sexta-feira, 29 de junho de 2012

WikiLeaks –NÃO À FARSA MONTADA PELOS JUDEUS SIONISTAS NA SUÉCIA


FARSA É O QUE NÃO FALTA NO IMPÉRIO DO MAL “JUDEU-SIONISTA”:

FARSA SOBRE O IRAQUE, O VERDADEIRO OBJETIVO É ROUBAR PETRÓLEO;

FARSA SOBRE O AFEGANISTÃO, O VERDADEIRO OBJETIVO É MONOPOLIZAR O TRÁFICO DE HEROÍNA;

FARSA SOBRE A SÍRIA, ONDE ATACAM A POPULAÇÃO CIVÍL E ACUSAM ASSAD QUE ESTÁ APENAS SE DEFENDENDO DE UMA INVASÃO SEMELHANTE À DA LÍBIA, ONDE ASSASSINARAM 100 000 CIVÍS;

FARSA SOBRE A LÍBIA, O VERDADEIRO OBJETIVO É ROUBAR PETRÓLEO, ONDE, ASSASSINARAM ALÉM DE KADHAFI E SEUS FILHOS E NETOS 100 000 CIVÍS E ROUBARAM AS RESERVAS DE MAIS DE 100 BILHÕES DE DÓLARES E EUROS, PERTENCENTES AO POVO LÍBIO;

FARSA SOBRE A COLOMBIA, O VERDADEIRO OBJETIVO É MONOPOLISAR O TRÁFICO DE COCAÍNA E MANTER BASES MILITARES PARA PREPARAR A INVASÃO DA VENEZUELA;

FARSA NA FRANÇA, ASSASSINARAM CRIANÇAS NA ESCOLA PARA REVERTER A DERROTA DE SARKOZY;

FARSA DA PRIMAVERA ÁRABE NO EGITO, ESTÃO CASSANDO OS PARLAMENTARES ELEITOS, E TRANSORMANDO O ATUAL PRESIDENTE NUMA “RAINHA DA INGLATERRA”, QUE PRESIDE MAS NÃO GOVERNA;

FARSA NO HAÍTI, O VERDADEIRO OBJETIVO É MONOPOLISAR O A AJUDA INTERNACIONAL NAS MÃOS DAS ONG’S DIRIGIDAS PELOS JUDEUS-SIONISTAS, QUE AOS FLAGELADOS TROUXERAM O CÓLERA E MAIS NADA;

FARSA SOBRE A FALSA ACUSAÇÃO DE CRIMES SEXUAIS A JULIAN ASSANGE DO WikiLeaks, MAS O VERDADEIRO OBJETIVO É CALAR AS REVELAÇÕES MACABRAS QUE OS DESNUDOU E MOSTROU O QUÃO SÃO BANDIDOS E CRIMINOSOS;

FARSA NO PARAGUAI,  A CRIMINOSA DERRUBADA DE LUGO ESCONDE, UM PLANO DE PLANTAR BASES MILITARES E PREPARAR A DOMINAÇÃO DA AMÉRICA LATINA;

Assange rejeita se entregar à polícia e permanece em embaixada
29 de junho de 2012 • 13h14 • atualizado às 13h36

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, não se entregará à polícia britânica, que iniciou o processo para extraditá-lo à Suécia, e seguirá na embaixada do Equador à espera de uma decisão sobre seu pedido de asilo político, declarou nesta sexta-feira um de seus porta-vozes.
"Julian permanecerá na embaixada sob a proteção do governo equatoriano enquanto os elementos para sua solicitação são reunidos e processados", disse a porta-voz Susan Benn em uma declaração à imprensa em frente ao edifício onde se encontra a legação diplomática, na qual o australiano, de 40 anos, se refugiou há 10 dias.
Benn informou que os advogados aconselharam Assange a "se negar a obedecer" a intimação policial para se apresentar em uma delegacia do centro de Londres nesta sexta-feira visando o início de seu processo de extradição, após o vencimento do prazo de duas semanas fixado pela Suprema Corte.
"Isto não deve ser considerado um sinal de falta de respeito. Tanto na legislação internacional quanto na britânica, os pedidos de asilo predominam sobre os pedidos de extradição", explicou.
Enquanto continuar dentro da legação, Assange encontra-se em território diplomático e, portanto, fora do alcance das autoridades britânicas, mas a polícia já disse que pode ser detido quando sair.
A porta-voz afirmou, no entanto, que Assange estava "animado" e "agradecido pelo apoio demonstrado pelo povo do Equador e por tantas outras pessoas em todo o mundo".
O criador do WikiLeaks se refugiou no dia 19 de junho na embaixada equatoriana para evitar uma extradição para a Suécia, país que requer sua presença para interrogá-lo por quatro supostos crimes de agressão sexual, que o australiano nega ter cometido e pelos quais ainda não foi acusado formalmente.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

