terça-feira, 31 de dezembro de 2013

TERROR JUDAICO SIONISTA NO EGITO - 4 SOLDADOS ATINGIDOS


ÓBVIO ULULANTE

TERRORISTAS JUDEUS SIONISTAS, DECEPCIONADOS COM O FRACASSO NA SÍRIA, TENTAM AGORA MANTER A DESESTABILIZAÇÃO DO EGITO, ATACAM OS VÁRIOS COMPONENTES DA POLÍTICA LOCAL, JOGANDO A CULPA, ORA DE UM LADO, ORA DO OUTRO, COM UM ÚNICO OBJETIVO – MANTER A GUERRA SECTÁRIA, O QUE NÃO PASSA DE UMA GUERRA CIVIL,  ENFRAQUECER OS CONTENDENTES E MANTER A OCUPAÇÃO DO PAÍS, ATRAVÉS DO EXÉRCITO, QUE POR SUA VEZ É DIRIGIDO POR AGENTES DO MOSSAD ISRRAELENSE.

Domingo sangrento no Egito

31.12.2013 
 
 
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Domingo sangrento no Egito
Mais um atentado a bomba
A Primavera Árabe não existe mais no Egito. O que há é uma ditadura militar que deixa saudades do governo do coronel Hosni Mubarak. E a tendência é de que a situação se agrave, depois de o governo militar ter considerado como terrorista a facção religiosa Irmandade Muçulmana, que venceu este ano a primeira e única eleição livre no Egito.
Os jornais e sites noticiam que uma bomba atingiu um prédio do serviço de inteligência militar do Egito na manhã deste domingo, ferindo quatro soldados. Foi o segundo ataque às forças de segurança no Delta do Nilo em menos de uma semana.
A explosão ocorreu próximo à entrada do prédio, em Anshas, a 100 quilômetros ao Norte de Cairo, na província de Sharkiya. O ataque explodiu parcialmente o muro traseiro da unidade, segundo informações do Exército, que descreveu o incidente como um ataque terrorista. Na terça-feira, um ataque suicida matou 16 pessoas na cidade de Mansoura, na mesma região.
Ataques desse tipo têm sido recorrentes, desde que o exército depôs o presidente islamista Mohamed Mursi, em julho. Cerca de 350 policiais e soldados já morreram em ataques com bomba e tiroteios desde então.
Mas o governo ditatorial tem a desfaçatez de afirmar que a violência não vai impedir o plano de transição política, cujo próximo passo é um referendo programado para meados de janeiro, destinado à elaboração de uma nova Constituição.
Por Carlos Newton em 30/12/2013

http://www.debatesculturais.com.br/domingo-sangrento-no-egito/

RÚSSIA - FALSIDADE IDEOLÓGICA DOS FILMES JUDEUS CONTRA OS SOVIÉTICOS

Círculo de fogo: O anti-comunismo pós-guerra fria

23.12.2013
Círculo de fogo: O anti-comunismo pós-guerra fria. 19470.jpeg
















Círculo de fogo: O anti-comunismo pós-guerra fria

A invasão da Polônia no dia 1º de setembro de 1939 pelas tropas alemãs e a reação da Inglaterra e França em seu socorro deram início à Segunda Guerra Mundial. Mesmo com a declaração de guerra é importante lembrar que os EUA manteve neutralidade em relação ao conflito e mesmo com a declaração de guerra, Inglaterra e França não se empenharam em barrar o avanço das tropas alemãs no território polonês, o que se convencionou chamar de "guerra estranha".

Sérgio Prieb(1)
"O mundo sem guerras e sem armas é uma idéia utópica,
mas deve-se fazer de tudo para atingir esse ideal.
Será possível engendrar a paz sem armas? Duvido muito".
(Mikhail Kalachnikov, inventor do fuzil AK-47)

"As cidades podem vencer, Stalingrado!
Penso na vitória das cidades, que por enquanto é apenas uma
fumaça subindo do Volga.
Penso no colar de cidades, que se amarão e se defenderão
contra tudo.

Em teu chão calcinado onde apodrecem cadáveres,
a grande Cidade de amanhã erguerá a sua Ordem".
(Carlos Drummond de Andrade, Carta a Stalingrado)
A invasão da União Soviética pela Alemanha nazista

A invasão da Polônia no dia 1º de setembro de 1939 pelas tropas alemãs e a reação da Inglaterra e França em seu socorro deram início à Segunda Guerra Mundial. Mesmo com a declaração de guerra é importante lembrar que os EUA manteve neutralidade em relação ao conflito e mesmo com a declaração de guerra, Inglaterra e França não se empenharam em barrar o avanço das tropas alemãs no território polonês, o que se convencionou chamar de "guerra estranha".
Na verdade, os países capitalistas, França, Inglaterra e EUA acreditavam que com a invasão quase sem resistência à Polônia, logo os nazistas chegariam à URSS2.
No entanto, as coisas não ocorreram como o ocidente esperava, Hitler ao invés de partir para o confronto direto com o exército soviético, prefere atacar a França, Inglaterra, Dinamarca, Noruega, Bélgica e Holanda para só depois marchar contra a URSS, um inimigo bem mais poderoso3.
 

Seria somente em 22 de junho de 1941 que a Alemanha invadiria o território soviético descumprindo o "pacto de não agressão" assinado em 1939 entre os dois países4, estava deflagrada a "operação barbarossa" pelo exército nazista e os soviéticos entram definitivamente no que irão chamar de "Grande Guerra Pátria". A vitória do Exército Vermelho em Moscou, quando os nazistas chegaram às portas da cidade mas foram barrados pelos soviéticos, deu mostras da intenção do povo da URSS em resistir até a morte à invasão nazista.

O avanço das tropas alemãs sobre a Europa ocidental e a posterior invasão da URSS, criou condições para que em 1942 fosse definitivamente construída a "coalizão anti-fascista" envolvendo a URSS, a Inglaterra e os EUA, que finalmente saia da neutralidade5.

