sábado, 14 de dezembro de 2013

AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA - "STF" DE INJUSTIÇAS - HONDURAS

JUDEUS SIONISTAS E SEUS CAVALOS DE TRÓIA SIONISTAS, PRATICAM  TORTURA E ASSASSINATOS EM HONDURAS

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Não foi notícia: manifestações em Honduras contra o governo golpista

TEGUCIGALPA / 27-01-2011
Dezenas de milhares de hondurenhos se mobilizaram hoje nas ruas de Tegucigalpa e outras cidades para exigir um fim ao exílio do Presidente deposto Manuel Zelaya e de outros duzentos compatriotas. Estes foram forçados a fugir do país depois do Golpe de Estado Militar em 28 de junho de 2009 ou para salvar-se durante estes 19 meses de guerra suja e da caça às bruxas contra o movimento popular hondurenho.



Faz exatamente um ano, depois de quatro meses de reclusão, o deposto Presidente Zelaya deixou a embaixada do Brasil e acompanhado pelo Presidente Leonel Fernández da República Dominicana, saiu para um exílio forçado que hoje completa um ano.
Havia entrado clandestinamente pela fronteira de um dos três países vizinhos com a ajuda internacional dos povos da América Central. Regressou à pátria por Morazán (departamento de El Salvador) no dia do seu aniversário e entrou na embaixada do Brasil na manhã do dia 21 de setembro de 2009.
Tentativa frustrada de insurreição
Haviam passado dois meses e três semanas do golpe de Estado e a incerteza da direção da ditadura militar-cívica era grande. O que sabemos é que o plano de Zelaya teve várias etapas: O retorno do presidente eleito pelo povo de Honduras foi o primeiro, seguido de uma greve geral convocada por três sindicatos de trabalhadores, culminando em uma revolta popular que iria forçar um retorno ao quartéis militares ou de ser derrubado pelo povo .
Líderes da resistência argumentam que o regime estava disposta a afogar o país em sangue e lidar com as pessoas com todo o seu poder militar. A resistência não teve os meios para derrubar o regime. Nas favelas e comunidades em Tegucigalpa, o povo se rebelou contra o toque de recolher por tempo indeterminado e também assumiu o controle de várias delegacias.
Após 38 horas, o ?regime de fato? levantou o toque de recolher, abalada pela fúria e a força popular desarmada, mas não pôde ser controlado pelos militares. Era preferível ter a Resitência manifestando-se nas ruas uma vez que o povo se organizara e onde estavam as massas hondurenhas, nas favelas e comunidades onde era praticamente impossível para as Forças Armadas manter o controle em um prazo largo

A ADVERTÊNCIA DE LULA PARA OS GOLPISTAS


Zelaya foi um ?Hóspede honorário? de Lula na embaixada e o mesmo Lula, ante as ameaças de um assalto militar na embaixada, advertia a cúpula militar-cívica do general Romeo Vázquez e ao autoelegido ?presidente? Roberto Micheletti de não mensar em tocar em seu amigo Manuel Zelaya ou a delegação diplomática.

Mas os quatro meses de reclusão foi uma tortura psicológica e também física contra as pessoas na embaixada. Foram utilizados diferentes tipos de tortura como sons penetrantes, dia e noite. Marchas na madrugada das tropas militares como aviso de um assalto em questão de segundos ou agentes da inteligência militar que interceptavam todo tipo de comunicação de celular ou correios eletrônicos, as entradas e saídas de pessoas que se encontravam dentro da embaixada, foram bem testemunhados. Os militares ou seus agentes introduziram nos tubos de esgoto químicos que teve efeito nos integrantes da embaixada, que a princípio eram mais de 60 pessoas, fazendo-os vomitar. Os militares deixavam os cachorros farejar a comida antes que pudessem passar pelos postos de controle que rodeavam toda a embaixada do Brasil em Tegucigalpa.