JUDEUS SIONISTAS ATACAM O PARAGUAI NOVAMENTE


NA PRIMEIRA INTERVENÇÃO 300 000 MORTOS, agora não se sabe como vai ser, mas a intervenção na Líbia serve como exemplo:
Estando com os mesmos dados relatados, tanto pelos vencedores na LIBIA (lacaios do SIONISMO), como pelos vencedores do ocidente (SIONISMO), morreram pelo menos até este momento, aliás, até a um mês atrás, 50.000 mortos na LÍBIA, 50.000 não é que seja uma cifra que, digo eu, 50.000 mortos.
Pensem 50.000 mortos!
É como se na ITÁLIA tivessem 500.000 mortos, porque a LÍBIA tem apenas 6 milhões de habitantes.

As empreitadas na LÍBIA, IRAQUE e AFEGANISTÃO, como vêem, encoraja o partido da guerra (JUDEUS SIONISTAS), que já pensa na SÍRIA, CUBA, VENEZUELA, IRÂ, PARAGUAI e CHINA.

O ocidente (JUDAICO SIONISMO) teorizou a chamada REVOLUTION IN MILITAR AFFAIRS, a REVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS MILITARES, existe também o acrônimo RMA.

Esta revolução dos negócios militares deve servir para tornar possível ao ocidente (SIONISMO) de atingir sem ser minimamente atingido, como nos tempos de ouro do colonialismo, exemplo:

Os JUDEUS SIONISTAS, fizeram em 1864, com Brasil, Argentina e Uruguai, numa reunião na embaixada INGLESA em Buenos Aires, logicamente com distribuição de benesses aos embaixadores destes países(HOJE A DISTRIBUIÇÃO DAS BENESSES FOI PARA OS TRAIDORES E IMPATRIOTAS DO CONGRESSO PARAGUAIO) , provocando a Guerra do Paraguai, popularmente chamada de “A Tríplice Aliança”, com um resultado macabro e trágico:
Brasil = 60.000 MORTOS, Argentina = 25.000 MORTOS, Uruguai = 15.000 MORTOS, Paraguai = 300.000 MORTOS (pra se defender, o Paraguai convocou para a guerra, crianças com até sete anos de idade).








-- Moral e resultado da história:

Uma coisa em comum aos quatros contendentes, abatidos com uma só cajadada, com o término da guerra, todos ficaram endividados com o JUDAICO SIONISMO, quase até os dias de hoje, sustentando o fausto das Rainhas Pirateiras e seus Príncipes, que andam em Jaguares e Rolls-Royces, e, também a criação do ESTADO DE ISRAEL, tudo às custas da América Latina.

Este confronto enfraqueceu todo continente, inclusive a Argentina foi premiada, com a perda das Ilhas Malvinas, hoje chamam-se “FALKLANDS”. – Fontes : Wikipédia e Eduardo Galeano, em “As Veias Abertas da América Latina”.

Quando, dizia LENIN -- guerras não são consideradas guerras, porque não consideram praticamente nenhuma vítima entre os agressores, mesmo se provocarem mortes em larga escala, entre os agredidos ou entre os povos colonizados.

