quarta-feira, 13 de junho de 2012

CMPI – AO POVO O CIRCO, INVESTIGAÇÃO PRA INGLÊS VER

Sò falta direção nesta PSEUDO-CMPI, se a saudosa e criativa JANETE CLAIR estivesse ainda entre nós, e lhe dessem a direção desta PSEUDO-CMPI, seria muito melhor do a atual direção, com certeza ela daria veracidade e emoção à atuação pífia dos DEPUTADOS E SENADORES, nota-se que os políticos não souberam combinar a trama desta PSEUDO-CMPI, falta bandido nesta trama onde, todos são mocinhos, Janete criaria um bandido que venceria durante todo enrêdo, e o mocinho só venceria no último capítulo, nesta estória ou todos são bandidos, ou todos são mocinhos, não tem graça nenhuma, em resumo, ambos os lados sentam em cima do rabo e ficam apontando o rabo do lado contrário, dependendo de quem está atuando na sua vês, mas a evidente verdade nunca surgirá, pois todos, sem exceção tem um rabo para esconder, ou seja todos são bandidos, e o papel de mocinho, cada vez fica mais evidenciado - CARLINHOS CACHOEIRA, que pode ser chamado também de TYHANI, o famoso mágico do circo, pois conseguiu colocar todos antagônicos políticos dentro de um mesmo balaio de gatos, que poderia também ser denominado de "BALAIO DE RATOS", o antagonismo político é só para inglês ver, são todos iguais.

By: Mohamad Alí


 CPI pouco avança e corre risco de se tornar irrelevante 

Depoimento de governadores, muito aguardado, pouco 

 acrescentou às investigações. Dados financeiros da Delta podem definir rumo da comissão

  Gabriel Castro
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, em depoimento à CPI do Cachoeira (Wilson Dias/ABr)
Aquela que prometia ser uma semana explosiva na CPI do Cachoeira se revelou uma cansativa sequência de redundâncias. As perguntas feitas aos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), foram as óbvias, sem fatos novos. Os governadores repetiram as afirmações que haviam dado nas últimas semanas. Cada grupo saiu convencido da inocência do seu aliado. E as investigações pouco avançaram.
Em um mês e meio de funcionamento, a comissão teve um tímido progresso. Até agora, nenhum investigado disse tudo o que sabe - a maioria, inclusive o próprio Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, manteve total silêncio.
O PT não conseguiu, como queria, usar a CPI para atingir a imprensa e o Ministério Público às vésperas do julgamento do mensalão. O partido já abrandou o tom e agora fica satisfeito se a comissão se encerrar sem prejuízos para o governo federal e a gestão de Agnelo Queiroz no Distrito Federal. A oposição, manietada pelas denúncias contra Marconi Perillo, também não pode adotar um discurso mais incisivo. 
Os integrantes da CPI correm contra o relógio. A partir de agosto, o clima pré-eleitoral tende a esvaziar o Congresso. Em novembro, encerra-se o prazo de funcionamento da comissão. O período pode ainda ser renovado por mais seis meses, mas dificilmente os trabalhos progrediriam com o natural arrefecimento do interesse público pelo escândalo Cachoeira.
A Comissão Parlamentar de Inquérito deve receber nos próximos dias os dados resultantes da quebra dos sigilos fiscal e bancário da construtora Delta. Pode estar aí a tábua de salvação de uma CPI que corre o risco de se tornar irrelevante."Eu sempre achei que nós deveríamos ouvir os governadores só depois de ter os dados da Delta", diz o deputado Sílvio Costa, para quem as informações sigilosas podem trazer detalhes importantes sobre a infiltração da construtora ligada a Cachoeira no poder público.

Nenhum comentário:

Postar um comentário