Porém, ao contrário dos protestos antigovernamentais em Kiev, os acontecimentos em Bucareste não tiveram grande destaque nos órgãos de informação ocidentais. A razão é simples: os habitantes de Bucareste atentaram contra a "vaca sagrada" das corporações gasíferas e petrolíferas transnacionais: a "criminosa e perigosa extração do xisto".
A companhia americana Chevron iniciou a extração de gás de xisto na comuna de Pungesti, não obstante os protestos dos habitantes locais. O método proposto para exploração das jazidas é o mesmo que o empregue nos EUA: a explosão hidráulica das camadas do solo, isto é, o fracking. Este método provoca cada vez maiores protestos dos próprios norte-americanos, porque criam uma ameaça direta à atmosfera, à terra e águas subterrâneas. Estes protestos deviam ser ouvidos pela parte romena, porque, para os europeus, o processo de extração de gás de xisto é particularmente perigoso, declarou à Voz da Rússia Konstantin Simonov, chefe do Fundo da Segurança Energética Nacional:
"As consequências deste processo são muito perigosas. É utilizada uma grande quantidade de água que dissolve reagentes que podem misturar-se na estrutura dos coletores de água potável das cidades. Ao contrário dos EUA, a Europa está densamente povoada, aí não há territórios despovoados. A propósito, hoje, nos EUA, logo que a extração se aproxima das cidades, a resistência dos ecologistas aumenta".
Porém, isso em nada incomoda os representantes da Chevron, que não veem nada de perigoso na transferência desses métodos para a bacia do Danúbio e a região costeira do mar Negro. Segundo a agência francesa AFP, Victor Ponta, primeiro-ministro da Romênia, era um adversário convicto do gás de xisto quando estava na oposição. Quando chegou ao poder, mudou radicalmente as suas ideias. Apenas se pode tentar adivinhar as causas de semelhante mudança.
Na própria União Europeia não existe unanimidade na questão da exploração de jazidas de gás de xisto. Estes métodos já foram oficialmente proibidos em França, na República Checa, vigoram moratórias sobre o emprego do fracking na Bélgica, Irlanda e Bulgária. A empresa americana Exxon Mobil já desistiu da realização de projetos de exploração de gás de xisto na Polónia e Hungria. A companhia Royal Dutch Shell tomou a mesma decisão na Suécia. Nos Estados europeus onde ofracking ainda é permitido, os protestos dos ecologistas são cada vez maiores, recordou à Voz da Rússia Alexei Gromov, dirigente do Departamento Energético do Instituto Energético e Finanças da Rússia:
"A experiência dos EUA na extração de gás de xisto está longe de ser universal. Na Europa há uma situação completamente diferente. Primeiro, condições ecológicas diferentes. Elas são menos próprias para extração do ponto de vista económico. Segundo, o subsolo pertence ao Estado e ele é obrigado a adquirir terras para a extração de jazidas de xisto a privados. Terceiro, começam a ser colocadas cada vez mais questões ecológicas na esfera da extração de gás e petróleo de xisto. Quando se faz esse tipo de extração, é altamente provável a poluição com metano não só da atmosfera, mas também das águas subterrâneas."
Por isso não é de espantar que a Comissão Europeia não tenha pressa, elabore regras comuns de extração de gás de xisto e analise atentamente as questões da proteção do meio ambiente.
Porém, a Chevron continua a ditar condições à Europa Oriental. Apoiando-se nas concessões, ela estabelece, de fato, relações com a Romênia semelhantes às dos tempos coloniais.
É sintomático o fato de na China, que sente necessidade cada vez maior de recursos energéticos, as reservas de gás de xisto serem avaliadas em um volume astronómico de 36 triliões de metros cúbicos, ou seja, quase 70 vezes superior às reservas calculadas pelos americanos na Bulgária, Hungria e Romênia. Porém, as empresas chinesas, incluindo as maiores públicas, não têm pressa de explorar reservas tão gigantescas, tendo em conta o alto preço dos trabalhos e o efeito económico negativo.

A CHEVRON SOFRE CONTESTAÇÃO TAMBÉM NO BRASIL, PELA MESMA PRÁTICA DE "MAIORES CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE".
A CHEVRON PROTAGONIZ OU UM ACIDENTE DE GRANDES PROPORÇÕES NAS COSTAS BRASILEIRAS.
CONSIDERADO UM DOS  "MAIORES CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE".



RESULTADO CATASTRÓFICO CONTRA A FLORA E FAUNA NAS COSTAS BRASILEIRA, É O MALEFÍCIO QUE A CHEVRON PROTAGONIZOU NO BRASIL. .
CONSIDERADO UM DOS  "MAIORES CRIMES CONTRA O MEIO AMBIENTE".


AQUI NO BRASIL NÃO É DIFERENTE DO QUE ACONTECE NA ROMÊNIA, A CONIVENTE "DILMA", ALÉM DE SER JUDIA SIONISTA, É TAMBÉM UM "CAVALO DE TRÓIA SIONISTA", APÓS A PROIBIÇÃO DAS ATIVIDADES PELA JUSTIÇA, AUTORIZOU ESTA NEFASTA EMPRESA PERTENCENTE AO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, A RETOMAR SUAS CRIMINOSAS ATIVIDADES.

RIO – A norte-americana Chevron voltará a produzir petróleo no Brasil após ter permanecido pouco mais de um ano com as atividades suspensas por causa de um segundo vazamento de petróleo ocorrido em março de 2012 no Campo de Frade, na Bacia de Campos. No mesmo campo, em novembro de 2011, ocorreu um vazamento de cerca de 2 mil barris de petróleo.

Apesar da autorização para voltar a produzir, a companhia continua proibida pela ANP de perfurar poços no Brasil, enquanto estão sendo apuradas as causas do acidente que causou o vazamento em fins de 2011.

A autorização foi concedida em reunião da diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na última sexta-feira. Na ocasião da suspensão da produção, a companhia estava extraindo cerca de 61 mil barris diários de petróleo em Frade.

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_12_21/a-europa-oriental-sobrevivera-a-grande-revolucao-do-xisto-6395/