De todas as ações de guerra, a considerada mais sangrenta foi a "Batalha de Stalingrado", ocorrida entre julho de 1942 e fevereiro de 1943. A vitória soviética em Stalingrado, depois da cidade ter virado um amontoado de ruínas, representou a verdadeira virada dos aliados frente ao exército nazista. Foi somente a partir da vitória em Stalingrado que a Alemanha começou a perder a guerra e o mundo a livrar-se do domínio do nazi-fascismo.

A participação da União Soviética na Segunda Guerra Mundial vista no cinema

Mesmo com a decisiva participação da URSS na derrota do Eixo, não são muitos os filmes ocidentais que abordam a participação soviética na Segunda Guerra Mundial. Alguém desavisado, que acompanhasse a história apenas através dos filmes hollywoodianos certamente acreditaria que o maior conflito bélico do século XX teve como protagonistas tão somente os países do Eixo (Alemanha, Japão e Itália) contra os EUA e em menor medida, a Inglaterra.
No entanto, a URSS foi o país que mais sofreu perdas tanto em termos materiais, com destruição total de cidades, aldeias e fábricas, bem como a mais atingida na quantidade de mutilados e de mortos. A última estimativa mostra que pelos menos 29 milhões de soviéticos morreram na Segunda Guerra Mundial.

Tem-se de recorrer aos próprios filmes soviéticos para encontrar referências cinematrográficas à participação da URSS no conflito, e nisto os cineastas soviéticos foram mestres como Grigori Chukrai (A balada do soldado, 1959, premiado com a Palma de Ouro em Cannes), Mikhail Kalatozov (Quando voam as cegonhas, 1957, premiado com a Palma de Ouro em Cannes), Sergei Bondarchuk (O destino de um homem, 1959), Andrei Tarkovski (A infância de Ivan, 1961, premiado com o Leão de Ouro em Veneza), Elem Klimov (Vá e veja, 1985, premiado com a Medalha de Ouro no Festival Internacional de Moscou), entre tantos outros.

Um aspecto que chama a atenção no cinema de guerra soviético é que, ao contrário da maioria dos filmes norte-americanos que tratam a guerra com ufanismo e heroísmo, em que seus soldados são verdadeiros exemplos de caráter e retidão e os horrores da guerra como fome, aldeias inteiras dizimadas, estupros etc. passam ao largo6, os filmes de guerra soviéticos buscam expor o lado mais sombrio da guerra.
O motivo certamente se deve ao fato, além de ideológicos, que boa parte dos diretores soviéticos dos anos 50, 60, 70 e 80 vivenciaram a Segunda Guerra Mundial na própria pele, em seu próprio território, seja lutando ou sofrendo a experiência de inúmeras perdas materiais e afetivas que a guerra traz, coisa que nenhum diretor norte-americano viveu, pois desde a Guerra Civil Norte-Americana os EUA não presenciam uma guerra em seu próprio território.

Os filmes soviéticos em geral eram de difícil acesso a poucos anos atrás, somente com o fim da URSS é que são reeditados e mesmo assim, as locadoras de filmes não tem mostrado muito interesse em tê-los em seu acervo, exceção feita a um que outro filme de Eisenstein ou de Tarkovski, sendo que este somente depois de mudar-se para o ocidente teve uma melhor acolhida pela crítica mundial.

O anti-comunismo escancarado em "Círculo de fogo"
O filme "Círculo de fogo" ("Enemy at the gates") de Jean-Jacques Annaud de 2001, uma produção conjunta entre Alemanha/EUA/Inglaterra, é dos poucos filmes ocidentais que tratam da participação da URSS na Segunda Guerra Mundal, mais especificamente da "Batalha de Stalingrado".
Logicamente, a história do filme busca personalizar o conflito entre a URSS e a Alemanha, centrando a atuação entre o duelo entre dois franco-atiradores, um soviético, Vassily Zaitsev (Jude Law) e um oficial nazista Erin König7 (Ed Harris). O resto do filme é um festival de pregação ideológica anti-comunista, anti-soviética e um romance folhetinesco.

A maneira como os soldados do Exército Vermelho são retratados no filme é de grande inverdade histórica. Inicialmente os soldados soviéticos aparecem viajando de trem com destino à defesa de Stalingrado, certamente por sua enorme covardia tem de ser trancados nos vagões para não desertarem. Na verdade, é notório que tanto os oficias quanto os demais soldados dividiam os mesmos vagões e ninguém era trancafiado em trens.

Os soldados que na travessia do rio Volga jogam-se no rio para fugir da artilharia aérea alemã são executados pelos oficiais. No desembarque das tropas em Stalingrado, os oficiais gritam frases como: "em nome da União Soviética não dem um passo atrás ou atiraremos", "os desertores serão mortos" ou "não há perdão para covardes"9.

Vendo o filme, é impossível concluir quem são mais cruéis e assassinos, os nazistas ou os próprios soviéticos. Os soldados do Exército Vermelho batem na população e ameaçam com a morte aqueles que tentarem sair de Stalingrado, quando na realidade o governo soviético praticamente esvaziou a cidade já em agosto de 1942.
Se o tratamento dispensado pelos soldados soviéticos aos habitantes de Stalingrado tivessem sido verdadeiras, seria espantoso os civis não terem optado por se aliarem aos nazistas, o que como é sabido, não ocorreu.
Os soldados soviéticos aparecem como verdadeiros suicidas.
Ao desembarcarem percebem que existe um rifle para cada dois soldados, os outros dois carregam apenas munição. Quando aquele que carrega o rifle morre, um deles recolhe a arma do morto e apenas aí passa a se defender e atacar, o que passa a idéia do total amadorismo e despreparo do exército soviético para enfrentar o bem armado exército nazista. A dúvida que fica é: como foi possível que os soviéticos derrotaram os nazistas não só em Stalingrado como vencerem a Segunda Guerra Mundial tendo meia arma para cada soldado10?

Quando Kruschev pergunta a um oficial (que em instantes terá de suicidar-se para evitar a burocracia de ser executado, como afirma Kruschev) sobre a derrota até aquele instante da resistência em barrar o avanço nazista o oficial argumenta: "os alemães tem artilharia, aviões, tanques, e o que eu tinha?"11.

