sábado, 16 de junho de 2012

Greece – A PRIMEIRA “GAZA” EUROPÉIA, NÃO SERÁ A ÚLTIMA




A única saída para a Grécia é um governo forte e nacionalista, que deve retomar todas as estatais, hoje nas mãos dos Judeus Sionistas, e após uma auditoria séria, se descobrirá a verdadeira causa da quebra deste país, inevitavelmente se constatará a sonegação criminosa de impostos, a exemplo do que se descobriu recentemente no PERÚ, onde uma única empresa PRIVATIZADA e nas mãos dos JUDEUS SIONISTAS, sonegou nada menos que UM BILHÃO DE EUROS, da maneira mais simples possível, na contabilidade da empresa, jogavam a distribuição de dividendos aos acionistas, como se fossem “DESPESAS”, quando todos sabem que dividendos são retirados dos lucros, assim fácil, após a distribuição destes dividendos, quase sempre em sua totalidade, não se pagava um único tostão ao erário, ora, se uma única empresa em um país pequeno como o PERÚ, fez um prejuízo desta monta, na Grécia são centenas as ESTATAIS CRIMINOSAMENTE PRIVATIZADAS, ver-se-á que uma conta básica de 2+2, e a Grécia não deve a ninguém um único vintém, pelo contrário, a Grécia é credora.
Se não entrar um governo forte e patrioticamente determinado, colocar na cadeia os vendilhões da pátria, retomar todas as estatais, não haverá salvação a este país, será a primeira de uma série de nações europeias, a se tornar uma “GAZA” nas mãos do perverso SIONISMO INTERNACIONAL, os gregos serão definitivamente escravos de Israel, que é a pátria do Sionismo.

confira reportagem abaixo:
Grécia vai às urnas com distintos cenários políticos possíveis
16 de junho de 2012 • 16h39 • atualizado às 17h41
As pesquisas eleitorais na Grécia preveem que os candidatos favoritos, conservadores e esquerdistas, terão no domingo um resultado muito igualado, mas em nenhum caso maioria suficiente para governar sozinho, o que abre a porta para distintas coalizões de governo.
Segundo as enquetes particulares utilizadas pelos partidos, e às quais a agência EFEteve acesso, os conservadores da Nova Democracia e os esquerdistas da Syriza teriam entre 28% e 29% dos votos.
Outro elemento que dificulta prever os diferentes cenários é o elevado número de indecisos, em torno de 10%, cujo voto pode modificar substancialmente os resultados do domingo.
Embora não se preveja que nenhum partido consiga maioria absoluta, espera-se que os dois favoritos concentrem o voto que nas eleições de maio se distribuiu entre formações que ficaram fora do Parlamento, e por isso poderia bastar a soma de dois partidos para obter as 151 cadeiras que dão o controle legislativo.
Nessas circunstâncias, são várias as possibilidades que se colocam em função do partido que vencer as eleições e que, segundo a lei grega, receberia uma bonificação extra de 50 cadeiras.
Cenário 1: Vitória de Nova Democracia. Se vencem os conservadores, seu aliado natural será o social-democrata Pasok, com quem já formou governo durante o Executivo tecnocrático liderado pelo ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Lucas Papademos.
Para isso, o Pasok precisaria conter a sangria de votos que lhe auguram as pesquisas e que o desabilitaria como potencial membro de governo. Nesse caso, os conservadores deveriam cortejar também o apoio da formação de centro-esquerda Dimar, que já após os últimos pleitos se negaram a apoiar uma coalizão ND-Pasok.
Cenário 2: Vitória da Syriza. O líder esquerdista, Alexis Tsipras, assegurou que sua intenção é formar um grande governo de esquerda, inclusive se seu partido obter a maioria absoluta. No entanto, estão já garantidas as negativas do Partido Comunista e do Pasok.
Se a esquerda da Syriza triunfar, o primeiro partido que chamará para formar governo será o Dimar, segundo confessaram à agência EFE fontes do partido.
Mas, para formar um bipartido, ambas formações deveriam melhorar ligeiramente seus resultados em relação às pesquisas. Caso o apoio do Dimar não baste ou o partido se negue a apoiar Tsipras, a Syriza optaria pelo partido nacionalista de direita Gregos Independentes, com o qual compartilha a rejeição taxativa ao acordo de austeridade fechado com a União Europeia.
O líder dos Gregos Independentes já se mostrou disposto a apoiar de alguma maneira os esquerdistas, mas condicionado a algumas medidas de política externa em relação à Turquia e Macedônia.
Cenário 3: Resultado não conclusivo. Caso se repita uma repartição de cadeiras, como ocorreu em maio, que não permita um acordo entre os partidos mais próximos, se abriria a necessidade de negociar um governo mais amplo ou um Executivo técnico.
Na última vez em que se tentou, os partidos foram incapazes de chegar a um acordo, o que obrigou a convocar o pleito que acontece amanhã. Nesta ocasião, tanto a Syriza como a ND manifestaram sua intenção de formar governo o mais rápido possível e evitar uma terceira convocação eleitoral que despeje ainda mais incerteza à crise da eurozona.

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