sexta-feira, 23 de maio de 2014

ALERTA EUROPA ARAPUCA - ZSLC - OBJETIVO REAL É ELIMINAR DIREITOS TRABALHISTAS E INTRODUÇÃO DE TRANSGÊNICOS



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Ontem, 22:14

EUA e UE criam zona secreta de comércio livre, onde se eliminarão os direitos trabalhistas e a MONSANTO DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL introduzirá livremente seus alimentos envenenados, os famosos TRANSGÊNICOS, 

causadores de 

CÂNCER, DIABETES E OBESIDADE.

EUA e UE criam zona secreta de comércio livre

Nos arredores de Washington teve início mais uma, a quinta, ronda de negociações sobre a criação de uma zona de comércio livre entre a UE e os EUA. A Casa Branca pressiona os seus parceiros europeus para uma rápida assinatura do respetivo documento.

A razão para isso é simples: Barack Obama precisa de depositar pelo menos qualquer coisa no mealheiro dos seus sucessos em política externa. Durante a sua presidência não foram alcançados nenhuns resultados. Não há paz no Afeganistão, nem no Iraque, falharam as tentativas de regulação da situação no Oriente Médio e se deterioraram as relações com os árabes. Moscou fez fracassar a anexação da Ucrânia pela OTAN. Disso resulta que o laureado do Prêmio Nobel da Paz 2009 não tem nada para mostrar.
Mas também a assinatura do Acordo para o Comércio Transatlântico e Parceria de Investimentos, ou Transatlantic Trade & Investment Partnership (TTIP), como se chama oficialmente em inglês esse tratado de comércio livre, também não é uma coisa garantida.
A UE e os EUA iniciaram as conversações apenas no verão de 2013 e esperavam terminá-las até ao final deste ano. Já nessa altura os peritos diziam que dedicar um ano e meio a um grande acordo comercial era absurdo. Afinal se trata da criação de um mercado livre de dimensões nunca vistas. Só a população da UE representa mais de 500 milhões de pessoas. O volume diário das trocas comerciais dos EUA e da UE está avaliado em 2 bilhões de euros! Normalmente as negociações desse tipo de acordos demoram largos anos.
No final do ano passado já se começou a falar de as negociações terminarem em finais de 2015. Neste momento os peritos estão convencidos que, na melhor das hipóteses, elas poderão ser concluídas em finais de 2016. Ou seja, Obama poderá não chegar a receber essa prenda até às eleições de novembro de 2016. Nesse caso sua presidência irá parecer totalmente improdutiva.
Os indícios que será assim que as coisas vão acontecer estão à vista. No dia 21 de maio, 250 organizações não-governamentais europeias enviaram uma carta coletiva ao comissário europeu do comércio, Karel de Gucht. Eles exigiram a remoção da cortina de secretismo que oculta o decorrer das negociações, a divulgação dos documentos principais e informar a opinião pública sobre os acordos que estão sendo negociados entre Bruxelas e Washington.
Na Europa cresce a oposição a esse pacto. Os analistas dizem que, depois das eleições para o Parlamento Europeu, o novo parlamento poderá não aprovar o acordo.
Aparentemente, o comércio livre com os Estados Unidos parece maravilhoso e seria bom, mas isso é apenas na aparência, considera Monique Goyens, diretora do Gabinete Europeu das Uniões de Consumidores (GEUC), que é considerada uma das mulheres mais influentes da União Europeia. Sob a sua direção estão reunidas todas as organizações de consumidores da União Europeia, um território com quase 500 milhões de pessoas:
“Para os consumidores europeus há muitas coisas que não são positivas nesse acordo de comércio. Nós tememos que o acordo seja alcançado à custa da redução dos padrões de segurança nas áreas alimentar e dos bens de consumo, da química e da proteção de dados eletrônicos. Na UE eles são bastante mais elevados do que nos EUA. Os nossos padrões poderão ser prejudicados com esse acordo.”
O problema é a forma como esses pactos são elaborados e os direitos e deveres que impõem aos signatários. É possível que as principais multinacionais norte-americanas e europeias fiquem satisfeitas com esse acordo, mas os sindicatos europeus vêm por trás do possível acordo mais uma ofensiva das multinacionais contra as leis laborais e a defesa dos direitos dos trabalhadores, refere o presidente do Centre Nationale des Employés da Bélgica Etienne Lebeau:
“Este não é de todo o primeiro grande acordo de comércio livre. Nós já conhecemos o Acordo Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA) de 1994. Esse acordo não trouxe nada de bom para os trabalhadores da indústria e serviços norte-americanos. Também não trouxe nada de bom aos outros participantes: nem aos mexicanos, nem aos canadenses. Claro que os lucros das grandes corporações aumentaram, mas não se pode dizer o mesmo das condições de vida e de trabalho das pessoas comuns.”
O eurodeputado Paul Murphy afirma:
“Esse acordo é apresentado quase como um Papai Noel para a Europa e um impulso permanente para a economia da UE: nenhuns problemas, crescimento econômico, prosperidade generalizada e postos de trabalho. Então não se compreende porque é que as negociações desse pacto estão envolvidas em tanto mistério como se ele fosse um acordo entre dois serviços secretos...
As negociações são totalmente secretas, sem qualquer acesso da opinião pública às informações sobre o processo, sem discussões políticas. É quase garantido que o resultado será a diminuição das condições laborais e sociais no trabalho e na vida, além de prejuízos ambientais. A indústria agroalimentar norte-americana já tenta há muito tempo introduzir os produtos com OGM. Agora vai ter essa possibilidade.”
Por insistência dos franceses, a UE já foi obrigada a retirar da lista de temas em debate os setores da economia europeia como o mercado do audiovisual e da cultura. Paris declarou que as obras da “exclusividade cultural” da França não devem ser tema de discussão com os ianques, que são os campeões do entretenimento para o consumo das massas. Segundo escreveu hoje a publicação online EU Observer, os franceses estiveram desde o início contra um acordo de comércio livre com os EUA e concordaram com as negociações exclusivamente para não ficarem com a fama de contestatários incorrigíveis.
Alguns analistas da UE dizem que, depois das eleições para o Parlamento Europeu, o destino do pacto será ainda mais indefinido. O PE terá de aprovar o acordo, mas ele deverá virar visivelmente à direita e se tornar mais antiamericano. Ninguém hoje pode ter qualquer certeza que o PE esteja disposto a “dar um presente” a Obama.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_23/EUA-e-UE-criam-zona-secreta-de-comercio-livre-0635/

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