terça-feira, 3 de setembro de 2013

SÍRIA - SOFRE UM VERDADEIRO TERRORISMO DE ESTADO - SIONISMO E SEUS ASSECLAS

NA ARÁBIA SAUDITA , QATAR , SÍRIA / POR TELESUR / EM 13 DE MARÇO DE 2012 ÀS 07:43 /
O MINISTRO DA INFORMAÇÃO SÍRIO, ADNAN MAHMOUD, DISSE QUE OS SIONISTAS DE ISRAEL, TURQUIA, QATAR E A ARÁBIA SAUDITA DEVEM SER RESPONSABILIZADOS PELO DERRAMAMENTO DE SANGUE NA CIDADE DE HOMS, PELO FINANCIAMENTO DE GRUPOS TERRORISTAS ARMADOS.

Adnan Mahmud: Arábia Saudita,  Qatar, Turquia e o SIONISMO de Israel devem assumir a responsabilidade pelo derramamento de sangue através do financiamento de grupos, mercenários de terroristas armados, pois, não há um único sírio entre os falsos rebeldes.
O ministro sírio de Informação Adnan Mahmoud, disse segunda-feira que a Arábia Saudita e Qatar são "cúmplices de bandos terroristas" na cidade de Homs (oeste) "perpetrado o massacre de cerca de 50 mulheres e crianças."
"Os países que apoiam bandos terroristas armados como o Qatar ea Arábia Saudita são cúmplices do terrorismo que tem como alvo o povo sírio (...) e assumir a responsabilidade pelo derramamento de sangue para financiar essas bandas e distribuindo armas", relatou o ministro Mahmud.
O ministro sírio acusou grupos armados de Informação "de perpetrar o massacre de cinqüenta mulheres e crianças em Homs" cidade que tem sido alvo de terroristas desde que começaram as manifestações a favor e contra Assad.
Enquanto isso, o Governo sírio autorizou a Organização de Cooperação Islâmica (OIC) a enviar uma delegação para avaliar as necessidades humanitárias das vítimas de violência por parte de grupos armados.
Em um comunicado, o porta-voz oficial da OIC, Tariq Ali Bakhiet, informou que as autoridades sírias "deu permissão para a viagem dos representantes e da prestação de assistência às pessoas afetadas pelo conflito" na Síria.
Ele explicou que "neste momento está previsto que os emissários para ir para Damasco (capital da Síria), nos próximos dias, para avaliar as necessidades no terreno e preparar um relatório sobre o assunto."
Segundo Bakhiet, "não há nenhum aspecto político na questão da assistência humanitária OIC para a Síria." Ele disse que a posição desta organização "exigir o fim da violência e violações dos direitos humanos."
Em um comunicado separado da OIC, no entanto, confirmou que o secretário-geral da entidade islâmica, Ekmeleddin Ihsanoglu, reuniu-se segunda-feira em Washington com o chefe da diplomacia dos EUA, Hillary Clinton.
O texto indica que os principais temas da agenda são "o conflito na Síria ea situação atual nos territórios árabes ocupados e no Oriente Médio."
Também realizar uma entrevista em Nova York (EUA Nordeste) com secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, sobre os resultados da gestão em Damasco pelo Enviado Especial Conjunto das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan, que na semana passada se reuniu com Bashar Al Assad.
Antes de sair para o Qatar, próximo ponto de sua diplomático, Annan disse que estava otimista sobre uma possível solução da crise, mas alertou para as dificuldades no diálogo entre a oposição externa e que o governo sírio.

O governo sírio afirmou que as Nações Unidas e países ocidentais oposição tentam ignorar a nação árabe "crimes terroristas perpetrados por grupos armados". Além disso, pediu que condenar o terrorismo e chamar para a Síria diálogo para fora da crise.

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