quinta-feira, 14 de junho de 2012

CMPI – CIRCO DO CONGRESSO, PALHAÇO NA PLATÉIA


 

O PALHAÇO é o POVO, no circo paira no ar o cheiro de mussarela gratinada, seria melhor o de pipoca, um dos atores desta pseudo novela, esqueceu o script, o ex garçom e mocinho, hoje governador PERILLO, deveria abrir o sigilo e não abriu, o outro ator, também mocinho oriundo da área da saúde, governador Agnelo, veio e abriu o sigilo fazendo proselitismo de camelô, pois, o seu sigilo já estava quebrado pela justiça federal, em outras de suas peripécias como administrador público, fazendo com que o primeiro ator voltasse atrás, oferecendo a sua quebra de sigilo também.

Trocando em miúdos, os autores desta pseudo novela, erraram ao não instruir bem seus atores, enfim, entre mortos e feridos, todos se salvaram, deixando ao PALHAÇO(povo), a leve sensação de que o primeiro mocinho foi mais simpático, pois era um eficiente garçom, pois conseguiu juntar uma fortuna de 4 000 000 de reais.

Quanto ao segundo mocinho, de médico a governador, juntou uma fortuna equivalente ao primeiro, deixando muito a desejar, deveria ter juntado pelo menos 3 x mais, pois os ganhos de um médico são muito mais altos do que um garçom, por mais eficiente que seja, talvez por isso que a saúde do DF, anda aos trancos e barrancos, ineficiência, a população brasiliense, quando é obrigada a usar os serviços médicos locais, primeiro reserva o seu lugar em algum cemitério, para então enfrentar a ante sala do IML, QUE SÃO OS HOSPITAIS PÚBLICOS .       

By: Mohamad Alí

Após gesto de Agnelo, Perillo anuncia que aceita quebra de sigilos

Um dia depois de se negar, em depoimento à CPI do Cachoeira, a entregar seus sigilos, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (13) que mudou de ideia.
“Telefonei para os dois líderes do PSDB, na Câmara e no Senado, autorizando a quebra dos meus sigilos assim como já foi feito pelo governador de Brasília [Agnelo Queiroz]. Quem vai estabelecer os períodos é a CPI. De qualquer maneira, os líderes ja foram autorizados por mim a procederem a quebra dos sigilos”, afirmou.
A declaração foi dada em entrevista coletiva em Goiânia. Perillo, entretanto, não disse quais sigilos aceita abrir –fiscal, bancário ou telefônico.
A postura do tucano mudou após o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), anunciar hoje, também em depoimento à CPI, que oferece seu sigilo bancário, fiscal e telefônico, com o argumento de que “quem não deve não teme”.
O anúncio do governador arrancou aplausos e assovios de assessores do governo do Distrito Federal e parlamentares, que acompanhavam a sessão da CPI.
Os dois falam à CPI sobre suas relações com o grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso acusado de corrupção.

Nenhum comentário:

Postar um comentário