Em 27 de janeiro de 2010, Manuel Zelaya deixou a embaixada do Brasil com seus familiares abordo do avião presidencial da República Dominicana que o levou a um exílio forçado e que já cumpriu um ano
O POVO HONDURENHO DISSE: ?ATÉ LOGO, PRESIDENTE!?
Esse dia, foram preenchidas as ruas entre a Universidade Pedagógica e ai aeroporto internacional Toncontin. Entre 300.000-400.000 hondurenhos foram dizer um ?ATÉ LOGO, PRESIDENTE!? enquanto o senhor Porfirio Lobo foi juramentado e assumiu a presidência depois de umas eleições que a Resistência caracterizou de ?espúria? em 29 de novembro de 2009. O que é certo é que o Estadio Nacional, onde há espaço para 35 mil pessoas, só haviam apenas 30 mil, incluídos os militares e policiais. Era como um medidor da correlação de forças entre o povo nas ruas e a elite política, econoômica e militar no Estadio Nacional.



A mobilização hoje, em 27 de janeiro de 2011, confirma que o povo apesar dos assassinatos, guerra suja, caça Às bruxas contra nós na mídia só pelo direito de transmitir a realidade e a verdade do que diz um cidadão hondurenho comum, porque, apesar disso, o povo de Honduras esteve nas ruas para relembrar que ?estamos com o presidente e os companheiros exilados?, como diziam os manifestantes na mobilização.

TAMBÉM VÃO CAIR
Suyapa Valladares é uma dessas milhares de mulheres vendedoras ambulantes que buscam a sobrevivência como seja, mas sempre de forma honesta, trabalhando embaixo do Sol ardente que mancha a pele irreversivelmente vendendo caramelos, chicletes e doces como tantos outros do setor informal. Sabem em carne e osso quem é o amigo e quem é o inimigo. E para a combativa mulher da Resistência que nunca falha quando há mobilização, não há dúvida a quem admira:
? Temos lágrimas em nossos olhos pela ausência do Presidente. Mas de qualquer maneira, porque isto faz parte de nossa vitória. Saudações para nosso Comandante Mel Zelaya e a próxima presidenta de Honduras, Xiomara Castro de Zelaya, diz Suyapa que carinhosamente a chamam de ?Madona?, magra mas com um espírito incrível e vontade de combater aos inimigos do povo.
? Olhe Presidente, este é o seu povo, a este os golpistas tem medo! Mas também vão cair!
Com o tempo, o movimento que se fundou nesse dia trágico, 28 de junho de 2009 em uma ?Pupusería La Cabaña? (comida salvadorenha) frente a Casa Presidencial, virou um pesadelo para o Poder de Fato que o presidente deposto acusa de ser os verdadeiros autores intelectuais do Golpe de Estado em Honduras em aliança com a extrema direita republicana dos Estados unidos. A Frente Nacional de Resistência Contra o Golpe de Estado não se cansou nem se esgotou com os meses a fio, se fortaleceu e começou a dar estruturas orgânicas que no próximo 26 de fevereiro será materializado em seu primeiro Congresso Nacional com quase 600 delegados eleitos desde as bases municipais da Frente de Resistência Popular, como agora é chamado o pesadelo da oligarquia hondurenha.

 

VAMOS MATÁ-LOS DE UM POR UM?!
Mas durante estes já 19 meses, caíram muitos mártires e entre eles Walter Troches. Era um jovem de somente 26 anos quando foi assassinado. Foi primeiramente terrivelmente golpeado em julho de 2009 pelos militares, sequestrado e torturado em 4 de dezembro do mesmo ano, mas conseguiu escapar de seus carrascos para ser assassinado dez dias depois. Era líder da Resistência e passou clandestinamente para a fronteira entre Honduras e Nicaragua em 25 de julho de 2009, o dia que Mel Zelaya não pode ingressar em Honduras no posto fronteiriço entre os dois países mencionados sem ser preso pelo coronel do exército hondurenho. Troches era secretário-general da associação de hondurenhos com HIV e por isso teve que enfrentar uma dupla guerra dos setores fascistas e homofógibos mais obscuros de Honduras.




