terça-feira, 31 de janeiro de 2012

"PRIVATIZAÇÕES", OU "ROUBO" DE ESTATAIS - OS MAIORES LADRÕES RECEPTADORES DO MUNDO SÃO OS JUDEUS

OS JUDEUS SIONISTAS SÃO MAIORES LADRÕES RECEPTADORES DO MUNDO 
 


As privatizações voltam ao BRASIL. 
Depois de receptar, tudo que a EUROPA OCIDENTAL e ESTADOS UNIDOS tem de melhor, e tanto um quanto o outro, ficaram quebrados, os americanos com uma dívida impagável de 30 trilhões de dólares, só não “fecharam as portas”, porque são a séde do "FED" que pertence aos Judeus Sionistas, não pertence ao governo americano, e emitem o “DOLLAR”, que por sua vez, é uma moeda sem lastro, pode pipocar a qualquer momento, e vão empurrando com a barriga;

Os europeus, tem uma dívida que atinge em média 100% do seu “PIB”, ESPANHA, ITÁLIA, IRLANDA, PORTUGAL e GRÉCIA já se enredaram nas teias pegajosas do “FMI JUDAICO SIONISTA”, numa viagem sem volta pacífica, destaque especial para a GRÉCIA, seus desempregados já passam fome, e a HUNGRIA resiste às PRIVATIZAÇÕES, seu governante é acusado pelos Judeus Sionistas LADRÕES RECEPTADORES de seguidores de CHAVEZ (venezuelano) e EVO MORALES (boliviano), exatamente onde todos Judeus Sionistas LADRÕES RECEPTADORES foram expulsos, e, não se sabe até quando irão resistir, na FRANÇA, que teve sua economia rebaixada, já dá sinais de exaustão, a INGLATERRA nada mais é do que um satélite judaico sionista americano, e sua economia deu lugar ao pujante BRASIL, caiu para a 7ª. posição no ranking mundial , e a resistente e poderosa ALEMANHA, começa a perder seu maior mercado que é o europeu.

No BRASIL dos MILITARES, os Judeus Sionistas LADRÕES RECEPTADORES estimularam a criação de ESTATAIS, para posterior roubo e receptação. Não conseguiram, os militares se mostraram PATRIOTAS e o BRASIL era um navio com mais de 500 novas ESTATAIS a bordo, e tinha um crescimento econômico estupendo, de fazer inveja aos chineses, nada menos que 13% ao ano, e com isso, provocaram a saída dos generais para facilitar a trama maquiavelicamente urdida, que é receptar e roubar todas as ESTATAIS brasileiras.

A entrada de SARNEY na presidência não estava nos planos dos Judeus Sionistas RECEPTADORES, e eles tiveram que esperar o próximo presidente, que foi o malfadado COLLOR.

Com a mudança de governo, os Judeus Sionistas RECEPTADORES mostraram as garras, o começo foi com “Fernando Collor de Mello”, que criou junto com a ministra Zélia Cardoso de Mello, ao instituir o PND – PROGRAMA NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO pela Lei nº 8.031, de 1990. A política econômica implementada pela ministra desencadeou um dos maiores PROGRAMAS DE PRIVATIZAÇÃO (ROUBO) DO MUNDO, iniciando-se com privatização do sistema de SIDERURGIA, extinguindo-se a SIDERBRÁS, levaram de roldão a lucrativa USIMINAS, a Companhia Siderúrgica Nacional, com o IMPEDIMENTO de COLLOR, os Judeus Sionistas RECEPTADORES com o substituto - ITAMAR FRANCO, alcançaram pegar a EMBRAER.

Com a chegada de “FHC”, os Judeus Sionistas RECEPTADORES aconselharam e “FHC” foi conivente, aceitou e criou o CONSELHO NACIONAL DE DESESTATIZAÇÃO, pela Lei nº 9.491, adotando recomendações de Washington Judaico Sionista e do FMI JUDAICO SIONISTA, que fez chantagem com os governadores, condicionando as transferências de recursos financeiros da União para os estados à submissão dos governadores às políticas recomendadas pelo FMI JUDAICO SIONISTA. Iniciando as privatizações com a Companhia Vale do Rio Doce, a Telebrás, quebrou o monopólio estatal de telecomunicações (COMPOSTO DE 29 EMPRESAS), a Eletropaulo e a Light Rio, os Judeus Sionistas RECEPTADORES usaram como pagamento, além de MOEDAS PODRES, o dinheiro vindo do BNDES, um verdadeiro crime de LESA PÁTRIA.

Com LULA, os RECEPTADORES nem arranharam, depois de VARGAS e dos MILITARES, foi o que mais criou ESTATAIS, um PATRIOTA que inglês não quer ver, LULA só privatizou estradas, para cobrança de PEDÁGIOS e alguns BANCOS ESTADUAIS FALIDOS, duas hidrelétricas e uma linha de transmissão, não privatizou nenhuma ESTATAL de porte ou de influência na economia, e só para empresas nacionais. As privatizações de LULA foram insignificantes, mas, significantes foram a criação de mais dez ESTATAIS, algumas delas foram o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), a Empresa de Pesquisa Ferroviária (EPF), a Petroquímica Triunfo, Suzano Petroquímica e etc...;

Com DILMA, os Judeus Sionistas RECEPTADORES só pegaram concessões de AEROPORTOS por 25 anos, a propósito o aluguel do aeroporto de Brasília custou o dobro da Vale do Rio Doce.



AMAZÔNIA, QUE HOJE JÁ ESTA OCUPADA COM 100.000 ONG'S do "JUDAICO SIONISMO DE ISRAEL", dizem que é para proteger os índios, ora, se temos lá, 50 mil índios, então existe duas ONG'S para proteger cada índio!

Comparando o período dos PATRIOTAS MILITARES, em que todas as ESTATAIS estavam na mão do governo, o “PIB” do BRASIL crescia a 13% ao ano, e após as PRIVATIZAÇÕES de “COLLOR” e “FHC”, o “PIB” brasileiro não passa de 4% ou 5%.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

ROBIN HOOD CIBERNÉTICO-ROUBA E DOA 1 MILHÃO U$

Anonymous: Mais de um milhão desviado para caridade 28/12/11

FBI detém 16 Anonymous 20/07/2011 08:13 CET

Anonymous ataca dezenas de sites em protesto contra o… 20/01/2012 10:53 CET

EUA: Leis antipirataria geram protesto na internet 18/01/2012 09:53 CET

Hackers declaram guerra a governos e bancos 21/06/2011 10:03 CET

Vaga de protestos na Polónia contra tratado… 27/01/2012 11:03 CET

O grupo de hackers autodenominado ‘Anonymous’ anunciou no domingo ter acedido a inúmeros e-mails e informações sobre cartões de crédito de clientes da empresa de segurança norte-americana Stratfor.
A Stratfor afirmou que já suspendeu o correio eletrónico e os seus servidores.

Posteriormente o movimento publicou on line o que disse ser a lista privada de clientes da empresa, que inclui o Departamento da Defesa norte-americano, o Exército, a Força Aérea e empresas do ramo tecnológico como a Apple e a Microsoft.

Contudo, a lista só foi publicada depois de os hackers terem usado alguns dos cartões de crédito para contribuir com somas num valor total superior a um milhão de dólares para instituições como a Cruz Vermelha e a Save The Children. O Anonymous publicou também os recibos das transferências.

Mais informação sobre Anonymous, Ataques cibernéticos, EUA, Internet Copyright © 2012 euronews

domingo, 29 de janeiro de 2012

PRIVATIZAÇÕES – MAIOR ASSALTO JUDAICO SIONISTA DO MUNDO - BRASIL

............................................................................... Os RECEPTADORES mundiais de privatizações, estão exultantes em voltar ao BRASIL. Planejam repetir o SUCESSO obtido na EUROPA e ESTADOS UNIDOS. ................................................................................ **************Com COLLOR, os RECEPTADORES fizeram o BIGODE********************** ................................................................................ O começo foi com “Fernando Collor de Mello”, que criou junto com a ministra Zélia Cardoso de Mello, ao instituir o PND – Programa Nacional de Desestatização pela Lei nº 8.031, de 1990. A política econômica implementada pela ministra desencadeou um dos maiores programas de privatização do mundo, iniciando-se com privatização do sistema de SIDERURGIA, extinguindo-se a SIDERBRÁS, levaram de roldão a lucrativa USIMINAS, a Companhia Siderúrgica Nacional, a Embraer,; ................................................................................ *****************Com “FHC”, os RECEPTADORES fizeram a BARBA********************* ................................................................................ Com a chegada de “FHC”, que criou o Conselho Nacional de Desestatização, pela Lei nº 9.491, adotando recomendações de Washington e do FMI, fez chantagem com os governadores, condicionando as transferências de recursos financeiros da União para os estados à submissão dos governadores às políticas recomendadas pelo FMI. Iniciando as privatizações com a Companhia Vale do Rio Doce, a Telebrás, quebrou o monopólio estatal de telecomunicações, a Eletropaulo e a Light Rio, os RECEPTADORES usaram como pagamento, além de MOEDAS PODRES, o dinheiro vindo do BNDES, um verdadeiro crime de LESA PÁTRIA. .................................................................................. ********Com LULA, os RECEPTADORES nem arranharam, depois de VARGAS e dos MILITARES, foi o que mais criou ESTATAIS, um PATRIOTA que inglês não quer ver***************** .................................................................................. LULA só privatizou estradas, para cobrança de PEDÁGIOS e alguns BANCOS ESTADUAIS FALIDOS, duas hidrelétricas e uma linha de transmissão, não privatizou nenhuma ESTATAL, e só para empresas nacionais. As privatizações de LULA foram insignificantes, mas, significantes foram a criação de mais dez ESTATAIS, algumas delas foram o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), a Empresa de Pesquisa Ferroviária (EPF), a Petroquímica Triunfo, Suzano Petroquímica e etc...; .................................................................................... *****************................................................................................... AMAZÔNIA, QUE HOJE JÁ ESTA OCUPADA COM 100.000 ONG'S ESTRANGEIRAS, dizem que é para proteger os indios, ora, se temos lá 50 mil indios, então existe duas ONG'S para proteger cada indio! ................................................................................... Em se concretizando os anseios dos RECEPTADORES, no final seremos uma GRÉCIA GIGANTE, pois, PAÍS SEM ESTATAIS, É PAÍS SEM SOBERANIA. ................................................................................... Para saber mais, será a escravização financeira, aí virão as demissões, o aumento de preços e “FMI” novamente, a exemplo do que aconteceu com a ESPANHA, ESTADOS UNIDOS, IRLANDA, ITÁLIA, FRANÇA, ROMÊNIA, MACEDÔNIA, INGLATERRA e PORTUGAL, enfim, a EUROPA de uma maneira geral, e todos estes países tem algo em comum, estão pendurados no “FMI” e comandados, não pelo CAPITALISMO de que falam os economistas, e sim pelo CAPITALISMO JUDAÍCO-SIONISTA, que no momento é o único que existe no MUNDO OCIDENTAL, e o único país que escapa ileso é ISRAEL que é a PÁTRIA dos JUDAICO-SIONISTAS. .................................................................................... Poderia eu sitar CUBA, VENEZUELA, EQUADOR, BOLÍVIA, IRÃ, SÍRIA, PERÚ, ARGENTINA E URUGUAI, que no momento estariam fora do alcance dos RECEPTADORES, mas, não se sabe até quando vão resistir a uma campanha de desestabilização, encabeçada pela MÍDIA INTERNACIONAL, que por sua vez tanbém pertence aos mesmos RECEPTADORES. .................................................................................... Os RECEPTADORES tem muito a comemorar, o SUCESSO è ABSOLUTO!

sábado, 28 de janeiro de 2012

EUA SIONISTA -MISÉRIA 20,7% CRIANÇAS AMERICANAS SÃO POBRES

EUA: Cresce quantidade de crianças em situação de extrema miséria

Muitas crianças dos Estados Unidos se encontram hoje em situações extremas de pobreza, de abusos e outros problemas sociais, sem que se tenha colocado um fim a esses flagelos.

Recentemente, Michael Petit, presidente da organização governamental estadunidense de defensa dos direitos da infância, Every Child Matters, questionou por que a violência contra as crianças é muito mais forte nesta nação do que em qualquer outra do mundo industrializado. Petit colocou em evidência um dos muitos problemas que afetam a infância estadunidense.

Segundo estatísticas, nos últimos 10 anos estima-se que 20 mil crianças morreram em suas próprias casas devido à violência familiar, quase quatro vezes o número de soldados estadunidenses mortos no Iraque e no Afeganistão.

Violência contra crianças

De acordo com a BBC Mundo, a cada cinco horas uma criança morre nos EUA como consequência de abusos e negligência.

Dados conservadores do governo revelam que aproximadamente 770 menores perderam a vida por maus tratos em 2009, ainda que um informe do Congresso considere que o número pode chegar a cerca de 2,5 mil.

A BBC advertiu que os estadunidenses têm os piores registros de abusos do mundo.