Deste aparato militar e tecnológico, faz parte umbilicalmente,  também a MÁFIA DA MÍDIA JUCAICO-SIONISTA, com potencia de fogo midiático sem precedentes, na manipulação da “mentira que vira verdade”, exemplo:

O Iraque de SADAM HUSSEIN foi demonizado e acusado de fabricar armas de destruição em massa, justificando assim, a sua invasão, quando na verdade, após a invasão, descobriu-se que não existiam tais armas, era tudo mentira da MÁFIA DA MÍDIA JUCAICO-SIONISTA, e a verdade aflorou: --  O objetivo é roubar o “PETRÓLEO IRAQUIANO”.

Não foi diferente com a LÍBIA, vejam o que também revelava em 26 de fevereiro de 2011, portanto, meses antes do desenvolvimento das hostilidades na LÍBIA, o que revelava o jornal britânico THE GUARDIAN (integrante da MÁFIA DA MÍDIA JUCAICO-SIONISTA), cito:  -- “Oficiais britânicos estão contatando pessoal líbio de grau elevado para colocá-los sob pressão e abandonar KADAFI , ou do contrário serão processados junto com ele por crimes contra a humanidade”

Vejam como foi conduzida a campanha, ou seja, oficiais e funcionários fieis ao próprio país, independentemente do comportamento que assumiam, eram precisamente ameaçados, chantageados, se não se juntassem ao ocidente (SIONISMO) e com a OTAN (organismo militar do JUDAICO-SIONISMO europeu) qualquer que tenha sido o vosso comportamento , serão processados por crimes contra a humanidade, ou seja, usariam a “corte penal internacional” que,  tornou-se agora um instrumento de guerra, um instrumento para chantagear, aplicando a máxima da MÁFIA DA MÍDIA JUCAICO-SIONISTA, a “mentira que vira verdade”, para justificar a invasão do mais próspero país da ÁFRICA, dizendo que era para a proteger a população civil, quando na verdade, o objetivo é roubar o “PETRÓLEO LÍBIO”. Estes mesmos argumentos macabros e mentirosos, estão sendo aplicados hoje na SÍRIA.

Se a “CORTE PENAL INTERNACIONAL” fosse coerente, não deveria apenas processar somente a OTAN, e sim a si mesma.
Creio que devemos retornar a luta contra o COLONIALISMO e o IMPERIALISMO, começando a retomar este objetivo categórico, que uma esquerda demasiado idiota e tonta, sob ponto de vista incutido, pelos pseudo-esquerdista, dizendo que as idéias de LENIN eram obsoletas, e infelizmente, acabaram por aclamar a guerra.
Esta vergonha que foi consumada, devemos denunciá-la. E devemos denunciá-la, do modo mais eficaz possível, a luta contra a guerra patrocinada pelos JUDAICO-SIONISTAS, que foi sempre uma grande tradição do qual devemos ter orgulho, uma tradição do movimento SOCIALISTA e do movimento COMUNISTA, que objetiva a PAZ.

By Mohamad Ali, baseado no artigo elucidante de Domenico Losurdo, e do livro denúncia “As veias abertas da América Latina” de Eduardo Galeano.

*LÍBIA - PETROLEO E SANGUE, GENOCÍDIO NO SÉCULO XXI – CONTRA O POVO LÍBIO - 50 000 MORTOS, confira em vídeo -  @YouTube youtu.be/di6WRoQ4BFU?a Líbia 50.000 mortos (Legendado) Domenico Losurdo

