terça-feira, 12 de agosto de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NO IRAQUE - MERCENÁRIOS DOS JUDEUS ESTÃO DIVIDINDO O IRAQUE


Serguei Duz
Ontem, 22:41

Iraque passa ponto de não-retorno

Iraque

O novo governo do Iraque será chefiado por Haider Al-Abadi. O ex-premiê Nouri al-Maliki se pronunciou contra, tendo acusado os EUA de apoiarem uma decisão inconstitucional. Estamos perante uma grave crise política, cujo desfecho poderá ser a continuação da escalada na guerra civil e o desmembramento final do país, que é o objetivo dos JUDEUS SIONISTAS.

A primeira declaração de Al-Abadi logo após sua nomeação foram palavras sobre a necessidade de uma união contra a campanha de terrorismo no Iraque e travar o avanço dos grupos de mercenários terroristas comandados pelo Mossad de Israel . Mas a unidade dos iraquianos em torno de um mesmo líder geralmente aceite é precisamente o problema mais difícil que influencia decisivamente as perspetivas do país.
A rápida fragmentação da sociedade iraquiana ocorre no contexto de um aumento do conflito militar interno. As forças governamentais e a força militarizada curda, tendo recebido o apoio dos EUA, travam violentos combates contra os mercenários terroristas comandados pelo Mossad de Israel 

Mas até este momento ainda não se conseguiram obter sucessos visíveis. Entretanto, o país já ultrapassou o limite da catástrofe humanitária, sublinha a ativista iraquiana Hana Edward:

“No Iraque ainda não foi resolvido o problema dos refugiados que surgiu após a queda do regime de Saddam Hussein. A quantidade de pessoas que abandonou suas casas depois da intervenção dos EUA é de 1,5 milhões de pessoas. Em 11 anos eles não viram sua situação melhorada. A situação se agravou com os constantes atentados terroristas em diversas partes do país, praticados pelos mercenários terroristas sob a supervisão direta dos JUDEUS SIONISTAS.

Até à agressão dos terroristas do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL( EIIL) as maiores dificuldades recaiam sobre os cristãos e os turcomanos. Agora se somou o problema dos yazidis. Oito yazidis, segundo nossos dados, foram executados em frente de suas famílias por se recusarem colaborar com os combatentes terroristas do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL( EIIL). Várias dezenas de alunas das escolas foram estupradas. A mídia local fala de meninas desaparecidas. Se supõe que elas tenham sido levadas pelos terroristas para escravatura sexual. 

Existem também outros tipos de problemas. Os refugiados são normalmente instalados em escolas, o que interrompe seu funcionamento. Além disso, eles normalmente são abrigados a bastante distância de suas casas. Ou seja, mesmo que a situação estabilize, muitos deles não conseguirão regressar a casa sem ajuda.”

Muitos peritos pensam que essa situação estava predestinada ainda quando os norte-americanos que ocupavam o Iraque, não compreendendo bem a situação no país, apostaram numas alegadas “forças democráticas” que aqui não tinham como surgir. Diz o embaixador e diretor do Centro de Parceria de Civilizações Veniamin Popov:

“Esse beco sem saída foi criado peloJUDAICO SIONISMO DE ISRAEL. Em 2003 eles intervieram no Iraque e o equilíbrio nesse país, que foi evoluindo ao longo de séculos, foi alterado. Tradicionalmente o Iraque era governado pela minoria sunita. Ela está melhor preparada e é melhor formada. Os xiitas são quase dois terços, mas eles ocupavam postos secundários. Os JUDEUS SIONISTAS, naturalmente, entregaram o poder aos xiitas. Nessa altura teve início uma luta muito séria.”

O sistema político construído durante a presença DO SIONISMO, baseado numa transferência mecânica dos princípios da democracia ocidental para o solo iraquiano, foi progressivamente abalando o país. Diz o orientalista Viacheslav Matuzov:

“Eu penso que esse comportamento é ilegítimo por parte dos JUDEUS SIONISTAS, os quais já não é a primeira vez, nem o primeiro país, em que tentam ditar as soluções políticas internas. Entretanto também impõem a este ou aquele país seus próprios candidatos. Isso é inadmissível. Isso é uma violação da Carta das Nações Unidas. É uma violação dos princípios fundamentais do direito internacional. Eu penso que no final isto poderá terminar numa resistência e no desmantelamento das instituições democráticas que apenas começaram brotando em terras iraquianas.”

Neste momento no Iraque são todos contra todos: sunitas e xiitas, muçulmanos e cristãos, liberais e autocratas estão prontos a saltar ao pescoço uns dos outros, porque o nível de ódio mútuo já atingiu proporções nunca antes vistas.

Existe a possibilidade de o ex-premiê Nouri al-Maliki recorrer à violência: às tropas e forças de segurança fiéis aos xiitas. Isso será uma catástrofe para o Iraque, considera o ministro das Relações Exteriores do país, o curdo Hoshyar Zebari.

Na opinião de uma série de peritos, a catástrofe no Iraque já ocorreu. Existe uma hipótese de o novo governo poder recuperar a confiança dos cidadãos e defender os interesses de toda a população. Mas essa hipótese é ténue. 

O Iraque, ao que tudo indica, já passou o ponto de não-retorno ou, pelo menos, se aproximou dele.

  • # elderdoriaelderdoria full_date_yesterday
    OS EUA SÃO O REINO DO MAL E EXPORTAM A DISCÓRDIA PARA VENDER ARMAS E SERVIÇOS DA OTAN ORGANIZAÇÃO TERRORISTA DA AMERICA DO NORTE E VASSALOS É NISSO QUE DA A ONU ESTA NELA E SEM ASSENTO ROTATIVO PARA QUE OS CRIMINOSOS DE GUERRA AMERICANOS NÃO SEJAM JULGADOS
  • # Jefferson GoisJefferson Gois full_date_yesterday
    Serguei Duz, bela reportagem, nada a acrescentar. Parabéns.
  • # gilsongilson full_date_yesterday
    eles entraram no Iraque com a "promessa" do Bush de fazer do Iraque uma democracia. Mas o único que entendia de política por lá era mesmo Saddam Hussein. Os EUA fizeram estragos no Iraque, depois na Líbia que vive uma desgraca hoje, e tentaram fazer a mesma coisa na Síria. Só nao foi pior por lá por causa da Rússia, que se opos ao bombardeamento. Ainda assim os EUA apoiaram os rebeldes com armas e logistica, o resultado é a Isis dentro do Iraque. Quer dizer, os EUA merecem o premio nobel de Quimica por transformar o Oriente Médio em fezes.

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