quinta-feira, 25 de outubro de 2012

LÍBIA – EMBAIXADOR JUDAICO SIONISTA(EUA) FOI MORTO PELOS CONTRA REVOLUCIONÁRIOS



“EMBAIXADOR JUDAICO SIONISTA(EUA) FOI MORTO PELOS CONTRA REVOLUCIONÁRIOS LÍBIOS EM FRANCA ATIVIDADE, É MENTIRA DA IMPRENSA JUDAICO SIONISTA, EM QUE, A MORTE TERIA OCORRIDO EM DECORRÊNCIA DE MANIFESTANTES, RECLAMANDO SOBRE UM FILME ANTI-ISLÂMICO”

A atividade contra revolucionária, está em franco desenvolvimento em todo país, conforme reportagem tendenciosa abaixo citada, mas que deixa escapar alguma coisa sobre a atual realidade líbia, confira:

Prisão de ex-porta-voz de Kadhafi; combates em Bani Walid
As autoridades líbias anunciaram neste sábado a prisão de um dos últimos colaboradores de Muammar Kadhafi, enquanto novos combates causaram nove mortes em Bani Walid, justamente no aniversário de ano da morte do ditador depois de oito meses de conflito armado.
Por ocasião deste 1º aniversário, as autoridades lamentaram o fato do país não estar "totalmente livre" do regime kadhafista, citando como exemplo a cidade de Bani Walid, ex-reduto pró-Kadhafi, onde os combates entre grupos armados fieis ao líder deposto e ex-rebeldes causaram nove morte e 122 feridos.
"A prisão de Mussa Ibrahim pelas forças pertencentes ao governo líbio de transição aconteceu em uma barragem de Tarhouna", uma cidade entre Trípoli e Walid Bani, indicou um breve comunicado do governo enviado à imprensa, que afirmou que ele está a caminho de "Trípoli, onde vai ser apresentado às autoridades para começar seu interrogatório"
O vice-primeiro-ministro Mustafá Abu Chagour confirmou a prisão de Ibrahim em sua conta no Twitter, dizendo que "o criminoso Mussa Ibrahim foi preso e está a caminho de Trípoli".
Rumores circularam pela manhã sobre a detenção de Mussa Ibrahim e de outras duas figuras do antigo regime quando tentavam fugir da cidade de Bani Walid, que foi cercada por forças pró-governo.
Esta detenção coincide com o primeiro aniversário da morte do coronel Kadhafi, no dia 20 de outubro de 2011, depois de oito meses de conflito armado.
Também ocorre poucas horas depois de as autoridades reconheceram que "a libertação do país não foi plenamente alcançada em algumas áreas", de acordo com o presidente da Assembleia Nacional da Líbia, Mohamed al-Megaryef.
Em um discurso transmitido nesta madrugada, Megaryef traçou uma imagem sombria do período pós-Kadhafi, citando um "atraso e uma negligência" na formação do exército e da polícia, o controle das armas, e a não-integração de ex-rebeldes nas instituições do Estado.
O chefe da Assembleia Nacional também citou um atraso na reforma da justiça e a questão da reconciliação nacional.
Ele afirmou que esta situação permitiu "remanescentes do antigo regime no interior do país se infiltrar nos órgãos do Estado e de conspirar com aqueles que estão fora do país contra a revolução e sua liderança legítima".
Nove mortos e 122 feridos em Bani Walid --------------------------------------
No momento em que Ibrahim era preso, novos confrontos eram travados em Bani Walid. "O hospital recebeu nove mortos e 122 feridos" nos combates, declarou um médico da cidade de Misrata, vizinha de Bani Walid na costa da Líbia, onde são tratados os ex-rebeldes agora inscritos nas tropas governamentais
"A maioria dos ferimentos foram causados por armas de pequeno porte, o que sugere que os combates se aproximam", disse uma fonte do hospital, que acrescentou a foten.
Mais de uma dúzia de pessoas foram mortas em Bani Walid esta semana em atentados reivindicados por grupos de ex-rebeldes que operam em nome do Exército líbio.
Para justificar a operação militar lançada contra a cidade, Megaryef afirmou que a cidade "tornou-se um abrigo para um grande número de fora-da-lei hostis à revolução e até mesmo mercenários".
"Esta não é uma guerra de extermínio ou de limpeza étnica como alguns dizem falsamente, mas uma campanha para o retorno à legitimidade e para restaurar a segurança e estabilidade", declarou.
Mais cedo, o coronel Ali al-Chikhi, porta-voz do chefe de Estado-Maior, declarou que suas tropas estavam avançando "em direção ao centro de Bani Walid"
A ameaça de um ataque pesa há várias semanas sobre Bani Walid após a morte de um ex-rebelde de Misrata, sequestrado e torturado na cidade, o que agravou as tensões entre Misrata e Walid Bani, cidades vizinhas e rivais históricas que escolheram lados opostos durante o conflito no ano passado.
Além disso, homens armados atacaram um quartel neste sábado no oeste de Trípoli, de acordo com o exército e testemunhas, que não foram capazes de identificar os assaltantes.
ila/sbh/tp/mr
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