quinta-feira, 30 de outubro de 2014

MOTIVO "I" DO ASSASSINATO DE CAMPOS - MAIO 2014 - EDUARDO CAMPOS RECHAÇA AÉCIO NEVES - NÃO TEMOS O MESMO PROJETO E NÃO ESTAREMOS JUNTOS EM 2015

CAMPOS JAMAIS APOIARIA AÉCIO, FOI ELIMINADO.

A MÍDIA E OS INSTITUTOS DE PESQUISAS (ALIADOS DE AÉCIO), MENTIAM, (A EXEMPLO DO QUE FIZERAM COM HADDAD EM SÃO PAULO, DADO COMO TERCEIRO LUGAR E RUSSOMANO EM PRIMEIRO, PARA BENEFICIAR SERRA, A REALIDADE SE REVELOU NO FINAL, RUSSOMANO TERCEIRO E HADDAD PRIMEIRO), QUANDO DIZIAM QUE AÉCIO ERA O SEGUNDO COLOCADO, QUEM IRIA PARA O SEGUNDO TURNO, COM CERTEZA SERIA CAMPOS, AÉCIO NÃO TINHA A MENOR CHANCE DE CHEGAR NA RETA FINAL, ALGUMA COISA TERIA QUE SER FEITA..., E O FOI, A ELIMINAÇÃO DE EDUARDO CAMPOS...

EDUARDO CAMPOS RECHAÇA AÉCIO NEVES - NÃO TEMOS O MESMO PROJETO E NÃO ESTAREMOS JUNTOS EM 2015


COMEÇARAM A SE ENGALFINHAR


Eduardo Campos tenta fugir da sombra de Aécio Neves. O PSDB tem uma plataforma de governo que traria sérios prejuízos para a massa de trabalhadores brasileiros, caso o tucano fosse eleito presidente da República.

Eduardo Campos rechaça Aécio: "nossos projetos são distintos"
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O ex-governador de Pernambuco e pré-candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos, afirmou que não se vê fazendo parte do projeto do senador Aécio Neves (PSDB). Na última sexta-feira, Neves afirmou que estaria no mesmo projeto em 2015. “Eu acho que a gente tem projetos que são distintos, que tem base na política social distinta”, disse o ex-mandatário pernambucano após participação em um seminário do Partido Pátria Livre (PPL).

Campos destacou que tem ideias diferentes de Aécio, como na posição de regras trabalhistas, sem tirar os direitos do trabalhador, afirmou ser contra a redução da idade penal e no papel do Banco Central, disse que a instituição financeira deve proteger a moeda brasileira. “Isso não impede que nós tenhamos a capacidade de ver o que nos une do ponto de vista dos interesses do País. Mas nós estamos oferecendo ao Brasil caminhos que não são a mesma coisa”, disse Campos.

Durante a conversa com jornalistas após o seminário, o ex-governador afinou o discurso contra a atual política econômica do governo, excluindo o papel do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e colocando a culpa em cima da atual presidente, Dilma Rousseff, ao dizer que cresceu o sentimento de piora no Brasil depois de 2011, com um rompimento do “diálogo com a sociedade”.

“Cresceu no país a sensação que as mudanças para melhor foram interrompidas. Chegou a piorar a vida nas cidades de forma acelerada, a vida das pessoas”, afirmou o ex-governador. “O governo (federal) não leu exatamente essas alterações e ficou completamente distante da possibilidade de debater fazer uma autocrítica e reconduzir o Brasil há outro padrão de governança”.

Sobre um possível segundo turno, Eduardo Campos afirmou que tanto ele como Aécio podem estar no pleito, assim como ambos podem estar em embate. “Eu tenho certeza que vou estar no segundo turno e eu não sei a essa altura quem vai estar no segundo turno para disputar a eleição comigo. Você pode ter até um cenário em que eu e Aécio possamos estar no segundo turno”, afirmou.

Campos ainda criticou a proposta do ministro da Fazenda Guido Mantega em aumentar os tributos. “Hoje mesmo teve entrevista do Ministro da Fazendo falando em aumentar tributo. Tudo que o Brasil não precisa é aumentar tributo”, rechaça o pré-candidato pessebista.

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