Os oficiais soviéticos são personagens típicos de comédia: apalermados, com físico ou muito acima do peso, ou muito baixos em estatura, outros exageradamente magros. No entanto, todos tem uma coisa em comum: a covardia. Será que algum filme de guerra já retratou oficiais norte-americanos de maneira tão caricata como os oficiais soviéticos são apresentados?

O saco de maldades dos soviéticos não tem fim, Kruschev diante de seus oficiais enfileirados (um verdadeiro exército de Brancaleone) pergunta a um narigudo com cara de personagem de desenho animado se tinha alguma sugestão de como aumentar o moral da tropa que estava sendo aniquilada pelo exército alemão.
Imediatamente o oficial do Exército Vermelho responde tremendo de medo: "atire em todos os outros generais que recuarem", outro diz: "deportem as famílias dos traidores". A reunião com os oficiais vira um verdadeiro festival de maldades, vencido por Kruschev que diz com a maior frieza e naturalidade: "não, isso tudo já foi feito".
O Comissário Danilov, um soldado que espantosamente não sabe atirar, é que tem a solução mágica: "dar esperança aos soldados", "precisamos é de heróis". Kruschev ficou em êxtase, finalmente encontrou a solução para vencer os nazistas.

Assim, a divulgação das façanhas de Zaitsev, alçado a condição de herói e exemplo por conta do serviço de "relações públicas" do Comissário Danilov foi a alternativa encontrada para que a resistência soviética começasse a combater efetivamente o inimigo.
Parece que o exército soviético encontrou o seu "Rambo", que sozinho é capaz de ganhar uma guerra. Simplificação grotesca e risível.
No momento em que Zaitsev é apresentado a Kruschev (ao som do Hino da URSS que ainda nem havia sido criado na época), todos pateticamente passam a olhar para um quadro de Stálin com uma expressão quase demoníaca. "Olhe para ele com orgulho, pois ele está olhando para você", diz Kruschev para Zaitsev. É impossível não chorar de tanto rir.

Em outra cena, em que Zaitsev está respondendo às cartas de trabalhadores que as dezenas lhe escrevem, tem uma idéia de gênio: "não devemos dizer que não sou o único a lutar?". O Comissário Danilov, alçado a condição de membro maior do exército, responsável pela propaganda dos feitos de Zaitsev, que tem a tarefa de pensar, já que como visto anteriormente nem atirar sabia, gostou da idéia, parece que até então ele não havia percebido que a guerra não girava apenas ao redor de seu herói.

Uma das cenas mais ideológicas ocorrem quando o soldado Koulikov, que usa dentadura metálica, conta sua história a Zaitsev. Teria sido mandado passar 16 meses na Alemanha para fazer um curso na escola de tiro dirigida por König/Thorvald, quando ainda estava em vigência o "pacto de não agressão", ou como ele mesmo diz: "quando o nosso Josef e o Adolf deles andavam de mãos dadas". Com a deflagração da guerra contra a Alemanha, já de volta à URSS é interrogado pela NKVD (a polícia política soviética) e torturado, queriam saber o que fazia na Alemanha.
Parece inverossímel que para os agentes da NKVD o "pacto de não agressão" fosse novidade. A pregação anti-comunista chega ao auge quando Koulikov diz que, tendo sido acusado de suspeita de espionagem,teve todos os dentes quebrados por um martelo: "não foi uma foice, mas foi um martelo". O saco de maldades dos comunistas soviéticos realmente parece não ter fim.

Os oficiais soviéticos parecem não ter nenhuma firmeza ideológica, muito pelo contrário, pouco antes de se deixar levar um tiro na cabeça pelo atirador alemão, Danilov despede-se da vida deixando a mensagem de que não adianta querer mudar a sociedade, ela sempre será desigual: "Eu fui tão idiota, Vassily. O homem sempre será homem. Não há um homem novo. Tentamos criar uma sociedade que fosse igual na qual não houvesse o que invejar do vizinho. Mas há sempre algo para dar inveja.
Um sorriso, uma amizade, algo que você não tem e quer ter. Neste mundo, mesmo no soviético sempre haverá ricos e pobres, o rico em dons e o pobre em dons. O rico no amor, o pobre no amor". Sua vida de comunista não teve sentido, resta a morte.

No término do filme, o diretor parece mostrar que nada funciona em uma sociedade socialista, a burocracia emperra as coisas mais elementares. Zaitsev chega no hospital e procura por Tânia, as senhoras, que representam a burocracia soviética, de muito má vontade dizem que não tem ninguém com aquele nome internada naquele hospital. É preciso que o próprio Zaitsev encontre a poucos metros de distância Tânia deitada na cama do hospital.

Não é por menos que vários veteranos de guerra criticaram o filme, a reação dos espectadores dos países da ex-URSS foi péssima, sendo que a própria família do verdadeiro Vassily Zaitsev conseguiu proibir por certo tempo a exibição do filme em cinemas da Rússia.

Esperamos que um dia a história da luta da Frente Oriental da Segunda Guerra Mundial, dos "Heróis de Stalingrado" e de todos os demais, soldados e civis que derramaram o seu generoso sangue para defender o mundo do nazi-fascismo ainda seja contada com a seriedade que merece.

Bibliografia consultada
ANDRADE, Carlos Drummond de. A rosa do povo. Rio de Janeiro: Editora Record, 2006. 238 p.

GUBER, A. A. (org.). Historia universal - vol. II. Moscú: Editorial Progreso, 1976. 449 p.
KALACHNIKOV, Mikhail. Rajadas da história - o fuzil AK-47 da Rússia de Stálin até hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004. 167 p.
MARTENS, Ludo. Stalin - um novo olhar. Rio de Janeiro: Editora Revan, 2003. 350 p.
MUÑOZ, Ricardo e TERRANOVA, Juan. Stalingrado - la tumba blanca del Reich. Bogotá: Planeta, 2007.156 p.
REVUNENKOV, V. G. História dos tempos atuais - 1917-1957. Rio de Janeiro: Vitória, 1961. 293 p.