domingo, 24 de junho de 2012

EGITO ELEGE “RAINHA DA INGLATERRA”, SIONISTAS DO EXÉRCITO É QUE MANDAM

 O exército egípcio comandado por Israel é quem realmente está governando o Egito, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos, Inglaterra, Colômbia, Líbia(Kadhafi foi assassinado juntamente com mais 100 000 civís), Espanha, Portugal, Itália, Irlanda, Polônia, Alemanha, Honduras(Zelaya foi apedo do poder pelos Sionistas), Grécia e agora por último, o Paraguai foi tomado de assalto e o presidente Lugo apeado do poder, todos estes países, ou não tem PATRIOTAS, ou o Sionismo os eliminou através do Mossad.  
'Sou o presidente de todos os egípcios', diz líder eleito no Egito
Atualizado em  24 de junho, 2012 - 19:28 (Brasília) 22:28 GMT
Mohammed Mursi é o primeiro presidente democraticamente eleito da história do Egito
Mohammed Mursi, da Irmandade Muçulmana, discursou na noite deste domingo como o primeiro presidente democraticamente eleito da história do Egito, prometendo ser "um presidente para todos os egípcios".
Em seu pronunciamento histórico, Mursi agradeceu aos mais de 900 "mártires" da Revolução de 25 de Janeiro, que morreram durante os confrontos e protestos que pediam a renúncia de Hosni Mubarak, que governou o país por quase três décadas.
Ele preferiu saudar os revolucionários e agradecer a Deus, repetidas vezes, e não comentou a decisão dos militares de expandir seus poderes na semana passada, esvaziando o cargo do presidente. Além disso, Mursi não se pronunciou sobre a decisão da Suprema Corte de dissolver o Parlamento, também na semana passada.
"Para todos os meus irmãos, minha tribo, minha família, falo a você hoje com o agradecimentio a Deus que chegamos a este período histórico. Agradeço a todos os egípcios que pagaram com suas lágrimas, sangue e sacrifícios. Sem esses sacrifícios eu não poderia estar aqui como o primeiro presidente eleito da história do Egito".
Análise
Magdi Abdelhadi
Analista da BBC no Oriente Médio

