sábado, 2 de junho de 2012

EGITO – CAPACHO DOS SIONISTAS PEGA PRISÃO PERPÉTUA



Impatriota e vendilhão da pátria, levou o povo árabe-egípcio à miséria, ajudou Israel no cerco criminoso e genocida a Gaza, desarmou o país, colocando-o numa posição subalterna ao estado judeu, deixa uma macabra herança maldita e divisionária, onde o povo levará varias gerações para recuperar sua honradez e soberania.
Não mereceu a prisão perpétua, para ele, isto equivale a uma premiação indevida, pois quem vende a pátria, é também capaz de vender a própria mãe, merece ser enforcado em praça pública juntamente com sua prole e todos seus descendentes e seguidores.   

Mubarak é sentenciado à prisão perpétua, em meio a divisões no Egito
Atualizado em  2 de junho, 2012 - 07:04 (Brasília) 10:04 GMT
Mubarak durante julgamento (AFP)
Ex-líder governou o Egito por três décadas
O ex-presidente do Egito Hosni Mubarak foi sentenciado neste sábado à prisão perpétua, como cúmplice da morte de 850 manifestantes na Revolução Egípcia de 2011, em um julgamento que evidencia as divisões vigentes no país.
Aos 84 anos e após três décadas governando o Egito, Mubarak é o primeiro entre os líderes afetados pela Primavera Árabe a ser julgado em seu país.
Ele ouviu seu veredicto com uma expressão séria, segundo a agência Reuters, em uma maca hospitalar e usando óculos escuros.
No lado de fora da corte, opositores de Mubarak e parentes de pessoas mortas durante o levante antirregime comemoravam a condenação do ex-presidente, ainda que alguns estivessem defendendo a pena de morte para o réu.
Houve confrontos entre opositores, policiais e simpatizantes de Mubarak nos arredores da corte.
Muitos egípcios também se queixam que a polícia do país, à qual se atribiu a culpa por muitas das mortes na revolução, e outros pilares do regime de Mubarak mantiveram seu poder, sem que houvesse reformas institucionais profundas.
Outros condenados
A Justiça egípcia também condenou o ex-ministro do Interior Habib al-Adly à prisão perpétua por participação na morte de manifestantes antirregime pelas forças de segurança do país.
Mas Mubarak e seus dois filhos - Gamal e Alaa - foram inocentados de acusações de corrupção. Os dois ainda serão julgados por suposta manipulação do mercado financeiro.
Gritos e confusão eclodiram na corte quando o veredito foi anunciado. Um dos motivos aparentes é a absolvição de quatro assessores de Adly, que também eram acusados de participar da repressão a manifestações.
Mubarak, por sua vez, negava ter ordenado a matança de manifestantes desarmados, nos primeiros dias da revolta que durou mais de duas semanas no Egito em 2011 e que ainda reverberam em diversas nações árabes.
O juiz do caso, Ahmed Refaat, disse que o povo sofreu com 30 anos de "escuridão" sob o governo Mubarak, mas alegou que o julgamento do ex-líder foi justo.
Eleições e pessimismo
O julgamento do ex-líder ocorre em um momento sensível para o Egito, que acaba de passar por suas primeiras eleições presidenciais livres, explica a correspondente da BBC no Cairo, Yolande Knell.
Prestes a votar no segundo turno, muitos dos jovens revolucionários egípcios se dizem decepcionados em ter que escolher entre o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohammed Mursi, e o ex-premiê da era Mubarak, Ahmed Shafiq (que era um aliado próximo do presidente deposto).
O professor de direito e ativista anticorrupção Mohamed Mahsoob se diz pessimista com o futuro do país. "Acho que o próximo presidente será Shafiq e que ele aniquilará o Poder Judiciário para libertar Mubarak", opina.
Ao mesmo tempo, ex-membros do antigo partido governista, o NDP, comemoram os resultados eleitorais, alegando que estes sugerem que ainda há apoio para nomes da era Mubarak.
"Shafiq ficou com quase 25% dos votos. É bastante. Isso deixou os liberais e a Irmandade Muçulmana tensos", afirmou Maged Botros, professor de política que serviu o secretariado do NDP.
Em depoimento dado à BBC antes do veredicto do ex-presidente, Botros acreditava que muitos egípcios não queriam ver Mubarak sofrer. "O povo é sentimental. (Mubarak) está doente, tem 84 anos. Não queremos desgraçá-lo."

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