Esta situação tende a ser agravada, pois enquanto a economia estadunidense tenta se recuperar, a pobreza infantil aumenta e os estados cortam bilhões em serviços para as crianças, o que pressiona a frágil rede de seguridade da nação.

Preconceito com latinos

Por outro lado, as minorias são as mais afetadas por este e outros problemas. Um informe mencionado pelo diário californiano A Opinião, indica que os alunos hispanoamericanos recebem mais castigos nas escolas que os estadunidenses brancos.

O texto detalha que os estudantes representantes de minorias sociais no ensino médio são suspensos e expulsos com mais freqüência que seus colegas brancos, por decisão de docentes e diretores.

Vulnerabilidade infantil

As crianças são o setor mais vulnerável da sociedade estadunidense. Cerca de 17 milhões sofrem com insegurança alimentar, segundo dados da Feeding America, uma organização que reúne 200 Bancos de alimentos e a organização beneficente de distribuição de comida mais importante do país.

CRIANÇAS POBRES 20,7% SÃO POBRES

Na principal economia do mundo, 20,7% das crianças são pobres, situação que afeta os hispanoamericanos em 33,1%, indicou recentemente um informe do Instituto Pan para o Mundo, um movimento religioso contra a fome.

Um estudo de 2009 sobre a insegurança alimentar afirma que 26,9% dos lares de hispanoamericanos enfrentam este problema, em especial aqueles nos quais há menores de idade.

Fome e desemprego

O escritório do Censo e o Departamento de Agricultura asseguram que, no território estadunidense, pelo menos 34,9% dos latinos menores de 18 anos tiveram fome, cifra superior aos 23,2% das crianças na população total do país.

Devido à atual crise econômica e o desemprego de cerca de 14 milhões de pessoas que afeta os Estados Unidos, 30% das famílias latinas recorreram a fundos de ajuda de alimentos para amenizar a fome.

Dados da Fundação Annie E. Casey garantem que a recente recessão eliminou muitos dos benefícios econômicos para as crianças nascidas no final dos anos 1990, enquanto se desenha como preocupante a quantidade de menores afetados pelas execuções hipotecárias, pelas quais foram embargadas suas casas e complicaram seu bem-estar.

Essa organização afirma que em 2010, 11% das crianças tinha ao menos o pai ou a mãe sem emprego. Os menores latinos são a população que mais aumenta nos EUA e, ao mesmo tempo, engrossam sua porção mais pobre.

Segundo Pew Hispanic Center, uma em cada quatro crianças vive sem acesso seguro a suficiente comida nutritiva: "Os menores afroamericanos enfrentam a pior crise desde os tempos da escravidão e, em diversas áreas, as crianças hispanoamericanas e indígenas se encontram em situação similar", pontuou.

Os menores latinos não sabem se comem hoje, nem se comerão amanhã: mais de um terço vive em condições de pobreza e de insegurança alimentar, assegura o informe The State of American’s Children (O Estado das Crianças Estadunidenses), 2011.

A partir de 2007, quando se intensificou a recessão econômica, se incorporaram mais de 800 mil pessoas ao programa de ajuda WIC — Supplemental Nutrition Program for Women, Infants and Children (Programa de Nutrição Suplementar para Mulheres, Lactantes e Crianças). 76 % dos destinatários de este programa são crianças e adolescentes.

A Fundação Annie E. Casey aborda outro problema extremo que repercute sobre a infância estadunidense: a pobreza infantil, pontua, cresceu 18% desde 2000 até 2009, saltando de 2.5 milhões para 14.7 milhões, com incidência notável nos estados do sul e as minorias.

Diferentes informes e estatísticas atestam que a população infantil nos EUA ocupa posições extremas, o que deveria envergonhar seus dirigentes e políticos.

Fonte: Prensa Latina
Tradução: Vanessa Silva

SAÚDE PÚBLICA – EUA ALCANÇARÃO CUBA SÓ EM 2050

--- OS DIRIGENTES AMERICANOS SENTAM EM CIMA DO PRÓPRIO RABO E APONTAM O RABO DOS OUTROS ---

DO ALTO DO PEDESTAL DA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO, WASHINGTON — ... um em cada sete americanos é pobre, taxa de pobreza no país subiu de 13,2% para 14,3%, ou 43,6 milhões de habitantes, americanos sem assistência médica avançou de 15,4% para 16,7% - ou 50,7 milhões de pessoas - ...mas as principais ações para reverter o quadro de penúria que os iguala a muitos países latino americanos só terão efeito a partir de 2014...- mas em termos de saúde pública só alcançarão o nível de CUBA em 2.050.

ISRAEL È A FACE DO TERROR ESCANCARADA

PRIMEIRA PÁGINA NOS EUA: mate Obama e salve Israel

Tags: Barack Obama, Política, Israel, Notícias
21.01.2012, 16:53

O editor do jornal Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, sugeriu que as autoridades israelenses estão considerando a possibilidade de ordenar o Mossad para eliminar o presidente dos EUA, Barack Obama.

No seu artigo Andrew Adler nota três variantes aceitáveis para Israel no seu confronto com o Irã. A primeira e segunda não contêm nada sensacional e falam de ataques ao Hamas, Hizbollah e instalações nucleares iranianas.

Mas a terceira variante prevê a eliminação do presidente dos EUA hostil a Israel por agentes americanos do Mossad para que o vice-presidente tomará o seu posto.

Depois Israel exigirá veementemente que "a política dos EUA incluirá uma ajuda para o Estado judeu em exterminar seus inimigos". Segundo Andrew Adler, círculos internos de Israel já discutiram esta ideia quase inconcebível.

"Este é um hábito antigo, já mataram MARTIN LUTER KING, ALLENDE, NASSER, KENNEDY e etc...

O artigo indignou a comunidade judaica. Andrew Adler, depois uma crítica afiada, pediu desculpas pela sua história, declarando que não tinha presuposto matar o presidente. "Lastimo-me muito. Seja melhor se não tinha escrito nenhuns artigos", disse ele à Agência Telegráfica Judaica.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CHAVEZ "O PATRIOTA" INESQUECÍVEL - 4 MILHÕES DE SEGUIDORES NO TWITTER

Hugo Chávez supera os 4 milhões de seguidores no Twitter
27 de janeiro de 2012 • 22h47 • atualizado às 23h07

Chávez, durante discurso ao Parlamento de Caracas: anúncio de mudanças na conta do Twitter

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, superou nesta sexta-feira os 3 milhões de seguidores no microblog Twitter, mas anunciou que pretende mudar o nome da conta, @chavezcandanga, pois diz não gostar do atual. Após uma reunião com o ministro da Defesa do Peru, Luis Otárola, Chávez declarou à imprensa que vai trocar de nome na conta, ativada em 27 de abril de 2010. Candanga, na Venezuela, significa candeia ou força para fazer algo.

O líder explicou que resolveu abrir sua conta há quase dois anos por incentivo do ministro do Interior, Tareck El Aissami, e do parlamentar Diosdado Cabello. Segundo a Agência Venezuelana de Notícias, que é estatal, Chávez se transformou no chefe de Estado com a conta de Twitter mais seguida na América Latina e a segunda do mundo. Ele disse ainda que faz dias que não escreve nada porque não tem tido tempo. Explicou que escrevia mais quando estava de repouso, em consequência da cirurgia que se submeteu para a retirada de um câncer, mas que agora a rotina o impede de ter uma atividade maior no Twitter.

Atualmente, Chávez segue 21 contas no microblog, entre elas, as de alguns de seus ministros e as das presidentes Dilma Rousseff (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina).

FRANCE-AMEAÇA DE RECESSÃO DERRUBA "PALHAÇO SARKOSY"

A 3 meses de eleição, Sarkozy tenta reverter baixa recorde de popularidade
Pesquisas dão mais de 14 pontos percentuais de vantagem a candidato socialista, François Hollande.
Da BBC
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A três meses do primeiro turno das eleições presidenciais na França, em 22 de abril, o presidente Nicolas Sarkozy enfrenta grandes dificuldades para tentar reverter a tendência de ampla derrota apontada nas pesquisas de opinião.
Sarkozy - que deverá declarar oficialmente sua candidatura apenas no final de fevereiro ou início de março - não conseguiu liderar até o momento nenhuma das inúmeras pesquisas divulgadas nos últimos meses.
Embora as previsões indiquem que Sarkozy passaria para o segundo turno, ele perderia na votação final, de acordo com pesquisas divulgadas neste mês, para o socialista François Hollande por uma diferença de 14 a 19 pontos percentuais.
Hollande lidera todas as pesquisas. Na última, do instituto BVA para a imprensa regional e a rádio RTL, divulgada no dia 21, o socialista totaliza 30% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% para Sarkozy.
Mas no segundo turno a diferença é ampliada: Hollande venceria com 57% dos votos, enquanto Sarkozy obteria 43%.
Tradicionalmente na França, o presidente em exercício sempre obteve no primeiro turno o maior número de votos. Sarkozy, se as pesquisas se confirmarem, passaria a ser uma exceção.
A batalha contra o socialista não é o único problema do presidente. Segundo outra pesquisa, do instituto Ifop, divulgada no dia 20, a diferença entre Sarkozy e a terceira colocada, Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional, se reduziu no primeiro turno a apenas 2 pontos percentuais.
Segundo o Ifop, Sarkozy teria 23% das intenções de voto no primeiro turno e Le Pen, que ocupa o terceiro lugar em todas as pesquisas, totalizaria 21%, o que não exclui a possibilidade de Sarkozy ser eliminado já no primeiro turno.
Sarkozy havia conseguido, em 2007, atrair um número importante de eleitores tradicionais do Front National, que podem nesta votação retornar ao partido de extrema direita, como sugerem as pesquisas.
Imagem
Vários fatores explicam as dificuldades atuais do líder francês para buscar um segundo mandato.
Sarkozy é o presidente com o mais baixo índice de popularidade da chamada Quinta República, iniciada em 1958 com o general Charles de Gaulle. Apenas 32% dos franceses aprovam sua gestão, segundo pesquisa divulgada no domingo pelo 'Journal du Dimanche'.
Uma das razões dessa baixa aprovação - e que compromete suas chances de reeleição - é a imagem extravagante que passou no início de seu governo.
Suas férias em iates, seu gosto notório pelo luxo e a exposição de sua vida sentimental em revistas de celebridades desagradaram setores do eleitorado, em particular o da direita, para quem esse tipo de comportamento não corresponde ao cargo de um chefe de Estado.
Sarkozy adotou nos últimos anos um tom mais sóbrio, mas analistas estimam que ele não conseguiu mudar sua imagem junto a boa parte da opinião pública.
O estilo do presidente tem oferecido munição a seus adversários políticos nesta campanha. Em seu primeiro grande comício, no domingo, o socialista Hollande afirmou 'gostar das pessoas, enquanto outros são fascinados pelo dinheiro'.
Mas o principal problema de Sarkozy é o balanço de seu mandato. Uma de suas principais promessas de campanha em 2007 foi a de aumentar o poder aquisitivo da população, além de diminuir o desemprego para 5%.
Mas o desemprego explodiu na França e já atinge 9,8% da população ativa. Na gestão de Sarkozy, o número de desempregados aumentou em 1 milhão, atingindo quase 3 milhões atualmente.
'Trabalhar mais para ganhar mais', um de seus slogans mais famosos em 2007, prometia a melhora do poder aquisitivo. Sarkozy mudou as regras em relação às horas extras, flexibilizando a jornada semanal de 35 horas de trabalho, criada pelos socialistas.
Seus opositores afirmarem que a medida não teve o impacto prometido - e as promessas do presidente foram atropeladas pela crise financeira mundial iniciada em 2008 e, mais recentemente, pela crise das dívidas soberanas na zona do euro.
Rebaixamento
Sob a ameaça de uma recessão econômica, o Estado francês perdeu há pouco a nota máxima de risco de sua dívida (AAA), rebaixada pela agência Standard & Poor's no último dia 13.
O rebaixamento do risco da dívida foi apontado por seus rivais como um sinal de fracasso da política de Sarkozy, que se posicionava como o 'salvador' da zona do euro, e aumentou o sentimento de insegurança dos franceses em relação ao futuro.
'A conjuntura econômica tem grande influência no voto. O cenário atual e as promessas de campanha não cumpridas contribuem para o sentimento de rejeição em relação a Sarkozy', disse à BBC Brasil Gaspard Estrada, analista do Instituto de Estudos Políticos de Paris.
Segundo a imprensa francesa, o governo espera que o anúncio de novas medidas econômicas no final de janeiro e a oficialização da candidatura de Sarkozy possam reverter as tendências negativas nas pesquisas eleitorais.
Analistas dizem não ser impossível que, apesar das dificuldades atuais, Sarkozy, acostumado ao debate político, consiga reverter a situação.
Uma das críticas contra o rival socialista é que Hollande, deputado, nunca exerceu um cargo de governo e que não teria o comportamento e a autoridade de um chefe de Estado.
Além disso, as pesquisas revelam que mais de 20% dos franceses ainda poderiam mudar de voto no segundo turno.

