sábado, 14 de dezembro de 2013

AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA – HONDURAS


Honduras: Eleições e ingerência midiática e militar explícita e escancarada dos JUDEUS SIONISTAS, contra os hondurenhos, não só ameaçam, assassinam e matam os oposicionistas.  Ao menos 22 pessoas morrem por dia em Honduras pela violência praticada sob a batuta dos JUDAICO SIONISTAS e seus CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS, resultando em  eleições fraudadas, e desde o golpe contra ZELAYA, já assassinaram mais de 40 jornalistas e seus auxiliares, num claro desrespeito aos DIREITOS HUMANOS, não é diferente do que fazem no AFEGANISTÃO, SYRIA, IRAQUE, EGITO E LYBIA.
10.12.2013

HONDURAS SOB FOGO CERRADO

O olhar deve voltar-se sobre Honduras onde a situação é grave, porque é o processo eleitoral mais importante depois de tantos anos de falsificações democráticas e ditaduras, em um país pequeno da América Central, convertido desde os anos 30 em uma plataforma militarizada dos JUDEUS SIONISTAS, o povo hondurenho tem sido sempre vítima.

Foi de Honduras que partiu a vanguarda da invasão à Guatemala, para derrubar o popular presidente Jacobo Arbenz Guzmán em 1954. Nos anos 80, não só se alastraram as bases em Honduras para o projeto JUDAICO SIONISTA, da guerra suja e supostamente encoberta contra a Nicarágua sandinista, como também um Centro de Treinamento para os que tinham que combater os movimentos de libertação em El Salvador, Guatemala e outros países. E houve ainda desaparecidos hondurenhos, o reinado do embaixador JUDAICO SIONISTA John Negroponte e a "colaboração" de militares argentinos(CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS) e agentes do batalhão 601 com os mercenários "contras" que assolavam os povoados da Nicarágua.

Tudo isso está por trás da verdadeira história de Honduras. Por isso este é um momento tão importante para esse povo que viveu uma breve primavera, sob o governo do empresário do antigo partido liberal Manuel Zelaya, que teve o valor de escutar pela primeira vez as vozes de seu povo e começar a dar respostas. Ademais cometeu o "sacrilégio" de aliar-se com os países da ALBA, encabeçada pela Venezuela.

Teria mais que dizer, mas basta saber que se aplicou neste caso, o golpe "suave", ainda que não tanto porque foram militares de elite os que sequestraram o presidente Zelaya naquele dia 28 de junho de 2009 e leva-lo a uma base norte-americana comandada por JUDEUS SIONISTAS, em Honduras e dali transferido para a Costa Rica.

O JUDEU SIONISTA Negroponte, então enviado do departamento de Estado desde junho de 2008 para "pôr em seu lugar" Honduras, conseguiu cooptar os deputados liberais de Zelaya e passou a lista de juízes que esse congresso devia eleger para integrar a Corte Suprema(NO BRASIL NÃO É DIFERENTE, SÃO OS JUDEUS É QUE NOMEIAM OS INTEGRANTES DO “STF”). Não se deve estranhar que essa Corte e esse Congresso considerassem que não houve golpe de Estado em Honduras e que na realidade tentar um plebiscito para mudar a constituição da ditadura era antidemocrático.

Agora estas são as eleições de maior participação popular que se registraram, com partidos como o Libre (Liberdade e Refundação) nascido da resistência ao golpe que continua até hoje em dia, apesar das perseguições e assassinatos cometidos nestes quatro anos de continuísmo golpista e que levou como candidata Xiomara Castro, esposa do ex-presidente Zelaya.

Esta mulher mostrou uma coragem surpreendente ao encabeçar as marchas contra o golpe, enquanto seu esposo estava sequestrado no exterior. A campanha do poder hegemônico e da guerra mediática foi de amedrontamento aos cidadãos, que atingiu também observadores estrangeiros do processo eleitoral. Dois grupos foram detidos em no marco de uma militarização ilegal.

A guerra do medo acompanhada por dolorosas cifras de vítimas, que foram aumentando a partir do golpe de junho de 2009: mais de 40 jornalistas e camarógrafos, e dezenas de camponeses, trabalhadores, professores e dirigentes populares da resistência assassinados. Uma instalação da violência com incursão das "marés" criadas nos arredores latinos dos Estados Unidos para exportar seus países de origem e criar insegurança e terror. Ao menos 22 pessoas morrem por dia em Honduras pela violência. Tudo isto após o golpe que vinha "salvar a democracia".

Teve ameaças de todo tipo e até poucos dias antes das eleições, dirigentes humildes populares do Partido Livre foram sequestrados, torturados e assassinados.
Isto abona as propostas do governo da sucessão golpista de militarizar a sociedade e evidentemente amparar a existência de bases militares dos Estado Unidos, sob o comando JUDEU SIONISTA, como a de Palmerola, estratégica no mapa da dominação regional ou Gracias a Dios, entre outras instalações que levaram à miséria e ao feminicídio.

A maioria dos trabalhadores hondurenhos ganham um dólar diariamente e a pobreza incrementou-se notadamente desde o golpe somando agora 66.7 por cento da população. Os Esquadrões da Morte da década de 80 quando Honduras se converteu numa imensa base para a guerra suja contra a Nicarágua sandinista como o Batalhão 3-16 segue estando na atualidade e apoia o candidato oficial. Mais ainda, depois do golpe ingressaram ao país outros grupos de MERCENÁRIOS estrangeiros e assessores que conformam uma rede de esquadrões paramilitares, a exemplo do que fazem no AFEG.ANISTÃO, SYRIA, IRAQUE, EGITO E LYBIA.

Porfirio Lobo(CAVALO DE TRÓIA SIONISTA)  manejou o país junto ao atual candidato oficial Juan Orlando Hernández(CAVALO DE TRÓIA SIONISTA), do Partido Nacional, uma das duas formações tradicionais da oligarquia. Como presidente do Congresso até agora Hernández se ocupou em preparar o caminho do continuismo criando uma polícia militar(A EXEMPLO DO BRASIL, CRIARAM A FORÇA NACIONAL PARA CONTER OS MANIFESTANTES) para supostamente combater a insegurança e deu passo a uma série de leis temíveis.

Como relato do terror, os militares entraram imprevistamente a uma sede do partido Libre dois dias antes das eleições e na noite anterior tomaram as antenas de Rádio e TV-Globo de Cantagallo.

"Estamos elegendo entre o caminho da vida e o de seguir morrendo na miséria, perseguição e morte", disse um dirigente popular de Olancho. Aconteça o que acontecer em Honduras, os países da região não devem esquecer que ali também se define o futuro da América Latina e do Caribe.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=ec88121df4e8a5ea1665067e0305bcf2&cod=12885


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