segunda-feira, 3 de março de 2014

TERROR JUDAICO SIONISTA NA VENEZUELA - GUERRA PSICOLÓGICA E MANIFESTANTES MERCENÁRIOS TERRORISTAS


QUEREM EMPOSSAR O JUDEU SIONISTA CAPRILLES NA PRESIDENCIA, PARA ROUBAR O PETRÓLEO VENEZUELANO, A EXEMPLO DO QUE FIZERAM NA LÍBIA.

Ontem, 23:39

Chanceler venezuelano acusa imprensa de impor "guerra psicológica"

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O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Elías Jaua, acusou nesta segunda-feira a imprensa nacional e internacional de realizar uma "guerra psicológica" contra seu país, na qual o objetivo é a derrocada do governo do presidente Nicolás Maduro.

"As ações de propaganda e agitação midiática de algumas corporações nacionais e transnacionais privadas pretendem ilustrar que em nosso país há um caos generalizado, repressão indiscriminada e desproporcional das autoridades em direção ao povo", disse Jaua durante seu discurso na sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra.
Segundo o chanceler venezuelano, essa "guerra psicológica" é de "natureza política ideológica" e pretende "justificar a intervenção estrangeira nos assuntos internos do país (...) para promover penas e sanções injustas".
Os protestos do último mês contra o governo de Nicolás Maduro deixaram um saldo de quase 20 mortos, centenas de feridos e 700 detidos, dos quais 73 ainda seguem retidos, segundo especificou o chanceler.
Jaua considera que a Venezuela foi submetida no último mês "a um assédio continuo" que alcançou "situar ao país como um Estado violador dos direitos humanos".
O chanceler negou que esta imagem represente a realidade e pôs como exemplo a Conferência Nacional pela Paz, "que foi amparada com beneplácito" por amplos setores da sociedade civil, esclareceu.
-- Folha Online

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