FRANCE - QUEDA DE SARKOZY - REAVIVA A ESPERANÇA

Candidato socialista
Hollande promete poupar a classe média francesa

27.01.2012 - 09:27 Por Ana Fonseca Pereira

Hollande diz que não promete aquilo que não pode cumprir Hollande diz que não promete aquilo que não pode cumprir (Charles Platiau/Reuters)

Em velocidade de cruzeiro nas sondagens e com o principal adversário ainda fora da corrida, François Hollande apresentou ontem os seus "60 compromissos pela França". Um programa em que o candidato socialista às próximas presidenciais tenta conciliar a agenda de esquerda com o realismo económico exigido pelos eleitores em tempo de crise.

"Não prometo aquilo que não sou capaz de cumprir. Tudo o que está dito será feito", disse Hollande no arranque oficial da sua campanha - o tiro de partida foi dado no domingo, com um discurso em que traçou as linhas gerais do seu programa e falou dos planos que tem para o país se, em Maio, for eleito para o Eliseu. Ontem, o dia foi de concretizar essa visão, com 60 medidas destinadas a afirmar a credibilidade do seu projecto.

"Não serei o Presidente que tem de pedir aos franceses que compreendam por que tive de mudar de política", afirmou, explicando que as previsões de crescimento incluídas no manifesto - 0,5% em 2012 e 1,7% no ano seguinte - são "o cenário mais realista". Num piscar de olho ao centro, o candidato socialista propõe reequilibrar as contas públicas até ao final do mandato, em 2017, e apostar na competitividade da economia, sobretudo com apoios às pequenas empresas.

Para se apresentar como o "campeão de seriedade", como lhe chamou o jornalLe Monde, Hollande teve de rever algumas medidas do programa aprovado pelo PS em Maio - o objectivo de criar 300 mil postos de trabalho para jovens foi reduzido para metade. Mas no programa sobram ideias que agradarão aos eleitores de esquerda, a começar pela anulação das isenções fiscais concedidas por Nicolas Sarkozy às grandes empresas e contribuintes mais ricos, ou a criação de um escalão de 45% de IRS para quem ganhar mais de 150 mil euros anuais.

"A classe média não aguenta mais. Os únicos que serão visados pelas nossas medidas são os altos rendimentos", disse Hollande, falando em receitas adicionais de 29 mil milhões de euros que serão reinvestidas na economia ou usadas para equilibrar as contas. A agenda progressista reflecte-se ainda nas propostas para a banca - a separação do retalho das actividades especulativas e a subida da taxa sobre os lucros para 15% -, na prioridade dada à educação e habitação ou o alargamento do casamento e da adopção para os homossexuais.

Não foi preciso esperar muito pelas reacções da maioria, pressionada por uma nova sondagem que atribuiu a Hollande 60% dos votos numa segunda volta frente a Sarkozy. "Este é um projecto que põe em perigo o modelo social e a credibilidade da França", reagiu a porta-voz do Governo, Valérie Pécresse, enquanto outros dirigentes da UMP criticavam a aposta em "fórmulas esgotadas". Mas a resposta principal era só esperada para a noite, no debate entre Hollande e Alain Juppé, o ministro dos Negócios Estrangeiros transformado em batedor da campanha de Sarkozy, que tarda em oficializar a sua recandidatura. "Juppé não vai lá para comentar o programa socialista. O objectivo é abalar a credibilidade de Hollande", disse aoLibérationum dos seus assessores.

VATICANO – MERGULHADO EM DENÚNCIAS – CORRUPÇÃO

VATICANO – MERGULHADO EM DENÚNCIAS – CORRUPÇÃO
Novo escândalo de corrupção abala Vaticano
Escrito por Plínio de Goes
Um escândalo de corrupção explodiu no coração da Igreja Católica depois que uma TV italiana revelou, na noite de quarta-feira, cartas em que o ex-secretário-geral do Vaticano Carlo Maria Vigano denuncia superfaturamento e outras irregularidades na Santa Sé. No ano passado, Vigano acabou transferido para Washington, onde atua como núncio apostólico, apesar de pedir para permanecer no cargo no Vaticano, no qual sua permanência estava prevista até 2014.
Nas cartas enviadas em 2011 a superiores — incluindo o próprio Papa Bento XVI — Vigano diz ter encontrado "uma rede de corrupção, nepotismo e favorecimento" nos contratos para a conservação da Cidade do Vaticano. O ex-secretário-geral diz que os funcionários da equipe do Vaticano eram desmoralizados pelo fato de "os serviços serem sempre entregues às mesmas companhias a pelo menos o dobro do preço cobrado fora do Vaticano. O superfaturamento teria atingido até o presépio natalino da Praça de São Pedro. Vigano reduziu seu custo de instalação e manutenção de 550 mil em 2009 para 350 mil em 2010.
O então secretário-geral também aponta irregularidades na gestão do dinheiro da Igreja. Numa carta de abril do ano passado, ele diz que a administração de alguns investimentos do Vaticano foi entregue a fundos "que cuidam mais dos seus próprios interesses do que dos nossos" e "nos fizeram perder US$ 2,5 milhões numa única transação".
As cartas foram escritas após Vigano ter sido informado de sua transferência. Ele se queixa ao Papa e diz que, mesmo que tecnicamente tenha sido promovido, a mudança "seria uma derrota difícil de aceitar" e "provocaria muita desorientação e desencorajaria aqueles que acreditaram que era possível extirpar muitas das situações de corrupção e abuso de poder que estão enraizadas na administração de vários departamentos". Ele disse ser vítima de uma campanha de desprestígio por funcionários descontentes com suas medidas anticorrupção. Apesar dos apelos, Vigano foi enviado aos EUA.
O Vaticano reagiu à reportagem da rede de TV La 7 com críticas, embora tenha admitido a autenticidade das cartas ao expressar "tristeza com a publicação de documentos reservados". A Santa Sé disse que a TV "trata assuntos complicados de maneira parcial e banal" e afirma estar pronta a ir à Justiça "defender a honra de pessoas honestas". Sobre a transferência, o Vaticano diz que isso é prova "da indubitável confiança" depositada em Vigano pelo Papa.

EUROCRISE - ESPANHA DESEMPREGO PRÓXIMO A 6 MILHÕES

Espanha: nº de desempregados passa de 5 milhões pela 1ª vez

27 de janeiro de 2012 • 06h37 • atualizado 06h46

O número de desempregados na Espanha aumentou em 295.300 pessoas no quarto trimestre de 2011 e encerrou o ano em 5.273.600, com o que supera pela primeira vez a barreira dos cinco milhões, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira.

O índice de desemprego fechou 2011 em 22,85%, o maior desde o primeiro trimestre de 1995, de acordo com a Enquete de População Ativa (EPA) divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Por outro lado, o número de desempregados é menor que os 5,4 milhões estimados na quinta-feira pelo ministro de Fazenda e Administrações Públicas espanhol, Cristóbal Montoro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

EGITO - PARLAMENTO MUÇULMANO, EXÉRCITO SIONISTA

EGITO - 2\3 DO PARLAMENTO SÃO MUÇULMANOS

Reportagem abaixo desta sobre o exército, confira:

Peso dos islamistas deverá complicar a escolha do comité para redigir a Constituição
Irmandade vai ocupar metade do novo Parlamento egípcio

22.01.2012 - 12:08 Por Sofia Lorena

O anúncio dos resultados finais das eleições legislativas egípcias apenas veio confirmar o que as sondagens dos partidos já indicavam: ao todo, os partidos islamistas vão ocupar mais de dois terços dos lugares da nova Assembleia do Povo.

Na prática, não se prevê qualquer coligação entre o Partido Liberdade e Justiça (da Irmandade Muçulmana) e os salafistas do Nour, pelo que o que importa são os 47% conseguidos pelos seguidores da Irmandade, que serão 235 dos 508 deputados no Parlamento. O Nour, criado a meio do ano passado por radicais que até então renegavam a democracia, ficou em segundo, com 121 lugares e 24% dos votos. Os salafistas, partidários da aplicação da lei islâmica a todos os campos da vida, desprezam a moderação da Irmandade.

Seguem-se alguns partidos liberais, como o histórico Wafd (9%) e o novo Bloco Egípcio, que reúne muçulmanos e cristãos coptas laicos (7%). Os grandes derrotados foram os grupos de jovens - fundamentais na mobilização popular que derrubou o regime, há um ano, foram incapazes de traduzir o seu papel na revolução em votos.

A Assembleia do Povo tem 508 lugares, mas a votos foram só 498. Os restantes dez estão reservados para nomeação presidencial. Sem Hosni Mubarak, que caiu em Fevereiro depois de três semanas de protestos, coube ao líder do Conselho Supremo das Forças Armadas (CSFA), marechal Hussein Tantawi, a máxima autoridade no país, completar o Parlamento. Soube-se ontem que cinco dos nomeados pertencem à comunidade copta (10% da população) e que apenas dois foram entregues a mulheres - esperava-se que Tantawi usasse estas nomeações para aumentar a presença feminina num Parlamento para onde só foram eleitas oito candidatas.

Fundada em 1928, e muito influente por causa das redes de ajuda social que desenvolveu, a Irmandade viveu entre a perseguição e a semiclandestinidade durante o longo reinado de Mubarak. Tendo-se associado à revolta contra o regime, a confraria - e o partido que entretanto criou - decidiu nos últimos meses apoiar a transição liderada pelo Exército e distanciar-se dos grupos que estiveram na vanguarda da revolta e que continuam na rua, protestando agora contra os militares, que acusam de manter práticas de repressão e violações de direitos humanos, ao mesmo tempo que recusam abdicar do poder.

O líder da Irmandade, Mohamed Badie, repetiu ontem que o grupo rejeita os apelos a uma "segunda revolução" e que se opõe aos protestos contra o poder militar previstos para quarta-feira, dia em que se cumpre um ano desde o início da revolta. Ao mesmo tempo, sugeriu que o Partido Liberdade e Justiça tenciona mostrar-se firme no Parlamento face às exigências do Exército, que quer preservar certos privilégios.

A primeira batalha entre CSFA e Irmandade poderá ser a da escolha do comité de 100 membros que terá a cargo a redacção da nova Constituição. O Exército quer escolher grande parte destas pessoas, enquanto a Irmandade exige que sejam os deputados eleitos a fazê-lo. O facto de a Irmandade e os salafistas terem mais de dois terços da nova Assembleia deverá complicar ainda mais esta disputa, pois os militares quererão proteger a Lei Fundamental da influência islamista.

EXÉRCITO EGIPCIO SOB COMANDO JUDEU SIONISTA

Tem-se que demitir a cúpula do exército egípcio, herança de Hosny Mubarac, o maior capacho dos Sionistas, continuam a receber ordens dos judeus, isso explica a tamanha barbaridade contra os manifestantes.

Milhares de pessoas protestam contra Exército no Cairo
(AFP) – Há 1 hora
CAIRO, Egito — Milhares de pessoas protestaram nesta sexta-feira na Praça Tahrir, no Cairo, para denunciar a violência dos militares, em particular contra as mulheres, que, na última semana, deixou 17 mortos.
A manifestação, sob o lema "Sexta-feira da Restauração da Honra", também exigiu prisão e julgamento para os responsáveis pela violência.
Milhares de manifestantes também protestaram em Alexandria e Suez (norte) para exigir dos militares a entrega do poder aos civis.
"As mulheres são a linha vermelha", gritavam os manifestantes na Praça Tahrir, em meio a palavras de ordem contra o marechal Husein Tantaui, chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas.
O xeque Hisham Atiya, que dirigiu as orações da tarde na Praça Tahrir, pediu a criação de uma comissão independente para investigar a violência e o início de ações legais contra os responsáveis pela repressão.
Como nos protestos precedentes, os manifestantes exigiram também o fim do regime militar, atacando especialmente o marechal Tantaui.
Uma contramanifestação de partidários do Conselho Supremo das Forças Armadas, que governa o Egito desde a queda do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro passado, reuniu milhares de pessoas no bairro de Abasiya, a poucos quilômetros da Praça Tahrir.
Os manifestantes em Abasiya exibiram fotos dos principais generais e bandeiras egípcias para pedir a "queda de Tahrir", o epicentro dos protestos contra os militares.
Os recentes confrontos entre manifestantes e as forças de segurança no Egito deixaram 17 mortos e foram os distúrbios mais graves desde os enfrentamentos que mataram 42 pessoas, principalmente no Cairo, dias antes das eleições legislativas de 28 de novembro.
POSTADO POR VOLTAIRE ÀS 16:33

ISRAEL AO VICE DE OBAMA(MORTO) - DESTRUA OS ÁRABES

JUDEUS AO MOSSAD - MATEM OBAMA E SALVEM ISRAEL

"Este é um hábito antigo, já mataram MARTIN LUTER KING, ALLENDE, NASSER, KENNEDY e etc...