ZHILIN, P. (org.). La gran guerra pátria de la Unión Soviética - 1941-1945. Moscú: Editorial Progreso, 1985. 469 p.
Sítios da internet consultados
http://pt.shvoong.com/movies/1872360-grande-fiasco-c%C3%ADrculo-fogo/
acessado em 19/05/2009.

http://soviet-empire.com/ussr/viewtopic.php?t=43057&sid=2e31fafb6a028a6e7...acessado em 19/05/2009.

http://forum.outerspace.com.br/archive/index.php/t-40978.html acessado em 21/05/2009.

1 Professor Associado do Departamento de Ciências Econômicas da UFSM, Doutor em Economia Social e do Trabalho pela Unicamp.
2 Guber (1976, p. 226) afirma que se contra as ações da Alemanha nazista os países capitalistas eram no mínimo lenientes, em relação à URSS e aos comunistas de seus países, eram duros. A França colocou o Partido Comunista Francês na ilegalidade, com seus jornais fechados e seus militantes e inclusive parlamentares presos. Igualmente na Inglaterra, EUA e outros tantos países capitalistas foi desencadeada uma feroz perseguição aos comunistas.

3 Martens (2003, p.265) acredita que o futuro tanto da Inglaterra, bombardeada pela Luftwaffe, como a França invadida pelas tropas alemãs, poderia ter sido diferente: "Em março de 1939, a União Soviética entabulava negociações para formar uma aliança antifascista. A Inglaterra e a França deixaram as coisas se arrastarem, manobrando. Para esta atitude, as duas gandes 'democracias' faziam compreender a Hitler que ele poderia marchar contra Stalin sem ser inquietado pelo Oeste".

4 Em 20 de agosto de 1941 Hitler propõe à URSS um "pacto de não agressão", estrategicamente aceito. Segundo Martens (2003, p. 270), o pacto possibilitou que a URSS conseguisse 21 meses de paz para se preparar para a futura agressão alemã em seu território.

5 Os aliados mesmo que unidos contra as tropas do Eixo, não eram homogêneos quanto aos seus interesses: "A União Soviética considerava como seus objetivos fundamentais a destruição do fascismo, a libertação dos povos subjugados, o restabelecimento das liberdades democráticas e a criação de condições propícias para o estabelecimento de uma paz duradoura e sólida. Os imperialistas dos Estados Unidos e da Inglaterra consideravam como finalidade mais importante da guerra a destruição de seus principais competidores - a Alemanha e o Japão - na luta pelo domínio mundial e pela consolidação de seu predomínio no mundo" (Revunenkov, 1961, p. 132).

6 O cinema de guerra norte-ameicano começa a inserir novos ingredientes além do heroísmo e ufanismo a partir de filmes sobre a guerra do Vietnã como "Apocalipse Now" de Francis Ford Coppola e "Platoon" de Oliver Stone.

7 Em sua biografia, Zaitsev afirma que o tal oficial alemão na verdade se chamava Heinz Thorvald. Este era um coronell da SS que dirigia uma escola de tiro em Berlim (Muñoz e Terranova, 2007, p. 80).

8 Zaitsev eliminou em Stalingrado 242 nazistas (números aproximados) e realmente matou o oficial alemão que tinha sido enviado para Stalingrado para mata o próprio Zaitsev. Embora o filme não faça nenhuma referência ao futuro de Zaitsev, ele passou a ser instrutor de tiro dos atiradores de elite, alcançando a patente de capitão, sendo inclusive autor de manuais de instrução para atiradores de elite. Recebeu a condecoração da Guerra Patriótica, duas Ordens Bandeira Vermelha, Ordem de Lenin, Medalha da Estrela Dourada e título de "Herói da União Soviética". Terminou seus dias como diretor de uma fábrica de carros em Kiev, onde morreu em 1991. A cidade de Volvogrado (antiga Stalingrado) possui um monumento em sua homenagem e seu rifle moisin-nagant 91/30 está no Museu de Volvogrado. Dados extraídos do texto "One shot, one kill" disponível
no sítio http://forum.outerspace.com.br/archive/index.php/t-40978.html

9 Com o título de "O grande fiasco do Círculo de Fogo", o sítio http:/pt.shvoong.com/movies/1872360-grande-fiasco-c%C3%ADrculo-fogo/ afirma o seguinte: "De fato, a penalização de desertores existia no Exército Vermelho, como em todos os exércitos do mundo, porém desertores reais e não soldados que recuavam. Segundo V. Suvorov, um desertor soviético famoso no ocidente, haviam 'Batalhões Penais' onde desertores faziam atividades mais perigosas como limpar minas terrestres, dentre outras, nunca eram executados diretamente em combate". A execução de traidores e desertores era rara no Exército Vermelho, dos 100.000 soldados enviados a Stalingrado, apenas 265 foram executados. Ver em: http://soviet-empire.com/ussr/viewtopic.php?t=43057&sid=2e31fafb6a028a6e7…

10 "Ora, um fuzil era a primeira coisa que mesmo um voluntário civil recebia ao se alistar, muitos civis eram mesmo treinados para ações militares em parques públicos e operários muitas vezes faziam fuzis improvisados nas fábricas, como bem atestado pela jornalista A. L. Strong, que viveu 15 anos na URSS. Mesmo nos porões do Exército, haviam velhos Moisins-Nagants, talvez mais fuzis do que em qualquer exército do mundo". Ver o sítio http:/pt.shvoong.com/movies/1872360-grande-fiasco-c%C3%ADrculo-fogo/.