A ascensão dos islamistas ao poder no Egito deverá enviar ondas de impacto às cortes e palácios dos reis e presidentes árabes conservadores que tentaram por décadas sufocar os movimentos polítos islâmicos.
No entanto, Israel é o vizinho do país que assistiu ao resultado da eleição com maior apreensão.
O Cairo foi o primeiro Estado árabe a assinar um tratado de paz com Israel e a Irmandade Muçulmana tem a posição tradicional de se opôr à medida, embora tal oposição tenha sido suavizada nos últimos anos –ao menos publicamente.
Acredita-se que a Irmandade Muçulmana tenha assegurado Washington de que um governo islâmico no Egito respeitaria o acordo de paz com os israelenses.
Mas levando-se em consideração que o Conselho Militar Supremo continuará a ter a palavra final em questões de guerra e paz, analistas acreditam ser muito improvável que a Irmandade possa colocar em risco o tratado.
Também acredita-se que a prioridade imediata de Mursi seja focar nos crescentes problemas domésticos do Egito, incluindo os altos níveis de pobreza e desemprego.
"Temos que saudar a todos que regaram a árvore da liberdade com seu sangue", disse.
Horas depois de reiterar seu slogan de campanha, "o islã é a solução", Mursil, agora já como novo presidente, disse que "Deus é o nosso guia para o caminho certo".
"Não trairei Deus e não trairei vocês. Não irei contra a vontade de Deus", acrescentou, deixando claro que vai governar para todos, incluindo muçulmanos e cristãos.
Política externa
Em temas de política externa, Mursi fez um discurso que deve agradar aos Estados Unidos e Israel, embora seja cedo para determinar como devem ser as novas relações entre seu governo, as potências ocidentais e outros países da região.
"Respeitaremos os direitos das mulheres e crianças, os direitos humanos e nossos acordos internacionais", disse. Na visão de analistas os acorsos referidos são o tratado de paz assinado com Israel.
No entanto, Mursi também disse que o Egito deve buscar "relações internacionais equilibradas e baseadas em interesses mútuos e respeito".
"Não permitiremos qualquer interferência em nossos assuntos internos, protegendo nossa soberania nacioanal, e não apoiaremos interferências em outros países. O Egito tem a capacidade de se defender sozinho", indicou.
Para o analista da BBC Kevin Connoly a vitória de Mursi é um momento de profunda mudança no Egito. Seu partido, a Irmandade Muçulmana, já teve muitos de seus membros presos por décadas, agora tem um de seus líderes ocupando o palácio presidencial.
O chefe do Conselho Supremo Militar, o marechal Hussein Tantawi, parabenizou Mursi pela vitória, e chanceler britânico, William Hague, disse que o anúncio é "um momento histórico para o Egito".
Em comunicado, a Casa Branca disse: "Nós acreditamos que é essencial que o governo egípcio continue a satisfazer o papel do Egito como um pilar regional de paz, segurança e estabilidade", em referência ao fato de que o país é a única nação árabe a ter um acordo de paz com Israel.
O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, disse esperar que o tratado de paz entre os dois países seja mantido.
Anúncio
O candidato da Irmandade Muçulmana foi declarado neste domingo o vencedor da eleição presidencial no Egito, após semanas de tensão no país.
Tanto Mursi quanto seu rival, o ex-premiê Ahmed Shafiq, reivindicavam vitória no pleito que foi realizado na semana passada.
Centenas de egípcios foram à Praça Tahrir, no centro do Cairo, para comemorar resultado
Segundo a autoridade eleitoral – que atrasou em quase duas horas a divulgação dos resultados – Mursi recebeu 51,73% dos votos.
O candidato do partido islamista será o primeiro presidente do Egito após décadas de domínio de Hosni Mubarak.
O anúncio deu início a uma grande festa da multidão que se reúne na Praça Tahrir, no centro do Cairo. Há dias, milhares de pessoas mantêm uma vigília contra o anúncio feito pelo poderoso Conselho Supremo das Forças Armadas de que pretende restringir alguns dos poderes do presidente.
No dia 13 de junho, o atual governo, que ainda é controlado pelo Exército, deu aos soldados o poder de prender civis em tribunais militares até a ratificação da nova constituição egípcia.
Quatro dias depois, os generais anunciaram poder de veto no processo de elaboração da nova constituição. Na segunda-feira, o diretor do Conselho Supremo das Forças Armadas, Hussein Tantawi, anunciou que vai restabelecer o Conselho Nacional de Segurança do país.
Tensão
Nos últimos dias, havia um clima no país de indefinição, sem nenhum sinal sobre o que seria decidido nas urnas.
Quem é Mohammed Mursi?
O presidente eleito do Egito, Mohammed Mursi, de 60 anos, estudou nos Estados Unidos e é formado em engenharia. Ele foi parlamentar entre 2000 e 2005.
Pouco após a revolução de 2011, a Irmandade Muçulmana formou o Partido da Liberdade e Justiça, e indicou Mursi para comandar a sigla.
Mursi, que há anos integra a Irmandade Muçulmana, é conhecido por ser uma pessoa discreta. Alguns críticos dizem que ele não tem carisma.
Ele não era a primeira opção da Irmandade Muçulmana. O favorito da Irmandade era Khairat Al-Shater, que não pode concorrer por ter ficha policial (seus apoiadores dizem que ele é vítima de injustiças da era Mubarak).
Mursi prometeu em sua campanha que trará "justiça e prosperidade" ao Egito.
O Parlamento egípcio, que foi escolhido em eleições livres em novembro, foi dissolvido. A Irmandade Muçulmana, que possuía a maioria, protestou contra a decisão.
Para piorar o clima de tensão política no país, a comissão eleitoral atrasou a divulgação dos resultados. Inicialmente, o vencedor seria declarado na quinta-feira, mas a comissão – que é formada por cinco juízes – disse precisar de mais tempo para investigar todos os recursos feitos pelos candidatos.
O atraso alimentou boatos de que o Conselho Supremo das Forças Armadas e a Irmandade Muçulmana estariam negociando nos bastidores o futuro do país.
Para alguns analistas, os militares, que apoiavam Ahmed Shafiq, teriam percebido que a vitória de Mursi era irreversível, e estariam buscando um acordo para conquistar imunidade contra possíveis processos.
Os islamistas da Irmandade Muçulmana – que foram o maior partido de oposição durante toda a era Hosni Mubarak – querem retomar os poderes presidenciais. Mas os egípcios não sabem até que ponto os militares estão dispostos a deixar o poder.
Para o professor de direito constitucional Gaber Nassar, existe animosidade demais entre os dois lados para que eles consigam firmar um pacto.