Escândalo nos EUA: mate Obama e salve Israel
Tags: Barack Obama, Política, Israel, Notícias
21.01.2012, 16:53

O editor do jornal Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, sugeriu que as autoridades israelenses estão considerando a possibilidade de ordenar o Mossad para eliminar o presidente dos EUA, Barack Obama.

No seu artigo Andrew Adler nota três variantes aceitáveis para Israel no seu confronto com o Irã. A primeira e segunda não contêm nada sensacional e falam de ataques ao Hamas, Hizbollah e instalações nucleares iranianas.

Mas a terceira variante prevê a eliminação do presidente dos EUA hostil a Israel por agentes americanos do Mossad para que o vice-presidente tomará o seu posto.

Depois Israel exigirá veementemente que "a política dos EUA incluirá uma ajuda para o Estado judeu em exterminar seus inimigos". Segundo Andrew Adler, círculos internos de Israel já discutiram esta ideia quase inconcebível.

O artigo indignou a comunidade judaica. Andrew Adler, depois uma crítica afiada, pediu desculpas pela sua história, declarando que não tinha presuposto matar o presidente. "Lastimo-me muito. Seja melhor se não tinha escrito nenhuns artigos", disse ele à Agência Telegráfica Judaica.
Postado por Voltaire às 18:29

ISRAEL AO MOSSAD - MATE OBAMA E SALVE ISRAEL

"Este é um hábito antigo, já mataram MARTIN LUTER KING, ALLENDE, NASSER, KENNEDY e etc...

Escândalo nos EUA: mate Obama e salve Israel
Tags: Barack Obama, Política, Israel, Notícias
21.01.2012, 16:53

O editor do jornal Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, sugeriu que as autoridades israelenses estão considerando a possibilidade de ordenar o Mossad para eliminar o presidente dos EUA, Barack Obama.

No seu artigo Andrew Adler nota três variantes aceitáveis para Israel no seu confronto com o Irã. A primeira e segunda não contêm nada sensacional e falam de ataques ao Hamas, Hizbollah e instalações nucleares iranianas.

Mas a terceira variante prevê a eliminação do presidente dos EUA hostil a Israel por agentes americanos do Mossad para que o vice-presidente tomará o seu posto.

Depois Israel exigirá veementemente que "a política dos EUA incluirá uma ajuda para o Estado judeu em exterminar seus inimigos". Segundo Andrew Adler, círculos internos de Israel já discutiram esta ideia quase inconcebível.

O artigo indignou a comunidade judaica. Andrew Adler, depois uma crítica afiada, pediu desculpas pela sua história, declarando que não tinha presuposto matar o presidente. "Lastimo-me muito. Seja melhor se não tinha escrito nenhuns artigos", disse ele à Agência Telegráfica Judaica.

HACKERS - FECHAM SITE DO PARLAMENTO EUROPEU

Hackers Anonymous fechou o site do Parlamento Europeu

26.01.2012, 22:59

© Flickr.com/evaryont/cc-by-nc-sa 3.0

O site do Parlamento Europeu foi derrubado na quinta-feira devido a ataques DdoS do grupo de hackers Anonymous, que está protestando contra o Acordo de Comércio de Combate à Falsificação (The Anti-Counterfeiting Trade Agreement, ACTA). De acordo com a edição European News que está cobrindo as actividades das instituições da UE, no auge do ataque, o corpo legislativo da UE recebeu cerca de 300 mil chamadas por segundo, o que é seis vezes superior ao nível normal.

EUROCRISE - IRÃ ANTECIPARÁ EMBARGO - FECHA EXPORTAÇÕES

Irã prepara-se para reagir ao embargo europeu

26.01.2012, 16:57

O governo de Teerã está a elaborar um projeto-lei que prevê o cessar imediato das exportações de petróleo iraniano para a União Européia antes que esta última introduza o embargo petrolífero em relação ao Irã. De seguida, o comentário de Vladimir Sajin.
Pelos vistos, o Irã não tenciona acompanhar com calma o decurso paulatino de preparativos da UE para a introdução do embargo petrolífero a entrar em vigor a partir de 1 de julho do ano corrente. No entanto, uma contra-medida iraniana poderá abalar as economias frágeis de alguns países, sobretudo, da Grécia, Espanha e Itália que se vêem dependentes, em grande parte, das importações iranianas. Assim, a Grécia satisfaz, graças ao petróleo iraniano, cerca de 30% do consumo interno da energia, Espanha – 15% e a Itália – 12%. É pouco provável que estes países possam reorientar-se, de forma rápida, para as outras fontes de hidrocarbonetos, uma vez que novas opções pressupõem a escolha de novos itinerários de escoamento e novas tecnologias de refinação. Tudo isso implicará, claro, adicionais despesas.
O analista Valeri Nesterov partilha tal cenário.
– Se o Irã concretizar suas ameaças, a Europa ver-se-á numa situação difícil, devendo proceder a uma reestruturação acelerada. Isto provocará a tensão, e se calhar, um pânico ligeiro no mercado de petróleo, causando a alta dos preços mundiais que, contudo, não se prolongará por muito tempo. Outra coisa é que a subida de preços será pouco durável, dado que existem possibilidades de compensar a falta das exportações iranianas à custa de fornecimentos provenientes de reservas estratégicas e comerciais que são significantes e se estimam em cerca de 4 mil milhões de barris. Trata-se das reservas dos países membros da Agência Internacional da Energia (AIE). Deste modo, num primeiro mês, poderão ser retiradas e fornecidas mais de 50 milhões de toneladas destas reservas que se destinarão aos consumidores europeus.
Entretanto, segundo os dados da AIE relativos ao mês de outubro de 2011, as reservas nacionais serão suficientes, perante normas de consumo atuais, no caso da Grécia, para três meses, na Espanha – para 3 meses e meio e no caso da Itália para quatro meses. De qualquer maneira, a UE irá defrontar-se com imensas dificuldades.
Existe também mais um enfoque do problema. Há quem diga que, em face da iminência de operações militares contra o Irã pode-se tirar da agenda a questão de fornecimento do petróleo iraniano. Então, decretando as sanções, a UE pensa em buscar outros candidatos que substituam o Irã como exportador.
Mesmo que esta hipótese não passe de mais uma teoria de conspiração, o Irã não terá uma vida calma. Para não falar do facto de Teerã começar a perder bilhões de dólares enfrentando a perspectiva pessimista de pagar multas sensíveis pelos contatos de exportação vigentes com a UE. Claro que na realidade as multas deverão ser pagas quando forem concluídos processos em diversas instâncias judiciais.
Mas na etapa presente, o proveito destas batalhas será tirado pelos concorrentes do Irã pela divisão do "bolo" petrolífero. Antes de mais, pelos países do Golfo que se prontificam a suprir a falta do Irã no mercado energético mundial, praticando preços que continuarão a subir na atual situação nervosa.

EUA ZIONIST – Menores latinos não sabem se comem hoje, nem se comerão amanhã

Sintomãtico – Onde tem JUDEU-SIONISTA ou existe GUERRA ou existe a FOME!
EUA: Cresce quantidade de crianças em situação de extrema miséria

Muitas crianças dos Estados Unidos se encontram hoje em situações extremas de pobreza, de abusos e outros problemas sociais, sem que se tenha colocado um fim a esses flagelos.

Recentemente, Michael Petit, presidente da organização governamental estadunidense de defensa dos direitos da infância, Every Child Matters, questionou por que a violência contra as crianças é muito mais forte nesta nação do que em qualquer outra do mundo industrializado. Petit colocou em evidência um dos muitos problemas que afetam a infância estadunidense.

Segundo estatísticas, nos últimos 10 anos estima-se que 20 mil crianças morreram em suas próprias casas devido à violência familiar, quase quatro vezes o número de soldados estadunidenses mortos no Iraque e no Afeganistão.

Violência contra crianças

De acordo com a BBC Mundo, a cada cinco horas uma criança morre nos EUA como consequência de abusos e negligência.

Dados conservadores do governo revelam que aproximadamente 770 menores perderam a vida por maus tratos em 2009, ainda que um informe do Congresso considere que o número pode chegar a cerca de 2,5 mil.

A BBC advertiu que os estadunidenses têm os piores registros de abusos do mundo.

Esta situação tende a ser agravada, pois enquanto a economia estadunidense tenta se recuperar, a pobreza infantil aumenta e os estados cortam bilhões em serviços para as crianças, o que pressiona a frágil rede de seguridade da nação.

Preconceito com latinos

Por outro lado, as minorias são as mais afetadas por este e outros problemas. Um informe mencionado pelo diário californiano A Opinião, indica que os alunos hispanoamericanos recebem mais castigos nas escolas que os estadunidenses brancos.

O texto detalha que os estudantes representantes de minorias sociais no ensino médio são suspensos e expulsos com mais freqüência que seus colegas brancos, por decisão de docentes e diretores.

Vulnerabilidade infantil

As crianças são o setor mais vulnerável da sociedade estadunidense. Cerca de 17 milhões sofrem com insegurança alimentar, segundo dados da Feeding America, uma organização que reúne 200 Bancos de alimentos e a organização beneficente de distribuição de comida mais importante do país.

CRIANÇAS POBRES 20,7% SÃO POBRES

Na principal economia do mundo, 20,7% das crianças são pobres, situação que afeta os hispanoamericanos em 33,1%, indicou recentemente um informe do Instituto Pan para o Mundo, um movimento religioso contra a fome.

Um estudo de 2009 sobre a insegurança alimentar afirma que 26,9% dos lares de hispanoamericanos enfrentam este problema, em especial aqueles nos quais há menores de idade.

Fome e desemprego

O escritório do Censo e o Departamento de Agricultura asseguram que, no território estadunidense, pelo menos 34,9% dos latinos menores de 18 anos tiveram fome, cifra superior aos 23,2% das crianças na população total do país.

Devido à atual crise econômica e o desemprego de cerca de 14 milhões de pessoas que afeta os Estados Unidos, 30% das famílias latinas recorreram a fundos de ajuda de alimentos para amenizar a fome.

Dados da Fundação Annie E. Casey garantem que a recente recessão eliminou muitos dos benefícios econômicos para as crianças nascidas no final dos anos 1990, enquanto se desenha como preocupante a quantidade de menores afetados pelas execuções hipotecárias, pelas quais foram embargadas suas casas e complicaram seu bem-estar.

Essa organização afirma que em 2010, 11% das crianças tinha ao menos o pai ou a mãe sem emprego. Os menores latinos são a população que mais aumenta nos EUA e, ao mesmo tempo, engrossam sua porção mais pobre.

Segundo Pew Hispanic Center, uma em cada quatro crianças vive sem acesso seguro a suficiente comida nutritiva: "Os menores afroamericanos enfrentam a pior crise desde os tempos da escravidão e, em diversas áreas, as crianças hispanoamericanas e indígenas se encontram em situação similar", pontuou.

Os menores latinos não sabem se comem hoje, nem se comerão amanhã: mais de um terço vive em condições de pobreza e de insegurança alimentar, assegura o informe The State of American’s Children (O Estado das Crianças Estadunidenses), 2011.

A partir de 2007, quando se intensificou a recessão econômica, se incorporaram mais de 800 mil pessoas ao programa de ajuda WIC — Supplemental Nutrition Program for Women, Infants and Children (Programa de Nutrição Suplementar para Mulheres, Lactantes e Crianças). 76 % dos destinatários de este programa são crianças e adolescentes.

A Fundação Annie E. Casey aborda outro problema extremo que repercute sobre a infância estadunidense: a pobreza infantil, pontua, cresceu 18% desde 2000 até 2009, saltando de 2.5 milhões para 14.7 milhões, com incidência notável nos estados do sul e as minorias.

Diferentes informes e estatísticas atestam que a população infantil nos EUA ocupa posições extremas, o que deveria envergonhar seus dirigentes e políticos.

Fonte: Prensa Latina
Tradução: Vanessa Silva

DEUTSCHLAND-NAZISMO, ESTÓRIA DO TARZÃ, CONTADA PELA MÃE DO JACARÉ

NAZISMO- ESTÓRIA DO TARZÃ, CONTADA PELA MÃE DO JACARÉ

"A mãe do jacaré, irá dizer que, o filho dela, o JACARÉ é, uma inofensiva lagartixa, que não representaria perigo algum ao monstro TARZAN, este sim, é perigoso e ofensivo, pois usa uma lança co 3m de comprimento".

A quem interessa ocultar a real história de HITLER? Nós só conhecemos a história de HITLER, contada apenas pelos JUDEUS, que tal ouvirmos o outro lado da moeda?

NAZISMO

26/01/2012 - 11h55 | João Novaes (*) | Redação
Justiça alemã barra lançamento de versão comentada de Mein Kampf
Baviera proíbe publicação do livro por considerar que ele pode contribuir para difundir a ideologia nazista

O relançamento do livro Mein Kampf (Minha Luta), de autoria do ditador alemão Adolf Hitler (1933-1945) foi proibido em caráter de urgência nesta quarta-feira (25/01) por um tribunal de primeira instância em Munique, estado da Baviera, no sul da Alemanha.

