segunda-feira, 25 de agosto de 2014

EDUARDO CAMPOS "ASSASSINADO" - AÉCIO NEVES ATIROU NO QUE VIU E ACERTOU O QUE NÃO VIU - QUEM ARRUMOU O AVIÃO FAZ PARTE DO COMPLÔ


É CLARO E EVIDENTE QUE QUEM ARRUMOU O AVIÃO ARAPUCADO, TEM MUITO A VER COM O ASSASSINATO DE EDUARDO CAMPOS.
MARINA SILVA TEM LIGAÇÕES PERIGOSAS E SUSPEITAS, O SEU VICE NA ELEIÇÃO PASSADA É "JUDEU SIONISTA" E O SEU PADRINHO, QUE FORAM VISTOS ALMOÇANDO JUNTOS, NADA MAIS É DO QUE O CHEFE DA MÁFIA DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL NA EUROPA - TONY BLAIR.
SE O DITADO POPULAR "DIZ-ME COM QUEM ANDAS E DIR-TE-EI QUEM ÉS" É FATO, ENTÃO A MARINA SILVA TEM CULPA NO CARTÓRIO, ALÉM DO QUE, É A  BENEFICIADA DIRETA E OS "JUDEUS SIONISTAS" SERÃO BENEFICIADOS INDIRETAMENTE, TERÃO A PRESIDÊNCIA DO BRASIL NAS MÃOS!




G




sobre suspeitas




 em uso de avião


Candidato diz ainda que não há espaço para sonhos sem projetos factíveis

Maria Lima

Passado o susto inicial com a mudança de rumos da disputa presidencial, o candidato do PSDB, Aécio Neves mostrou ontem que não assistirá calado ao crescimento da candidata do PSB, Marina Silva. Com o cuidado de não atacar a herdeira de Eduardo Campos, ele iniciou a polarização com Marina, contrapondo o perfil apolítico e o "sonho" dos marineiros com a "realidade" difícil do país.

Aécio também disse que, assim como ele teve que responder a questionamentos sobre a construção do aeroporto de Cláudio, Marina deve estar preparada para responder sobre as suspeitas de irregularidades no uso do jato que caiu em Santos, no dia 13, matando Campos.

O Globo

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PF vai investigar se avião foi comprado com uso de caixa 2

Mariana Barbosa e Mario Cesar Carvalho

Negócio que envolve o jato que sofreu o acidente que matou Eduardo Campos (PSB) está em limbo jurídico

Campanha teria que comprovar doação de avião e será obrigada a fazer prestação de contas por seu uso

Depois de se deparar com uma empresa de fachada e empresários sem condições econômicas para comprar um avião de R$ 18,5 milhões, a Polícia Federal vai apurar se a aeronave que caiu com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB) foi comprada com dinheiro de caixa dois de companhias ou do próprio partido.

O avião pertence ao grupo A. F. Andrade, dono de usinas de açúcar que está em recuperação judicial, com dívidas de R$ 341 milhões.

No dia 15 de maio deste ano, um empresário de Pernambuco e amigo de Campos, João Carlos Lyra de Melo Filho, assinou um compromisso de compra da aeronave e posteriormente indicou as empresas BR Par e a Bandeirantes Pneus para a assumir dívidas de US$ 7 milhões (R$ 16 milhões) junto à Cesnna.

A BR Par não existe no endereço que aparece no seu registro na Junta Comercial, na avenida Brig. Faria Lima, em São Paulo. A Bandeirantes foi recusada pela Cessna por falta de capacidade econômica.

Mais suspeitas

Além do limbo jurídico sobre quem é o dono do avião, há também suspeitas de crime eleitoral. Para justificar o uso do jatinho perante o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a campanha do PSB precisaria apresentar em sua prestação de contas documentos que não existem.

Para poder transportar o candidato até que a documentação fosse transferida para aliados de Campos, o avião precisaria ter sido doado para a campanha do PSB.

A lei eleitoral permite a doação dos chamados bens permanentes --avião ou carro. "Mas a doação precisa constar de um contrato, com a emissão de recibo eleitoral pela campanha", diz Katia Kufa, presidente do Instituto Paulista de Direito Eleitoral. "Esse contrato precisa ser feito antes da doação."

Segundo Ricardo Tepedino, advogado do grupo A. F. Andrade, não houve doação.

Pela lei, a campanha precisará explicar como bancou todas as despesas com voos, estimadas em R$ 1,2 milhão.

Na primeira parcial de prestação de contas, não há nenhuma despesa relacionada ao avião. A campanha, porém, poderá prestar contas até 25 de novembro, se houver segundo turno.

O custo da operação do jato foi calculado pela reportagem com base em uma análise dos planos de voo, aos quais a Folha teve acesso.

Ao longo de quase três meses, o Citation pousou em 34 aeroportos, contabilizando 118 horas de voo.

Foram analisados os voos realizados do dia 15 de maio, quando o avião passou a ser usado exclusivamente pela campanha, até 13 de agosto, dia do acidente.

Se tivesse contratado empresa de táxi aéreo, a campanha teria gasto R$ 1,7 milhão. O custo é maior por incluir a margem de lucro.

A hora de voo do Citation XL custa em média R$ 14,5 mil. Para um operador privado, o custo operacional é de cerca de R$ 10 mil.

Para não configurar crime eleitoral, todas as despesas de combustível, salário de piloto e manutenção precisam ser pagas com notas emitidas em nome da campanha.

Reportagem do jornal "O Globo" revelou que no aeroporto Santos Dumont as despesas de apoio em solo foram pagas pela Lopes e Galvão, empresa com sede em uma escola infantil de Campinas.

"Se os gastos com o avião não forem declarados, isso pode configurar omissão de despesas e o candidato pode responder a uma ação por abuso de poder econômico", diz Kufa. Para ela, Marina pode ter a candidatura cassada e se tornar inelegível se as contas forem rejeitadas.

O Globo

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