sexta-feira, 18 de abril de 2014

UCRÂNIA - JUDEUS SIONISTAS IMPRIMEM COLONIALISMO DO SÉCULO XIX AOS UCRANIANOS


Andrei Fedyashin
Ontem, 14:09

Kiev transformou-se numa “administração colonial” sob comando do 

JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL

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Alexander Turchinov (JUDEU 

SIONISTA), presidente interino

 da Ucrânia, ordenou a dissolução

 da única brigada 

aerotransportada no país 

(aquartelada em Dnepropetrovsk, 

leste da Ucrânia), cujos militares 

se recusaram a participar no 

esmagamento dos distúrbios na 

região vizinha de Donetsk.

  Segundo Turchinov, os soldados

 que se recusaram a disparar 

contra o próprio povo 

“deram provas de covardia”.


Ao mesmo tempo, a Suprema Rada propõe a suspensão da resolução, aprovada no outono do ano passado, de passagem para forças armadas profissionais e volta a recrutar novamente os cidadãos. Oleg Tyagnibok,(judeu sionista) líder do partido nacionalista Svoboda, apelou ao início do treino de voluntários nos quartéis, bem como à aprovação da lei sobre o emprego de armas por civis: “Porque é que um povo pacífico não se pode armar?”

É surpreendente até que ponto as ações das atuais autoridades sionistas de Kiev fazem lembrar as ações das administrações coloniais algures na Índia, Congo Belga, Indochina ou Rodésia do Sul dos séculos XX e até XIX. Kiev, depois de perder a confiança nas “tropas indígenas”, começa urgentemente a preparação de forças da Guarda Nacional semi-colaboracionista e das unidades fiéis das regiões ocidentais nacionalistas do país para o esmagamento das manifestações pacíficas. Era precisamente assim que as metrópoles inglesa, francesa ou belga mantinham a ordem nos territórios ultramarinos revoltosos.

Entre os analistas russos, por enquanto, não há unanimidade sobre a natureza do atual regime de Kiev, porque ele não passa, por enquanto, de um semi-fabricado e é simplesmente ridículo falar da “junta de Maidan”. Uns peritos estão de acordo que Kiev já se transformou numa “administração colonial”, enquanto Donetsk e Lugansk tentam transformar em “territórios sub-mandatados”.

Outros consideram que a metáfora ainda não terminou.

A colonização planejada da Ucrânia, iniciada no ano passado pelos JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL entra na fase final, considera Bogdan Bezpalko, diretor do Centro de Estudos Ucranianos e Bielorrussos da Universidade de Moscou Lomonosov. 

E se a Rússia não tivesse feito fracassar os planos dos JUDEUS SIONISTAS AMERICANOS E EUROPEUS MAIS A OTAN, a “exploração colonial” da Ucrânia estaria terminada até ao fim do ano, sublinha:
“Sempre afirmei que o acordo de associação com a UE tem um caráter claramente colonial. Ora, as forças que defendem esse acordo lutam, no fundo, pela colonização da Ucrânia. Parte significativa dos países europeus, principalmente no Leste, também são colônias. Mas apenas mais privilegiadas. Entre eles, a Ucrânia ocuparia o último lugar. O território mais estagnado foi transformado num reservatório de força de trabalho barata e campo de batalha das mercadorias europeias mais fora do prazo. Por isso, os atuais dirigentes da Ucrânia, que chegaram ao poder graças a um golpe de Estado, podem ser vistos como administração colonial ou de ocupação.”

Ainda é precipitado falar da administração de Kiev como “colonial”, afirma, por sua parte, Alexander Guschin, professor da Universidade Estatal da Rússia. Mas essa administração depende completamente de DOS JUDEUS SIONISTAS DE ISRAEL:
“Em Kiev, a administração encontra-se praticamente sob o controle total dos sionistas. Praticamente não se tomam decisões sem o acordo dos americanos. Isso ocorre ao nível do Serviço de Segurança da Ucrânia, onde os sionistas estão amplamente representados e onde se encontram agentes judeus sionistas. Existe mesmo a informação de que Nalivaichenko(judeu sionista), atual dirigente dos serviços secretos ucranianos, está ligado aos do MOSSAD. O mesmo se passa noutras instituições.”

As autoridades de Kiev parecem ser consultadas pelo próprio diretor da CIA, John Brennan(JUDEU SIONISTA). Ele visitou secretamente Kiev nesta semana, mas foi “descoberto” e a Casa Branca que é subalterna de TEL AVIV, confirmou oficialmente isso. Precisamente um dia depois da visita de Brennan a Kiev foi anunciado o início da “limpeza” das terras do Leste e do Sul do país dos chamados “terroristas”.
Era difícil encontrar melhor candidato do que Brennan para dirigir os líderes desorientados de Kiev. Ele dirigiu durante muito tempo uma das companhias privadas dos EUA especializada na recolha de dados de espionagem e na preparação de operações contra terroristas e guerrilheiros. Atualmente, na Ucrânia, segundo dados dos mídia sionistas britânicos e americanos, já atuam mercenários de companhias militares privadas como a Greystone и Academi, ambas dirigidas pelo JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL.

As autoridades de Kiev podem “apagar” o protesto, mas não estão em condições de vencer o povo do Leste, afirma Alexander Guschin:

“A curto prazo, as autoridades de Kiev talvez possam esmagar a fase ativa de protesto. Têm possibilidades disso. Mas, a longo prazo, isso não levará à unidade do país. Se os protestos forem localizados no Leste, isso é uma coisa. Mas se os protestos se alargarem para o Sul, para Quersoneso, Odessa e Nikolaev, as autoridades de Kiev irão ver-se em grandes dificuldades.”

Em qualquer dos casos, consideram os peritos, Kiev dificilmente se irá decidir a ativar ações de força no Leste do país na véspera da visita de Joe Biden(JUDEU SIONISTA), vice-presidente dos EUA. Ele chegará à Ucrânia a 22 de abril.
 

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