WikimediaCommons
A obra seria relançada em formato de caderno, compactada e comentada. A previsão era de que estivesse disponível nas bancas nesta quinta-feira. Os direitos de publicação do livro são do estado da Baviera, que entrou com a ação para evitar o lançamento.

Segundo o britânico Peter McGee, presidente da editora Albertas, e responsável por esse lançamento, a intenção era colocar à venda fragmentos do livro, comentados, como suplemento da revista Zeitungszeugen. Desde 2009, ela publica antigas edições de jornais nazistas datadas dos anos 1920 e 1930.

McGee argumenta que suas publicações fazem parte de um projeto de pesquisa sobre o nazismo. A ideia era viabilizar esse projeto em três volumes de 15 páginas cada um em uma tiragem de 100 mil exemplares. A primeira parte seria a autobiografia do ditador; a segunda abordaria a propaganda nazista; e a última, sua ideologia.

"É um assunto delicado na Alemanha, mas o mais incrível é que a maioria dos alemães não tem acesso ao ‘Mein Kampf' porque há um tabu, essa aura negra que o cerca”, afirmou McGee. “Queremos que o 'Mein Kampf' seja acessível para que as pessoas o vejam pelo que ele é, e depois o descartem. Uma vez exposto, ele pode retornar ao caixote do lixo da literatura”, disse.

Enquanto aguarda o fim do impasse jurídico, ele cogita ir adiante com a publicação deixando os trechos de 'Mein Kampf' ilegíveis, mas preservando os comentários. Ele espera que o livro possa ser relançado na íntegra a partir de 2015, quando a Baviera perder os direitos de publicação.

A Baviera proíbe a publicação do livro por considerar que ele pode contribuir para difundir a ideologia nazista.
Postado por Voltaire às 09:00

GUANTÁNAMO - JUIZ ESPANHOL QUER JULGAR BUSH

Juiz espanhol reabre caso de Guantánamo e pode investigar Bush

Magistrado denunciou "falta absoluta de resposta" dos EUA e do Reino Unido sobre apuração das violações

Um juiz espanhol da Audiência Nacional reafirmou nesta sexta-feira (13/01) sua competência para investigar os supostos crimes de tortura em Guantánamo, em resposta a uma queixa apresentada por dois ex-presos da base militar norte-americana em Cuba.

O juiz Pablo Ruz também pediu à Procuradoria que o relatório considere o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush como um dos "supostos responsáveis" pelos abusos ocorridos no centro de detenção.

O magistrado justifica sua decisão de reabrir o caso pela "falta absoluta de resposta" das autoridades dos Estados Unidos e do Reino Unido aos diversos questionamentos enviados às autoridades desses países sobre se estão investigando os fatos.

A causa instruída por Ruz foi aberta há quase três anos por conta da queixa apresentada pelo espanhol Hamed Abderrahman Ahmed e o marroquino que vive na Espanha Lahcen Ikassrien, que ficaram detidos em Guantánamo, contra Bush e outros altos cargos da administração americana.

Entre eles está o ex-vice-presidente Dick Cheney, o ex-secretário de Estado da Defesa Donald Rumsfeld e os generais Michael Lehner e Geoffrey Miller, responsáveis pelo campo de detenção.

Posteriormente, outros dois ex-detentos em Guantánamo - Abdul Latif Al Banna e Omar Deghayes - se somaram à causa.

Segundo Ruz, os fatos denunciados pelos ex-presos podem ser considerados crimes de tortura e contra a integridade moral às pessoas e bens protegidos em caso de conflito armado (crimes de guerra).

O juiz considera que os requisitos para uma ação exigidos pela lei estão sendo cumpridos, já que existe um "vínculo de conexão relevante com a Espanha", que a própria Audiência Nacional reconheceu expressamente em fevereiro de 2011 no caso de Ikassrien, devido a seu vínculo com o país.

Além disso, não há "até o momento" nenhum procedimento aberto em outro país "que configure uma investigação efetiva de tais fatos passíveis de punição", já que apesar dos requerimentos neste sentido, nem os EUA nem o Reino Unido informaram o juiz, acrescenta Ruz.

Deste modo, o magistrado pede ao promotor que relate "as pessoas contra as quais entende ser pertinente dirigir a ação penal como supostos responsáveis dos fatos objeto de investigação, concretizados nos sofrimentos passados pelos quatro denunciantes".

Para credenciar esses padecimentos, o magistrado determina também praticar um exame legista em Hamed Abderrahman Ahmed e Lahcen Ikassrien "avaliando a existência de lesões ou sequelas (...) relacionadas com os fatos" investigados e que tenham representado ou representem "sofrimentos físicos ou mentais".

Quando dispuser dos relatórios solicitados, o juiz notificará a queixa aos que forem considerados "supostos responsáveis" dos fatos e decidirá se entre eles deve figurar também o ex-diretor da CIA (agência de inteligência americana) George Tenet.

Também decidirá nesse momento se chama a depor como testemunhas os brigadeiros generais do Exército americano Jay W. Hood, Mitchell R. Leclaire e James T. Payne III, que assinaram alguns documentos sobre as torturas em Guantánamo.

CUBA-AGRESSOR PRESO MORRE E VIRA POLÍTICO

Fidel critica cinismo dos EUA e União Europeia após morte de preso
Ex-presidente comentou "campanha difamatória" desses países sobre Cuba

O ex-presidente de Cuba Fidel Castro criticou em artigo publicado nesta quarta-feira (25/01) as declarações feitas por países europeus e pelos Estados Unidos após a morte de Wilmar Villar, preso que faleceu na última quinta-feira (19/01). Intitulado "A fruta que não caiu", Fidel lembrou que Villar era um preso comum e condenou a ingerência nos assuntos internos cubanos.

“Não houve tal greve de fome. Era um preso condenado a quatro anos por agressão, um crime comum, devido aos ferimentos que provocou no rosto da própria esposa”, afirmou Fidel no texto. De acordo com Havana, Villar teve falência múltipla de órgãos derivado de um processo respiratório séptico severo que o levou a um choque por sepsia.

“Ocupem-se primeiro de salvar o euro se puderem, resolvam o desemprego crônico no qual padece um número crescente de jovens e respondam ao indignados, sobre os quais a polícia arremete e agride constantemente”, afirmou Fidel, em referência à profunda crise pela qual a Europa passa.

“O governo espanhol e a União Europeia em ruínas (...) devem saber o que os esperam. Dá pena ler nas agências de notícias as declarações de ambos quando usam mentiras descaradas para atacar Cuba”. Ainda sobre a Espanha, Fidel recordou os laços do atual governo do PP (Partido Popular) com o franquismo: "Hoje governam a Espanha os admiradores de Franco."

"Porque os meios de comunicação do império mentem tão descaradamente?", continuou Fidel. "Os que controlam a mídia estão determinados a enganar e brutalizar o mundo com suas grosseiras mentiras, pensando talvez que é o principal recurso para a manutenção do sistema global de dominação e espoliação fiscal."

"Bush e suas estupidezes imperaram por oito anos e a Revolução Cubana leva mais de meio século. A fruta madura não caiu no seio do império. Cuba não será mais uma força usada pelo império para dominar os povos da América. O sangue de [José] Martí não foi derramado em vão", concluiu o ex-presidente.

Críticas a republicanos

As eleições norte-americanas, marcadas para novembro, também foram tema da reflexão de Fidel. No mesmo artigo, ele classificou as primárias republicanas como uma competição de 'idiotices'.

O ex-presidente falou sobre o debate realizado na Flórida entre os pré-candidatos republicanos, em que a maioria lançou duros ataques a Cuba. Todas as respostas envolviam endurecer as sanções aplicadas contra a ilha há mais de 50 anos, com o pré-candidato Newt Gingrich falando mesmo em “atividades secretas” para derrubar Raúl Castro, irmão e sucessor de Fidel no governo cubano.

“Devo afirmar (…) que a escolha do candidato republicano para aspirar à presidência desse império globalizado e abarcador é – e estou falando sério – a maior competição de idiotices e ignorâncias que já escutei”, afirmou.

ILHAS MALVINAS ARGENTINAS --X-- SIONISTAS INGLESES

ARGENTINA
26/01/2012 - 09h55 | Luciana Taddeo | Buenos Aires

Cristina Kirchner critica empresas de petróleo e o "Sionista Reino Unido"

A presidente voltou ao trabalho depois de 21 dias de licença médica

Sorridente e exibindo uma longa cicatriz na garganta, a presidente argentina apareceu em público pela primeira vez nesta quarta-feira (25/01), após quase um mês de licença médica devido à cirurgia de remoção da tireóide à qual foi submetida no início deste mês. Em um discurso na Casa Rosada, Cristina Kirchner criticou as recentes declarações do primeiro ministro britânico, David Cameron, mas descartou um conflito bélico pelas Malvinas.

"Escutei que acusaram os argentinos de colonialistas”, disse, lembrando que o comitê de descolonização das Nações Unidas tem 16 causas em andamento, “das quais 10 são da Inglaterra e uma das mais emblemáticas são nossas Malvinas”. A presidente descartou um conflito bélico pelas ilhas, alegando que a Argentina “não faz parte das forças invasoras de nenhum país” e que suas Forças Armadas “só participam de missões de paz”.

Na última semana, Cameron, acusou a Argentina de "colonialismo" por sua insistência em reivindicar as ilhas desde 1833, após a decisão de vários países latino-americanos de bloquear o acesso de navios com bandeira ilegal das Malvinas aos seus portos. "O que os argentinos estiveram dizendo recentemente é muito mais colonialismo porque os kelpers (como os britânicos chama os habitantes das ilhas) querem continuar sendo britânicos e os argentinos querem que eles façam outra coisa", afirmou.

Apesar de dizer que preferia não responder às acusações, feitas por quem “não tem razões, nem argumentos”, Cristina Kirchner afirmou que “ninguém quer que os habitantes das Malvinas deixem de ser ingleses”. Como de costume, a presidente pediu que o Reino Unido aceite dialogar, segundo as resoluções da ONU (Organização das Nações Unidas). “A Argentina continuará atuando “com rigorosidade jurídica, diplomática e conseguindo apoios pela soberania das ilhas”, garantiu.

Comissão

Cristina Kirchner anunciou que pedirá criação de uma comissão para a abertura e conhecimento público do Informe Rattenbach, documento elaborado por ordem do ditador Reynaldo Bignone, em dezembro de 1982, que avaliava o desempenho das Forças Armadas argentinas durante a Guerra das Malvinas, que completa 30 anos em abril.

“A história demonstra claramente que a guerra não foi uma decisão do povo argentino”, afirmou a presidente, “mas sim de uma junta [da ditadura militar] desesperada para esconder a tragédia de 30 mil desaparecidos e uma economia em crise. E não tiveram idéia melhor do que mandar jovens, que não estavam preparados, a uma guerra suicida”, disse.

Nunca publicado oficialmente, o Informe Rattenbach recomendava penas graves para os oficiais responsáveis pelo que qualificou como uma "aventura militar" no Atlântico Sul, segundo versões vazadas na imprensa da época.

NAZISMO- ESTÓRIA DO TARZÃ, CONTADA PELA MÃE DO JACARÉ

"A mãe do jacaré, irá dizer que, o filho dela, o JACARÉ é, uma inofensiva lagartixa, que não representaria perigo algum ao monstro TARZAN, este sim, é perigoso e ofensivo, pois usa uma lança co 3m de comprimento".

A quem interessa ocultar a real história de HITLER? Nós só conhecemos a história de HITLER, contada apenas pelos JUDEUS, que tal ouvirmos o outro lado da moeda?

NAZISMO

26/01/2012 - 11h55 | João Novaes (*) | Redação
Justiça alemã barra lançamento de versão comentada de Mein Kampf
Baviera proíbe publicação do livro por considerar que ele pode contribuir para difundir a ideologia nazista

O relançamento do livro Mein Kampf (Minha Luta), de autoria do ditador alemão Adolf Hitler (1933-1945) foi proibido em caráter de urgência nesta quarta-feira (25/01) por um tribunal de primeira instância em Munique, estado da Baviera, no sul da Alemanha.

WikimediaCommons
A obra seria relançada em formato de caderno, compactada e comentada. A previsão era de que estivesse disponível nas bancas nesta quinta-feira. Os direitos de publicação do livro são do estado da Baviera, que entrou com a ação para evitar o lançamento.

Segundo o britânico Peter McGee, presidente da editora Albertas, e responsável por esse lançamento, a intenção era colocar à venda fragmentos do livro, comentados, como suplemento da revista Zeitungszeugen. Desde 2009, ela publica antigas edições de jornais nazistas datadas dos anos 1920 e 1930.

McGee argumenta que suas publicações fazem parte de um projeto de pesquisa sobre o nazismo. A ideia era viabilizar esse projeto em três volumes de 15 páginas cada um em uma tiragem de 100 mil exemplares. A primeira parte seria a autobiografia do ditador; a segunda abordaria a propaganda nazista; e a última, sua ideologia.

