O anúncio foi feito hoje, em entrevista ao jornal Politiken, por Thomas Ahrenkiel, chefe desse serviço, acrescentando que a Dinamarca confia essas informações aos países, com os quais mantém cooperação no respectivo domínio.
“Quero informar que não se trata de escuta em massa, pelos norte-americanos, de telefones celulares dos dinamarqueses. Trata-se dos resultados das escutas operadas pela informação militar da Dinamarca no exterior, a eles transmitidas”.
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