E entre os milhares de hondurenhos que se mobilizam estes dias, vemos uma grande seY entre los miles de hondureños que se movilizan este día vemos una grande seção dos integrantes do grupo LGTB, lésbicas, gay, trans e bissexuais. A semana passada este grupo entregou um relatório que indicava a morte de 37 seres humanos do grupo LGTB desde 28 de junho de 2009, são centenas de crimes executados contra as pessoas deste grupo e todos ficaram impunes. Mas a Resistência e a luta do povo hondurenho tem espaço porque ser homossexual não é uma enfermidade, mas a homofobia sim, disse José Zambrano, secretário-geral da associação APUMIVEH:
? A situação é cada dia mais deplorável. ontem uma pessoa no Parque Central disse a um companheiro que anda agora conosco, que ?A vocês vamos matá-los um por um!?. É esse tipo de ameça que recebemos. E agora não são 37 companheiros assassinados, são 39. Nenhum dos casos foram resolvidos. No caso de Walter, não há se quer um relatório de fiscalização dos direitos humanos.
?A FRENTE DE RESISTÊNCIA DAS MENINAS E MENINOS ESTÁ PRESENTE?
Oscar Montesinos é também uma dessas crianças, bastante jovem, só 11 anos, que desde o Golpe de Estado está nas atividades convocadas pela Resistência. O domingo passado foram constituídos a ?Frente de Resistência das Meninas e Meninos?, mas Oscar não pode participar por estar promovendo seu segundo livro. O primeiro se chama ?Lápis em Resistência?. El primero se llama ?Lápis em Resistência?.



Estive no ano passado quando o Zelaya se foi. Mas no há que dizer ?ex presidente? porque não terminou seu mandato, me corrige este jovem ?combatente? com o Che Guevara bordado em seu chapéu que deve dar pesadelo aos golpistas, que acreditam que a Resistência está lavando o cérebro dos meninos e meninas, formando novos ?Che Guevaras? hondurenhos.
? Um ano atrás, o companheiro Zelaya mandou aos seus Avós (Yolanda e Denise), John Baker e seu servidor (ou seja, Oscar) a faixa presidencial e está atualmente cumprindo um ano, quando eles me deram, diz com orgulho em sua voz quando relembra o momento histórico.
Foi lá na Praça Murillo, Isis Obed, de 19 anos foi morto por atiradores de elite do exército, escondidos nos morros da base da Força Aérea em 05 de julho de 2009, quando Zelaya fez uma tentativa para pousar em um avião venezuelano que era esperado por meio milhão de hondurenhos, que tinham cercado o aeroporto. Isis morreu, mas não foi esquecido pelo povo de Honduras, que deu seu nome ao lugar onde morreu a primeira vítima do Golpe de Estado.
Todos os lucros do primeiro livro, ?Lápis de Resistência?é para crianças que ficaram órfãos após seus pais ou mães foram mortos pelo Golpe de Estado. E eles são muitos.

A REBELIÃO NAS FAVELAS E COMUNIDADES


Jesus Antonio Chávez representa a organização ?Moradores em Resistência?, que tem sua principal base política e social nas favelas de Tegucigalpa. Ele é um veterano na luta do povo hondurenho. Esteve na década obscura de 80, quando o homem forte de Honduras era o embaixador dos EUA, John Negroponte. Era o ?Homem Aranha? na guerra contrainsurgente em El Salvador e a Guerra de Alta Intensidade contra o governo Sandinista. Honduras foi convertido em um porta avião fixo de onde saíram as operações de morte aos povos irmãos vizinhos.
? Trabalhamos nas favelas com os meninos, jovens e mulheres. Trabajamos en los barrios con los niños, jóvenes y mujeres. Nascemos na luta popular e é um movimento político e social, integrante da Frente e estamos para tomar o poder. Estamos executando os objetivos da Frente que é a organização, formação política, mobilização e ?empoderamento? das favelas e comunidades.
Sostiene é a favela onde há uma verdadeira consciência que transita pela libertação nacional hondurenha e a tomada de poder..
? É nas favelas onde estão a grande concentração de gente que apóia a Frente. É nas favelas onde se concentra também a maior injustiça que o sistema capitalista e seu modelo neoliberal está gerando. Mas também é onde se luta e onde, com a Frente, estão criando as condições concretas e objetivas para que as favelas se rebelem massivamente, conclui Chávez.

