas.

Ex-editores supervisionariam grampo

A guerra, porém, ainda não acabou. Várias publicações já ameaçaram boicotar o novo órgão. Outras consideram levar o tema ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Os meios de comunicação não são obrigados a se inscrever no novo marco regulatório, mas não está claro, até agora, como o impasse será resolvido.

As chances de nos unirmos à interferência estatal é nula – disse Tony Gallagher, editor do jornal “Daily Telegraph”.

Já o grupo “Hacked Off”, que reúne pessoas que se sentiram atacadas pela mídia, elogiou a medida. “A imprensa deveria aproveitar para mostrar que não teme ser submetida a padrões éticos decentes, e que tem orgulho de agir com responsabilidade com as pessoas para quem e sobre quem escrevem”, disse num comunicado.

No mesmo dia, dois jornalistas foram acusados em Londres de supervisionar grampos telefônicos. Segundo a promotoria, Rebekah Brooks, ex-braço direito de Murdoch, e Andy Coulson, ex-chefe de imprensa do premier britânico, teriam supervisionado um sistema de escutas e de pagamentos ilegais a funcionários públicos quando eram chefes do “News of the World”. Ambos negam as acusações.

Ainda quarta-feira, outros três jornalistas do extinto tabloide declararam-se culpados das denúncias relacionadas às escutas, nas primeiras confissões desde o início da investigação, em 2011."

FONTE: escrito por Miguel do Rosário em seu blog "O Cafezinho"  (http://www.ocafezinho.com/2014/10/30/reino-unido-aprova-regulacao-da-midia/).

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