segunda-feira, 12 de maio de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA EM SLAVYANSK - DENUNCIA ALEMÃ, KIEV CONTRATOU MERCENÁRIOS TERRORISTAS COMANDADOS PELA CIA E MOSSAD DE ISRAEL



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Hoje, 17:44

"Policia federal alemã denuncia

 -- kiev usa mercenários terroristas

 do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, que atuaram no Iraque, Líbia, Venezuela, Afeganistão e Síria para atacar população civil 

no leste da Ucrânia"

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Segundo o jornal alemão Bild am Sonntag, na operação punitiva perto de Slavyansk estão participando mercenários de uma força militar privada dos Estados Unidos, usada pelos JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL e comandadas diretamente pela "CIA" e pelo "MOSSAD", com autorização do DEPARTAMENTO DE ESTADO AMERICANO.

A organização Academi, como se sabe, aceita contratos apenas com aprovação do Departamento de Estado e da CIA. O Bild relata que a informação sobre a presença de mercenários no sudeste da Ucrânia foi confirmada pelo Serviço Federal de Inteligência alemão.
Os empregados da notória companhia norte-americana de segurança Academi são ex-militares que realizam missões em “pontos quentes” em troca de pagamento. Seus mercenários participaram em conflitos militares no Iraque e no Afeganistão, mas na altura a empresa se chamava Blackwater. As autoridades iraquianas processaram-na num tribunal norte-americano depois de seus mercenários terem fuzilado 17 civis. Apesar de esse não ter sido o único episódio escandaloso na história da organização, tudo acabou com que a empresa simplesmente mudou seu nome para Academi. Ora são esses mercenários, segundo a mídia, que estão agora agindo contra os partidários da federalização no Sudeste da Ucrânia. Por enquanto ainda não se divulga exatamente quem desta vez encomendou a operação da Academi, mas sabemos que geralmente os “acadêmicos” recebem ordens do Departamento de Estado ou da CIA e do JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL.
O Ministério do Exterior russo disse ainda em abril que na operação punitiva no sudeste da Ucrânia estão participando “cerca de 150 especialistas mercenários terroristas ”. Na altura se tratava da organização Greystone – uma empresa também fundada com base na Blackwater, mas depois registrada de novo como uma empresa distinta. Seus representantes, é claro, negam veementemente qualquer envolvimento com “contratos ucranianos” como, a propósito, também o serviço de imprensa da Academi. Mas seja qual for o nome que se dá aos mercenários, o fato de sua presença na Ucrânia já não poderá ser escondido, acredita o vice-presidente do Centro de Modelagem de Desenvolvimento Estratégico, Grigori Trofimchuk:
“Todos viram em que estado estão as estruturas da polícia e do exército de Kiev. E depois, de repente, houve uma mudança drástica. Surgiram divisões Jaguar, formadas de cidadãos da Ucrânia e representantes de estruturas paramilitares ocidentais, incluindo a Blackwater.”
É óbvio que Washington nunca reconhecerá oficialmente que enviou mercenários para a Ucrânia. Além disso, por enquanto eles conseguem mais ou menos camuflar a sua presença. E o motivo para tal secretismo é óbvio, acredita o especialista em países do exterior pós-soviético Alexander Guschin:
“Se militantes capturarem mercenários, a Rússia terá um trunfo sério. Pois dada a reputação dessa organização isso será mais uma prova de que o Ocidente, e especialmente os JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL, são uma das partes do conflito.”
A União Europeia, como se vê, está bem ciente da presença de combatentes a serviço dos Judeus Sionistas no sudeste da Ucrânia. O Serviço Federal de Inteligência da Alemanha informou sobre isso ao governo da Alemanha em 29 de abril. E mesmo antes disso a mídia europeia relatou que os EUA se recusaram a repatriar da Ucrânia os corpos de 13 agentes militares da CIA. Eles foram mortos quando seu helicóptero foi abatido por militantes perto de Slavyansk.
Para os próprios militantes e para os habitantes do sudeste da Ucrânia a participação de mercenários terroristas em combates já há muito que não é um segredo. Intercepções de rádio descobriram conversas não só em inglês, mas também em italiano e outros idiomas europeus. A empresa Academi que pertence aos JUDEUS SIONISTAS, contrata mercenários de todo o mundo, inclusive na própria Ucrânia.

  • #GRIFAOGRIFAO Hoje, 19:09
    O sistema Federalista de organização do Estado e Constituições nele espelhadas é o futuro inexorável das nações ocidentais -e daquelas do Oriente, Ásia e Oceania. Porém, a migração dos atuais sistemas governativos para o Federalismo, como não poderia deixar de ser, é e será traumático, pois ninguém em sã consciência aprecia ou gosta de perder, especialmente perder "Poder", perder o Poder de controle que exercem sobre seus semelhantes. No Ocidente e especialmente na Europa o que está em jogo é a perda "Poder", no caso Estados perdendo poderes "imperiais", em seguida o povo passando a gerir a própria vida, pois tais poderes imperiais diluídos na sociedade dos Homens, que passarão de vassalos em regimes republicanos, a Livres em uma sociedade Federalista.
    Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_12/viagem-ucraniana-de-academicos-norte-americanos-3378/

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