terça-feira, 31 de dezembro de 2013

UCRÂNIA - ASSEDIADA PELAS BESTAS DO APOCALIPSE ECONÔMICO - JUDEUS SIONISTAS


Ontem na Lybia - Hoje na Ucrânia



Ucrânia: Os 'assessores' JUDEUS SIONISTAS, apelidados de norte-americanos, mas são verdadeiras Bestas do Apocalipse econômico do candidato Vitali Klitschko

23.12.2013


Alexander Savchenko, Strategic Culture
http://www.strategic-culture.org/news/2013/12/22/vitali-klitschkos-american-coaches.html

Entreouvido na Vila Vudu:
Essa conversa interessa, mesmo, só porque as coisas são IGUAIZINHAS, também por aki, abaixo do Equador. Assim se fabrica um candidato sob medida prôs interesses dos EUA. Não se lê nos jornais, porque o 'jornalismo' que há por aqui é feito também igualzim desse jeitim.

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Todos sabem e dizem, na Ucrânia independente, que não há um único ministério ou agência do governo, nem um único partido político no Parlamento, exceto os comunistas, nos quais não se tenham infiltrado JUDEUS SIONISTAS apelidados de americanos, ou britânicos ou alemães "discretos", para ensinar os políticos e funcionários ucranianos como devem governar o país.
Isso não dá sinais de mudar, no caso de Vitali Klitschko vir a ser eleito o próximo presidente da Ucrânia. O mais provável é que, aí sim, a coisa se manifeste em pleno vapor. Sem conhecimento ou experiência de governar um país, Klitschko inevitavelmente será um peão nas mãos dos JUDEUS SIONISTAS que o levaram ao governo e, imediatamente, se infiltrará à sombra de seu 'trono'. Dentre essa gente, lá estarão os 'consultores' JUDEUS SIONISTAS, apelidados de norte-americanos contratados pelo Partido UDAR.

É interessante examinar quais são as empresas de 'relações públicas' que estão mediando os contatos entre Klitschko e o Congresso e as agências do governo dos EUA, e assessorando sua equipe, na organização, desde já, da campanha eleitoral.
 

Até recentemente, segundo um estrategista político do partido UDAR, Rostislav Pavlenko, o partido estava trabalhando com a empresa norte-americana PBN,[1] que se apresenta como especializada no campo das chamadas "comunicações estratégicas" nos mercados de Rússia, Ucrânia e outros países CIS [Commonwealth  of Independent States, as repúblicas ex-soviéticas]. Segundo a página da empresa PBN, as áreas chaves de atividade são "comunicação corporativa e de crise, comunicações públicas e de governo, comunicações financeiras e relações entre investidores."

Se se sabe que a diretoria da PBN inclui gente como o jornalista JUDEU SIONISTA Georgy Oganov, ex-secretário de imprensa de Mikhail Gorbachev,[2] e o JUDEU SIONISTA Bernard Sucher, presidente da empresa internacional de investimentos Alfa Capital, pode-se assumir que essa PBN é uma das muitas empresas que se organizaram no ocidente para viver penduradas como sanguessugas nos países ex-soviéticos, e dali bombear dinheiro  para fora, diretamente para bancos JUDEUS SIONISTAS norte-americanos, usando conexões nos escalões do governo e do grande business.

O escritório da empresa na Ucrânia é dirigido por Myron Wasylyk, JUDEU SIONISTA norte-americano, ex-empregado do Departamento de Estado, membro do conselho supervisor da Eurasia Foundation, que trabalha em íntima conexão com a comunidade JUDAICO SIONISTA norte-americana de espionagem, e membro do conselho supervisor do International Centre for Policy Studies, fundado por George Soros. Também JUDEU SIONISTA e mantido com dinheiro  dele. Esse centro, por falar dele, participou da redação de uma versão do acordo para zona de livre comércio entre a Ucrânia e a Comunidade Europeia que o atual presidente da Ucrânia considerou uma ameaça aos interesses nacionais do país. A esposa de Wasylyk, Maria Ionova JUDIA SIONISTA, foi eleita deputada pelo partido UDAR em 2012.

Ainda não se sabe, é claro, como Wasykyk deixou a vida de pequeno empresário e vice-assistente do partido em 2005, para tornar-se repentinamente consultor do presidente da Ucrânia e, em seguida, membro do governo. Ajuda a ver o tipo de poder que o presidente do escritório ucraniano da PBN passou a ter depois da "revolução laranja ".

Depois da criação do partido UDAR, a PBN começou a trabalhar com a equipe de Vitali Klitschko, ajudando-o a estabelecer laços com a Casa Branca, o Congresso, o Departamento de Estado e o Conselho de Segurança Nacional dos EUA. A PBN arranjou várias visitas a Washington para o líder do partido e seus assistentes. A mesma empresa apresentou Klitschko ao senador John McCain do ESTADO MAIOR DO JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL, e a vários funcionários do Departamento de Estado e do Conselho de Segurança Nacional que reagem de modo particularmente nervoso e ansioso ante qualquer coisa que tenha a ver com a Rússia.