"É um assunto delicado na Alemanha, mas o mais incrível é que a maioria dos alemães não tem acesso ao ‘Mein Kampf' porque há um tabu, essa aura negra que o cerca”, afirmou McGee. “Queremos que o 'Mein Kampf' seja acessível para que as pessoas o vejam pelo que ele é, e depois o descartem. Uma vez exposto, ele pode retornar ao caixote do lixo da literatura”, disse.

Enquanto aguarda o fim do impasse jurídico, ele cogita ir adiante com a publicação deixando os trechos de 'Mein Kampf' ilegíveis, mas preservando os comentários. Ele espera que o livro possa ser relançado na íntegra a partir de 2015, quando a Baviera perder os direitos de publicação.

A Baviera proíbe a publicação do livro por considerar que ele pode contribuir para difundir a ideologia nazista.

BBC - EUA ZIONIST têm piores registros de abusos do mundo - CRIANÇAS


Sintomãtico – Onde tem JUDEU-SIONISTA ou existe GUERRA ou existe a FOME!
EUA: Cresce quantidade de crianças em situação de extrema miséria

Muitas crianças dos Estados Unidos se encontram hoje em situações extremas de pobreza, de abusos e outros problemas sociais, sem que se tenha colocado um fim a esses flagelos.

Recentemente, Michael Petit, presidente da organização governamental estadunidense de defensa dos direitos da infância, Every Child Matters, questionou por que a violência contra as crianças é muito mais forte nesta nação do que em qualquer outra do mundo industrializado. Petit colocou em evidência um dos muitos problemas que afetam a infância estadunidense.

Segundo estatísticas, nos últimos 10 anos estima-se que 20 mil crianças morreram em suas próprias casas devido à violência familiar, quase quatro vezes o número de soldados estadunidenses mortos no Iraque e no Afeganistão.

Violência contra crianças

De acordo com a BBC Mundo, a cada cinco horas uma criança morre nos EUA como consequência de abusos e negligência.

Dados conservadores do governo revelam que aproximadamente 770 menores perderam a vida por maus tratos em 2009, ainda que um informe do Congresso considere que o número pode chegar a cerca de 2,5 mil.

A BBC advertiu que os estadunidenses têm os piores registros de abusos do mundo.

Esta situação tende a ser agravada, pois enquanto a economia estadunidense tenta se recuperar, a pobreza infantil aumenta e os estados cortam bilhões em serviços para as crianças, o que pressiona a frágil rede de seguridade da nação.

Preconceito com latinos

Por outro lado, as minorias são as mais afetadas por este e outros problemas. Um informe mencionado pelo diário californiano A Opinião, indica que os alunos hispanoamericanos recebem mais castigos nas escolas que os estadunidenses brancos.

O texto detalha que os estudantes representantes de minorias sociais no ensino médio são suspensos e expulsos com mais freqüência que seus colegas brancos, por decisão de docentes e diretores.

Vulnerabilidade infantil

As crianças são o setor mais vulnerável da sociedade estadunidense. Cerca de 17 milhões sofrem com insegurança alimentar, segundo dados da Feeding America, uma organização que reúne 200 Bancos de alimentos e a organização beneficente de distribuição de comida mais importante do país.

CRIANÇAS POBRES 20,7% SÃO POBRES

Na principal economia do mundo, 20,7% das crianças são pobres, situação que afeta os hispanoamericanos em 33,1%, indicou recentemente um informe do Instituto Pan para o Mundo, um movimento religioso contra a fome.

Um estudo de 2009 sobre a insegurança alimentar afirma que 26,9% dos lares de hispanoamericanos enfrentam este problema, em especial aqueles nos quais há menores de idade.

Fome e desemprego

O escritório do Censo e o Departamento de Agricultura asseguram que, no território estadunidense, pelo menos 34,9% dos latinos menores de 18 anos tiveram fome, cifra superior aos 23,2% das crianças na população total do país.

Devido à atual crise econômica e o desemprego de cerca de 14 milhões de pessoas que afeta os Estados Unidos, 30% das famílias latinas recorreram a fundos de ajuda de alimentos para amenizar a fome.

Dados da Fundação Annie E. Casey garantem que a recente recessão eliminou muitos dos benefícios econômicos para as crianças nascidas no final dos anos 1990, enquanto se desenha como preocupante a quantidade de menores afetados pelas execuções hipotecárias, pelas quais foram embargadas suas casas e complicaram seu bem-estar.

Essa organização afirma que em 2010, 11% das crianças tinha ao menos o pai ou a mãe sem emprego. Os menores latinos são a população que mais aumenta nos EUA e, ao mesmo tempo, engrossam sua porção mais pobre.

Segundo Pew Hispanic Center, uma em cada quatro crianças vive sem acesso seguro a suficiente comida nutritiva: "Os menores afroamericanos enfrentam a pior crise desde os tempos da escravidão e, em diversas áreas, as crianças hispanoamericanas e indígenas se encontram em situação similar", pontuou.

Os menores latinos não sabem se comem hoje, nem se comerão amanhã: mais de um terço vive em condições de pobreza e de insegurança alimentar, assegura o informe The State of American’s Children (O Estado das Crianças Estadunidenses), 2011.

A partir de 2007, quando se intensificou a recessão econômica, se incorporaram mais de 800 mil pessoas ao programa de ajuda WIC — Supplemental Nutrition Program for Women, Infants and Children (Programa de Nutrição Suplementar para Mulheres, Lactantes e Crianças). 76 % dos destinatários de este programa são crianças e adolescentes.

A Fundação Annie E. Casey aborda outro problema extremo que repercute sobre a infância estadunidense: a pobreza infantil, pontua, cresceu 18% desde 2000 até 2009, saltando de 2.5 milhões para 14.7 milhões, com incidência notável nos estados do sul e as minorias.

Diferentes informes e estatísticas atestam que a população infantil nos EUA ocupa posições extremas, o que deveria envergonhar seus dirigentes e políticos.

Fonte: Prensa Latina
Tradução: Vanessa Silva

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HIPOCRISIA CRISTÃ - “Me pegue aqui, me pegue agora” - VATICANO

"RELIGIÃO É UM NEGÓCIO COMO OUTRO QUALQUER, OBJETIVO É FATURAR"

Editora da Igreja Católica vende pornografia na Alemanha

Acervo possui títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado” e “Me pegue aqui, me pegue agora”
Os alemães foram surpreendidos com a notícia de que uma editora, que pertence à Igreja Católica do país, vende material pornográfico. A Weltbild, segunda maior editora alemã, possui em seu catálogo títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, entre outros na mesma linha editorial.

Reprodução

A revelação foi publicada em um informe destinado à indústria editorial alemã e gerou surpresa entre os alemães. A editora possui mais de 2,5 mil livros em seu acervo, vende também CDs, DVDs e conta com mais de 6,4 mil funcionários. Na Alemanha, a editora comprada pela Igreja Católica há mais de 30 anos,fica atrás apenas da Amazon. Em 2009, os católicos tentaram vender a companhia, mas desistiram por conta dos baixos valores ofertados.
Após a denúncia, a editora correu e retirou algumas das publicações de conteúdo pornográfico de seu site, mas antes era possível encontrar fotos nas descrições dos produtos.
Reprodução

Após a divulgação acerca do conteúdo erótico da WeltBild, o diretor da editora, Carel Haff, afirmou que o assunto provocou “um diálogo intenso e crítico” na companhia. Haff disse ainda que os executivos já conversavam a respeito de uma limitação do acervo disponível para evitar a venda de novos livros eróticos, como medida emergencial.

Os bispos da Igreja Católica alemã responderam à divulgação do conteúdo erótico da editora e afirmaram que uma falha “no sistema de filtro” da empresa causou a publicação dos livros.
Reprodução

“Nós colocaremos um fim na distribuição de um possível material pornográfico no futuro”, afirmaram em nota. As declarações dos bispos alemães, no entanto, foram contestadas pelo editor da revista católica PUR, Bernhard Müller.
Segundo ele, o escândalo revelado agora já acontecia há pelo menos uma década com o conhecimento da Igreja do país. Müller disse ainda que em 2008, foi um entregue um documento de 70 páginas evidenciando que a editora estava publicando material com conteúdo pornográfico e satânico. Segundo o editor, as denúncias foram ignoradas.

HIPOCRISIA CRISTÃ -“A prostituta do advogado” - VATICANO

"RELIGIÃO É UM NEGÓCIO COMO OUTRO QUALQUER, OBJETIVO É FATURAR"

Editora da Igreja Católica vende pornografia na Alemanha

Acervo possui títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado” e “Me pegue aqui, me pegue agora”
Os alemães foram surpreendidos com a notícia de que uma editora, que pertence à Igreja Católica do país, vende material pornográfico. A Weltbild, segunda maior editora alemã, possui em seu catálogo títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, entre outros na mesma linha editorial.
Reprodução

A revelação foi publicada em um informe destinado à indústria editorial alemã e gerou surpresa entre os alemães. A editora possui mais de 2,5 mil livros em seu acervo, vende também CDs, DVDs e conta com mais de 6,4 mil funcionários. Na Alemanha, a editora comprada pela Igreja Católica há mais de 30 anos,fica atrás apenas da Amazon. Em 2009, os católicos tentaram vender a companhia, mas desistiram por conta dos baixos valores ofertados.
Após a denúncia, a editora correu e retirou algumas das publicações de conteúdo pornográfico de seu site, mas antes era possível encontrar fotos nas descrições dos produtos.
Reprodução

Após a divulgação acerca do conteúdo erótico da WeltBild, o diretor da editora, Carel Haff, afirmou que o assunto provocou “um diálogo intenso e crítico” na companhia. Haff disse ainda que os executivos já conversavam a respeito de uma limitação do acervo disponível para evitar a venda de novos livros eróticos, como medida emergencial.

Os bispos da Igreja Católica alemã responderam à divulgação do conteúdo erótico da editora e afirmaram que uma falha “no sistema de filtro” da empresa causou a publicação dos livros.
Reprodução

“Nós colocaremos um fim na distribuição de um possível material pornográfico no futuro”, afirmaram em nota. As declarações dos bispos alemães, no entanto, foram contestadas pelo editor da revista católica PUR, Bernhard Müller.
Segundo ele, o escândalo revelado agora já acontecia há pelo menos uma década com o conhecimento da Igreja do país. Müller disse ainda que em 2008, foi um entregue um documento de 70 páginas evidenciando que a editora estava publicando material com conteúdo pornográfico e satânico. Segundo o editor, as denúncias foram ignoradas.

HIPOCRISIA CRISTÃ - “Me chame de vagabunda”- VATICANO

"RELIGIÃO É UM NEGÓCIO COMO OUTRO QUALQUER, OBJETIVO É FATURAR"

Editora da Igreja Católica vende pornografia na Alemanha

Acervo possui títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado” e “Me pegue aqui, me pegue agora”

Os alemães foram surpreendidos com a notícia de que uma editora, que pertence à Igreja Católica do país, vende material pornográfico. A Weltbild, segunda maior editora alemã, possui em seu catálogo títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, entre outros na mesma linha editorial.
Reprodução

A revelação foi publicada em um informe destinado à indústria editorial alemã e gerou surpresa entre os alemães. A editora possui mais de 2,5 mil livros em seu acervo, vende também CDs, DVDs e conta com mais de 6,4 mil funcionários. Na Alemanha, a editora comprada pela Igreja Católica há mais de 30 anos,fica atrás apenas da Amazon. Em 2009, os católicos tentaram vender a companhia, mas desistiram por conta dos baixos valores ofertados.
Após a denúncia, a editora correu e retirou algumas das publicações de conteúdo pornográfico de seu site, mas antes era possível encontrar fotos nas descrições dos produtos.
Reprodução

Após a divulgação acerca do conteúdo erótico da WeltBild, o diretor da editora, Carel Haff, afirmou que o assunto provocou “um diálogo intenso e crítico” na companhia. Haff disse ainda que os executivos já conversavam a respeito de uma limitação do acervo disponível para evitar a venda de novos livros eróticos, como medida emergencial.
Os bispos da Igreja Católica alemã responderam à divulgação do conteúdo erótico da editora e afirmaram que uma falha “no sistema de filtro” da empresa causou a publicação dos livros.
Reprodução

“Nós colocaremos um fim na distribuição de um possível material pornográfico no futuro”, afirmaram em nota. As declarações dos bispos alemães, no entanto, foram contestadas pelo editor da revista católica PUR, Bernhard Müller.
Segundo ele, o escândalo revelado agora já acontecia há pelo menos uma década com o conhecimento da Igreja do país. Müller disse ainda que em 2008, foi um entregue um documento de 70 páginas evidenciando que a editora estava publicando material com conteúdo pornográfico e satânico. Segundo o editor, as denúncias foram ignoradas.

