segunda-feira, 6 de agosto de 2012

SÍRIA – OBAMA É LACAIO DOS JUDEUS SIONISTAS

SÍRIA – OBAMA É LACAIO DOS JUDEUS SIONISTAS

ORIENTE MÉDIO 23/07/2012 - 18h56 | Agência Efe | Washington

Obama afirma que uso de armas químicas seria um "trágico erro" para o governo sírio
Governo sírio admitiu a hipótese de utilizar esse tipo de armamento em caso de agressão extrangeira

Obama usa a mesma retórica MENTIROSA que Bush usou para invadir o Iraque o Afeganistão e a Líbia –

A realidade só pode ser qualificada como LATROCÍNIO INTERNACIONAL (ROUBO SEGUIDO DE MORTE), invadiram a Líbia e mataram Kadhafi, invadiram o Iraque e mataram Sadam Hussein –

O objetivo real é roubar o petróleo do Iraque e da Líbia, e no Afeganistão garantir o abastecimento mundial de HEROÍNA, a exemplo do que fazem na Colômbia, que é garantir também o abastecimento mundial de COCAÍNA –

Na Síria não é diferente, Obama é lacaio dos JUDEUS SIONISTAS, que além de LADRÕES são os maiores TRAFICANTES INTERNACIONAIS de COCAINA e de HEROÍNA, querem perpetuar a ocupação das COLINAS DE GOLAN que pertencem à Síria, e a um só tempo garantir um trampolim para se lançar na invasão ao Irã –

Os Estados Unidos são na realidade os mercenários e testas de ferro de ISRAEL, Obama faz a parte suja da guerra e os JUDEUS SIOMSTAS colhem os louros.

CONFIRA AS MENTIRAS

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou nesta segunda-feira (23/07) que o regime do presidente sírio, Bashar al Assad, não deve cometer o "trágico erro" de utilizar armas químicas porque, caso contrário, terá que prestar contas à comunidade internacional.

"Continuaremos deixando claro a Assad e a seus parceiros que o mundo está vigiando e que terão que prestar contas à comunidade internacional e aos EUA caso cometam o trágico erro de utilizar essas armas", disse Obama durante um discurso no fórum de veteranos de guerra em Reno, no estado de Nevada.
Agência Efe

O presidente norte-americano, Barack Obama, durante discurso no último domingo.

Obama lançou a advertência na 113ª convenção anual do grupo Veteranos de Guerras Estrangeiras, uma das maiores e mais antigas organizações de veteranos do país.

O líder norte-americano, no entanto, reiterou o apoio do governo de Washington ao povo sírio para que tenha um "futuro melhor, livre do regime" de Assad.

"Continuaremos trabalhando com nossos amigos e aliados e a oposição síria para chegar ao dia em que o povo sírio tenha um governo que respeite seus direitos básicos a viver em paz, com liberdade e dignidade", prometeu Obama.
Os Estados Unidos mantiveram a pressão sobre o regime sírio, que ameaçou nesta segunda-feira recorrer a suas reservas de armas químicas no caso de um possível ataque militar do Ocidente, apesar de dizer que não as usaria contra sua própria população civil.

No domingo, o senador John McCain criticou o que considerou como uma falta de liderança por parte do governo de Obama em relação à Síria, no momento em que a situação se deteriora no país.

Questionado a respeito, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, afirmou que se McCain sugeria, por exemplo, uma intervenção ou invasão militar, o líder americano "não acredita que esse seja o rumo correto" para combater o regime sírio.

Nesse sentido, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Victoria Nuland, insistiu nesta segunda-feira na postura dos EUA que "qualquer uso possível deste tipo de armas seria completamente inaceitável".

"Estivemos trabalhando com todos os nossos aliados e parceiros para vigiar a situação (na Síria), para comparar informação e enviar a mesma mensagem", enfatizou Nuland, embora tenha dito que as autoridades dos EUA não tiveram um contato direto com a Síria a respeito.

Durante o discurso, Obama enumerou as promessas eleitorais que fez para fortalecer as Forças Armadas dos EUA e melhorar o bem-estar das famílias militares, no momento em que tanto ele como seu rival republicano, Mitt Romney, buscam ativamente o voto dos veteranos de guerra.

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