Para ajudar Vitali Klitschko a estabelecer as indispensáveis conexões com o establishment norte-americano, o chefe do escritório ucraniano da PBN dependeu, basicamente, de relações já antigas, desde quando trabalhava na Eurasia Foundation, com a JUDIA SIONISTA Fiona Hill, da ala mais reacionária dos neoconservadores norte-americanos e de ISRAEL. Ficou conhecida por apoiar a ação dos wahhabistas na Chechnya; por listar justificativas para o ataque terrorista em Beslan, e por opor-se à classificação do grupo islamista Hizb ut-Tahrir como organização terrorista, em falas no Congresso dos EUA. Durante o governo de George W. Bush, Fiona Hill foi encarregada da inteligência nacional para Rússia e Eurásia, no Conselho de Inteligência Nacional. Mantém laços próximos com a diáspora ucraniana e considera-se grande amiga da Ucrânia (não por acaso, só dos nacionalistas fanáticos).

Assim, se Vitali Klitschko for eleito presidente (e parece que é o que Washington e Israel deseja que aconteça, por mais que Arseniy Yatsenyuk e Oleh Tyahnybok esbravejem), as oportunidades de negócios para a PBN Company serão tão grandes quanto foram durante a presidência de Yushchenko. Mas... talvez não.

Porque, segundo o onisciente cientista político ucraniano Kost' Bondarenko, o Partido UDAR recentemente contratou outra empresa norte-americana: a empresa JUDAICO SIONISTA de pesquisas Greenberg Quinlan Rosner (GQR).[3]

Greenberg Quinlan Rosner é empresa de consultoria ainda maior, e opera em 80 países. Faz a mesma coisa que a PBN. Talvez a principal diferença entre a PBN é a GQR-EUA seja que a GQR-EUA trabalha mais próxima do Partido Democrata, que do Partido Republicano, como a empresa de Myron Wasylyk.

A decisão de trocar um 'técnico' norte-americano por outro parece conectada ao fato de que quanto mais se aproximam as eleições na Ucrânia, mais rapidamente o partido UDAR começa a perceber que Vitali Klitschko precisa pendurar-se nos Democratas, que ainda estarão na Casa Branca em 2015. Assim, parece ser movimento esperto reorientar-se para Greenberg Quinlan Rosner - consultores das campanhas eleitorais do presidente Bill Clinton e do candidato Al Gore, e assessores do Partido Democrata em várias eleições para o Congresso e para governos estaduais.
GQR não é recém-chegado na Ucrânia, nem estranho à ex-União Soviética em geral. Em 2007, por exemplo, a empresa trabalhou com o Partido Nossa Ucrânia. Os resultados do partido foram péssimos, mas quando o Partido UDAR estava escolhendo novo parceiro, as antigas conexões, parece, foram o fator determinante. Nem fez diferença que as campanhas eleitorais da empresa GQR na Ucrânia, antes, tenham sido fracassadas; outros aspectos da colaboração, pelo visto , contaram mais. Talvez, o prazer de 'modelar' o orçamento do partido para o período pré-eleitoral, quem sabe? Esses são segredos bem guardados, entre as equipes de consultores políticos do JUDAICO SIONISMO.

A empresa GQR também teve seus sucessos, em campanhas presidenciais e parlamentares em vários países. Foram bem sucedidos, por exemplo, na Romênia (MAS O SUCESSO SÓ É CONTABILIZADO PARA A EMPRESA, POIS O PAÍS ESTÁ QUEBRADO) , na Alemanha e na Grã-Bretanha (O PAÍS TAMBÉM ESTÁ QUEBRADO) , onde a GQR ainda tem contatos no governo e nos círculos políticos. E isso faz aumentar as chances de a GQR ser escolhida para prestar serviços ao futuro presidente da Ucrânia, se tudo der certo para Vitali Klitschko. Pelo menos, por algum tempo. Como Mikheil Saakashvili, que a empresa GQR também pôs no poder e, na sequência, ensinou a governar a Georgia(ONDE DERAM COM OS BURROS NÀGUA E FORAM EXPULSOS) conforme as fórmulas norte-americanas... até que os georgianos enjoaram daquilo tudo.

Ainda não se pode saber como serão as coisas para a Ucrânia. Talvez, como na Georgia, a Ucrânia terá outra revolução Maidan. A Ucrânia está habituada a essas coisas. Porque, não importa o quanto mudem de 'treinadores' JUDEUS SIONISTAS norte-americanos, o resultado é sempre o mesmo - e não interessa ao país que eles 'treinam'.
Estas empresas de fachada, são na realidade compostas por agentes políticos do MOSSAD israelense e da CIA americana, que é também comandada por eles. Estão na GRÉCIA(QUEBRADA), estão na IRLANDA(QUEBRADA, estão na ESPANHA (QUEBRADA), estão na ITÁLIA (QUEBRADA), estão em PORTUGAL (QUEBRADO), estão na FRANÇA (QUEBRADA), estão na BULGÁRIA (QUEBRADA), estão na POLÔNIA (QUEBRADA), estão na ALEMANHA (EMPACADA), estão nos ESTADOS UNIDOS (QUEBRADO),  enfim, querem fazer da EUROPA o que já fizeram nos ESTADOS UNIDOS, mas não conseguem fazer na PALESTINA, a escravização e manietação financeira, através de fraudes e jogadas contábeis, na base do 2+2=3, como fazem no Brasil e no Peru, só que os peruanos deram um flagrante, onde uma única empresa do JUDAICO SIONISMO, desviou 1 BILHÃO DE EUROS, bem, no Brasil a DILMA fecha os olhos, pois é conivente com o SIONISMO.
Foram expulsos da HUNGRIA, ISLÂNDIA, VENEZUELA, URUGUAI, EQUADOR E BOLÍVIA, mas esperneiam na Argentina, que iniciou um projeto de reestatização,  já retomou o petróleo e quebrou o monopólio da mídia JUDAICO SIONISTA.


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