"STF"HONDURENHO - RENOMEADO - CORTE SUPREMA DE INJUSTIÇAS?


Chegamos ao que os campesinos rebatizaram de ?Corte Suprema de InJustiça?. Fazem duas semanas que esta corte revogou um decreto, 18-2008, que dava títulos de propriedade a 100.000 famílias campesinas que haviam trabalhado nas terras há 30-40 anos sem ter o direito aos títulos. Mas o Presidente Zelaya deu aos campesinos seus títulos, aplicando assim o velho lema ?a terra é de quem trabalha?. Mas a Corte revogou o decreto em uma canetada, dizendo que era inconstitucional.
Lá está o mestre Francisco Ordóñez, dando verdaderas aulas sobre a Constituição e democracia a um muro de policiais atrás das grades da Corte que olham e escutam silenciosamente seus milhares de compatriotas que critam ?Corte Assassina?. Foi esta mesma Corte que aprovou judicialmente o Golpe de Estado em 28 de junho, diz a Resistência. A corte também despediu vários juízes e fiscais por não aceitarem o Golpe de Estado, feito que resultou em uma greve de fome de 4 juízes por mais de 45 dias.

ACABANDO COM ESTATUTOS DE DOSCENTES E PRIVATIZANDO A EDUCAÇÃO PÚBLICA
Topamos com Edgardo Casaña, presidente nacional de COPRUMH, de um dos seis colégios magisteriais que neste momento estão em luta de vida ou morte para salvar os Estatutos de Docente que o Congresso Nacional em uma canetada só eliminou uns dias antes do ano novo. Casaña é também o secretário do Executivo Nacional da Frente de Resistência Popular.
? Os Estatutos de Docente é a via legal que sustentou a possibilidade da educação ser pública. Se o Estado se desfaz da obrigação de seguir pagando os gastos com educação, o Estado vira um simples escritório administrativo, vão ser os pais de família que pagarão os salários dos professores, aniquilando os pobres, pagando preços acima de 15 dólares por livro. Vai ser um peso descomunal. Este decreto orgena que o Centro Educativo tem que pagar a luz, água e impostos. Eles chamam de ?descentralização?, mas é privatização.
Diz Casaña que o magistério em toda Honduras está encabeçando a luta e as mobilizações junto com os pais de família. Por outro lado, o Movimento Campesino Organizado tomou as estradas estratégicas de ponto de vista econômico para a exportação em toda a costa norte, batendo onde dói mais ao Poder de Fato; o bolso. Em seu comunidade, os campesinos dizem que hoje está executando a luta através de uma aliança estratégica entre campesinos, trabalhadores e professores, porque os 60.000 professores é a força vertebral da Resistência Popular que o regime quer derrotar através da ?Municipalização da Educação?.

?PROTEGER A UNIDADE DA FRENTE?
? Neste sentido, o Magistério está somado e unido. Repetimos: O espaço onde coincidamos todos é na Frente Nacional de Resistência Popular. Por isso dizemos; Não devemos, apesar de distintas posturas ou manifestações que existam no interior da Frente, não podemos acabar com nenhum ponto, quebrar a Frente! A Frente é a razão de ser de todas as conjunções, de todas as unidades, de todas as distintas e problemáticas e de distintas formas de pensar o interior dela. Construiremos a Constituinte, seguiremos lutando pela Constituinte! Discutiremos o tema de lançarmos o cenário político, falaremos, isso permitirá mantermos unidos. Não podemos afligir os companheiros da Frente Ampla ou de movimentos e ficarmos divididos. Aqui está o inimigo, a Corte Suprema de Justiça ou o Congresso Nacional, a oligarquia e as diferentes frentes obscuras deste país

