domingo, 15 de dezembro de 2013

ESPIÃO SIONISTA - DESAPARECEU NO IRÃ - ESPOSA RECLAMA A OBAMA

Publicada em 14 de Dezembro de 2013 ás 09:31:41
Norte-americano desaparecido no Irã em 2007 era agente da CIA, diz jornal



 Presidente Barack Obama em reunião com Christine Levinson, esposa de Robert, em março de 2012 (Wikicommons)


Mídia dos EUA revela que ex-agente do FBI, Robert Levinson, estava no país persa a serviço da agência de inteligência

O norte-americano Robert Levinson, agente aposentado do FBI, que desapareceu no Irã, em 2007, estava no país a serviço da CIA (agência de inteligência norte-americana). A informação é do jornal Washington Post e da agência Associated Press, que publicou a notícia, nesta sexta-feira (13/12), alegando que, em ocasiões anteriores, foi proibida de divulgar a informação porque a investigação sobre o paradeiro do norte-americano ainda estava em curso.
Levinson viajou para a ilha de Kish, no Irã, em março de 2007, para investigar casos de corrupção no governo e o programa nuclear do país. Até agora, a versão oficial do governo era de que Levinson estava no Irã em uma viagem de negócios. 
Mas, meses após o sequestro do norte-americano, e-mails e outros documentos internos da CIA sugeriam que ele estava no Irã a serviço da agência. Uma investigação interna foi feita para apurar o caso. Fontes da CIA relataram ao jornal Washington Post que o episódio teve grande repercussão na agência, com pelo menos dez empregados, incluindo três analistas veteranos, afastados após o início das investigações.
Depois de assumir a responsabilidade pelo caso, a CIA pagou uma indenização de 2,5 milhões de dólares para a esposa de Levinson, Christine Levinson, que também trabalhou na agência de espionagem. A família ainda recebeu 120 mil dólares pela renovação do contrato do norte-americano, que estava para ser renovado quando ele partiu para o Irã.
A última evidência de que Levinson estivesse vivo foi uma foto enviada à família em abril de 2011, onde ele segurava uma placa com os dizeres “quarto ano...vocês não podem ou não querem?...”. Até hoje, a CIA não tem pistas do paradeiro do norte-americano e não sabe informar se existe a chance dele estar vivo.
A NSA (Agência Nacional de Segurança, da sigla em inglês) se recusou a comentar o caso.

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