O jovem de 26 anos, suspeito de ter comido uma parte do coração de um homem de 90 anos morto no dia 15 de novembro, apresentava um histórico médico normal, declarou o comandante do regimento de infantaria da Marinha (RICM) de Poitiers.
"Ele não causou qualquer problema" durante a sua passagem pelo Exército e atingiu o posto de cabo, salientou a mesma fonte.
"Como parte das suas missões no Afeganistão, fez toda a preparação precedente, e no seu regresso, a assistiu normalmente às sessões de volta", acrescentou a mesma fonte.
Chegou a ser proposta uma prorrogação do contrato, que recusou, alegando que tinha certeza que encontraria trabalho no ramo da pintura.
A autópsia da vítima confirmou que o seu assassino retirou grande parte do coração e língua, de acordo com o Ministério Público.
Não foi indicado se a língua foi cortada antes ou após a morte. O pedaço do coração, por sua vez, foi removido após a morte, segundo o promotor de Tarbes, Chantal Firmigier-Michel.
As análises dirão se o pedaço de carne encontrada num prato com feijão perto da vítima é de origem humana ou não.
No momento da sua prisão, o homem disse ter "obedecido a uma mensagem de origem superior". Um exame psiquiátrico indicou que este estava "delirando em estado místico".
-- Diário Digital