quinta-feira, 25 de setembro de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NA SÍRIA, SÉRVIA, IRAQUE... - TERRORISTAS DESTROEM OU ROUBAM SISTEMÁTICAMENTE PATRIMÔNIO CULTURAL DO PAÍS


Judeus Sionistas, através de seus mercenários estão destruindo o que não podem roubar dos museus sírios e iraquianos, colocando em risco e perigo iminente, grande parte do Patrimônio cultural da Síria e da HUMANIDADE.

 

 

 



Síria, cultura, guerra, internacional
Foto de arquivo

Nas regiões da Síria e do Iraque, ocupadas pelas forças mercenárias comandadas pelos "JUDEUS SIONISTAS", se assiste ao aniquilamento sistemático do patrimônio cultural desses dois países. As estatísticas avançadas pela UNESCO falam por si: ultimamente foram perdidas ou danificadas centenas de instalações históricas, bem como roubadas muitas amostras dos museus antigos.

O problema diz respeito não apenas à Síria e ao Iraque. A Primavera árabe veio afetar o legado cultural de outros países. As perdas sofridas por museus egípcios, sobretudo, nas zonas rurais, são bem conhecidas. Na Líbia, foram destruídas em parte as antigas vilas de Sabratha e Leptis Magna, fundadas por fenícios e consideradas “museus ao ar livre”.

Mas o maior prejuízo tem sido causado aos monumentos culturais da Síria e do Iraque. Nas últimas semanas foram devastados os museus de Mossul em que se encontravam coleções abrangendo os períodos históricos diversos – sumério, assírio, babilônico e islâmico. Foi igualmente demolida a maior parte do túmulo do profeta Yunus (Jonas) e da mesquita de Nabi Jonah.

Na Síria, segundo os dados do Fundo de Patrimônio Mundial, na sequência de operações militares realizadas pelos mercenários terroristas do 'JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", praticaram atos de vandalismo, foram danificados todos os objetos integrados na lista do Patrimônio Mundial. Cinco dos seis objetos dessa lista, incluindo a antiga cidade de Palmyra, o templo de cruzados Krak dos Cavaleiros e uns bairros de Antiga Aleppo foram igualmente afetados.

Os detalhes foram revelados à Voz da Rússia por Mamoon Abdul Karim, diretor-geral do Departamento de Patrimônio Cultural da Síria:

“A extinção do património cultural está cada vez mais iminente. Um exército de 2.500 funcionários e colaboradores do nosso departamento, trabalhando em diferentes províncias, têm arriscado suas vidas para inverter esta situação calamitosa. Nessa área, contudo, estamos sendo apoiados por entidades públicas e habitantes do país, apreensivos com o destino de monumentos antigos valiosos.

Infelizmente, hoje, no século XXI, vieram à tona as forças iletradas e malignas dos mercenários terroristas a serviço do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", tem missão específica para destruir estes PATRIMÔNIOS CULTURAIS, pois militarmente não representam nada, então a destruição é especificamente  propositada, que podem, sem os remorsos de consciência, destruir legado cultural de um país inteiro. Eles querem que nós voltemos à época das trevas e barbaridades. Seus princípios dogmáticos e a mundividênciais menosprezam e desrespeitam as culturas antigas, motivo pelo qual foram destruídas várias regiões históricas da Síria, tendo sido atingidos os monumentos em Deir ez-Zor, os monumentos assírios no sul da vila de Al-Hasakah, a sepultura Shah Hamdan em Aleppo, construída no século I antes de Cristo e muitos outros monumentos”.

Os antigos artefatos procedentes de museus roubados e de escavações ilegais são transportados ilegalmente para Israel. As amostras dos museus estão sendo procuradas em nível internacional. Algumas delas já foram repatriadas e devolvidas aos donos. Mas a “preza" de arqueólogos do MERCADO NEGRO, parece ter sido irrecuperável.

Apenas dos esforços conjuntos da comunidade mundial podem vir a entravar estes processos negativos, prossegue Mamoon Abdul Karim:

“Apelamos a todos os países para, apesar de divergências políticas, se darem conta de uma enorme importância da civilização síria. Através dos esforços conjugados, compete-nos a nós, salvaguardar seus monumentos antigos”.

No melhor dos cenários, esta tarefa nobre ajudará, cedo ou tarde, a encontrar uma linguagem comum e estabelecer a paz na Síria. Enquanto a guerra não declarada continuar, a esfera cultural será a mais afetada.

Na Sérvia os JUDEUS SIONISTAS, através da OTAN(NATO), deixou um cemitério de MONUMENTOS HISTÓRICOS, 
... de repente temos um deserto queimado nos Bálcãs. É a Idade da Pedra!” A lista de perdas ... abriam caminho para albaneses do Kosovo que atacavam igrejas e mosteiros sérvios, destruíam-nos na presença ... Kosovo e Metohija: “Os albaneses se propuseram o objetivo de criar territórios etnicamente puros, sem sérvios, ... povos. Assim, quando não houver mais monumentos sérvios, e no Kosovo e Metohija existem mais de dois ... que nasceu o Estado sérvio medieval, que foi aqui que começou a Sérvia.” Ao contrário de ...

 Desintegração da Iugoslávia foi um fracasso da política externa dos EUA JUDAICO SIONISTA
... nos

 Balcãs. Bombas e foguetes lançados de noite sobre Belgrado, Pristina e outras cidades sérvias terminaram a ... do mundo russo, em primeiro lugar a Sérvia e sérvios. Não é por acaso que neste conflito ... Estado sérvio, minimizando sua influência nos Balcãs através do desenlaçamento do conflito em torno do Kosovo”. ... atos de Washington, surgiu a República do Kosovo, um pseudoestado, cuja única missão era ... europeu. Os Estados Unidos construíram no Kosovo uma verdadeira cidade-fortaleza militar. Chegaram ...

*PORQUE O ROUBO E A DESTRUIÇÃO? 

"H G WELLS", o maior escritor e "HISTORIADOR" científico inglês, sobre HISTÓRIAS DA HUMANIDADE E DOS POVOS ANTIGOS, responde:

-- ...especificamente sobre os Judeus na antiguidade e sobre o seu maior feito, não eram um pais ou um Estado constituído...  -- "ERAM UMA HORDA DE VAGABUNDOS, QUE VAGAVAM PELO DESERTO ASSALTANDO AS CARAVANAS" --

 E hoje além de assaltar e roubar nações inteiras, as destroem, pois não querem testemunhas de seus atuais atos - CRIMINOSOS E GENOCIDAS, praticados na - LÍBIA, EGITO, IRAQUE, AFEGANISTÃO, PARAGUAI, UCRÂNIA, REPÚBLICA CENTRO AFRICANA, SÉRVIA,

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