11 "Kruschov jamais comandou operações militares em Stalingrado, apenas se limitara a comandar a evacuação de civis antes da batalha começar, seus reais comandantes foram Yeremenko (depois promovido a marechal) e Vassily Chuykov, especialista em combates urbanos veterano de Madri, ex-acessor de Chiang Kai Shek na Manchúria (onde derrotou os japoneses usando coquetéis Molotov e velhos fuzis), que comandou tropas até Berlim. No filme, entretanto, o comandante é um general choramingo que se queixa de 'não ter aviões e tanques...' como os alemães, embora nesta época voasse sobre Stalingrado Ivan Kozhedub (o maior ase dentre os aliados) e a 'Rosa Branca de Stalingrado (Lilya Litvyak)', aviadora conhecida por façanhas lendárias, bem como os tanques T-35, mais tarde retratados ligeiramente no filme". Ver o sítio http:/pt.shvoong.com/movies/1872360-grande-fiasco-c%C3%ADrculo-fogo/. Dados mais precisos aparecem em Zhilin (1985, p. 185) que afirma ter o Exército Vermelho no começo da contra ofensiva de Stalingrado em comparação ao exército nazista, uma proporção de aproximadamente 1:1 em número de soldados; 1,5:1 em peças de artilharia; 2,2:1 em número de tanques e canhões automotores; 1,1:1 em quantidade de aviões.

2a. GUERRA - JUDEUS FALSIFICAM HISTÓRIA SOBRE "URSS" - FILMES IRREAIS




SOVIÉTICOS É QUE DECIDIRAM OS RUMOS DA GUERRA, QUANDO OS ALEMÃES FORAM DERROTADOS EM STALINGRADO, O RESTO É ESTÓRIA DE MENTIRAS E DE RAMBOS, PARA OS NEÓFITOS.
FAZEM FILMES CONTORNANDO AS VERDADES E FAZENDO MENTIRAS VIRAREM VERDADES.


Círculo de fogo: O anti-comunismo pós-guerra fria. 19470.jpeg

O grande fiasco do Círculo de Fogo
Resumo do Filme   por:Berkut    

      Há alguns anos atrás teve grande divulgação o filme "O círculo de fogo", uma tradução arranjada de "Enemy at the gates", lançado nos EUA pela Paramount Pictures. Este filme deveria ser encaixado no gênero comédia, romance ou mesmo trash. De fato, faz-se necessário reconhecer o mérito de seus produtores em publicar o que foi talvez um dos maiores trabalhos de falsificação da história.

      O círculo de fogo obteve uma avaliação negativa na maioria dos países da ex-URSS, veteranos e até a família de Vassiliy Zaytsev conseguiram impedir sua estréia em alguns cinemas russos por razões que, como de praxe, não foi publicada na imprensa lusófona. Façamos a sua radiografia.

     Um filme de um país sobre outro requer no mínimo uma pesquisa séria e responsável, porém logo no início do filme os militares que combateram o nazismo, tendo já rechaçado o imperialismo hitlerista às portas de Moscou e mesmo demonstrado exemplos de resistência em lugares como o Brest, são retratados como covardes ansiosos pela deserção, sendo trancados em vagões. Um desses conscritos é V. Zaytsev, que na realidade já era sargento Infante Naval desde 1936, ele e muitos de seus companheiros alistaram-se voluntários no Exército a fim de vingar-se dos marinheiros de Sevastopol, derrotados pelos nazistas. Mais tarde este homem, formado em Biblioteconomia em Magnitogorsk, é retratado preconceituosamente como analfabeto, por seu passado obreiro.

      As cenas que se seguem são absolutamente fictícias, talvez plagiadas de "O resgate do soldado Ryan", onde soldados fazem uma travessia suicida em barcas. Esse momento não tem nenhum paralelo na história, sendo uma distorção de uma travessia feita pela noite sob fogo da artilharia alemã. Após esta cena, pseudo-soldados são informados de que há um rifle por cada 3 homens e que os outros 2 recebem apenas munições, dando início à parte comédia do filme. Ora, um fuzil era a primeira coisa que mesmo um voluntário civil recebia ao se alistar, muitos civis eram mesmo treinados para ações militares em parques públicos e operários muitas vezes faziam fuzis improvisados nas fábricas, como bem atestado pela jornalista A. L. Strong, que viveu 15 anos na URSS. Mesmo nos porões do Exército, haviam velhos Moisins-Nagants, talvez mais fuzis do que em qualquer exército no mundo.

      Subsequente à referida cena bizarra, os pseudo-soldados atacam e os que recuam são executados por oficiais. De fato, a penalização de desertores existia no Exército Vermelho, como em todos os exércitos do mundo, porém desertores reais e não soldados que recuavam. Segundo V. Suvorov, um desertor soviético famoso no ocidente, haviam "Batalhões Penais" onde desertores faziam atividades mais perigosas como limpar minas terrestres, dentre outras, nunca eram executados diretamente em combate. Após a evidente derrota soviética, os alemães simplesmente se retiram na batalha, ao invés de avançar(o que seria lógico em uma guerra).

      Mal escrito, logo após essa ficção, Danílov, o "oficial político" sem barba feita, vem de carro das linhas alemães, sendo ferido não fatalmente, até encontrar um fuzil no chão e fazer a Vassiliy Zaytsev a pergunta mais estúpida de todos os filmes de guerra já feitos na história: "você sabe atirar?" Se algum real militar ou mesmo observador atento assistiu a esse filme e se colocou no papel de Vassili, deve ter perguntado mentalmente: "que diabos você acha que eu estaria fazendo no Exército se não soubesse atirar?". Como bem dito por um comentador do IMDB, em todos os exércitos do mundo, é parte do treinamento básico do soldado aprender a atirar de fuzil, nem que seja pelo menos com um simulacro de fuzil, assim como também faz parte desse mesmo treino a desmontagem e zelo por este, em uma instituição militar até um cozinheiro aprende a atirar de fuzil. Seguindo-se esse diálogo ledo, Zaytsev mata 5 fascistas, inclusive um alto oficial que resolveu ir tomar banho em um lugar que acabou de ser atacado por soldados soviéticos e um soldado que resolveu jogar uma granada contra inimigos situados a menos de 10m de distância, embora portasse uma submetralhadora MP-40.

