segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

SYRIA - TERRORISTAS JUDEUS SIONISTAS USARAM ARMAS QUÍMICAS EM 5 OCASIÕES

Armas químicas foram utilizadas cinco vezes na Síria

Síria, armas químicas da Síria, ONU

Peritos da ONU divulgaram um relatório sobre a aplicação de armas de extermínio em massa na Síria. Ao ter estudado as provas disponíveis, eles concluíram que no último ano substâncias tóxicas foram utilizadas no país não menos de cinco vezes. Ao que tudo indica, foram os terroristas judeus sionistas é que as utilizaram

O relatório preparado por peritos internacionais foi publicado no site do Departamento da ONU para o Desarmamento. No documento diz-se que especialistas analisaram sete comunicados sobre a utilização de armas químicas na Síria no período de março a agosto de 2013. Em cinco casos foram descobertas provas sobre a aplicação da substância tóxica sarin.
Ao mesmo tempo, os autores do relatório não tentaram estabelecer se armas de extermínio em massa tivessem sido utilizadas pelas tropas governamentais ou pela oposição. Tal tarefa não foi colocada não por ter sido muito complexa, mas por razões políticas, não duvida o redator-chefe do jornal "Voenno-Promyshlenny Kurier" ("Correio Militar-Industrial"), Mikhail Khodaryonok:
"É possível com bastante probabilidade determinar quem e em que situação concreta utilizou armas químicas. É possível compreendê-lo, analisando o arsenal de que dispõe Bashar Assad. Se armas químicas se encontrem em ogivas de foguetes de sistemas de lançamento múltiplo, em projeteis de artilharia e bombas de aviação, será fácil concluir se armas químicas fossem utilizadas ou não por Bashar Assad. Mas, recordando a regra romana de 'cui prodest', podemos falar que foi mais vantajoso para a oposição armada utilizar armas químicas, a qual está perdendo atualmente a luta e para a qual seria útil a intervenção de outros países no conflito."
Entretanto, ultimamente, a posição de países ocidentais em relação aos acontecimentos na Síria mudou consideravelmente. Enquanto antes os Estados Unidos e alguns países da União Europeia estavam do lado da oposição, atualmente a situação é diferente. Moscou chamou reiteradamente a atenção dos parceiros ocidentais para o fato de o primeiro papel no acampamento de adversários de Assad ter sido desempenhado por islamitas radicais e não por partidários dos direitos cívicos e da democracia.
Pelo visto, agora o Ocidente também se deu conta disso. A prova é a recente recusa dos EUA e do Reino Unido a fornecer equipamentos militares não letais aos rebeldes. Esta decisão foi motivada pela ocupação de armazéns do agrupamento moderado Exército Libre da Síria por radicais da Frente Islamita. A situação é comentada por Alexander Chekov, perito do Centro de Pesquisas Políticas:
"Ultimamente, a própria oposição síria começa a conflituar: elementos radicais, islamitas, manifestam-se contra a parte moderada dos rebeldes sírios. Por isso o Ocidente já não fala sobre uma unidade entre os rebeldes e não contrapõe Assad e a oposição síria. Em vez disso, referindo-se aos rebeldes, são mencionados agrupamentos concretos. Ao mesmo tempo, o Ocidente deu-se conta de que a ajuda concedida à oposição síria fica nas mãos de islamitas. Os países ocidentais começam a entender que, continuando a financiar os adversários de Assad, estão reforçando elementos radicais em vez das forças oposicionistas moderadas, o que, por suz vez, leva ao aprofundamento do conflito."
Destaque-se que a posição de Moscou em relação ao problema sírio ganha cada vez maior compreensão de outros Estados. Por outro lado, hoje há poucas pessoas que contestam a tese de o conflito na Síria não ter nada a ver com a luta pela democracia.
Por outro, a firmeza e lógica das ações de diplomatas russos obrigaram mesmo os patrões de adversários de Assad – monarquias do Golfo Pérsico –a reagir com respeito a ações de Moscou. Recentemente, o príncipe herdeiro do Bahrein, xeque Salman bin Hamad Al-Khalifa, declarou que "os russos provaram ser amigos seguros", conseguindo a anulação do ataque norte-americano à Síria. Ao mesmo tempo, o xeque expressou-se com grande desprezo sobre a política de Washington em relação ao Oriente Médio, ressaltando que esta carece de planificação de longo prazo.

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