sábado, 15 de março de 2014

TRANSGÊNICOS - PREJUDICAM COMÉRCIO INTERNACIONAL - JAPÃO E CORÉIA NÃO COMPRAM MAIS DO BRASIL E EUA


Contaminações acidentais por transgênicos prejudicam comércio internacional
As contaminações acidentais por transgênicos de cargas de alimentos, mesmo pequenas, aumentou nos últimos 10 anos e perturbam o comércio internacional, constata a FAO, que realizou a primeira pesquisa sobre o assunto, a pedido dos Estados membros.

As contaminações acidentais por transgênicos de cargas de alimentos, mesmo pequenas, aumentou nos últimos 10 anos e perturbam o comércio internacional, constata a FAO, que realizou a primeira pesquisa sobre o assunto, a pedido dos Estados membros.

As contaminações acidentais por transgênicos de cargas de alimentos, mesmo pequenas, aumentou nos últimos 10 anos e perturbam o comércio internacional, constata a FAO, que realizou a primeira pesquisa sobre o assunto, a pedido dos Estados membros.

Entre 2009 e 2012, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação registrou um "salto no número de casos com 138 relatos" de casos comparados aos 198 registrados entre 2002 e 2012.

Resultado, "26 países bloquearam as importações" de produtos destinados ao consumo humano ou animal, em que foram encontrados vestígios de TRANSGÊNICOS (organismos geneticamente modificados), ou seja, envenenados, "a maioria dos incidentes envolveram linhaça, arroz, milho e mamão" , segundo a FAO.

Neste caso, a carga é devolvida ao remetente, os contratos são cancelados e as futuras negociações suspensas, avisa.

Segundo a FAO, os traços de culturas geneticamente modificadas se misturam acidentalmente com as culturas de alimentos não-TRANSGÊNICOS durante a fase de produção, mas também durante o processamento, embalagem, armazenamento ou transporte, mesmo que, teoricamente, produtos transgênicos, especialmente os grãos, devam ser mantidos em tanques e recipientes separados.

Na maioria das vezes, trata-se de "uma pequena quantidade" de TRANSGÊNICOS, mas esse conceito "não é definido nem quantificado por qualquer regulamentação internacional", lembra a FAO.

Cabe a cada país aceitar ou não esses valores quando eles são detectados.
Em alguns casos, se "o país de importação detecta qualquer organismo não autorizado, é legalmente obrigado a recusar o carregamento" - 55 países têm uma política de tolerância zero aos TRANSGÊNICOS em seu território.

Além disso, dos 75 países que cooperaram com a investigação da FAO, "37 responderam que tinham pouca ou nenhuma capacidade de detectar TRANSGÊNICOS", por  falta de laboratórios e técnicos adequados.

As cargas contaminadas são originárias principalmente dos Estados Unidos, Brasil, Canadá e China apesar desta última ter recusado repetidamente carregamentos de milho contaminado americano.

Da mesma forma, em maio de 2013, o Japão se recusou em aceitar a entrega de trigo americano contaminado e cancelou diversos contratos, uma atitude  seguida pela Coreia do Sul.

A FAO indica que "vários países" pediram à organização para facilitar o diálogo internacional sobre a questão. 

O organismo vai celebrar uma reunião de informação na próxima semana (20 e 21 de março) em sua sede em Roma.

TRANSGÊNICOS - FRANÇA PROÍBE A UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA


França proíbe cultivo de milho transgênico Monsanto MON 810


Grãos de MON 810, uma variedade de milho geneticamente modificado desenvolvida pela empresa americana Monsanto

Grãos de MON 810, uma variedade de milho geneticamente modificado desenvolvida pela empresa JUDAICO SIONISTA Monsanto, erradicada nos EUA, CANADÁ E BRASIL.

O ministério francês da Agricultura proibiu neste sábado por decreto a comercialização, utilização e cultivo de milho geneticamente modificado MON 810, produzido pelo grupo americano Monsanto.
"A comercialização, a utilização e o cultivo de variedades de sementes de milho procedentes do milho geneticamente modificado MON 810 (...) ficam proibidos até a adoção (...) de uma decisão definitiva", estipula o decreto, publicado no Diário Oficial.
Já estava previsto que uma proposta de lei que proíbe o cultivo de milho transgênico fosse debatida no Parlamento francês no dia 10 de abril.
Mas o ministério da Agricultura considerou que havia urgência "devido à proximidade do início do período de plantio" para estabelecer a proibição, invocando o "princípio de precaução".
"Segundo dados científicos confiáveis e pesquisas internacionais muito recentes, o cultivo de sementes de milho MON 810 (...) apresentaria graves riscos para o meio ambiente, assim como um risco de propagação de organismos daninhos convertidos em resistentes", indica o texto.
Os Estados da União Europeia têm a possibilidade de proibir em seu território um TRANSGÊNICO autorizado pela UE.
Mas a França quer modificar uma proposta da Comissão Europeia para ampliar e consolidar os motivos pelos quais um Estado membro pode se negar a cultivar um TRANSGÊNICO em seu território se Bruxelas autorizar.
Paris quer que cada empresa produtora de TRANSGÊNICOS "solicite a cada Estado uma autorização para cultivá-los", disse recentemente o ministro da Agricultura, Stephane Le Foll.


TRANSGÊNICOS - BATATA SUSPEITA, BILORÚSSIA SUSPENDE COMPRA DA "UE"

 2 Fevereiro, 10:02

Bielorrússia suspende a pedido da Rússia importação de batatas da UE

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A Bielorrússia suspendeu, a pedido da Rússia, a importação de batatas da União Europeia, diz-se em um comunicado do Ministério da Agricultura e Alimentação desta república.

“Em virtude de reiterados pedidos do Rosselkhoznadzor (Serviço Federal de Controles Veterinários e Fitossanitários e de TRANSGÊNICOS da Rússia) e em conformidade com o acordo da União Aduaneira sobre a quarentena de plantas, a República da Bielorrússia suspende a partir de 01 de fevereiro de 2014 as importações de batatas de semente e de consumo alimentar originárias dos países da UE”, afirmou o porta-voz do ministério.






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