      Quando então Khruschov chega de forma quixotesca em Stalingrado de casaco de lã num dos meses mais quentes dessa cidade(setembro), há aí mais uma tentativa cabal de reescrever a história. Khruschov jamais comandou operações militares em Stalingrado, apenas se limitara a comandar a evacuação de civis antes da batalha começar, seus reais comandantes foram Yeremenko(depois promovido a Marechal) e Vassili Chuykov, especialista em combates urbanos veterano de Madri, ex-acessor de Chiang Kai Shek na Manchúria(onde derrotou os japoneses usando coquetéis Molotov e velhos fuzis), que comandou tropas até Berlim. No filme, entretanto, o comandante é um general choramingo que se queixa de "não ter aviões e tanques..." como os alemães, embora nesta época voasse sobre Stalingrado Ivan Kozhedub(o maior ase dentre os aliados) e a "Rosa branca de Stalingrado(Lilya Litvyak)", aviadora conhecida por façanhas lendárias, bem como os tanques T-35, mais tarde retratados ligeiramente no filme.

      O resto é apenas um novelão de um triângulo amoroso entre Vassili, Danílov e Tanya Chernova, tendo a guerra apenas como pano de fundo, num cenário tão próximo do real quanto o cenário do Capitão Sky(ironicamente, também estrelado por Jude Law). Há que se reconhecer neste filme uma boa direção, porém foi pessimamente escrito, numa tentativa grotesca e difamante de reescrever a história de um povo que sentiu na pele os piores horrores da Segunda Guerra Mundial, tenham agido seus escritores por má-fé ou incompetência.
Publicado em: 05 março, 2009   

UCRÂNIA - ASSEDIADA PELAS BESTAS DO APOCALIPSE ECONÔMICO - JUDEUS SIONISTAS


Ontem na Lybia - Hoje na Ucrânia



Ucrânia: Os 'assessores' JUDEUS SIONISTAS, apelidados de norte-americanos, mas são verdadeiras Bestas do Apocalipse econômico do candidato Vitali Klitschko

23.12.2013


Alexander Savchenko, Strategic Culture
http://www.strategic-culture.org/news/2013/12/22/vitali-klitschkos-american-coaches.html

Entreouvido na Vila Vudu:
Essa conversa interessa, mesmo, só porque as coisas são IGUAIZINHAS, também por aki, abaixo do Equador. Assim se fabrica um candidato sob medida prôs interesses dos EUA. Não se lê nos jornais, porque o 'jornalismo' que há por aqui é feito também igualzim desse jeitim.

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Todos sabem e dizem, na Ucrânia independente, que não há um único ministério ou agência do governo, nem um único partido político no Parlamento, exceto os comunistas, nos quais não se tenham infiltrado JUDEUS SIONISTAS apelidados de americanos, ou britânicos ou alemães "discretos", para ensinar os políticos e funcionários ucranianos como devem governar o país.
Isso não dá sinais de mudar, no caso de Vitali Klitschko vir a ser eleito o próximo presidente da Ucrânia. O mais provável é que, aí sim, a coisa se manifeste em pleno vapor. Sem conhecimento ou experiência de governar um país, Klitschko inevitavelmente será um peão nas mãos dos JUDEUS SIONISTAS que o levaram ao governo e, imediatamente, se infiltrará à sombra de seu 'trono'. Dentre essa gente, lá estarão os 'consultores' JUDEUS SIONISTAS, apelidados de norte-americanos contratados pelo Partido UDAR.

É interessante examinar quais são as empresas de 'relações públicas' que estão mediando os contatos entre Klitschko e o Congresso e as agências do governo dos EUA, e assessorando sua equipe, na organização, desde já, da campanha eleitoral.
 

Até recentemente, segundo um estrategista político do partido UDAR, Rostislav Pavlenko, o partido estava trabalhando com a empresa norte-americana PBN,[1] que se apresenta como especializada no campo das chamadas "comunicações estratégicas" nos mercados de Rússia, Ucrânia e outros países CIS [Commonwealth  of Independent States, as repúblicas ex-soviéticas]. Segundo a página da empresa PBN, as áreas chaves de atividade são "comunicação corporativa e de crise, comunicações públicas e de governo, comunicações financeiras e relações entre investidores."

Se se sabe que a diretoria da PBN inclui gente como o jornalista JUDEU SIONISTA Georgy Oganov, ex-secretário de imprensa de Mikhail Gorbachev,[2] e o JUDEU SIONISTA Bernard Sucher, presidente da empresa internacional de investimentos Alfa Capital, pode-se assumir que essa PBN é uma das muitas empresas que se organizaram no ocidente para viver penduradas como sanguessugas nos países ex-soviéticos, e dali bombear dinheiro  para fora, diretamente para bancos JUDEUS SIONISTAS norte-americanos, usando conexões nos escalões do governo e do grande business.

O escritório da empresa na Ucrânia é dirigido por Myron Wasylyk, JUDEU SIONISTA norte-americano, ex-empregado do Departamento de Estado, membro do conselho supervisor da Eurasia Foundation, que trabalha em íntima conexão com a comunidade JUDAICO SIONISTA norte-americana de espionagem, e membro do conselho supervisor do International Centre for Policy Studies, fundado por George Soros. Também JUDEU SIONISTA e mantido com dinheiro  dele. Esse centro, por falar dele, participou da redação de uma versão do acordo para zona de livre comércio entre a Ucrânia e a Comunidade Europeia que o atual presidente da Ucrânia considerou uma ameaça aos interesses nacionais do país. A esposa de Wasylyk, Maria Ionova JUDIA SIONISTA, foi eleita deputada pelo partido UDAR em 2012.

Ainda não se sabe, é claro, como Wasykyk deixou a vida de pequeno empresário e vice-assistente do partido em 2005, para tornar-se repentinamente consultor do presidente da Ucrânia e, em seguida, membro do governo. Ajuda a ver o tipo de poder que o presidente do escritório ucraniano da PBN passou a ter depois da "revolução laranja ".

