terça-feira, 31 de dezembro de 2013

TERROR JUDAICO SIONISTA NO LÍBANO – 5 MORTOS EM BEIRUT




ÓBVIO ULULANTE

TERRORISTAS JUDEUS SIONISTAS, DECEPCIONADOS COM O FRACASSO NA SÍRIA, TENTAM AGORA DESESTABILIZAR O LÍBANO, ATACAM OS VÁRIOS COMPONENTES DA POLÍTICA LOCAL, JOGANDO A CULPA, ORA DE UM LADO, ORA DO OUTRO, COM UM ÚNICO OBJETIVO – PROVOCAR UMA NOVA GUERRA CIVÍL, ENFRAQUECER OS CONTENDENTES E DEPOIS INVADIR O PAÍS, PARA VINGAR A DERROTA SOFRIDA EM 2006, QUANDO ISRAEL SOFREU UMA DERROTA ACACHAPANTE PELO HEZBOLAH, PROVOCANDO A QUEDA DO ENTÃO PREMIER JUDEU – EHUD OLMERT, SUBSTITUIDO ÀS PRESSAS PELO ATUAL PREMIER – NETANYAHU.

NA GUERRA CIVIL DE 1975, COMANDOS DO MOSSAD DISFARÇADOS DE PALESTINOS ATACARAM OS CRISTÃOS, E VICE VERSA, OCASIONANDO UM CONFLITO SANGRENTO, QUANDO ENTÃO ISRAEL ENTROU EM CENA, PARA ACABAR COM O CONFRONTO, MAS NA REALIDADE DESTRUIU QUASE TODA INFRA ESTRUTURA DO PAÍS, MATANDO MILHARES DE PESSOAS NA MAIORIA VELHOS, MULHERES E CRIANÇAS.

O ASSASSINATO DE HARIRI, QUE OCASIONOU A SAÍDA DO EXÉRCITO SÍRIO DO LÍBANO, FOI A PREPARAÇÃO DA FRACASSADA INVASÃO DO LÍBANO EM 2006. SÓ QUE ISRAEL ENCONTROU UM HEZBOLAH BEM ARMADO E DECIDIDO, QUE FRUSTOU OS PLANOS DOS JUDEUS SIONISTAS.

CIA assassinou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri
16.07.2013 | Fonte de informações:

CIA assassinou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri


Um ex-oficial americano revelou que a Agência Central de Inteligência (CIA) teria assassinado o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, informou neste domingo a emissora de TV síria Al-Akhbariya.

O norte-americano Wayne ex-oficial Mattson revelou que a CIA tinha usado um plano secreto, desenvolvido após os ataques de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gêmeas em Nova York, para perseguir grupos terroristas como parte das operações implementadas para aniquilar figuras políticas, cujos objetivos não eram compatíveis com os interesses militares e econômicos dos Estados Unidos.


Esse projeto secreto abriu o caminho para a agência de inteligência americana assassinar o ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, o primeiro vice-presidente do Sudão John Garang e outros políticos asiáticos e africanos.

Mattson disse que esta completamente seguro da exatidão das informações publicadas sobre o assassinato de Hariri e sublinhou que estas informações foram recolhidas pela CIA, o Conselho de Segurança Nacional Estados Unidos e do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono).

Hispan Tv
Tradução Irã News

 

A HISTÓRIA SE REPETE AGORA

Explosão de carro-bomba mata ex-ministro e mais 4 no Líbano
30.12.2013 | Fonte de informações:

Explosão de carro-bomba mata ex-ministro e mais 4 no Líbano

Beirute, (Prensa Latina) Um assessor próximo ao ex-primeiro ministro libanês Saad Hariri, Mohamad Chatah, foi o alvo do atentado à bomba que estremeceu hoje esta capital no qual morreram cinco pessoas, segundo dados preliminares.
Os boletim não citam os feridos pela potente explosão que provocou uma densa coluna de fumaça e expandiu um forte cheiro de dinamite pelas zonas vizinhas onde casas e automóveis ficaram danificados pela onda de choque.
A área do atentado permanece isolada pelo Exército e pelas Forças de Segurança Interior, enquanto que os socorristas trabalham na remoção dos escombros e na busca das vítimas.
Conforme as informações, Chatah dirigia-se a uma reunião do Movimento Mustaqbal (Futuro, em árabe) do ex-primeiro ministro Saad Hariri, grupo líder da Aliança 14 de Março, formada por partidos sunitas, cristão maronitas e drusos.
A explosão ocorreu a apenas 100 metros do Serrallo, como é chamada aqui a sede do gabinete libanês na zona oeste desta capital, que durante anos permaneceu separada da oriental, na qual reside uma maioria dos membros da comunidade cristã maronita libanesa.
Chatah exerceu as funções de ministro de Finanças no gabinete de Saad Hariri, cujo progenitor, Rafik, um multimilionário vinculado à Arabia Saudita que foi premiê, morreu também aqui por um atentado à bomba no Dia de San Valentin em 2005.
Tanto Saad Hariri, como Chatah, são notórios por seu apoio aos grupos armados do exterior que há quase três anos tentam sem sucesso derrubar o presidente sírio, Bashar Al Assad, o que cria o temor de uma erupção da violência entre os membros da Aliança 14 de Março e os integrantes das entidades islâmicas e da esquerda.
A pavorosa explosão de hoje relembrou esta capital dos anos cruéis e incertos da guerra civil de 1975-1990 durante as quais os atentados à bomba eram quase cotidianos, tanto nas zonas dominadas pelas milícias cristãs, como nas controladas pelas muçulmanas e esquerdistas.
Em outubro do ano passado o general da Inteligência libanesa e chefe do corpo de segurança de Saad Hariri, Wissam Hassan, morreu em um atentado à bomba quando viajava pelo distrito capitalino de Ashfriyeh, habitado por cristãos maronitas.

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