A CARTA DE ZELAYA AO POVO DE HONDURAS
Em uma carta ao povo de Honduras sobre o primeiro ano de exílio forçado e o primeiro ano de governo do senhor Porfirio Lobo, Manuel Zelaya analisa a situação econômica, política e social do povo e recomenda seguir na luta para refundar a nação. Honduras virou um dos 3 Estados mais violentos do mundo onde assassinam 16 hondurenhos por dia ou 78,6 hondurenhos para cada 100.000 habitante que nem a Colômbia em sua pior época se registrou estes números.
Zelaya, que durante o exílio evoluiu politicamente e que hoje se declara um não liberal e sim um ?antiimperialista prosocialista?, termina sua carta com um chamamento:
?Chamamos novamente o povo a ser a vanguarda na luta e ao governo reconsiderar suas posturas, a terminar com a perseguição política e a repressão massiva e seleta da resistência, a devolver aos professores suas conquistas, aos campesinos o direito a terra, e aos trabalhadores seus salários, como passo fundamental para iniciar o processo de restauração democrática do país?.

CARTA AO POVO HONDURENHO PELO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DO GOVERNO DE PORFIRIO LOBO SOSA
Santo Domingo 27 de janeiro de 2011
O balanço do governo de Porfirio Lobo Sosa, um ano depois do meu exílio forçado e ilegal, apresenta resultados desalentadores e negativos. Ante a envergadura desta crise é um dever ineludível de todos os hondurenhos propor soluções reais e honestas, já que ao longo destes 12meses, a tendência do governo com as suas ações tem sido piorar a situação sócio-econômica e política do país.
Os acontecimentos que afetam a vida nacional são graves e entendidos em sua correta dimensão são o resultado da ausência absoluta de sensibilidade ante o sofrimento indizível das maiorias do povo; operários, camponeses, professores e trabalhadores, enquanto os que geraram o conflito continuam constituindo o poder real do país.
O desempenho econômico do país tem sido negativo, com todos os indicadores básicos em queda, endividamento, aumento do preço da cesta básica, combustíveis, energia elétrica, e com uma insegurança jurídica e crimes que têm convertido Honduras a um dos três países mais violentos do mundo. Os prognósticos de melhoras são muito reservados para o 2011. Sete de cada dez famílias no país vivem sob a linha da pobreza, e a situação parece piorar pelo pobre desempenho do investimento público e o comportamento de elevação dos preços nos mercados internacionais, especialmente alimentos e carburantes.
A situação no exterior é contraditória, o reintegro de Honduras à Organização de Estados Americanos (OEA), de onde foi suspendida em função do Golpe não tem podido consumar-se. As demandas colocadas pela comunidade latino-americana têm sido iludidas e ignoradas com aleivosia pelo governo do Porfirio Lobo. Este é considerado em todo o continente como um claro fracasso durante este ano de sua administração.
Povo hondurenho: a disposição do governo por alcançar uma reconciliação nacional, é impossível de valorar, já que o discurso conciliador de Porfirio Lobo Sossa, contrasta com a política de perseguição e repressão contra o povo em resistência, e ainda não se formaliza o reconhecimento da Frente Nacional de Resistência como a oposição autêntica no país.
A política agrária do governo, caracterizada pela dualidade, é uma séria ameaça à estabilidade e possibilidade de paz no campo. A falta de controle sobre grupos paramilitares privados, responsáveis de 90% das violações aos Direitos Humanos, desencadeiam mais tragédias especialmente massacres urbanos e no agro nacional.
Condenamos com vigor, todas as ações que suprimem as conquistas históricas dos professors e os operários.
O governo de Porfirio Lobo Sosa tem ignorado nossos repetidos chamados à reconciliação e a terminar com a impunidade e os privilégios da classe dominante e prefere que os entes administradores de justice sigam manipulando a jurisprudência, e mantenham a perseguição política na minha contra, apesar da condena mundial e o repúdio popular contra estes.
Devemos reconhecer no balanço legislativo, as reformas ao artigo 5 constitucional, que constituem uma resposta correta na direção das aspirações do povo; não assim as concessões para desmembrar o território nacional em cidades estado.
Ante estas circunstâncias, chamamos novamente ao povo para ser vanguarda na luta e ao governo a reconsiderar suas posturas, a terminar com a perseguição política, e a repressão maciça e seletiva, da resistência, a devolver aos professores suas conquistas, aos camponeses seu direito à terra e aos operários seu salário, como passo fundamental para iniciar o processo de restauração democrática do país.
*Presidente ConstitucionalTeiaLivre

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