Depois da criação do partido UDAR, a PBN começou a trabalhar com a equipe de Vitali Klitschko, ajudando-o a estabelecer laços com a Casa Branca, o Congresso, o Departamento de Estado e o Conselho de Segurança Nacional dos EUA. A PBN arranjou várias visitas a Washington para o líder do partido e seus assistentes. A mesma empresa apresentou Klitschko ao senador John McCain do ESTADO MAIOR DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, e a vários funcionários do Departamento de Estado e do Conselho de Segurança Nacional que reagem de modo particularmente nervoso e ansioso ante qualquer coisa que tenha a ver com a Rússia.

Para ajudar Vitali Klitschko a estabelecer as indispensáveis conexões com o establishment norte-americano, o chefe do escritório ucraniano da PBN dependeu, basicamente, de relações já antigas, desde quando trabalhava na Eurasia Foundation, com a JUDIA SIONISTA Fiona Hill, da ala mais reacionária dos neoconservadores norte-americanos e de ISRAEL. Ficou conhecida por apoiar a ação dos wahhabistas na Chechnya; por listar justificativas para o ataque terrorista em Beslan, e por opor-se à classificação do grupo islamista Hizb ut-Tahrir como organização terrorista, em falas no Congresso dos EUA. Durante o governo de George W. Bush, Fiona Hill foi encarregada da inteligência nacional para Rússia e Eurásia, no Conselho de Inteligência Nacional. Mantém laços próximos com a diáspora ucraniana e considera-se grande amiga da Ucrânia (não por acaso, só dos nacionalistas fanáticos).

Assim, se Vitali Klitschko for eleito presidente (e parece que é o que Washington e Israel deseja que aconteça, por mais que Arseniy Yatsenyuk e Oleh Tyahnybok esbravejem), as oportunidades de negócios para a PBN Company serão tão grandes quanto foram durante a presidência de Yushchenko. Mas... talvez não.

Porque, segundo o onisciente cientista político ucraniano Kost' Bondarenko, o Partido UDAR recentemente contratou outra empresa norte-americana: a empresa JUDAICO SIONISTA de pesquisas Greenberg Quinlan Rosner (GQR).[3]

Greenberg Quinlan Rosner é empresa de consultoria ainda maior, e opera em 80 países. Faz a mesma coisa que a PBN. Talvez a principal diferença entre a PBN é a GQR-EUA seja que a GQR-EUA trabalha mais próxima do Partido Democrata, que do Partido Republicano, como a empresa de Myron Wasylyk.

A decisão de trocar um 'técnico' norte-americano por outro parece conectada ao fato de que quanto mais se aproximam as eleições na Ucrânia, mais rapidamente o partido UDAR começa a perceber que Vitali Klitschko precisa pendurar-se nos Democratas, que ainda estarão na Casa Branca em 2015. Assim, parece ser movimento esperto reorientar-se para Greenberg Quinlan Rosner - consultores das campanhas eleitorais do presidente Bill Clinton e do candidato Al Gore, e assessores do Partido Democrata em várias eleições para o Congresso e para governos estaduais.
GQR não é recém-chegado na Ucrânia, nem estranho à ex-União Soviética em geral. Em 2007, por exemplo, a empresa trabalhou com o Partido Nossa Ucrânia. Os resultados do partido foram péssimos, mas quando o Partido UDAR estava escolhendo novo parceiro, as antigas conexões, parece, foram o fator determinante. Nem fez diferença que as campanhas eleitorais da empresa GQR na Ucrânia, antes, tenham sido fracassadas; outros aspectos da colaboração, pelo visto , contaram mais. Talvez, o prazer de 'modelar' o orçamento do partido para o período pré-eleitoral, quem sabe? Esses são segredos bem guardados, entre as equipes de consultores políticos do JUDAICO SIONISMO.

A empresa GQR também teve seus sucessos, em campanhas presidenciais e parlamentares em vários países. Foram bem sucedidos, por exemplo, na Romênia (MAS O SUCESSO SÓ É CONTABILIZADO PARA A EMPRESA, POIS O PAÍS ESTÁ QUEBRADO) , na Alemanha e na Grã-Bretanha (O PAÍS TAMBÉM ESTÁ QUEBRADO) , onde a GQR ainda tem contatos no governo e nos círculos políticos. E isso faz aumentar as chances de a GQR ser escolhida para prestar serviços ao futuro presidente da Ucrânia, se tudo der certo para Vitali Klitschko. Pelo menos, por algum tempo. Como Mikheil Saakashvili, que a empresa GQR também pôs no poder e, na sequência, ensinou a governar a Georgia(ONDE DERAM COM OS BURROS NÀGUA E FORAM EXPULSOS) conforme as fórmulas norte-americanas... até que os georgianos enjoaram daquilo tudo.

Ainda não se pode saber como serão as coisas para a Ucrânia. Talvez, como na Georgia, a Ucrânia terá outra revolução Maidan. A Ucrânia está habituada a essas coisas. Porque, não importa o quanto mudem de 'treinadores' JUDEUS SIONISTAS norte-americanos, o resultado é sempre o mesmo - e não interessa ao país que eles 'treinam'.
Estas empresas de fachada, são na realidade compostas por agentes políticos do MOSSAD israelense e da CIA americana, que é também comandada por eles. Estão na GRÉCIA(QUEBRADA), estão na IRLANDA(QUEBRADA, estão na ESPANHA (QUEBRADA), estão na ITÁLIA (QUEBRADA), estão em PORTUGAL (QUEBRADO), estão na FRANÇA (QUEBRADA), estão na BULGÁRIA (QUEBRADA), estão na POLÔNIA (QUEBRADA), estão na ALEMANHA (EMPACADA), estão nos ESTADOS UNIDOS (QUEBRADO),  enfim, querem fazer da EUROPA o que já fizeram nos ESTADOS UNIDOS, mas não conseguem fazer na PALESTINA, a escravização e manietação financeira, através de fraudes e jogadas contábeis, na base do 2+2=3, como fazem no Brasil e no Peru, só que os peruanos deram um flagrante, onde uma única empresa do JUDAICO SIONISMO, desviou 1 BILHÃO DE EUROS, bem, no Brasil a DILMA fecha os olhos, pois é conivente com o SIONISMO.
Foram expulsos da HUNGRIA, ISLÂNDIA, VENEZUELA, URUGUAI, EQUADOR E BOLÍVIA, mas esperneiam na Argentina, que iniciou um projeto de reestatização,  já retomou o petróleo e quebrou o monopólio da mídia JUDAICO SIONISTA.


