terça-feira, 25 de novembro de 2014

ECONOMIA - ITÁLIA FAZ REFERENDO PARA SAIR DA "ARAPUCA" QUE É A ZONA DO EURO JUDAICO SIONISTA - Hungria e Islândia já sairam


Hoje, 16:04

Político italiano propõe referendo sobre saída da zona do euro judaico sionista, que é na realidade - zona de crise permanente.


Italia, UE, euro, MoVimento 5 estrelas

Foto de arquivo

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Beppe Grillo, líder e ideólogo do Movimento 5 Estrelas (oposicionista), apresentou no Parlamento Europeu um novo programa que visa convocar um referendo sobre a saída da Itália da zona do euro judaico sionista.

Voltaire: "UE" EM CONVULSÃO - HUNGRIA PREPARA REFERENDO, EM ...
“Estamos cansados de imolarmo-nos eternamente e queremos reaver a nossa independência e soberania na política monetária, assim como desejamos que o Banco da Itália imprima dinheiro no nosso território”(A HUNGRIA JÁ IMPRIME SEU PRÓPRIO DINHEIRO E SE LIVROU DA ESCRAVATURA MONETÁRIA, IMPOSTA PELO "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, E EXPULSOU DE SEU TERRITÓRIOS OS REPRESENTAÇÕES MONETÁRIAS DO "FMI" E DO "BANCO CENTRAL EUROPEU"), declarou Grillo, destacando que a renúncia ao euro judaico sionista permitirá que o país ganhe posição e ultrapasse a prolongada crise.
Voltaire: HUNGRIA – EXPULSA OS “JUDEUS SIONISTAS” DA ECONÔMIA...
O antigo cômico, cujo movimento obteve nas últimas eleições para o Parlamento Europeu 21% graças principalmente a promessas de conseguir o regresso da moeda nacional, assevera que o Movimento 5 Estrelas tem todas as chances e hipóteses de alcançar o objetivo marcado e aprovar seu projeto no Parlamento italiano até dezembro de 2015.
Resultado de imagem para fotos de Carlo SibiliaCarlo Sibilia, deputado e membro do Movimento 5 Estrelas, referiu em entrevista à Voz da Rússia as razões pelas quais a Itália deve abandonar a zona do euro judaico sionista:
– Basta dizer que a nossa dívida pública subiu em flecha em resultado da introdução da moeda europeia na Itália. Infelizmente, a circulação do euro JUDAICO SIONISTA influi negativamente na vida de simples cidadãos e na atividade de pequenas e médias empresas que, não sendo capazes de desvalorizar o euro, que se administra centralizadamente, são obrigadas a desvalorizar o valor da mão-de-obra. Em resultado, na Itália, o euro judaico sionista vai de encontro e contra os direitos dos trabalhadores, que são espezinhados e vilipendiados, e o número de empresas está diminuindo e as que ficaram estão em situação pré falimentar, tal como a produção no país que está em queda permanente.
– Considera que o regresso da lira permitirá à Itália resolver os problemas acumulados no país?o 
– Insistimos não apenas no regresso da lira, mas também na soberania monetária. Na Itália deve haver um banco estatal que não temos atualmente, porque o Banco da Itália, como se sabe, tem uma parte de capital privado.
– O vosso líder, Beppe Grillo, declarou que o referendo sobre a saída da zona do euro irá decorrer sem falta em dezembro de 2015. Considera que será viável cumprir essa tarefa ambiciosa neste prazo, reunindo 50 mil assinaturas em apoio e conseguindo que seja aprovada uma lei que permitirá realizar tais plebiscitos?
– Claro que o nosso caminho rumo a esse objetivo não será fácil, mas tencionamos fazê-lo no prazo marcado. A realização desse referendo diz respeito não apenas ao nosso movimento, mas também a toda a Itália. Isso significa que não é o Movimento 5 Estrelas, mas o povo italiano que assinará a nossa proposta e é ele próprio que apresentará o respetivo projeto-lei no Parlamento. Quando o Parlamento receber um milhão de assinaturas, ele terá de ir ao encontro da vontade de italianos e discutir a possibilidade de convocar o referendo. Não duvidamos de que a lei será aprovada e, em resultado, o referendo terá lugar. Por outro lado, dispomos de dados de que os italianos votarão a favor da saída da zona do euro, e a consequente recuperação incontinente da nossa soberania econômica.


SAIBA MAIS...


ZONA DO EURO, nada mais é do que uma “ARAPUCA”,  maquiavélicamente planejada e executada pelos “JUDEUS SIONISTAS”, onde os países para ingressar na “ZONA DO EURO”, tinham que ceder suas ESTATAIS, diga-se de passagem, aos “JUDEUS SIONISTAS”, do contrário não eram aceitos. Ora as ESTATAIS eram suas únicas fontes de renda, e tiveram que “PRIVATIZAR” seus bancos nacionais também, os governantes destes países caíram na “ARAPUCA”, por dolo ou por ignorância, a bem da verdade é que ficaram sem renda, a esperança era que iriam receber impostos para suprirem suas necessidades, aí descobriram o óbvio, pois as ESTATAIS privatizadas  não pagam impostos, isto é feito através de MUTRETAS CONTÁBEIS, onde passaram a contabilizar a distribuição de dividendos sobre os lucros, como se fossem despesas, exemplo presente foi a Telefônica do Perú flagrada numa sonegação fiscal de 1 BILHÃO DE EUROS, ora, aí não há impostos a recolher, e os bancos JUDEUS SIONISTAS, passaram a ofertar dinheiro fácil aos governos, estes sem opção começaram a se endividar, e como se paga se não há renda? O melhor da estória é isso aí, passaram a privatizar os serviços essenciais, água, energia e escolas, com isso os ESTADOS perderam sua SOBERANIA, como é o caso dos gregos, que estão a perder suas ilhas também, fora a parte desta TRAGÉDIA GREGA, o resto dos países estão com um desemprego que atinge 1\4 da população,, só sobrou PRIVATIZAR o recolhimento de impostos, mas não mais, isso já esta em andamento na ESPANHA em breve. País sem ESTATAL, país sem SOBERANIA. Os presidentes passarão a ser apenas GERENTES, logicamente comandados por ISRAEL que é a PÁTRIA DO SIONISMO.   

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