HIPOCRISIA JUDAICO-CRISTÃ- GRÁFICA PORNÔ - VATICANO

"RELIGIÃO É UM NEGÓCIO COMO OUTRO QUALQUER, OBJETIVO É FATURAR"

Editora da Igreja Católica vende pornografia na Alemanha

Acervo possui títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado” e “Me pegue aqui, me pegue agora”
Os alemães foram surpreendidos com a notícia de que uma editora, que pertence à Igreja Católica do país, vende material pornográfico. A Weltbild, segunda maior editora alemã, possui em seu catálogo títulos como “Me chame de vagabunda”, “A prostituta do advogado”, “Me pegue aqui, me pegue agora”, entre outros na mesma linha editorial.
Reprodução

A revelação foi publicada em um informe destinado à indústria editorial alemã e gerou surpresa entre os alemães. A editora possui mais de 2,5 mil livros em seu acervo, vende também CDs, DVDs e conta com mais de 6,4 mil funcionários. Na Alemanha, a editora comprada pela Igreja Católica há mais de 30 anos,fica atrás apenas da Amazon. Em 2009, os católicos tentaram vender a companhia, mas desistiram por conta dos baixos valores ofertados.
Após a denúncia, a editora correu e retirou algumas das publicações de conteúdo pornográfico de seu site, mas antes era possível encontrar fotos nas descrições dos produtos.
Reprodução

Após a divulgação acerca do conteúdo erótico da WeltBild, o diretor da editora, Carel Haff, afirmou que o assunto provocou “um diálogo intenso e crítico” na companhia. Haff disse ainda que os executivos já conversavam a respeito de uma limitação do acervo disponível para evitar a venda de novos livros eróticos, como medida emergencial.

Os bispos da Igreja Católica alemã responderam à divulgação do conteúdo erótico da editora e afirmaram que uma falha “no sistema de filtro” da empresa causou a publicação dos livros.
Reprodução

“Nós colocaremos um fim na distribuição de um possível material pornográfico no futuro”, afirmaram em nota. As declarações dos bispos alemães, no entanto, foram contestadas pelo editor da revista católica PUR, Bernhard Müller.
Segundo ele, o escândalo revelado agora já acontecia há pelo menos uma década com o conhecimento da Igreja do país. Müller disse ainda que em 2008, foi um entregue um documento de 70 páginas evidenciando que a editora estava publicando material com conteúdo pornográfico e satânico. Segundo o editor, as denúncias foram ignoradas.

LÍBIA - ÓRFÃOS DE KADAFI EM REGIME DE GUANTÁNAMO

"MÉDICOS SEM FRONTEIRA" DENUNCIAM

MSF encerra atividades em prisões líbias após denunciar tortura
ONG já tratou 115 pessoas que teriam sido vítimas de torturas no país
A organização MSF (Médicos Sem Fronteiras) anunciou nesta quinta-feira (26/01) que encerrará seu trabalho em prisões da cidade de Misrata, na Líbia, após denunciar que presos estão sendo torturados pelo novo governo.

De acordo com a organização, a MSF já tratou 115 pessoas que teriam sido vítimas de torturas, desde agosto do ano passado, quando passou a atuar na cidade. Apesar de informarem os casos às autoridades locais, a ONG afirma que nada foi feito em relação aos supostos abusos.

“Algumas autoridades tentaram obstruir o trabalho médico do MSF. Pacientes eram trazidos para serem tratados entre os interrogatórios, para que estivessem em forma para a próxima sessão. Isso é inaceitável. Nosso papel é oferecer cuidado médico em casos de guerra e presos doentes, não tratar repetidamente dos mesmos pacientes entre sessões de tortura”, afirmou o diretor geral da MSF, Christopher Stokes.

A questão dos presos na Líbia após a queda do regime do ex-líder Muamar Kadafi, morto em 20 de outubro, já havia sido alvo de críticas por parte da ONU (Organização das Nações Unidas).

De acordo com a alta comissária da Organização para Direitos Humanos, Navi Pillay, atualmente há cerca de oito mil prisioneiros no país. Em sua grande maioria, segundo ela, são simpatizantes do antigo líder ou imigrantes de outros países africanos que foram presos por milícias durante os conflitos entre forças do governo e rebeldes.

“A falta de controle por parte das autoridades centrais criam um ambiente propício para a tortura e os maus tratos”, disse Navi. O enviado da ONU para o país, Iam Martin, já havia denunciado na quarta-feira (25/01) a dificuldade que os líbios estavam enfrentando para formar um novo governo.

“O antigo regime pode ter sido derrubado, mas a dura realidade é que o povo líbio continua vivendo com seu legado”, analisou. Martin afirmou também que o tiroteio que matou pelo menos quatro pessoas na última segunda (23/01) em Bani Walid, foi causado por moradores armados e milícias revolucionárias.

Posteriormente, o governo líbio rejeitou a ideia de que a cidade havia sido ocupada por kadafistas.

ΕΛΛΆΔΑ – LUCAS PAPADEMOS "Δούρειος Ίππος του σιωνιστικού"

"Δούρειος Ίππος του σιωνιστικού QUER DIZER: ALGUÉM PLANTADO EM LOCAL ESTRATÉGICO, PARA SIMPLESMENTE AJUDAR O LADO CONTRÁRIO"

ΕΛΛΆΔΑ – σιωνιστής Papademos ELIMINA LEIS TRABALHISTAS, está defendendo as empresas dos JUDEUS SIONISTAS, em detrimento de seu próprio povo.
Se Papademos fosse PATRIOTA, estaria sim, fazendo auditoria nas empresas PRIVATIZADAS, e a exemplo do PERÚ, descobriria a maneira que estas empresas sonegam impostos devidos e não pagos ao ΚΥΒΕΡΝΗΣΗ ΕΛΛΗΝΙΚΗ, e, cosequentemente constataria que a ΕΛΛΆΔΑ não deve um único vintém a quem quer que seja, pelo contrário o ΚΥΒΕΡΝΗΣΗ ΕΛΛΗΝΙΚΗl é CREDOR!

--- confiram reportagem feita no PERÚ e comparem mais abaixo o crime de LESA-PÁTRIA que RAJOY está fazendo:

PERÚ- EMPRESA JUDAICO-SIONISTA DÁ CALOTE -- QUEREM CONTABILIZAR "DIVIDENDOS"(LUCROS) COMO SE FOSSEM DESPESAS, ORA JOGA-SE TODO LUCRO COMO DIVIDENDOS AOS ACIONISTAS E NÃO SE PAGA NADA DE IMPOSTOS! ISSO É ESTELIONATO CARACTERIZADO, POIS SÓ HÁ DIVIDENDO, SE HOUVER LUCRO! ONDE FICAM OS IMPOSTOS?

Novo governo do Peru segura renovação de licença da Telefónica

Quinta, 03 Novembro 2011 18:12

O presidente Ollanta Humala quer cobrar da operadora impostos de 1 bilhão de euros, mas a empresa não reconhece a dívida.
Está quente a disputa entre a Telefónica do Peru e o novo governo de Ollanta Humala envolvendo cobrança de impostos atrasados e renovação das licenças da operadora. Segundo o jornal El País, a nova administração quer cobrar da operadora cerca de 1 bilhão de euros (incluindo os juros) sob a forma de impostos atrasados, dívida que a empresa não reconhece, e recorreu à justiça. Segundo a operadora, o governo está querendo recolher impostos sobre clientes inadimplentes além de não aceitar reconhecer como custos o pagamento de dividendos.
O governo peruano está condicionado a renovação das duas licenças da Telefónica ao pagamento desta dívida. Na administração passada, afirma o jornal espanhol, a Telefónica chegou a firmar o acordo de renovação de licença para até 2030 (a empresa está no país desde 1991) com a contrapartida de realizar investimentos de US$ 500 milhões nos próximos cinco anos. Mas o acordo não chegou a ser assinado e a nova administração mandou rever todo o processo.
A operadora espanhola quer que os temas sejam tratados de maneira separada. A disputa pelos impostos está na esfera judicial o que não teria relação, no entender da empresa, com a renovação das licenças. O jornal espanhol afirma que fontes do governo peruano consideram, no entanto, a possibilidade de cobrar da Telefónica pela renovação da concessão ou mesmo lançar um novo edital de venda, o que, argumenta a operadora, estaria contra as leis peruanas. ( Da redação).

CRISE NA EUROPA |
16/11/2011 - 16h14 | Federico Mastrogiovani | Roma

Monti e Papademos representam a cultura predatória do mercado, diz intelectual italiano
Mario Monti e Lucas Papademos, economistas renomados, ex-funcionários de organismos financeiros da União Europeia, porta-vozes da ditadura financeira neoliberal. Para o filósofo e ativista político italiano Franco Berardi, conhecido como “Bifo”, esse é o perfil dos novos premiês da Itália e da Grécia, nomeados após a derrubada de seus antecessores pela pressão dos mercados e dos países mais ricos da União Europeia. A missão de ambos é aplicar uma receita familiar aos países latinoamericanos, que nos anos 1980 e 1990 estiveram à mercê do FMI (Fundo Monetário Internacional): corte de gastos públicos e sociais, privatização de estatais, demissão e redução de salários e pensões. Tudo com a desculpa do resgate do equilíbrio fiscal.

“Na Europa, existe há anos um diretório financeiro que atua para um grupo hiperliberal e dogmático do Banco Central Europeu. Agora estão colocando seus homens na cúpula dos governos nacionais. A ditadura financeira fecha-se como uma corda no pescoço da democracia europeia e, o que é ainda pior, fecha-se no pescoço da sociedade europeia”, critica Berardi, em entrevista ao Opera Mundi.

Sobre Mario Monti e o futuro da Itália, o filósofo não se mostra nada otimista. Para ele, apesar de Monti parecer um homem sério e bem intencionado, seu governo pode ser ainda pior que o de Silvio Berlusconi. Berardi acredita que a esquerda italiana caiu em uma armadilha ao assumir a execução do pacote de austeridade europeu, que causará desemprego e arrocho na economia do país, enquanto a direita vai para a oposição.
“Esta é a obra-prima de Berlusconi. Ele impôs o programa devastador do BCE sem nem sequer precisar assumir a responsabilidade. Ele decide, mas a centro-esquerda governa. Dentro de alguns meses, Berlusconi fará oposição contra as medidas que ele mesmo impôs e que a centro-esquerda terá de implementar”, ironiza.

* * *

Como se situa Mario Monti no cenário político italiano? Quanto pesa seu papel de primeiro plano no Goldman Sachs e no Clube Bilderberg?
Mario Monti é o homem que encarna o dogma financeiro neoliberal. Seu papel é impor o diktat do Banco Central Europeu: sua formação pessoal (Goldman Sachs, vetores financeiros da Europa) o torna o intérprete perfeito dos interesses superiores das finanças.
Quais são as decisões que poderiam levar Monti a "salvar a Itália", e por que ele deveria ser capaz de fazer um milagre?
O milagre já está sendo feito: em cada país europeu, a classe financeira está saqueando os recursos da sociedade, privatizando os serviços públicos, reduzindo os salários e as pensões. Este é o conteúdo das cartas ameaçadoras do Banco Central Europeu, e este era o programa do governo Berlusconi. Mas Berlusconi já não pode realizar nada, porque, como se diz hoje, ele já não tem credibilidade. Mesmo que Berlusconi fosse o representante dos interesses da máfia e da evasão fiscal, os centros de poder capitalista ainda podiam tolerá-lo e usá-lo. No entanto, agora que ele se mostra incapaz de manejar o golpe contra a sociedade e a carnificina social, tiram-no de cena. Mas o programa de Mario Monti é o programa de Berlusconi. Na Itália, nada mudou além do fato de que os novos governantes terão uma força para impor suas políticas muito maior que a do governo Berlusconi. A situação italiana está destinada a piorar do ponto de vista das condições da sociedade.