TERROR JUDAICO SIONISTA NO LÍBANO – 5 MORTOS EM BEIRUT




ÓBVIO ULULANTE

TERRORISTAS JUDEUS SIONISTAS, DECEPCIONADOS COM O FRACASSO NA SÍRIA, TENTAM AGORA DESESTABILIZAR O LÍBANO, ATACAM OS VÁRIOS COMPONENTES DA POLÍTICA LOCAL, JOGANDO A CULPA, ORA DE UM LADO, ORA DO OUTRO, COM UM ÚNICO OBJETIVO – PROVOCAR UMA NOVA GUERRA CIVÍL, ENFRAQUECER OS CONTENDENTES E DEPOIS INVADIR O PAÍS, PARA VINGAR A DERROTA SOFRIDA EM 2006, QUANDO ISRAEL SOFREU UMA DERROTA ACACHAPANTE PELO HEZBOLAH, PROVOCANDO A QUEDA DO ENTÃO PREMIER JUDEU – EHUD OLMERT, SUBSTITUIDO ÀS PRESSAS PELO ATUAL PREMIER – NETANYAHU.

NA GUERRA CIVIL DE 1975, COMANDOS DO MOSSAD DISFARÇADOS DE PALESTINOS ATACARAM OS CRISTÃOS, E VICE VERSA, OCASIONANDO UM CONFLITO SANGRENTO, QUANDO ENTÃO ISRAEL ENTROU EM CENA, PARA ACABAR COM O CONFRONTO, MAS NA REALIDADE DESTRUIU QUASE TODA INFRA ESTRUTURA DO PAÍS, MATANDO MILHARES DE PESSOAS NA MAIORIA VELHOS, MULHERES E CRIANÇAS.

O ASSASSINATO DE HARIRI, QUE OCASIONOU A SAÍDA DO EXÉRCITO SÍRIO DO LÍBANO, FOI A PREPARAÇÃO DA FRACASSADA INVASÃO DO LÍBANO EM 2006. SÓ QUE ISRAEL ENCONTROU UM HEZBOLAH BEM ARMADO E DECIDIDO, QUE FRUSTOU OS PLANOS DOS JUDEUS SIONISTAS.

CIA assassinou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri
16.07.2013 | Fonte de informações:

CIA assassinou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri


Um ex-oficial americano revelou que a Agência Central de Inteligência (CIA) teria assassinado o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, informou neste domingo a emissora de TV síria Al-Akhbariya.

O norte-americano Wayne ex-oficial Mattson revelou que a CIA tinha usado um plano secreto, desenvolvido após os ataques de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gêmeas em Nova York, para perseguir grupos terroristas como parte das operações implementadas para aniquilar figuras políticas, cujos objetivos não eram compatíveis com os interesses militares e econômicos dos Estados Unidos.


Esse projeto secreto abriu o caminho para a agência de inteligência americana assassinar o ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, o primeiro vice-presidente do Sudão John Garang e outros políticos asiáticos e africanos.

Mattson disse que esta completamente seguro da exatidão das informações publicadas sobre o assassinato de Hariri e sublinhou que estas informações foram recolhidas pela CIA, o Conselho de Segurança Nacional Estados Unidos e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono).

Hispan Tv
Tradução Irã News

 

A HISTÓRIA SE REPETE AGORA

Explosão de carro-bomba mata ex-ministro e mais 4 no Líbano
30.12.2013 | Fonte de informações:

Explosão de carro-bomba mata ex-ministro e mais 4 no Líbano

Beirute, (Prensa Latina) Um assessor próximo ao ex-primeiro ministro libanês Saad Hariri, Mohamad Chatah, foi o alvo do atentado à bomba que estremeceu hoje esta capital no qual morreram cinco pessoas, segundo dados preliminares.
Os boletim não citam os feridos pela potente explosão que provocou uma densa coluna de fumaça e expandiu um forte cheiro de dinamite pelas zonas vizinhas onde casas e automóveis ficaram danificados pela onda de choque.
A área do atentado permanece isolada pelo Exército e pelas Forças de Segurança Interior, enquanto que os socorristas trabalham na remoção dos escombros e na busca das vítimas.
Conforme as informações, Chatah dirigia-se a uma reunião do Movimento Mustaqbal (Futuro, em árabe) do ex-primeiro ministro Saad Hariri, grupo líder da Aliança 14 de Março, formada por partidos sunitas, cristão maronitas e drusos.
A explosão ocorreu a apenas 100 metros do Serrallo, como é chamada aqui a sede do gabinete libanês na zona oeste desta capital, que durante anos permaneceu separada da oriental, na qual reside uma maioria dos membros da comunidade cristã maronita libanesa.
Chatah exerceu as funções de ministro de Finanças no gabinete de Saad Hariri, cujo progenitor, Rafik, um multimilionário vinculado à Arabia Saudita que foi premiê, morreu também aqui por um atentado à bomba no Dia de San Valentin em 2005.
Tanto Saad Hariri, como Chatah, são notórios por seu apoio aos grupos armados do exterior que há quase três anos tentam sem sucesso derrubar o presidente sírio, Bashar Al Assad, o que cria o temor de uma erupção da violência entre os membros da Aliança 14 de Março e os integrantes das entidades islâmicas e da esquerda.
A pavorosa explosão de hoje relembrou esta capital dos anos cruéis e incertos da guerra civil de 1975-1990 durante as quais os atentados à bomba eram quase cotidianos, tanto nas zonas dominadas pelas milícias cristãs, como nas controladas pelas muçulmanas e esquerdistas.
Em outubro do ano passado o general da Inteligência libanesa e chefe do corpo de segurança de Saad Hariri, Wissam Hassan, morreu em um atentado à bomba quando viajava pelo distrito capitalino de Ashfriyeh, habitado por cristãos maronitas.