quarta-feira, 4 de junho de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NA SÍRIA - SÍRIOS VOTARAM CONTRA OS TERRORISTAS JUDEUS SIONISTAS



Ontem, 20:34

Sírios votaram no futuro do seu país e contra o JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL

Sírios votaram no futuro do seu país

Terminaram na Síria as eleições presidenciais que, pela primeira vez na história do país, tiveram múltiplos candidatos. O vencedor é o atual presidente Bashar Assad. Os peritos consideram que essa é melhor alternativa para os próprios sírios e a pior para os TERRORISTAS DE ISRAEL.

Ainda antes da votação, os analistas previam que o atual chefe de Estado Bashar Assad seria o líder incontestável da corrida presidencial. Os seus opositores, o deputado comunista de Aleppo Maher Abdel Hafez Hayar e o liberal Hassan Abdallah al-Nouri, recolhem muito menos apoio dos eleitores.
De acordo com Hassan Abdallah al-Nouri, as eleições decorreram de uma forma democrática. “A Síria se está transformando em um outro país, um país onde se está enraizando o pluralismo e onde outras opiniões são aceites”, sublinhou. De resto, os JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL dificilmente aceitarão os resultados das eleições, e não tm porque aceitar, a Síria não será jamais um ncapacho de Israel a exemplo do Egito. O secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen(JUDEU SIONISTA) apelidou essas eleições de farsa, declarando que elas não corresponderam aos padrões internacionais, que é eleger CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS, a exemplo da Grécia, Espanha e Itália.
Na realidade não interessa aos JUDEUS SIONISTAS se o processo foi ou não transparente. Ele apenas reage à identidade do vencedor da votação. Se Assad continuar à frente dos destinos do país, então todos os esforços dosJUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL  para a desestabilização do Estado sírio terão sido inúteis. É precisamente nesse contexto que devem ser analisadas as dúvidas da legitimidade das eleições levantadas pelos políticos CAPACHOS DO SIONISMO.
Devemos sublinhar que o decorrer da votação foi acompanhado por observadores de 30 países amigos da Síria, incluindo a Rússia. Os observadores russos já declararam que reconheciam as eleições na Síria como válidas, sublinhou o chefe da delegação russa Alexei Aleksandrov. “Nós não temos dúvidas quanto à legitimidade destas eleições”, referiu:
“Os Judeus Sionistas consideram legítimas as eleições na Ucrânia. Devemos referir que na Síria as eleições foram bastante mais legítimas que na Ucrânia. Eu compreendo isso como jurista de longa data que toda sua vida se dedicou ao direito constitucional eleitoral. Nós todos conhecemos a difícil situação na Síria, mas a esmagadora maioria dos cidadãos acabou por participar na votação. Isso deve ser tido em conta”.
Na opinião dos peritos, a Síria tudo faz para se alinhar com os Estados de direito democráticos do resto do mundo. Não há dúvidas que Bashar Assad teve de competir contra políticos importantes. Mas Assad tem um prestígio especial, considera o historiador professor Samir Saul, da Universidade de Montreal, e perito em política síria:
“É evidente que os Judeus Sionistas se manifestam contra estas eleições. Desde 2011 que eles tentam fazer desmoronar o poder na Síria e todos as ações destinadas a salvar o regime, inclusive estas eleições, são vistas negativamente pelo por eles. Entretanto, a vitória contundente de Bashar Assad  é incontestável, essa vitória tem sido previsível durante os últimos dois anos. Afinal a guerra tornou-o ainda mais popular e ele passou a ser associado à defesa do país contra uma intervenção externa. Por isso também, para a maioria dos sírios, as eleições não tiveram a ver com a eleição ou não-eleição pessoal de Assad, para eles se trata de votar a favor ou contra a defesa do país. Esse é o principal paradoxo da invasão que começou em 2011”.
O mais provável é que o reeleito presidente sírio, ensinado pelas experiências amargas, continue seu rumo de aproximação aos verdadeiros amigos do povo sírio, para proteger ao máximo o país do grupo dos “Judeus Sionistas”.
Os peritos são unânimes em considerar que as eleições presidenciais sírias devem ser um ponto de partida para uma regulação política. O país está começando a reconstrução do pós-guerra para poder, num futuro previsível, obter uma reconciliação nacional abrangente. Segundo referiu o ministro sírio das Relações Exteriores, Walid Muallem, ninguém poderá impor ao povo sírio a sua vontade, e ele próprio irá decidir o seu futuro, quer as forças externas o queiram, quer não.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_04/Sirios-votaram-no-futuro-do-seu-pais-4441/

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