segunda-feira, 11 de junho de 2012

FRANCE - HOLLANDE MELHORA POSIÇÃO NO LEGISLATIVO


FRANCE – Esquerda conseguiu maioria de votos nas legislativas
10 de junho de 2012 • 17h45

NAS MÃOS DE HOLLANDE DESTINO DA EUROPA
Basta que a esquerda seja “ESQUERDA”, e a France estará salva de ser apenas um satélite subalterno a Israel, destino que o macabro assassino, Sarkozy reservou aos franceses, serem capachos do Sionismo Internacional e rezar na cartilha dos abutres JUDAICO-SIONISTAS a exemplo da Grécia, Itália, Portugal, Romênia, Inglaterra e Alemanha,  todas estas nações governadas pelos Sionistas ou seus Cavalos de Tróia, e todas com um só destino Trágico e Macabro, exceto a Alemanha, a fome e o desemprego estão se tornando uma cruel realidade. Portanto, ante um Estados Unidos impotente e subjugado pelos Sionistas e uma Europa também dominada, fica nas mãos de Hollande, a única e última saída para a France e para a Europa, que poderá ser um exemplo para o mundo. Do.contrário, se a esquerda francesa se revelar igual a pseuda-esquerda espanhola e portuguesa, e se Deus existir, que salve a France.

  A esquerda alcançou a maioria dos votos no primeiro turno das eleições legislativas francesas ocorrido neste domingo, no qual o partido de extrema direita Frente Nacional teve menos apoio do que nas presidenciais deste ano.
As pesquisas de boca-de-urna divulgadas depois do fechamento das urnas indicam que os partidos de esquerda obteriam entre 46 e 47% dos votos neste pleito. De acordo com esse resultado, o Partido Socialista (PS), do presidente François Hollande, provavelmente necessitaria de alianças com os ecologistas e a Frente de Esquerda para bater os conservadores e conseguir a maioria na Assembleia.
Isso porque, segundo as enquetes, a União por um Movimento Popular (UMP), do ex-presidente Nicolas Sarkozy e seus aliados, mantêm por volta de 35% dos votos, igualados com os socialistas.
No entanto, o ministro das Relações Exteriores, o socialista Laurent Fabius, garantiu um pouco depois do fechamento da votação que seu partido não precisará se aliar com a Frente de Esquerda para obter a folga necessária para o presidente Hollande por em prática o programa com o qual venceu as presidenciais em maio.
Segundo a tradução de votos em cadeiras disponíveis, na falta da apuração oficial definitiva, a esquerda poderia conseguir entre 275 e 329 cadeiras (a maioria absoluta é 289), enquanto a UMP e aliados teriam entre 210 e 270, e a Frente Nacional entre nenhum e três.
O primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, já sai deste pleito com sua ata de deputado sob o braço, já que em sua divisão de Nantes conseguiu superar 57% dos sufrágios. Ayrault reivindicou que os franceses votem nos socialistas, pois é preciso uma maioria na Assembleia para votar as reformas de seu Governo.
Pelo menos outros quatro ministros de seu Governo também saem deste turno com uma cadeira confirmada, segundo os primeiros resultados e com isso garantem a permanência no Executivo.
Enquanto isso, o secretário-geral da UMP, Jean-François Copé, manifestou sua satisfação pelo respaldo obtido pelo partido conservador e também deixou claro que não fará alianças para o segundo turno com os candidatos da Frente Nacional.
Por outro lado, a líder da FN, Marine Le Pen, reivindicou o acesso de seu partido à Assembleia Nacional após 25 anos de ausência, embora as pesquisas, por enquanto, não garantam à extrema direita uma cadeira na Câmara baixa.
Fiel a sua linguagem populista, Marine garantiu: "No próximo domingo, o povo entrará na Assembleia". A líder ultradireitista destacou a resistência de sua formação apesar do aumento da abstenção e do sistema de apuração "injusto" e destacou que o FN se confirma como "a terceira força política do país".
Le Pen ainda se mostrou convencida de poder defender na Assembleia seus valores de luta contra a imigração, preferência dos nacionais ao acesso à saúde e de defesa à soberania da França. Além disso, a política de direita fez uma chamada aos franceses a não confiar "nas opções arcaicas" e apoiar os candidatos de seu partido no segundo turno.

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