quinta-feira, 5 de abril de 2012

FRANCE – A “FARSA” DO TERROR DE SARKOZY PARA REVERTER O RESULTADO DAS ELEIÇÕES

FRANCE – A “FARSA” DO TERROR DE SARKOZY

Sarkozsy inventa um terror muçulmano que nunca existiu na FRANÇA  e nem em lugar algum do mundo, tentativa vã de reverter a iminente derrota, e encobrir o mar de lama da CORRUPÇÃO de seu desastrado governo.

Todos os atentados terroristas que ocorrem nos ESTADOS UNIDOS, IRAQUE, AFEGANISTÃO, IRÃ, EGITO, LÍBANO, FRANÇA E SÍRIA, SÃO COMANDADOS E PERPETRADOS PELOS JUDAICO-SIONISTAS, sem exceção.

Os muçulmanos não atacam CIVÍS, não atacam MULHERES, não atacam TEMPLOS RELIGIOSOS e muito menos CRIANÇAS.

Se por acaso há algum muçulmano nestes ataques, com certeza são contratados e controlados por JUDEUS-SIONISTAS, disfarçados de muçulmanos, e como todos sabem, o disfarce e a simulação é o forte dos JUDEUS-SIONISTAS, enganan até os JUDEUS-SEMITAS.
A polícia francesa durante uma nova operação contra radicais islâmicos em várias cidades do país deteve dez pessoas.
As ações ocorreram nas cidades de Roubaix, perto da fronteira com a Bélgica, em Marselha e várias outras localidades do sul e sudeste francês.
Uma perita em segurança explica porquê uma segunda operação policial em menos de uma semana.
“A gestão política e mediática do caso Merah contribuiu para aumentar o risco de ameaça, nomeadamente porque para os islamitas este jovem tornou-se um modelo, um herói e apareceu nas cadeias de televisão internacionais durante 48 horas. Ora, isso teve o efeito negativo de fazer subir o nível de ameaça” disse Anne Giudicelli, da agência “Terrorisc”.
Nicolas Sarkozy, tinha anunciado na terça-feira a realização de novas operações contra movimentos islâmicos radicais, garantindo a aplicação de “tolerância zero” aos extremistas.
“Isto pode permitir ao presidente cessante esquivar-se a um determinado número de temas que não lhe são favoráveis: o balanço da sua atividade, o desemprego, a crise económica e social. Pela segunda vez, Sarkozy aponta para a conquista dos eleitores de Marine Le Pen que estão indecisos”, sublinhou Denis Sieffert, diretor da revista “Politis”.
“Independentemente do resultado das operações de contraterrorismo e o do potencial impacto nas eleições presidenciais, uma coisa é certa:
Depois de Toulouse, a campanha eleitoral francesa não é a mesma” concluiu Giovanni Maggi, correspondente da Euronews em Paris.

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