sexta-feira, 17 de agosto de 2012

CORREA RECHAÇA AMEAÇA DO JUDEU SIONISTA CAMEROON

CORREA – RECHAÇA AMEAÇA DO JUDEU SIONISTA CAMEROON
A SOBERANIA DO EQUADOR É INVIOLÁVEL, SE OS BRITÂNICOS INVADIREM A EMBAIXADA EQUATORIANA, NÃO PODERÃO RECLAMAR SE A RECIPROCIDADE FOR ADOTADA, MAS EM SE TRATANDO DE UM PAÍS GOVERNADO POR RAINHAS PIRATEIRAS E POR JUDEUS SIONISTAS, TUDO DE RUIM PODE ACONTECER.

Equador quer o apoio internacional perante "ameaça" do Reino Unido
17 de agosto de 2012 • 23h35

O Governo do Equador quer o apoio internacional perante o que considera uma "ameaça" do Reino Unido pelo caso do fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que apesar do asilo concedido pelo país sul-americano não pode deixar a embaixada em Londres pela falta de um salvo-conduto.

Na quarta-feira, o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, disse ter recebido um comunicado britânico no qual as autoridades do Reino Unido ameaçavam entrar na Embaixada equatoriana para localizar e prender Assange, para depois extraditá-lo à Suécia, onde é acusado de ter cometido delitos sexuais.

Os países-membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) já expressaram sua "mais profunda rejeição às ameaças contra a integridade da embaixada e contra o direito soberano do Equador de administrar sua política de asilo".

O secretário-executivo da Alba, o venezuelano Rodolfo Sanz, assegurou nesta sexta-feira à Agência Efe que o Equador não requer nenhuma solidariedade pela concessão do asilo, uma vez que exerceu um direito seu.

"A solidariedade é sobre a atitude agressiva do Governo do Reino Unido", disse o secretário da Alba, cujos chanceleres se reunirão neste sábado na cidade de Guayaquil, no Equador, para analisar a situação.

A Alba é integrada por Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua, Venezuela, São Vicente e Granadinas, Dominica e Antígua e Barbuda, alguns dos quais pertencem também à União das Nações Sul-Americanas (Unasul), cujo conselho de chanceleres também se reunirá em Guayaquil no domingo.

"Esta reunião foi solicitada pelo Equador, de forma urgente, por causa dos eventos de pública notoriedade", assinala um comunicado de imprensa da Unasul, integrada por Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

A reunião da Unasul contará também com a presença do secretário-geral do grupo, o venezuelano Alí Rodríguez.

Por outro lado, a Organização dos Estados Americanos (OEA) convocou nesta sexta-feira os chanceleres dos diferentes países do continente a promover um encontro em 24 de agosto em Washington a fim de debater a crise entre Equador e Reino Unido.

O observador permanente do Reino Unido na OEA, Philip Barton, se defendeu das "acusações de que seu país estaria a ponto de entrar à força na embaixada do Equador", ao considerar que elas "não têm nenhum fundamento", e assegurou que a nota enviada ao Equador foi "avaliada fora de contexto".

Os legisladores equatorianos, no entanto, pediram ao Governo que solicite uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas para evitar que o Reino Unido use a força para entrar sem autorização na Embaixada equatoriana em Londres.

O Parlamento rejeitou durante a madrugada desta sexta-feira a "ameaça" do Reino Unido e convocou os equatorianos a unir-se em torno da soberania nacional.

Hoje, o presidente do Equador, Rafael Correa, indicou que no comunicado enviado pelo Governo do Reino Unido é feita "a ameaça, nem sequer velada, explícita, por escrito, de que poderiam invadir nossa Embaixada de acordo com suas leis internas".

"Não sabem com que Governo, com que povo estão lidando", disse Correa, afirmando também que antes de conceder asilo a Assange já sabia que o Reino Unido não iria dar-lhe salvo-conduto e que, sendo assim, o ativista corria o risco de ficar "indefinidamente" na embaixada. EFE

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