A nomeação de personagens como Papademos na Grécia e Mario Monti na Itália, além de não parecer casual, significa o quê para estas democracias?
Monti e Papademos são dois homens dos bancos de investimento, dois representantes perfeitos da classe financeira. Na Europa existe há anos um diretório financeiro que atua para um grupo hiperliberal e dogmático do BCE. Agora estão colocando seus homens na cúpula dos governos nacionais. A ditadura financeira fecha-se como uma corda no pescoço da democracia europeia e, o que é ainda pior, fecha-se no pescoço da sociedade europeia. Democracia e capitalismo são incompatíveis, já é evidente. A civilização social é incompatível com o capitalismo.
O que torna Mario Monti e Lucas Papademos tão profundamente parecidos?
São dois homens que representam a cultura predatória das finanças. Como pessoa, Mario Monti é provavelmente um homem discreto que deseja o bem comum. Quem sabe, na melhor das hipóteses, é isso. O problema é que sua cultura identifica os princípios da economia de mercado e da desregulação financeira como uma verdade revelada indiscutível, como o dogma central. Ele está pronto para devastar a sociedade italiana como Papandreou devastou a sociedade grega (colapso de 7% da produção, empobrecimento social) em nome da verdade indiscutível dos parâmetros de Maastricht.
Como a opinião pública e os meios de comunicação italianos reagiram à notícia de um "governo técnico" de Mario Monti? E uma eventual reação positiva pode estar relacionada à escassa informação sobre sua trajetória?
O nome de Mario Monti está rodeado por uma aura de santidade. É o homem que está acima das partes e que unicamente aplica a dura lei da economia financeira. O senhor Monti é a matemática personificada. O problema é que a sociedade não é feita de uma só matemática. A matemática dos economistas neoliberais, incorporada como automatismo nas interfaces tecnolinguísticas e nos dispositivos sociais, não é a matemática do bem comum, da redistribuição dos recursos, não é a matemática da inteligência coletiva que começa a se organizar de maneira autônoma.
Efe

"Interventor" da União Europeia, Mario Monti pode fazer governo pior que o de Berlusconi
Então o governo de Mario Monti será de cotinuidade das políticas econômicas de Berlusconi?
Berlusconi não se foi. Ele disse: "Vou renunciar quando o plano de estabilidade estiver realizado", ou seja, quando o diktat europeu tiver sido imposto. Todo mundo está contente porque ele então irá embora. Mas esta é a obra-prima de Berlusconi. Ele impôs o programa devastador do BCE sem nem sequer precisar assumir a responsabilidade. Ele decide, mas a centro-esquerda governa. Dentro de alguns meses, Berlusconi fará oposição contra as medidas que ele mesmo impôs e que a centro-esquerda terá de implementar. A Liga Norte [partido de direita separatista e xenófobo aliado de Berlusconi] já disse que é bom ir para a oposição, pois assim pode-se reconstruir a virgindade atacando o diktat europeu e recolhendo os protestos populares. Uma obra-prima de astúcia da direita e uma obra-prima de imbecilidade da esquerda, que terá de manejar a devastação social e depois perderá as eleições.
Pode-se pensar em uma conscientização dos movimentos sociais ou do povo italiano em geral para opor-se à ditadura dos grupos financeiros globais?
Enquanto respondo a essa pergunta, neste momento, há manifestações e ocupações em todas as cidades do país. Milhares de estudantes já demonstraram sua oposição em Bolonha em 11 de novembro, assim como em cada outra cidade nestes dias. Os estudantes ocupam lugares públicos e privados. Monti se pinta como o salvador da pátria só na imprensa subjugada pelo partido democrático, mas as pessoas não estão festejando o fim do regime de Berlusconi. Ao contrário, espera-se o pior. Agora as pensões serão atacadas, os dependentes públicos, demitidos, o gasto com saúde será reduzido e na oposição estarão Berlusconi, a máfia e os racistas da Liga Norte unidos em uma frente populista. A verdadeira tragédia italiana ainda está por vir.

ITÁLIA - MARIO MONTI, CAVALO DE TRÓIA SIONISTA

"CAVALO DE TRÓIA QUER DIZER: ALGUÉM PLANTADO EM LOCAL ESTRATÉGICO, PARA SIMPLESMENTE AJUDAR O LADO CONTRÁRIO"

..."Segundo MICHAEL MOORE, cineasta americano, ganhador de um OSCAR sobre um documentário, em que retrata a situação de penúria que os 450 SIONISTAS donos de 50% da economia americana, estão levando todo o povo americano e também ao desespero, pois a cada 7,5 segundos um americano perde sua casa"...

O capitalismo *(O SIONISMO NA ECONOMIA) e a miséria americana

Jornal do Brasil Mauro Santayana

O capitalismo, dizem alguns de seus defensores, foi uma grande invenção humana. De acordo com essa teoria, o sistema nasceu da ambição dos homens e do esforço em busca da riqueza, do poder pessoal e do reconhecimento público, para que os indivíduos se destacassem na comunidade, e pudessem viver mais e melhor à custa dos outros. Todos esses objetivos exigiam o empenho do tempo, da força e da mente. Foi um caminho para o que se chama civilização, embora houvesse outros, mais generosos, na busca da justiça. Como todos os processos da vida, o capitalismo tem seus limites de espoliação. Quando os ultrapassa, e isso tem ocorrido várias vezes na História, surgem grandes crises que quase sempre levam aos confrontos sangrentos, internos e externos.

A revista Foreign Affairs, que reflete as preocupações da intelligentsia norte-americana (tanto à esquerda, quanto à direita) publica, em seu último número, excelente ensaio de George Packer – The broken contract; Inequality and American Decline. Packer é um homem do establishment. Seus pais são professores da Universidade de Stanford. Seu avô materno, George Huddleston, foi representante democrata do Alabama no Congresso durante vinte anos.

O jornalista mostra que a desigualdade social nos Estados Unidos agravou-se brutalmente nos últimos 33 anos — a partir de 1978. Naquele ano, com os altos índices de inflação, o aumento do preço da gasolina, maior desemprego, e o pessimismo generalizado, houve crucial mudança na vida americana.

Os grandes interesses atuaram, a fim de debitar a crise ao estado de bem-estar social, e às regulamentações da vida econômica que vinham do New Deal. A opinião pública foi intoxicada por essa idéia e se abandonou a confiança no compromisso social estabelecido nos anos 30 e 40. De acordo com Packer, esse compromisso foi o de uma democracia da classe média. Tratava-se de um contrato social não escrito entre o trabalho, os negócios e o governo, que assegurava a distribuição mais ampla dos benefícios da economia e da prosperidade de após-guerra — como em nenhum outro tempo da história do país.

Um dado significativo: nos anos 70, os executivos mais bem pagos dos Estados Unidos *(JUDEUS SIONISTAS) recebiam 40 vezes o salário dos trabalhadores menos remunerados de suas empresas. Em 2007, passaram a receber 400 vezes mais. Naqueles anos 70, registra Packer, as elites norte-americanas se sentiam ainda responsáveis pelo destino do país e, com as exceções naturais, zelavam por suas instituições e interesses. Havia, pondera o autor, muita injustiça, sobretudo contra os negros do Sul. Como todas as épocas, a do após-guerra até 1970, tinha seus custos, mas, vistos da situação de 2011, eles lhe pareceram suportáveis.

Nos anos 70 houve a estagflação, que combinou a estagnação econômica com a inflação e os juros altos. Os salários foram erodidos pela inflação, o desemprego cresceu, e caiu a confiança dos norte-americanos no governo, também em razão do escândalo de Watergate e do desastre que foi a aventura do Vietnã. O capitalismo parecia em perigo e isso alarmou os ricos, que trataram de reagir imediatamente, e trabalharam — sobretudo a partir de 1978 — para garantir sua posição, tornando-a ainda mais sólida. Trataram de fortalecer sua influência mediante a intensificação do lobbyng, que sempre existiu, mas, salvo alguns casos, se limitava ao uísque e aos charutos. A partir de então, o suborno passou a ser prática corrente. Em 1971 havia 141 empresas representadas por lobistas em Washington; em 1982, eram 2445.

A partir de Reagan a longa e maciça transferência da renda do país para os americanos mais ricos*(JUDEUS SIONISTAS), passou a ser mais grave. Ela foi constante, tanto nos melhores períodos da economia, como nos piores, sob presidentes democratas ou republicanos, com maiorias republicanas ou democratas no Congresso. Representantes e senadores — com as exceções de sempre – passaram a receber normalmente os subornos de Wall Street*(JUDEUS SIONISTAS). Packer cita a afirmação do republicano Robert Dole, em 1982: “Pobres daqueles que não contribuem para as campanhas eleitorais”.

Packer vai fundo: a desigualdade é como um gás inodoro que atinge todos os recantos do país — mas parece impossível encontrar a sua origem e fechar a torneira. Entre 1974 e 2006, os rendimentos da classe média cresceram 21%, enquanto os dos pobres americanos cresceram só 11%. Um por cento dos mais ricos*(JUDEUS SIONISTAS) tiveram um crescimento de 256%, mais de dez vezes os da classe média, e quase triplicaram a sua participação na renda total do país, para 23%, o nível mais alto, desde 1928 – na véspera da Grande Depressão *DURANTE ESTE PERÍODO, OS BANCOS JUDAICO-SIONISTAS, TOMARAM A MAIORIA DAS FAZENTAS DOS AMERICANOS, FATO RETRATADO NOS FILME E LIVRO, “AS VINHAS DA IRA”).

Esse crescimento, registre-se, vinha de antes. De Kennedy ao segundo Bush, mais lento antes de Reagan, e mais acelerado em seguida, os americanos*(JUDEUS SIONISTAS) ricos se tornaram cada vez mais ricos.

A desigualdade, conclui Packer, favorece a divisão de classes, e aprisiona as pessoas nas circunstâncias de seu nascimento, o que constitui um desmentido histórico à idéia do american dream *(A FELICIDADE DOS AMERICANOS SÓ É RETRATADA NOS FILMES, ACABADA A EXIBIÇÃO, VOLTA-SE AO PESADELO DA REALIDADE EM QUE VIVEM).

E conclui: “A desigualdade nos divide nas escolas, entre os vizinhos, no trabalho, nos aviões, nos hospitais, naquilo que comemos, em nossas condições físicas, no que pensamos, no futuro de nossas crianças, até mesmo em nossa morte”. Enfim, a desigualdade exacerbada pela ambição sem limites do capitalismo*(JUDEUS SIONISTAS) não é apenas uma violência contra a ética, mas também contra a lógica. É loucura.
Ao mundo inteiro — o comentário é nosso — foi imposto, na falta de estadistas dispostos a reagir, o mesmo modelo da desigualdade do reaganismo e do thatcherismo. A crise econômica mais recente, provocada pela ganância de Wall Street*(É o que temos visto na atual crise. Os prêmios Nobel de economia, mas humanistas, Paul Krugman e Joseph Stiglitz repetidamente escreveram que os players de Wall Street deveriam estar da cadeia como ladrões e bandidos)., não serviu de lição aos governantes vassalos do dinheiro, que continuaram entregues aos tecnocratas assalariados do sistema financeiro internacional.

ITÁLIA CAI NA REDE DO GOLDMAN SACHS(BANCO JUDAICO-SIONISTA)

Ainda ontem, Mário Monti*(JUDEU SIONISTA, NO ATUAL GOVERNO ITALIANO, UMA RAPOSA A SERVIÇO DOS SIONISTAS, E COMO TODOS SABEM, RAPOSAS NÃO CUIDAM DE GALINHAS, APENAS AS DEVORAM, POBRE ITÁLIA...), homem do Goldman Sachs, colocado no poder pelos credores da Itália, exigia do Parlamento a segurança de que permanecerá na chefia do governo até 2013, o que significa violar a Constituição do país, que dá aos representantes do povo o poder de negar confiança ao governo e, conforme a situação, convocar eleições.

Tudo isso nos mostra que estávamos indo, no Brasil do ETERNO PRESIDENTE LULA, pelo caminho correto, ao distribuir com mais equidade a renda nacional, ampliar o mercado interno, e assim, combater a desigualdade e submeter a tecnocracia à razão política. É necessário, entre outras medidas, manter cerrada vigilância sobre os bancos privados, principalmente os estrangeiros*(PERTENCENTES AOS JUDES SIONISTAS) que estão cobrindo as falcatruas de suas instituições centrais com os elevados lucros obtidos em nosso país*(EXEMPLO DISSO FOI O BANCO CENTRAL DO BRASIL, NO PERÍODO DE HENRIQUE MEIRELLES, DESVIOU PARA ESTES BANCOS, A QUANTIA FABULOSA DE 80 BILHÕES DE REAIS, OU SJA, 36 BLHÕES DE DÓLARES ATRAVÉS DE UMA SIMPLES CIRCULAR A DE No.3434, no entanto, esse favorecimento foi estabelecido pela circular nº 3.434, assinada por dois diretores do BC. Incrível que baste uma circular, sem aprovação do Congresso, sem a assinatura do presidente da República – aliás, nem a do presidente do BC – para que quase um quinto das nossas reservas monetárias seja dilapidado.) e em outros países da América Latina.

Parece que a presidenta DILMA, vai se desviar do curso seguro, traçado pelo ETERNO PRESIDENTE LULA, e, começou mal, promovendo as PRIVATIZAÇÕES DOS AEROPORTOS, crime de “lesa pátria”, atitude desvestida de patriotismo, pois é só olhar o que aconteceu com os países que promovera PRIVATIZAÇÕES, EUA – ITÁLIA – ESPANHA – IRLANDA – GRÉCIA – INGLATERRA(hoje este país é apenas um satélite dos EUA) – FRANÇA(já se encontra ladeira abaixo, tanto é que SIONISTA SARKOSY, não conseguirá reeleger-se), uma coisa comum a todos estes países, ou são dirigidos por SIONISTAS, qué o caso de FRANÇA E INGLATERRA, ou seus dirigentes são TRAIDORES vendidos ao SIONISMO INTERNACIONAL, que é o caso da ITÁLIA-GRÉCIA-ESPANHA-IRLANDA E PORTUGAL, é só conferir a quantas vai a economia de cada um destes países, de mal a pior.

*As anotações com asteriscos são postadas por VOLTAIRE.